Sobre (About us)

Logo Caminhão Antigo Brasil

 Português:

O objetivo deste website é disponibilizar um acervo particular, contendo material informativo, que inclui catálogos, brochuras, folhetos, manuais e fotos sobre caminhões brasileiros, em especial os antigos, para atender a consultas de colecionadores, restauradores, aficionados, engenheiros, jornalistas, estudantes e demais interessados.

Fruto de uma coleção de catálogos iniciada nos anos 70, este website visa, sobretudo, preservar e divulgar a história do caminhão no Brasil.

Como regra geral, só serão postados materiais referentes a veículos fora de linha, que não podem mais ser encontrados nas páginas oficiais das montadoras.

Todo material está à disposição, para consulta e download, de forma gratuita.

Apesar de o foco principal ser o caminhão brasileiro, o acervo também contempla caminhões estrangeiros, ônibus, máquinas agrícolas e de construção, bem como componentes como motores, transmissões, eixos, entre outros.

Novos itens serão adicionados de forma regular.

Este website não tem vínculo algum com entidades, ou empresas de qualquer espécie.

Caso encontre qualquer arquivo que tenha restrições de direitos autorais, comunique-nos para tirarmos do ar imediatamente. Tomamos todo o cuidado para respeitar este quesito, mas como o número de doações é grande, pode ocorrer, involuntariamente, a postagem de arquivos de uso e visualização restritos.

Um grande abraço!

Obrigado,

Evandro Fullin.

 

English

This site is dedicated to the memory of the Brazilian truck, both imported and manufactured locally. It includes ads, memorabilia, curios, spec sheets, catalogues, photos, owner and operations manuals mostly about trucks but not limited to those, as we plan to upload components (engines, transmissions, axles), bus, farm and construction machinery materials as well.

All content can be downloaded free of charge to fullfil the needs of aficionados, collectors, engineers, students, journalists and whoelse this may  be of interest. 

The entire content is part of a personal collection from the author, which is being scanned and, or photographed and uploaded on a regular basis.

This website is aimed to help and satisfy people who enjoy the subject, having no relationship or sponsorship  from any truck or equipment manufacturer at all.

If you ever find any content with copyright restrictions, please let us know. We will be glad to remove it immediately.

Hope you enjoy as much as we do!

Thanks and welcome!

Evandro Fullin.

 

Sobre o Editor:

Evandro Fullin é brasileiro, paulista, formado em Engenheria Mecânica Automobilística pela FEI e trabalha atualmente como consultor independente na área automotiva. Anteriormente, atuou na indústria de caminhões, tendo trabalhado em empresas como Cummins, Navistar International, e Ford Caminhões, durante vinte anos. Evandro também teve uma passagem na aviação, atuando como instrutor de voo e piloto comercial de avião, voando bimotores leves.

Começou a coleção de catálogos ainda moleque, em 1979, pedindo material de concessionária em concessionária e escrevendo para as montadoras. Mais tarde, a busca continuou em sebos, recolhendo preciosidades no lixo, trocando com outros colecionadores e recebendo doações de gentis amigos como você!

Em paralelo, dedica-se à criação de um livro sobre a história do caminhão no Brasil, que ainda levará alguns anos para ficar pronto.

Sonha em criar no Brasil, com a ajuda de colecionadores e aficionados, uma associação para preservação da história do caminhão nacional, filiada à FBVA, Federação Brasileira de Veículos Antigos, nos moldes da  ATHS, “American Truck Historical Society”, da qual é membro.

 

237 thoughts on “Sobre (About us)

    • Caro amigo Anderson, obrigado por seus comentários. Este site é ainda um pequeno embrião, nem tendo chegado à sua infância, face à quantidade de material que tenho para upload. Espero todo dia ter um tempinho e uma internet de alta velocidade para enriquecer o conteúdo mais e mais. E que o material seja útil para quem gosta e precisa! Um grande abraço. Evandro.

      • Vanderlei, nosso maior prazer é poder ajudar os amigos que compartilham da mesma fascinação por estas máquinas maravilhosas. Uma dúvida, você procura material sobre os caminhões L110 e L76 (que temos no site), ou sobre os chassi de ônibus B76 e B110? Temos em nosso acervo estes dois chassi, caso necessite. É só nos avisar. Obrigado. Evandro.

        • Caro Evandro ! É bom saber que você tem o material sobre o chassi de ônibus scânia B110/111 em seu acervo . Tenho procurado há muito pelo mesmo e , isso muito me interessa ! Como faço para adquiri-lo contigo ?

          • Caro Sidnei, temos sim os folhetos dos saudosos Scania B110 e B111. Nos anos oitenta, sempre viajava para Piumhi, no oeste mineiro, pela União, que operava espetaculares B111 com a imponente carroçaria Nielson Diplomata. Eu, na maior cara de pau, sempre pedia ao motorista para ir no banco da frente, na “cabina de comando”. Para meu deleite, vez por outra, o pedido era atendido…e então seguiam-se oito horas, madrugada a dentro, de pura curtição daquele ronco senscional do DS 11, ali a poucos palmos de meu ser! Vamos digitalizar e postaremos em breve, ok? Abraço e obrigado pela visita! Evandro.

          • Oh amigo . . . muito obrigado pelo simpatia , pela atenção e por me contar esse belo fato cheio de detalhes . Ficarei ansiosamente aguardando e parabéns pelo site que é espetacular ! Um forte abraço !Sidnei.

  1. Nao obstante (aa) admiracao fisica, modo de operar, caracteristicas, etc, a utilidade destas paginas trata especialmente sobre a evolucao da maquina. Vejo grande quantidade de tecnica na construcao dos antigos, diante da concorrencia da epoca entre as montadoras, quando das atuais tecnologias aplicadas nos modernos. Sua evolucao e todo o trabalho de engenharia disponibilizados ao cliente caminhoneiro, frotista ou autonomo. Estas paginas proporcionam uma otima ferramenta para esta viagem de conhecimentos, aperfeicoamentos, compreensao e respeito com a engenharia que os construiram no passado e as modernos metodos de construcao. Nos ajuda a compreender as diferentes vantagens de cada caminhao.
    Felicidades. Enrico Hyppolito – Acre e Rondonia.

    • Amigo Enrico, obrigado pelas palavras e pela visita! É realmente uma viagem fascinante que está apenas começando. Teremos muito material interessante para dividir com todos os admiradores desta máquina maravilhosa chamada caminhão! Um fraterno abraço, Evandro.

  2. Parabéns pelo site ! Com certeza será referência para quem aprecia as verdadeiras máquinas das décadas de 70, 80 e 90. Estou ansioso pelas atualizações. E pode contar com minha ajuda.

    Abraços

    • Amigo André, obrigado pelas palavras e pelo seu apoio, imensamente apreciados!
      Na verdade, este site que começa a nascer é um sonho antigo e a forma encontrada de compartilhar com os amigos o pequeno acervo que venho colecionando ao longo de quatro décadas.

      Um forte abraço,
      Evandro.

  3. Quero parabenizar e agradecer por este blog ligado aos brutos antigos.
    Sou apaixonado pelos caminhões mercedes benz LP, LPS e tenho um grande material em imagens destes caminhões.
    Outra coisa que gostaria de comentar é que tenho uma veia artistica e compuz uma poesia falando sobre caminhões.
    Se houver um espaço para publicações te envio.
    Grato
    Roberto

    • Amigo Roberto, obrigado pela visita e pelo seu depoimento. Seja muito bem-vindo!

      Certamente este é o espaço certo para dividirmos nossa paixão pelos caminhões brasileiros. Terei imenso prazer em divulgar sua obra poética sobre o tema!

      Um forte abraço,

      Evandro.

  4. I’ve frequented this website lots lately, and never really commented, but this post specifically was excellent. You guys provide lots of great insight and I practically always find it helpful. Keep writing, like submitting this stuff to facebook. Cheers!

  5. Foi muito bom encontrar este site, pois já tinha dado a ideia para mercedes contar sua historia co caminhões no brasil, mas eles não dera a minima,estou torecendo que você consiga muitos fotos de caminhões tipo mb 1316 e 1513 e outros mais
    um abraço do amigo.

    • Caro Jales, este site é um sonho antigo que agora vem se materializando. Precisamos nos unir em prol da memória do caminhão nacional. Agradeço o apoio e a visita! Um forte abraço, Evandro.

  6. Parabems ,adorei , felizmente exitem pessoas com voce que se esforçam para beneficiar a comunidade.Sei que montar e manter isso da trabalho.Pretendo colaborar ,mandando algo .Ha muito procuro literatura tecnica , e aqui encontrei .MUITO OBRIGADO.
    Jorge

    • Caro Jorge, obrigado pela visita e pelos comentários. Nós brasileiros precisamos preservar a história de nossas máquinas para as futuras gerações! Agradeçemos qualquer ajuda neste sentido. Um forte abraço, Evandro.

  7. Olá Evandro! Meus parabéns pelo excelente trabalho! Sou um profundo admirador dos caminhões Mercedes-Benz e administro o Blog Mercedenco, voltado para resgatar a história da marca no Brasil! O seu site tem acrescentado muito na minha cultura acerca dos caminhões, sempre que possível cito os seus ensinamentos nos textos que escrevo no meu blog! Tenho um completo catálogo de peças do Caminhão MB L-2213 6×4 dos anos 80 e manual de instruções dos motores OM-314, OM-352 e OM-352-A! Em breve, vou digitalizar esse material e pretendo sempre que possível contribuir com o seu trabalho.
    Aproveito a oportunidade ainda para deixar o link do Blog e Fotolog.
    http://merce-denco.blogspot.com.br/
    http://www.fotolog.com.br/mercedenco/
    Um grande abraço.

    • Caro Paulo, obrigado pelos comentários! Não conhecia seu blog e fotolog. Muito legais também! Ótima iniciativa. Os Mercedes são parte viva de nossa história e não tem como não admirá-los e reverenciá-los! Agradeço qualquer contribuição e assim que puder, farei o mesmo. Temos que nos unir em prol da história de nossos caminhões, da qual a Mercedes-Benz é parte significativa, desde os anos 50. Um grande abraço, Evandro.

    • Caro amigo José, agradecemos pela visita e por suas palavras.

      Deve ter sido uma grande escola começar a carreira com um FNM 78. Grande máquina! Se tiver alguma foto que queira compartilhar conosco e com os leitores, teremos prazer em publicá-la!

      Abraço, Evandro.

  8. Evandro , fico feliz por ter pessoas que pensam igual a você, parabéns pois eu mesmo trabalho com carros antigos, e a fonte informações que posso passar para visitantes do meu blog , passo de coração ,e seu blog e shown de bola parabéns mesmo Jose dos irmaosportuga4x4.

    • Amigo José, o maior prazer é poder ser útil e interessante para as pessoas que gostam do assunto. Nós também somos fãs de carros antigos, tendo participado de alguns projetos de restauração (Fordinho, Aero Willys, Landau…etc). Obrigado por seus comentários e pela visita. Volte sempre! Abraços, Evandro.

  9. Boa noite !!!

    Tava procurando um MB 1932, 33 ou 34, na net e vi seu site e achei muito bacana, vi sua foto vc guiando um Ford Cargo, tenho um Cargo 4030 no truck, puxando carvão aqui no Pará. Sou Eng. Florestal e sou apaixonado por caminhão e estou fazendo umas econômias para comprar um cavalo mecânico MB pra tunar rsrsrs. Abraço fica com DEUS e parabéns pela iniciativa.

    • Olá, Christiano, boa noite! Legal o Cargo 4030 com sua transmissão não sincronizada Eaton Fuller. É um grande prazer dirigi-lo! Boa sorte no seu projeto com o cavalo Mercedes. Mais uma vez, obrigado por nos visitar e por seus comentários! Abração, Evandro.

  10. Olá amigo guerreiro, visitei seu blog e achei super enterres ante,temos um jornal na região centro oeste com sede em Brasilia,e região(sobre transporte & caminhoneiros) visita nosso blog também sera muito bem vindo,um abraço;
    Malu silva editora responsável

    • Olá, amiga Malu! Obrigado pela visita e pelas palavras de apoio. Fica aqui o registro para todos visitarmos o seu blog. Grato pela dica. Abraços a todos do Centro-Oeste! Evandro.

  11. Caro amigo Fullin:

    Navegando pela internet , “sem querer” encontrei seu blog; como tudo que faz, posso dizer que é unico e incrível! Fiquei muito feliz em ver que está bem e radiando alegria e bom humor como sempre, aposto!

    Do amigo e colega do Aeroclube de Campinas…

    “Garcia”

    • Grande amigo e comandante Garcia, salve!

      Que surpresa boa receber a visita e os comentários do amigo, que há muito não vejo!

      Espero que esteja bem e feliz, voando bastante por estes céus.

      Posso dizer o mesmo do amigo, que tanto me ensinou sobre aviação.

      Mande notícias.

      Um fraterno abraço,

      Evandro.

  12. Bom dia !

    Evandro ; muito obrigado as informações caixa engrenagem usadas agrale 1600D ,
    serão muito uteis .

    Um grande abraço!!!

  13. Caro Evandro,gostaria de parabeniza-lo pelo site,sou estudante de Engenharia Mecânica,e antes de tudo maluco por caminhão,principalmente os antigos,pena que esses manuais são muito dificeis de se encontrar por ai,eu so tenho um de conceitos básicos de mecânica de mercedes,mais esses que você disponibiliza no site são muto bons,principalmente os de caminhões mais antigos e os que são manuais de oficina.Grande Abraço e continue com o site,pois o site é o melhor que existe em relação a caminhão,pois tem detalhes tecnicos.

    • Caro amigo Guilherme, obrigado pela visita e pelos seus comentários. É o desejo de ser útil e de ajudar as pessoas com suas necessidades e curiosidades que nos impulsionam para frente com este projeto. Sobre a parte teórica, estamos digitalizando uma excelente apostila bastante antiga, mas muito interessante, sobre conceitos de caminhão, elaborada pela Chrysler. Este material nos foi doado e breve o postaremos. Continue nos prestigiando com sua visita e comentários. Muito grato. Forte abraço, Evandro.

      • Estou no aguardo por está apostila e pretendo em breve poder ajuda-los com algum material que eu encontrar por ai. Mais uma vez,meus parabéns e estou acompanhando o site aqui sempre!

  14. Que beleza, cada dia melhor!!!!!
    Fiquei contente quando vi o manual de oficina do clark 280V pois o que eu tinha era em ingles .Mais uma vez , parabems
    Jorge

    • Amigo Jorge, tudo bem? Grato pelo apoio de sempre! Estamos acabando de digitalizar aquele livro da Chrysler sobre teoria de caminhões com que nos presenteou tão gentilmente. Postaremos em breve. Fico feliz que o Manual da 280V tenha sido últil de alguma forma. Grande abraço, Evandro.

  15. Olá caro amigo, primeiro quero parabenizar vc pelo belo trabalho. Bom, faço miniaturas de caminhões mbb em escala 1:18. Esta no mercado livre na pagina 1113, de uma olhada lá.. O titulo é miniaturas de caminhões mbb em escala 1:18. Estou precisando do manual da cabine 1969 ate 1986, será que vc tem alguma coisa ai……valeu grande abraços e que continue com o belo trabalho…

    • Caro Mateus, desculpe a demora para responder. Temos bastante material sobre caminhões Mercedes AGL, com a referida cabina, mas nada específico sobre a dita cabina. Vamos postar em breve para te ajudar. Obrigado pela visita. Um abração, Evandro.

      • Mateus, por favor verifique os dois posts de Mercedes-Benz L-1113 de hoje. Espero que te ajudem, conforme sua solicitação. Um abraço, Evandro

        • Caro Mancio, boa tarde! Não esquecemos de ti, não! Temos uma grande fila de pedidos e o teu será atendido em breve. O que temos e deve te ajudar é o Manual do Proprietário da Série F de 1971, um tanto similar ao 1966, salvo por detalhes visuais, mas ambos da chamada família “Super Ford”, produzida entre 1962 e 1972. Por favor, aguarde! Abraços, Evandro.

      • Amigo desculpe minha demora para retorno, se ele e o motor 272 serve, como faria para me arrumar o mesmo, grato um gde abraco.

  16. Boa noite Evandro, gostei muito de encontrar este site sobre caminhoes antigos. Gostaria de trocar informações a respeito de um Mercedes torpedo L 312 que estou restaurando. Tenho o veiculo muito original, porém faltam alguns detalhes. Caso tenha em seu circulo de contatos, proprietários desse modelo, eu gostaria de poder me comunicar com eles. Desde já agradeço pela atenção. Obrigado

    • Caro Lourenço, boa noite! Nós temos o Manual do Proprietário do L-312 alemão dos anos cinquenta, na versão em português, muito similar ao modelo que a Mercedes-Benz montou no Brasil. Se ajudar, podemos postar como prioridade. Se puder retribuir com fotos de seu projeto, para que todos apreciem esta beleza de caminhão, será fantástico! Obrigado pela visita. Um abraço, Evandro.

  17. Ola Evandro
    Nossa!!! Cada dia melhor.Parabems
    gostaria de fazer uma pergunta tecnica sobre aquecimento.Vamos supor que tenho um motor diesel com bomba mecanica e com ventoinha eletrica que nao depende da velocidade do motor, dia de calor e sem valvula termostaticar.Vamos considerar tambem que a resistencia do vento e o fluxo de ar pelo radiador seja igual nas duas situaçoes a seguir.Situaçao 1-plano em quinta marcha a 3000 giros, situaçao 2- subida em quarta a 3000 giros.Se eu imaginar que a proporçao da mistura ,e a mesma.a bomba de oleo bomba dagua e radiador sao os mesmos porque a ele aquece na subida?Seria s,o pelo atrito interno ou outro motivo?
    A ultima pergunta: Em uma outra situaçao , estou com meu Perkins 6357 a 2500 giros no plano em quinta , quando chego na subida cai para 2000 giros e começa a esquentar :D e uma forma grosseira no”chutometro” me diga quanto por cento de cada item influencia na subida de temperatura.
    1-velocidade da agua no cabeçote
    2-velocidade do oleo nas partes moveis
    3-atrito interno pela resistencia da subida
    4-velocidade do vento contra o radiador
    5-outro fator desconhecido por mim
    Nao precisa ser exato ,e´só para eu ter uma ideia.
    PS-gostei muito de ver no site o material que enviei.
    Boa noite e OBRIGADO

    • Caro amigo Jorge, bom dia!

      Em primeiro lugar, perdoe-me pela demora em responder tão interessante questionamento.

      Há vários fatores influenciando o desempenho do sistema de arrefecimento do seu D-60.

      Primeiro a ausência de válvula termostática, defendida por alguns mecânicos, pode estar causando um efeito adverso. Em alguns motores, a falta da mesma gera um grande fluxo do líquio de arrefecimento de volta para a bomba d’água, ao invés de direcionar a vazão para o radiador. Além disso, em descidas prolongadas, o motor perde muita temperatura e a fumaça branca é inevitável, principalmente com a bomba Lucas CAV do seu Perkins. Isso sem falar no choque térmnico ao encontrar a próxima subida com o motor frio, depois da descida.
      Eu sou defensor ferrenho do uso da válvula termostática, em primeiro lugar.

      Outra observação, em relação ao seu comentário: “Vamos considerar tambem que a resistência do vento e o fluxo de ar pelo radiador seja igual nas duas situaçoes a seguir…”. Não são. O fluxo de ar através do radiador é proporcional à velocidade do veículo. A 80 km/h no plano é bem maior que numa subida, em quarta com o motor a 3.000 rpm, onde a velocidade deve ter caído de 40 a 50%.

      Comparando diversos parâmetros do motor na rotação de potência máxima, com os mesmos parâmetros na rotação de torque máximo, ambos a plena carga (pé na tábua e rotação estável ou caindo), temos o seguinte: temperatura dos gases de escape 4 a 10% maior na potência máxima, pressão efetiva (BMEP) cerca de 30% maior na rotação de torque máximo, rejeição de calor ao redor de 30% maior na rotação de potência máxima. Porém a vazão da bomba d’água é de 50 a 70% menor na rotação de torque máximo. Com temperaturas parecidas e vazão de água e de ar menores, é de se esperar que o motor esquente mais no torque máximo.

      Outro fator a considerar é a situação do radiador. Sempre recomendo uma reforma do mesmo, com varetamento dos tubos da colméia, que também deve estar livre de obstruções e íntegra, sem áreas inutilizadas. Com o tempo e com a crescente corrosão do líquido de arrefecimento sem anti-térmicos e sem anti-corrosivos, o radiador vai perdendo eficiência de forma considerável. O mesmo pode ocorrer com a bomba d’água, com incrustrações, etc.

      A temperatura de acionamento dos ventiladores elétricos se puder ser ajustada para uma faixa mais baixa, ajuda bastante.

      O ajuste da bomba injetora e dos bicos também tem sua parcela de influência. Se houver excesso, certamente o motor pode trabalhar mais quente, com mais fumaça e ainda “lavar” o óleo lubrificante, podendo até causar problemas para as bronzinas e brunimento de cilindros.

      Além de tudo isso, vale a pena lavar o sistema cuidadosamente e adicionar anti-corrosivos, como os SCAs disponíveis (o DCA-4 da Fleetguard é ótimo) em revendas de caminhões e auto-peças, assim como anti-térmicos, como o caro etileno-glicol. Na semana passada, vi o preço do excelente Rad-Cool: R$ 14,00/meio litro! Mas vale a pena, misturado na proporção de 50% com água limpa. Só verifique a compatibilidade dos mesmos com o seu motor para evitar corrosão em determinados materiais, como o alumínio.

      Outra dica refere-se a tampa do radiador que deve ser trocada periodicamente, com a pressão correta de abertura recomendada no manual do motor. A tampa pressurizada aumenta a temperatura de ebulição do líquido. Porém, uma tampa com pressão de abertura excessiva pode romper selos do motor e causar vazamentos indesejados.

      Voltando a sua pergunta, eu diria o seguinte, em termos de influência no desempenho do sistema de arrefecimento:

      “1-velocidade da água no cabeçote: 60%
      2-velocidade do óleo nas partes moveis: 0
      3-atrito interno pela resistência da subida: 0
      4-velocidade do vento contra o radiador: 40%
      5-outro fator desconhecido por mim.”

      Espero ter ajudado de alguma forma…

      Um ótimo final de ano!
      Forte abraço,

      Evandro.

  18. Desculpe a “pentelhaçao” mas quando imaginei a situaçao hipotetica , seria o mesmo fluxo de vento mesmo , ou seja na subida com vento contra e no plano com vento a favor, tambem imaginei dia quente e sem valvula termostatica para eliminar o maximo de fatores que pudessem influenciar nas sua respostas.Gostei muito de sua resposta eu nao imaginava que o fluxo era tao importante assimDeixe pra responder depois estamos em espirito de festas , alem do que vc respondeu rapido , nao demorou quase nada.BOAS FESTAS E BOM INICIO DE ANO.OBRIGADO

  19. Boa tarde Evandro! É um prazer estar visitando o seu site, gostei muito, eu tenho um FNM D11000 ano 1970 mas estou com dificuldade em conseguir o esquema elétrico dele, a instalação dele esta bagunçada e eu quero fazer toda nova e estou a procura do esquema original, sera que voce tem ai no seus arquivos,

    • Caro Otto, desculpe-me pela demora para responder. Tenho sim um Manual do Proprietário do FNM D-11000, na fila para ser digitalizado e postado. Vou agilizar para te atender. Por favor, aguarde. Seria um grande presente para nós termos fotos do seu D-11000 para postarmos aqui no site e assim dividirmos com todos este clássico inesquecível e de valor inestimável na história dos caminhões nacionais. Um grande abraço, Evandro.

  20. Olá, amigo. Meu pai tem uma D400 e ele é apaixonado por ela. Estamos deixando ela toda original e sempre que posso pesquiso coisas pra ele. O teu site foi o único lugar onde encontrei material. Obrigado e parabéns pelo trabalho. Sempre estarei por aqui pesquisando mais sobre essa querida Dodge 400. Abraços.

    • Caro Ander, temos mais material do D400 para postar. Aguarde! Obrigado pela visita e pelo comentário. Um forte abraço e não desista de preservar esta jóia que é o Dodge D400! Evandro.

  21. Caro Evandro, tudo bem?
    Como foi de festas?
    Fim de ano a gente sempre encontra com a família e vc esteve presente neste ano junto com minha família.
    Eu e meu irmão Jorge conversamos muito sobre um tema que ele perguntou para vc.
    Na verdade, acho que a pergunta dele não conseguiu exprimir nossa dúvida de fundo, daí, se não se importar, gostaria de reformular a pergunta de meu irmão, que é, a rigor minha dúvida também:
    Quando aumentamos o giro de um veículo me parece natural que com mais explosões a temperatura tenda a aumentar, por isto existem sistemas para mante-la numa média. Se mesmo assim continuamos aumentando o número de giros do motor podemos aquecê-lo mais do que a capacidade do sistema de se refrigerar.
    O que não compreendo é o seguinte caso. Em meu carro, em 5 marcha, no plano, com 1600 giros ando tranquilamente em uma velocidade X (baixa).
    Numa subida em 5 marcha, a mesma velocidade X a 1600 giros o motor não aguenta e pede quarta marcha, eu insisto na quinta o motor segue sem vibrar mas é claro que deveria já estar em outra marcha. Neste momento o motor aquece mais que no plano.
    Bem a pergunta é porque? A velocidade é a mesma, o giro é o mesmo, a quantidade de explosões é a mesma, só a foça que o motor faz para seguir adiante é diferente. Isto gera calor? Como? De onde?
    Se fosse no corpo humano eu entenderia pois o músculo cria ácido lático para queimar sem oxigênio, mas como é que o motor faz para “fazer força”?
    Estes são questionamentos de pobres e incultos amadores desta ciência que vc conhece tanto, nem sei seria digno de sua resposta, mas se ainda lhe resta paciência, seria um prazer poder gozar da luz da sua sabedoria…:)
    Por outro lado, outro dia eu vi este caminhão na estrada, dormimos juntos num mesmo posto de estrada. Infelizmente não pude fazer foto melhor, desculpe, mas fiquei impressionado com o estado de conservação, fiquei feliz de ver ele trabalhando com “saúde” até os dias de hoje e imaginei que vc iria gostar de ver uma foto dele por isto fiz a foto e estou enviando para vc. Se quiser ver mais é só pedir que eu mando.
    Um forte abraço para o amigo e sempre meus parabéns pelo seu trabalho.

    Seu admirador.

    Olinto

    • Caro amigo Olinto, tudo bem?

      Enfim, vou tentar responder da melhor forma, ok?

      O motor diesel não trabalha como o corpo humano, quando se trata de rejeição de calor.

      Quando se aplica carga ao motor, como por exemplo numa subida, o mesmo reage e passa a entregar mais torque. Para gerar mais torque, mesmo que seja na mesma rotação, o sistema de injeção injeta mais milímetros cúbicos de combustível por injetada.

      Creio que vocês estejam familiarizados com a curva de torque típica de um motor diesel. Em todo caso, envio para seu email uma curva genérica, para que se recordem de seu perfil. O torque é máximo nas rotações intermediárias e cai nas rotações mais altas. Veja as curvas de desempenho do motor. Observe que a de torque é substancialmente diferente da de potência.

      Outro fator que influencia a rejeição de calor é a carga aplicada ao motor, seja pela subida, por um reboque, ou por uma área frontal excessiva. O motor pode estar a 1600 rpm sem carga, ou com qualquer valor entre 0 e 100%. Um motor só está a plena carga, ou seja 100%, quando o acelerador está calcado até o fundo e a rotação está em queda. Chamamos esta condição de fator de carga 100%. Caso contrário, o motor estará operando numa curva de carga parcial, com menor rejeição de calor.

      A máxima rejeição de calor num motor ocorre na rotação de torque máximo, com plena carga. Nos testes de “cooling” (arrefecimento) que as montadoras fazem nos seus campos de prova durante o desenvolvimento de um novo veículo, a plena carga é assegurada adicionando-se outros veículos carregados, ligados por meio de cambão, com uma marcha selecionada, de modo que o veículo trator em teste fique na condição de torque máximo, a plena carga, numa velocidade que gira em torno de 30 a 40 km/h. Esta condição é a mais crítica. Se o veículo é reprovado, novos ventiladores e radiadores são testados, até se achar uma combinação de componentes que atinja o resultado desejado. Este procedimento de teste é um padrão adotado por quase todas as montadoras.

      Nos motores turbo, a condição mais crítica de temperatura dos gases que entram na turbina ocorre justamente em subidas de serra, com o acelerador a fundo, em plena carga. Em velocidade, ou no plano, a temperatura cai, justamente pelo fator de carga e do torque terem diminuído.

      Alguns caminhões norte-americanos e mesmo aviões com motor à pistão turboalimentados possuem um indicador de TIT (“turbine inlet temperature”) no painel. Neles, este fenômeno do aumento de temperatura nas subidas a plena carga pode ser facilmente observado. No plano, ou no voo nivelado, a TIT cai bastante, mesmo sem mudar a rotação.

      A rotação influencia a temperatura de componentes como a transmissão, ou o eixo traseiro. Nestes, a condição mais crítica de temperatura e com excesso de rotação, como em altas velocidades. O torque transmitido pouco afeta a temperatura.

      Espero ter ajudado.

      Caso contrário, será um prazer continuar o debate!

      Forte abraço,
      Evandro.

  22. Amigo Evandro, tudo bem?

    Li e re-li algumas vezes sua resposta. A princípio para compreender em totalidade, depois pelo prazer de ser banhado por seu conhecimento.
    Como é bom falar com quem entende…:)
    Agradeço digo, agradecemos, eu e meu irmão por sua resposta. Parece que agora começamos a entrar em um novo mundo de compreensão desta área e talvez até consigamos utilizar termos mais técnicos como “rejeição de calor”…:).
    O problema é que agora com um pouquinho mais de conhecimento, surgem ainda mais ideias, dúvidas e perguntas, mas sabemos que não dá para colocar o conteúdo de água que tem em um lago, dentro de um pequeno balde, não é verdade? Sendo assim não vamos fazer muitas outras perguntas para não incomodar vc….:)
    Só gostaria de concluir algo. Então posso também dizer que a rejeição de calor aumenta no exemplo que lhe enviei devido ao fato do aumento da quantidade de combustível jogado pela bomba no sistema?
    Se for isto, tudo parece mais lógico para mim, pois imagina que a quantidade de combustível só variava com a rotação do motor e da bomba.
    Agora sinto vontade de compreender mais sobre a bomba diesel e como ela faz estes processos, ficarei esperando suas novas postagens.
    Mais uma vez agradeço muito suas tão interessantes respostas sempre que tiver algo técnico que pudéssemos ler, ficaríamos felizes em saber.

    Forte abraço nosso e fique com Deus.

    Olinto

    • Olinto, meu amigo, salve!

      Fique à vontade para perguntar, sempre.
      Tenho sim material sobre o funcionamento do sistema de injeção, que explica que o débito por injetada da bomba cai com o aumento da rotação do motor. Postarei em breve.

      Muitas vezes ficamos na dúvida sobre o funcionamento do motor, pois imaginamos o sistema funcionando “de baixo para cima”, ou seja, da menor rotação para a maior. Na verdade, quando o motor está subindo de rotação, em operação, a carga é menor do que aquela que o motor pode entregar. E o motor está sossegado.

      Quando a rotação está caindo, aí sim é que a “porca torce o rabo”, como diríamos em Português vernacular…
      Pois nesta situação, o motor está a plena carga e o “suadouro” começa a acontecer. O mesmo ocorre num teste em dinamômetro para se traçar aquelas curvas de desempenho que te enviei. Na realidade, o teste começa com o motor sem carga, com o acelerador todo aberto, quando se chega na rotação máxima livre. Daí, com um simples girar de um botão, por assim dizer, o dinamômetro começa a aplicar carga no motor, como se fossem duas mãozinhas tentando frear um eixo que gira. Então a rotação começa a cair, e o motor reage, com torque que começa a crescer, assim como todas as temperaturas, da água, do óleo, do escape, do turbo. No torque máximo, o turbo fica rubro.

      Usando a analogia que você lançou, a do corpo humano, é como se estivéssemos numa esteira, fazendo o famoso e terrível (para os gordinhos como eu…) teste ergométrico. Imagine a esteira sem inclinação, a 8 km/h. Vencemos com facilidade… Agora, acrescente-se uma rampa de 2, 4, ou 6%, com a mesma velocidade. O calor não aumenta assim como a ofegância? Para você, atleta, talvez não, mas eu já estou com a língua de fora só de pensar…rss! É algo parecido com o que acontece com o motor de forma simbólica. Na realidade, uma série de grandezas interagem (umas sobem, outras descem) para compor o efeito final. Não se trata de efeito de uma causa só, dentro de um motor.

      Vou providenciar material que explique estes fenômenos e postarei em breve.

      Agradeço pelas interessantes indagações.

      Forte abraço!
      Evandro.

  23. Bom dia caro Evandro,
    gostei muito do seu site, e como li nos comentários é apenas um embrião, mas que certamente tem um futuro incrível.
    Será que você poderia me enviar por email, ou disponibilizar no site, anúncios de Mercedes Benz antigos, da década de 60, 70 ou 80. Estou desenvolvendo um trabalho e o único lugar que eu achei anúncios antigos com qualidade foi em seu site.

    Obrigado a atenção, tenha uma boa semana e que seu sonho do site crescer prospere.

    • Caro Lucas, boa tarde! Obrigado pelos comentários. Vamos providenciar o atendimento de seu pedido. Temos muito material para ser digitalizado. Um forte abraço, Evandro.

  24. Fala mestre Evandro, estava passeando pelo blog e realmente esta muuuuuito bom o conteudo, fotos e materiais ricos.
    Meus PARABENS pela dedicacao, atencao para nos seguidores deste ramos automotivo. Conte comigo para contribuir com o blog. Alias posso dar uma dica. Adicione um link para o Facebook, Twiiter, orkut, LinkedIn, etc… seu blog vai bombar de fans.
    Abraco e sucesso com o livro (termina logo que vou querer um pra ler).

    • Caro Claudinei, boa noite! Como aperitivo, acabamos de postar o folheto do L-2318 6×4, o primo bicudo do seu 2418 6×4, que já tínhamos digitalizado. Amanhã adicionaremos o 2418 6×4, conforme seu pedido. Se puder, mande fotos de seu caminhão para publicarmos aqui, ok? Obrigado pela visita e um grande abraço. Evandro.

  25. Boa tarde ; Evandro agradeço pelas informações, assim que eu puder te enviarei as fotos do 2418 e 1113,ano 1976,não esta em bom estado, mais a mecanica é bem cuidada,ja esta na familia a mais de 25 anos em plena operação,ja retificamos o motor 3 vezes “é a nossa reliquia”,assim que puder lhe mando as fotos.ABRAÇO GRANDE NOVO AMIGO

  26. Caro Amigo Evandro, agradeço a interessante postagem sobre o funcionamento da bomba de diesel.
    Parabéns pelo aniversário da página e que vc continue forte e com disposição de continuar este trabalho tão interessante.
    Forte abraço

    Olinto

  27. Ola Evandreo
    Por favor mande seu endereço(novamente) para eu enviar o cd com o “catalogo de peças e acessorios caminhoes GM” que acabei de escaniar .Ele e muito legal tem todo caminhao “desmontado”.E ideal para um cara de 50 anos que que nao lembra nen do que comeu no almoço.(quando eu era moço tinha uma memoria boa).Bom final de semana.

  28. Bom dia,

    Evandro, primeiramente esta de parabéns pela iniciativa, gostaria que publicasse algumas fotos do Scania 112H Faixa Cinza, caso as tenha. Viajei muito com esse modelo, e hoje é difícil de velo todo original.

    Att. Junior

  29. Evandro,não sei se você já sabe disso,mas no acervo da biblioteca do IBGE podem ser encontradas várias de fotos de caminhões e ônibus antigos,disponíveis para divulgação,já que são de domínio público.

    A maioria das fotos são dos anos 50 e 60,,bastando procurar no sistema de busca do site.

    Fica o link: http://www.biblioteca.ibge.gov.br

    Um grande abraço,

    Rafael

  30. Caro amigo Evandro, tudo bem?
    Se tiver um tempo sobrando, gostaria de fazer mais uma pergunta técnica prática, quando puder mande sua opinião.
    Como sabe, eu possuo um motor home montado em uma van Agrale 1800. Originariamente ela possui rodado duplo no eixo traseiro e peso bruto total de 4.350 kg. Para economizar no pedágio resolvi retirar um dos rodados traseiros, pois meu peso bruto total real é 3.700 kg, sendo que destes somente 2.030 kg estão sobre o eixo traseiro, ou seja menos do que o máximo recomendado pela fábrica 2.680kg.
    Bem, acontece que semana passada a ponta do semi-eixo quebrou e meu mecânico insiste em dizer que é pelo fato de eu utilizar uma única roda.
    Por mais que eu olhe não consigo ver por que o uso de uma ou duas rodas fariam diferença em um eixo flutuante como o meu. Inclusive, Existe um modelo do mesmo veículo que é idêntico ao meu mas utiliza um único rodado na traseira (o aro é diferente do meu).
    Eu imaginei que poderia desgastar mais os rolamentos mas nunca a ponta do eixo quebrar. Em minha opinião o eixo flutuante não sobre pressão de peso só sofre com a tração, estou certo?

    Aguardo ansioso seus sábios comentários.

    Forte abraço

    Olinto

    • Amigo Olinto, salve!

      Em primeiro lugar, obrigado pela coletânea de material sobre Kombi, veículo do qual somos fãs inconteste.

      Quanto ao seu problema, estive pensando há pouco.

      De fato, você tem toda razão, na teoria, pois o eixo flutuante do Agrale não deveria sofrer com os diferentes carregamento, dentro de seus limites de peso. O esforço do semi-eixo deveria ser somente torcional.

      Entretanto, acho que seu mecânico também pode ter razão.

      Quando você coloca somente uma roda no lugar de duas, ocorrem vários fenômenos. Imagino que você tenha feito como a maioria, colocando a roda na posição externa, para ficar mais bonito, certo?

      Bem, o primeiro impacto que ocorre é o deslocamento do momento fletor (a força de flexão) que aumenta, pois o ponto de aplicação da carga fica mais afastado do ponto de apoio. Em outras palavas, aumenta o braço de alavanca.
      Se o eixo for novo e os rolamentos e cubos idem, talvez este efeito seja desprezível, mas se o conjunto tiver algumas folgas do uso normal, estes esforços lá na ponta do eixo podem aumentar consideravelmente.

      Estava vendo aqui nos meus catálogos que o 1800 RS tem bitola de 1.670 mm e o 1800 RD (igual ao seu) tem bitola de 1.720 mm. Com a mudança que você fez, talvez ela tenha ido para uns 1.950 ou 2.000 mm, dependendo do pneu e do “offset” das suas rodas. Se tiver alguma folga de cubo e/ou rolamento, talvez este aumento esteja judiando do pobre semi-eixo. “Offset” é a distância da linha de centro longitudinal até o plano de fixação. Ele existe para os pneus não se tocarem nos rodados duplos.

      Imagino que o eixo tenha quebrado perto da ponta?

      Uma alternativa seria montar a roda invertida, como se estivesse na posição interna, apesar da aparência feiosa. Você poderia minimizar isso, cortando o centro de uma roda e usando-o como espaçador, para aumentar um pouco a bitola.

      Outro fator que me ocorre assim de bate pronto também é o sistema de fixação. Os prisioneiros para rodado simples são mais curtos que para rodado duplo. Precisa dar uma olhada nisso também, para ver se o ponto onde eles estão operando já não está muito perto do final do seu comprimento útil. Não tem nada a ver com quebrar o semi-eixo, mas tem a ver com a segurança da fixação das rodas traseiras.

      Outra ideia (esta pior) seria montar a roda de dentro sem o pneu e a de fora normal. Não muda a bitola exagerada que você tem, mas pelo menos não sacrifica porcas e prisioneiros de fixação.

      Vou te confessar que sou puritano quanto às modificações estruturais em veículos.

      Espero que você siga a sua intuição e que seu problema se evapore!

      Qualquer dúvida, vamos debater mais.

      Um forte abraço.
      Evandro.

  31. presados amigos eu adorei este site pois divulga uma historia do transporte no brasil como os antigos dodge chevrolet e mercedes parabens pra voçes pois eu sou fan de todo tipo de carros eu tenho um acervo com mais de 2000 fotos entre carros onibus trastores veiculos de passeio caminhao meu numero e 079 99448669 sergipe falar com douglas

    • Alô, Sergipe, salve! Prazer em receber sua visita, amigo Douglas! Obrigado pelos comentários. Se você deseja contribuir conosco, neste espaço criado com poucos recursos e sem patrocínio, será uma enorme prazer. Por favor, escreva para esfullin@hotmail.com, para combinarmos. Um forte abraço, Evandro.

  32. Olá Evandro! Olha eu aqui de novo precisando da sua ajuda, pois o meu D11000 começou a passar água para o cárter e estou desconfiado que seja o anel da camisa, gostaria se possível as medidas do anel mais as medidas das folgas da regulagens das valvulas, o anel eu mando fabricar eu não estou achando no mercado, e quero preparar as peças antes de abrir o motor.
    Se possivel me envie.
    Abraços,

      • Amigo Otto, infelizmente olhamos o manual que temos de forma minuciosa e esta informação de que precisa não consta. Sugirimos entrar em contato, se já não o fez, com o pessoal do site alfafnm (http://alfafnm.com/) que é a melhor referência no assunto. São eles os papas em Alfa e FNM! Esperamos que seu D-11.000 volte logo à ativa. Boa sorte. Um abraço, Evandro.

  33. Boa tarde! Descobri seu site agora e me agradou muito! A algum tempo iniciei uma ideia parecida, um blog sobre caminhões, que envolve noticia, fichas técnicas, desenhos, etc… Comecei, pois é bem difícil conseguir esse tipo de material, e quem é implementador precisa muito disso. Desenvolvo estudos para a aplicação de guindastes. Varias vezes me deparo com modelos antigos.
    No site não trato somente de modelos antigos, mas também dos novos, principalmente os que consigo desenhos mais detalhados de componentes, o que é muito importante na hora da implementação. Como pode ver no meu blog, tenho vários desenhos CAD dos modelos EURO 5 da VW, e muitos ainda para colocar.
    Gostaria de me colocar a sua disposição e de seus leitores para trocarmos conhecimentos e cada vez mais aprendermos.

    • Bom dia, amigo Edio!

      Que interessante sua iniciativa. Parabéns!

      Deve ser muito bacana seu trabalho.

      Estamos à disposição, quando o assunto é preservar a memória do caminhão nacional.

      Um forte abraço, Evandro.

    • Amigo Alexandre, bom dia!

      Muito, mas muito bacana sua iniciativa. Os caminhões MoPar brasileiros antigos estão se tornando uma raridade e, portanto, ficamos felizes com seu objetivo de salvar duas preciosidades, como o D-100 e o D-700. Ficaríamos muito honrados se pudéssemos ter fotos dos mesmos para publicar neste espaço.

      Conte conosco no que precisar.

      Obrigado por dividir conosco este vídeo tão especial.

      Saudações antigocaminhonistas, Evandro.

  34. Grande Evandro
    Te dei instrução de vôo em amarais, lembra?
    Ainda guardo aqueles catálogos que vc me deu na época.
    Tive a inesquecível oportunidade de dirigir um Volvo NH12 de 5 eixos de um amigo.
    A minha paixão por caminhões começou graças a vc naqueles pate-papos.
    Um grande abraço
    Arana

    • Grande amigo Cmte. Arana, meu mestre e mentor na aviação, salve!

      Fico muito feliz por reencontrá-lo, mesmo que seja por meio eletrônico!
      Por favor, mande notícias suas por email.

      Um forte abraço e obrigado por tudo que aprendi com você.

      Evandro.

  35. Bom dia Sr. Evandro Fullin,
    meus parabéns pelo website me ajudou bastante com o Manual de Manutenção do Caminhão Ford F 14000.
    Sou estudante de Engenharia de Produção Mecânica, e estou estagiando em uma empresa de construção civil pesada (Enpavi), no departamento de manutenção, implantando e desenvolvendo com base no manual de manutenção, Planos de Manutenção Preventiva. Tem na empresa um Caminhão Pipa MB L1313, ano 1984/1985 que não tem manual, e como citado na imagem acima, que tem toneladas de material a postar, espero que possa me ajudar com este manual!

    Desde já muito obrigado, e mais uma vez parabéns pelo website.

    Att.,
    Felipe Lima

    • Caro Felipe, boa tarde! Obrigado pela visita e pelo relato de seu interessante trabalho. Infelizmente o referido manual faz parte das outras toneladas de material que faltam em nosso acervo. Deixamos aqui registrado o seu pedido, na esperança de que algum leitor, como muitos, possa nos ajudar neste quesito. Um abraço e boa sorte. Evandro.

  36. Que felicidade ao encontrar este site,estou começando agora a trabalhar com a internete.sempre fui resistente a esse meio de comunicação,como sonho de fer-
    roviário aposentado estou tentando restaurar um trator zetor l959 25 k e um trator ford l954.quanta dificuldade de peças e financeira.garimpo livros e tais em papel
    velho e consegui salvar muitos manuais técnicos de revendedores e auto peças
    sou apaixonado pelos mesmos e fico triste na perda de memória do nosso país
    tudo atirado no lixo sem siquer perguntar se alguem tem interesse,bibliotecas,fun
    dações,vou organiza-los e coloca-los a sua disposição.PARABENS.

    • Caro Reinaldo, bom dia!
      Parabéns pelos seus tratores e por suas palavras, com as quais temos total comunhão!
      Nosso país infelizmente carece de memória e o antigo é em geral confundido com velho, que precisa ser eliminado.
      Precisamos mudar esta cultura e preservar as máquinas que ajudaram a construir o país.
      Esta é a ideia principal deste site. Preservar e disponibilizar para todos materiais que, de outro modo, correm o risco de desaparecer.
      Agradecemos qualquer colaboração e se encontrarmos qualquer informação sobre as referidas máquinas, colocaremos neste espaço à sua disposição.

      Um forte abraço e boa sorte nas preciosas restaurações!

      Evandro.

  37. Boa noite ! Evandro , estou com dificuldades de encontrar o cabo velocímetro para o meu caminhão Agrale 1600 d ano 87 , motor MWM 229 3 cilindros caixa
    engrenagem clark , tem como adaptar outro tipo cabo de um caminhão mais novo ? e se algum leitor tiver o manual Agrale 1600 d ano 87 ,e puder publicar fico agradecido .
    Um grande abraço!!!!!!!!!

    • Car Nolberto, seja bem-vindo a este espaço! Seu pedido está anotado. Vamos providenciar, ok? Um abraço e obrigado por visitar-nos.

  38. Amigo tudo bem com voce, favor se possivel teria como me arrumar o diagrama eletrico do ford f350 ano 1966, estou terminando a restauracao e esta faltando a instalacao total da parte eletrica.

    Grato pela sempre atencao

    Mancio

    • Caro Mancio, tudo bem por aqui! Temo dizer que não temos este diagrama em nosso acervo. Normalmente os manuais de proprietário Ford eram relativamente pobres e não traziam tal informação.

      Falando de sua restauração, quando você irá nos presentear com fotos desta relíquia? Ficaremos no aguardo!

      Grande abraço.

  39. Evandro, tudo bem?

    Quando eu tinha a Ranger eletronica, o diesel S50 mostrava para o que veio: O rendimento em km/L era quase 10% superior, o motor não engasgava em baixa rotação e a diminuição de fumaça é visivel, tanto assim que eu só abastecia a Ranger com S50, mesmo ele custando mais. Os 10% de incremento de preço se pagavam, especialmente na estrada.

    Agora na F-1000….o motor parece que castanha mais, tem um funcionamento mais aspero, enfim, eu literalmente fujo do S50/S10 e seus 48 Cetanos (frente aos 42 do S500)

    Minha duvida é, sendo o Cetano um indice que mede o tempo entre a ignição e a queima do diesel (corrija se eu estiver errado) e o diesel S50 ter um numero de cetanos de 48 (ao invés de 42), eu não teria que regular a bomba injetora da F-1000 para um ponto de injeção mais atrasado, mais proximo do PMS visando obter todas as vantagens oferecidas pelo S50 e não ter perda de potencia?

    Forte Abraço

    Daniel

    • Meu amigo Daniel, bom dia!

      Sua nobre dúvida não é de leigo e sim de engenheiro de desenvolvimento de motores diesel!!!

      Definitivamente esta não é minha área de especialidade, mas vou arriscar a dar uns pitacos.

      Certamente o índice de cetano tem algum tipo de correlação com o “timing” do motor, apesar de eu não ter encontrado nada diretamente conclusivo na rápida pesquisa que fiz. Usando somente minha intuição, sua colocação sobre atrasar o motor, parece fazer todo o sentido .

      Mas o problema é que, quando se mexe numa coisa, pode-se estragar outras. Pois não se trata apenas de duas variáveis, mas de uma série delas, todas intimamente ligadas. Para responder sua pergunta, teríamos de colocar o motor no dinamômetro e analisá-lo como um todo, observando temperatura de escape, pressão de cilindro, níveis de NOx, Hidrocarbonetos, Material Particulado, com variações de “timing” e diesel de 42 e 48 cetanos. Não é uma resposta simples. Você pode tirar maior proveito do diesel de 48 cetanos, mas ao mesmo estourar outros parâmetros limítrofes, com a mudança de “timing”.

      Quanto às diferentes reações da Ranger 3.0 e da F-1000 face ao diesel de baixo enxofre, estas me parecem explicadas pelo “timing” variável do motor eletrônico da primeira, que “sente” melhor tais variações.

      Outro ponto importante: nesta história do diesel de baixo teor de enxofre, me preocupa a questão da lubricidade do mesmo. Há anos atrás, no começo das discussões entre as partes envolvidas, era claro que este era um problema real, em especial para as bombas rotativas, lubrificadas pelo próprio combustível. Muito se falou, mas parece que pouco se concluiu. De uns tempos pra cá, a impressão é que o problema se evaporou, talvez por não ser relevante, ou pior, por não se terem encontrado respostas para atender os milhares de veículos da frota circulante, que em breve, não terão outra saída senão abastecer com os novos S10 e S50.

      Desculpe-me por não ter condições de emergir com uma resposta clara para sua pergunta.

      Esperamos que algum leitor especializado nesta área de combustão possa esclarecer melhor este questionamento.

      Obrigado.
      Abraço.

  40. estive vendo algumas perguntas e suas respostas sobre o funcionamento de motores diesel…muito interessante!!! diga-me, você conhece o motor MWM International MaxxForce 3.2H com turbina TGV e válvula EGR?!? quais suas impressões gerais sobre o motor, se é um projeto novo ou uma evolução do antigo 2.8 da MWM e se conhece alguém que tenha alguma reprogramação para o motor (+ torque e + potência)!! claro que se não for incomodo responder!!

    • Caro Marnes, o Maxxforce 3.2H é uma evolução do NGD 3.0 Euro 3, com diversos aperfeiçoamentos. Há rumores de que sua única aplicação automotiva no Brasil, o jipe Troller, tenha experimentado alguns problemas, típicos de uma nova aplicação, pouco experimentada. Não temos maiores detalhes, no entanto. Obrigado por comentar e por nos visitar. Grande abraço.

    • Caro Felipe, parabéns pelo F-600! Ficaremos felizes de publicar fotos de dele neste espaço. Quanto às peças, vamos torcer para que os amigos leitores auxiliem nesta sua busca. Abraço.

  41. Sr. Evandro Fullin,
    gostaria de saber qual o eixo traseiro que eu poderia substituir na toyota bandeirantes de carroceria, tenho dois problemas, o sistema de freio no cardan não funciona; desejo ter um sistema a cabo direto nas rodas traseiras, e a colocação de um eixo com rodas duplas ou até manter a roda simples, mas com a eficiência de utilizar o freio de estacionamento que funcione de verdade.
    Me disseram que o conjunto da roda traseira do Troller serviria, mas não tenho encontrado ninguém em BH que possa garantir ou fazer esse serviço com eficiência.

    • Amigo Leonelson, bom dia!

      Desculpe a demora para responder. Já tivemos três Toyotas (78, 84 e 92) e as três paravam bem, quando o freio de estacionamento era aplicado. Antes de trocar o eixo, seria importante fazer uma boa revisão com alguém que entenda do sistema, que tem seus macetes para ajustar. O problema que tivemos nas duas com eixo flutuante (84 e 92) eram os vazamentos de óleo pelos cubos, deixando as rodas todas melecadas com riscos radiais de lubrificante.

      Para responder à sua pergunta sem sermos levianos, haveria necessidade de se analisar os eixos compatíveis com o Bandeirante, incluindo a bitola, os suportes de molas e amortecedores, e o ângulo de montagem em relação ao cardan. Não temos esta reposta.

      Um excelente blog sobre Toyota e outros 4×4 é o 4×4 Brasil: http://www.4x4brasil.com.br/forum/toyota-bandeirante/116189-retentores-do-eixo-traseiro-pick-up-toyota-bandeirante.html

      Talvez lá tenha pessoas mais capacitadas a fornecer a informação exata que está buscando.

      Boa sorte e grande abraço.

  42. Novamente, parabenizo pelo site, mas gostaria de ver as famosas romeu e julieta fnm, acredito que tenha fotos lindas, alias qual a capacidade real de carga delas, outra pergunta se não for importunar, os semi-reboques de madeiras, qual a capacidade deles., abraços
    Nolberto.

    • Caro Nolberto, vamos providenciar. Pela legislação atual, as julietas de dois eixos podem transportar 10 toneladas brutas por eixo, ou 20 toneladas no total. As de três eixos, podem transportar 27 toneladas brutas, sendo 10 no eixo dianteiro e 17 no tandem. Os semirreboques de madeiras, tipo “cabeçalho”, como se chamam no Rio Grande do Sul, onde eram muito populares podem andar com 10 toneladas em seu eixo isolado, pela legislação atual. Grato por comentar. Abraço.

  43. parabéns pela iniciativa. salvar a história destes veículos que fizeram a nossa história de transporte rodoviário é tão fundamental quanto negligenciada.
    sobre o tema, também sou interessado e gostaria de saber se você tem dados ou informações sobre:
    1. montagem dos caminhões e ônibus bussing no brasil;
    2. a empresa conseguiu se inscrever no plano para a implantação de indústria automobilística, mas não implementou o projeto. tenho dados da atuação semi industrial de montagem antes ou depois;
    3. houve um caminhão interessantíssimo desenvolvido pelo josé luiz vieira, conhecido por sua enciclopédia, e engenheiro automobilístico. foram feitas, salvo engano trinta e poucas unidades encomendadas pela translor. eram cavalos mecânicos F 750, com motorização mercedes e eixo traseiro ford f 750 importado. gostaria de encontrar uma unidade destas.
    pode ajudar ? sucesso. se eu puder colaborar de alguma forma, pf diga.
    atenções do roberto nasser

    • Caro Roberto, é uma honra para nós receber sua visita e seus elogiosos comentários!

      Como talvez saiba, estamos há quatro anos trabalhando numa pesquisa que, em breve, esperamos resultar num livro sobre a história do caminhão no Brasil. Num dos capítulos, teremos um sumário sobre 80 marcas raras, exóticas e/ou desaparecidas que já estiveram presentes no Brasil, com unidades importadas ou montadas em regime de CKD. E claro, a Büssing não poderia ficar de fora.

      Encontramos evidências de que tão cedo quanto na década de 20, a Büssing já se fazia presente no Brasil. Depois de um hiato ainda não identificado, a marca voltou a operar no país em 1951, através de representantes como a Lanari. Em publicidade de 1954, a empresa figurava como Büssing do Brasil S.A. – Comércio e Indústria, com endereços em São Paulo e Rio de Janeiro. Embora não haja qualquer menção à referida montagem local no dito reclame, cuja ênfase era um chassi de ônibus com motor horizontal entre-eixos, o termo “Indústria” sugeria mesmo a montagem local de kits, como fizeram tantas outras marcas em suas empreitadas brasileiras. Cabe ressaltar também que encontramos em nossa busca um exemplar vivo de um Büssing 6000, ano 1951, em condições operacionais.

      Quanto ao interessante caminhão do célebre José Luiz Vieira, colaborador indireto deste nosso projeto de livro, não temos qualquer informação. Vamos pesquisar mais.

      Um forte abraço, Evandro.

  44. E.F.
    Boa noite.
    Aqui estou de novo,a tempo procurava dados em minha cidade sobre o caminhão inglês thornycrof (como se escreve corretamente),depois de buscas com motoristas antigos,encontrei a existência dele em uma serraria,Serraria Aratimbo,extinta na década de 58.O modelo era do ano de 1946.trucado e tração rosca sem fim (?).A pergunta que faço é quando foram importados esses caminhões ? Quem era os importadores ? Até que ano foram importados ? E finalmente sera que existe literatura dele no país ? E você conhece a existência dele ou de algum exemplar no País .Parabéns pela página e acelere o seu livro,ansioso para comprar e ler.

    • Caro Reinaldo,

      Os caminhões britânicos Thornycroft estiveram presentes no Brasil pelo menos desde os anos 20, em sua maioria com tração 6×4. Diversos grupos representaram a marca no país, que também oferecia motores marítimos e chassi para ônibus, num dado momento. A importação parece ter continuado até os anos 50 ou 60, mas já em franca decadência. No final, o representante paulistano começou a vendar motocicletas inglesas e, pasme, autos DKW… Temos informações de 3 veículos em estado operacional, um Amazon 6×4 1946 na região de Botucatu e outros 2 que supostamente estariam em Tatuí, também no interior de São Paulo. Nossas buscas continuam, pois esta carismática marca é parte obrigatória do livro em que estamos trabalhando. Agradeço se puder enviar mais informações sobre este exemplar da sua cidade, se possível fotos. Precisamos recuperar esta história antes que se perca de vez. Grande abraço e muito grato pelos comentários.

  45. Prezado Evandro, desculpe voltar nesse assunto, mas me tornei um fã dos caminhões reboque de madeira, e gostaria de fotos e especificações técnicas, capacidade de carga, etc . Se tiver detalhes e me fornecer a mim e aos amigos do site agradeceria.
    abraços Nolberto.

    • Caro Nolberto, não esquecemos de seu pedido. Estamos em fase de finalização de nosso livro, que inclusive vai versar sobre os aludidos reboques, que também nos fascinam. Antes de 1968, quando foi publicada a primeira “Lei da Balança”, o céu era o limite, em termos de peso por eixo. Tampouco havia limite de comprimento máximo. Depois disso, passou a vigorar 10 toneladas por eixo isolado com rodado duplo e 5 toneladas para eixos com rodado simples. Com isso, um conjunto de “cabeçalho” (como são chamadas no Rio Grande do Sul), podia rodar legalmente com até 25 toneladas brutas (5+10+10). A construção destes implementos era caseira, ou feita em pequenas oficinas, na maioria das vezes. Logo postaremos uma imagem de um destes belos conjuntos, hoje extintos. Grande abraço.

  46. Olá, Evandro. Encontrei o seu site enquanto pesquisava sobre os Mercedes “arredondados” de antigamente (1111, 1113, 1313…) e tenho uma dúvida antiga que talvez você possa me ajudar: por que Mercedes dessa época fabricados no Brasil tinham um filete na frente do capô que era diferente dos que eram fabricados na Alemanha e na Argentina, que tinham esse filete na lateral? Exemplo nessa imagem: http://battuh.files.wordpress.com/2013/08/filetes_capo.jpg

    Eu também já vi uns 3 Mercedes aqui no Brasil com esse filete na lateral, será que eles chegaram a ser fabricados com essa diferença aqui ou são importados?

    Grato pela ajuda!

    • Caro Battuh, que ótima pergunta! Desde minha primeira viagem à Argentina, nos idos de 1976, me intrigava esta diferença. Os anos foram passando e a dúvida caiu no esquecimento, sem ser resolvida… Agora, temos a sorte de ter vários leitores Mercedeiros que talvez possam nos ajudar. Grande abraço.

  47. Olá ! pelo que li você é engenheiro , e ja trabalhou na Ford caminhões ! pois peço que veja meus videos de uma adptação em um ford cargo 1415 1986 6×2 para 6×6 !

    http://www.youtube.com/watch?v=vBKtbWx3G28

    http://www.youtube.com/watch?v=e_dCby809po

    http://www.youtube.com/watch?v=BoaCSMe7ku4

    http://www.youtube.com/watch?v=5JKDblj-Fi0

    bem a poucos caminhões com disponibilidade de tração nas 6 rodas , como nenhuma montadora disponibilizava resolvemos fazer o nosso ! agora a volks já possui mas acho que nem entrou no mercado ainda somente no exercito, e a mercedes benz somente 4×4 ou 6×4 !

    parabéns pelo trabalho !

    • Caro Bruno, sensacionais os vídeos!!!

      Agradeceria se pudesse contar um pouco mais sobre como desenvolveram a modificação. Aparentemente, ficou excelente!!! O Cargo me parece da fase com motor FNH, correto? Ainda está com motor original? Se puder também mandar fotos, será um prazer e uma honra publicá-las neste espaço.

      Curiosa também a operação, no que parece um enorme areal. Fica em Cacequi? Se puder, divida conosco detalhes desta interessante operação (peso, trajeto, etc).

      Quanto ao seu comentário, você tem razão. Trabalhei na Ford nas áreas de novos programas, estratégia e planejamento de produto, na época do Euro 3, do Cargo com cabina turca e da Transit. Mas meu contato maior com o 1215 e o 1415 ocorreu nos tempos de Cummins, nos idos de 1991, quando era engenheiro residente no Campo de Provas de Tatuí, durante o desenvolvimento do motor 6BT 160 naqueles caminhões. Além de ser uma tremenda escola, foi pura diversão! Tenho uma enorme gratidão e ligação afetiva com estes modelos, que em parte, considero meus bebês…rs!

      Forte abraço e obrigado por dividir conosco este belo projeto.

      • bom obrigado por ler ! entra em contato no meu email para passar fotos brunodllnr@gmail.com ! ainda tem contato direto com o ford caminhões ? minha intenção é divulgar para que chega a uma montadora a fim de breve ter um caminhão com esta configuração novo de fabrica !

        ele era um ford cargo 1415 1986 6×2 com caixa eaton com reduzida no diferencial , foi feito primeiro o Mercedes que ja era 6×4 foi so conseguir uma caixa multipla e o diferencial dianteiro ja o Cargo meu pai comprou um pedaço de chassi do cargo 6×4 foi cortado o chassi do 1415 adiante da caixa de marcha e emendado no tracionado ficando 6×4 ai usamos uma caixa multipla de mercedes e o diferencial dianteiro que ta saindo no volks 4×4 , o motor é o ford 6.6 era aspirado e agora ta turbinado foi trocado as bielas para as de parafuso maior para evitar que quebre estrague o bloco do motor algo comun nesses motores mas é um motor muito bom deveria ter continuado sua fabricação , a caixa foi colocada uma eaton de 5 marchas diferente da original é mais distribuida ! a maior dificuldade encontrada é o espaço pois a batata do diferencial quase pega no carter que teve que ser recortado . do mais os pneus são canavieiros de alta flutuação o que permite que ande na areia sem atolar e carregado .

        é interessante para uma montadora como a Ford lançar um tipo de caminhão assim para uso fora de estrada ou betoneira e militar com capacidade de carga normal as dos caminhões simples .

        gostaria muito que algum representante viesse olhar

        caso queira visitar
        fica em Cacequi Rio Grande do Sul na rs 640 km22 em frente ao trevo do ctg

        obrigado aguardo respostas !

        • bom me esqueci no que usamos eles ! bom temos uma minerção de areia e para tirar areia dos bancos da beira do rio usamos os caminhões por isto o 6×6 no video ele anda sobre a areia carregado e a areia solta somente é feito o rastro para o caminhão passar. Carregamos dali para um deposito +ou – 1 km dali , são usados cada ano de 1 a 3 meses puxando areia chega a puxar 100 caçambadas por dia mas eles aguentam bem !

          • Bruno, que interessante!

            Vocês conseguiram criar com relativamente poucos recursos uma boa solução para se evitar o investimento num caminhão articulado 6×6. Mais uma vez, parabéns!

            Grande abraço.

        • Bruno, que bela engenharia!

          Não tenho mais qualquer ligação com a Ford.

          Sem querer desanimar, a Ford dificilmente teria interesse em produzir um caminhão 6×6 no Brasil. O foco é outro. Pela burocracia de seus processos internos, mesmo para se desenvolver o “feijão-com-arroz” é uma enorme dificuldade. As prioridades são sempre atender às novas legislações (como a do ABS em 2014) e aos segmentos mais promissores, de alto volume e alta margem (como 6×2, cavalos mecânicos), ou mesmo se livrar de micos como a desativação precoce da Série F.

          Seria mais interessante você mostrar seu conceito para empresas como a Tuttotrasporti, de Caxias do Sul, ou a outras dedicadas a veículos especiais, de baixo volume, grande especialização, como os fantásticos 6×6 que vocês desenvolveram, já que são veículos de uso muito específico, que pouca gente tem disposição de pagar. Muitos preferem que um trator puxe o caminhão atolado, ao invés de desembolsar um montão de dinheiro a mais pela conveniência da tração total. Mentalidade de alguns… Note que tanto os 4×4 como os 6×6 só existem no Brasil pela demanda das forças armadas. O minúsculo mercado civil brasileiro jamais justificaria um desenvolvimento destes, do ponto de vista financeiro das grandes montadoras.

          Outra observação: qualquer solução nesta linha, para produção seriada, teria de ser homologada Proconve P-7, passar em ensaio de ruído em aceleração, entre outros requisitos técnicos de homologação, aléme ter componentes de fornecedores que garantam o suprimento dos componentes específicos, como os eixos, a caixa de transferência, o cárter especial do motor, etc.

          Os motores Ford eram muito bons mesmo, mas a montadora não estava disposta a investir para que os mesmos atendessem emissões, sobretudo depois de comprar 10% das ações da Cummins. Por isso deixaram de existir.

          Por favor, poderia enviar as fotos para caminhao.brasil@hotmail.com para que centenas de pessoas possam admirar estes fascinantes caminhões 6×6.

          Parabéns pela empreitada e não desanimem quanto à fabricação, apesar dos desafios.

          Obrigado e um abraço.

          • Bom Primeiro Obrigado , bem a volks lançou a pouco o 6×6 mas nem no site aparece acho que somente militar e se deve custar uma fortuna. assim como o Mercedes e o Scania

            Entendo as montadoras não ter interesse, pois não depende só dela são as leis do Brasil que trancam o progresso , nos Eua tem varios modelos de caminhôes 6×6 4×4 e até 8×8 de pequenos a grandes.

            bem o projeto não foi tão caro, cada pneu é o valor de dois dos comuns de caminhão e como vai somente 1 em cada compensa, o diferencial saiu 5mil e a trazeira dele 10 mil mais alguns ajustes e oficina . eles todos usamos somente reduzido e não passam de 50kmh quanto a potencia o Mercedes ta + ou – com 160cv e o Cargo 180 por ai . e esta de bom tamanho . e sai com 10m³ de areia do meio do areal .

            ainda acho que uma montadora como a Ford ta perdendo muito em vendas para outras ,um 6×6 venderia muito para o exercito e na contrução civil , a Ford ja perdeu e muito com a descontinuação da melhor camioneta que conheço a f250 meu pai tem umna e não vende por nada so se for por outra !
            falo pq adimiro a qualidade da marca ,tenho um f1000 4×4 97 e acho muito boa tambem apesar de ser um modelo superado !
            assim como a cabine do cargo que cruzou decadas com a mesma , mas é uma das cabines mais bem projetas no meu ponto de vista se comparar a cabine dele que é 86 perto de um Mercedes 86 não da para dizer que o cargo é antigo parece ser uma cabine super moderna e confortável.

            no que esta trabalhando agora ? admiro muito a engenharia em especial a mecânica
            queria ser engenheiro mas não deu, deve ser muito gratificante ver um caminhão rodando por ai que você ajudou na construção, parabéns!

            vou mandar as fotos e se quizer posso passar todos detalhes bem exemplificado e os dados técnicos dos caminhões ?

          • Bruno, obrigado pelos comentários.

            Muito admirável o projeto de vocês, que conseguiram viabilizar um conceito complexo com baixo custo e criatividade.

            Nós também somos fãs de Ford. O Cargo 86 comparado com o Mercedes 86 evidencia um enorme conflito de gerações. O Mercedes foi desenhado nos anos sessenta, e o Cargo era um projeto “fresco”, lançado em 1981 na Europa. A Série F deixou mesmo um enorme vazio e muita saudade. Também tive várias F-1000 e F-250 e são mesmo viaturas espetaculares.

            O mercado brasileiro ainda precisa amadurecer muito para ter os caminhões certos para as tarefas certas, como os que vocês desenvolveram. Você tem razão, quanto às diferenças entre EUA, Europa e Brasil. Só o tempo para abrir os olhos de nossos políticos, empresários e fabricantes de veículos. Um dia chegaremos lá.

            Há dois anos trabalho como consultor na área de caminhões, depois de sair das montadoras. No momento, trabalho 100% no livro que estamos escrevendo sobre a história do caminhão no Brasil. Se você tiver fotos em alta resolução dos 6x6s, incluiremos no livro. Servem outras raridades, se tiver, pois teremos um capítulo dedicado à 80 marcas raras que estiveram por aqui e desapareceram.

            Abraço,
            Evandro.

  48. bom mandei umas fotos, algumas em boa resolução outras ruins mas vou ver se tiro segunda feira outras fotos pois vou trabalhar nele , tenho mais fotos de camionetas da ford algumas de caminhão e meu avô conta dos caminhões que teve tipo Ford f600 f 8 Dodge , Gmc , Mercedes 1111 ,Fargo … entre outros ele foi caminhoneiro mas tem poucas fotos e são antigas em preto e branco !

    tenho também de uma raridade um trator ford 6600 todo original !

    o nosso cargo agora da modificado mas antes era uma raridade ele todo original com caixa original das que a 4ª e 5ª marcha são perto e a terceira super reduzida e motor ford fase 2 6.6 ainda aspirado cabine luxo pintura metálica vermelho maça

    por favor se ajudar a divulgar a ponto de ir parar nas mãos de uma montadora de caminhões ficarei muito grato !

    • Amigo Bruno, muito boas as fotos! Certamente vamos divulgar para os milhares de visitantes do site e torcer para que este projeto vá mais longe!

      Quando às fotos de caminhões antigos, estamos numa busca frenética, para ilustrar o livro sobre a história do caminhão e assim homenagear os caminhoneiros e caminhões dos tempos dos desbravadores. Se puder colaborar, por favor nos envie estas fotos antigas digitalizadas em 300 dpi. Vamos incluir as imagens na medida do espaço disponível, dando crédito a você por elas.

      Muito obrigado e um grande abraço.

      • como digitalizo as fotos antigas ? meu vo tem algumas historias tem um que ele gostava bastante que era o internacional kb7 e o ford f8 tem um que carrega areia com nós todo reformado mas a mecânica já é dos modernos

        e um que chamavam de quebra gelo !

        só espera mais que vou mandar umas fotos melhores segunda !

        pode fazer um seção de fotos aqui dos caminhões ! e explicando a modificação

        vou falar com meu avô esta semana para ver se consigo algumas fotos antigas ele tem algumas legais.

        • Bruno, ao digitalizar, selecione a resolução 300 dpi. O resto a gente acerta no Photoshop. Muito obrigado pela ajuda. Abraço.

    • Wagner, bom dia! Que legal! O que pretende fazer com ele? Vender, digitalizar, dividir conosco, doar, ou deixar guardadinho? Obrigado e um abração. Evandro.

  49. Boa tarde!
    Meu tio comprou um caminhão ford f600 6×6 ano 71…
    Se souber algum site onde acho o manual do proprietário para baixar agradeço

    Att,Tamires.

  50. Ola Evandro
    Percebi que a árvore intermediaria do Clak 280V é “absurdamente” pesada( http://caminhaoantigobrasil.com.br/manual-de-oficina-caixas-clark-280v-280vh-280vhd-282v-282vh-parte-1/07-13/ )
    Isto gera uma grande inércia, aparentemente desnecessária , como sou maníaco por performance , eu poderia diminuir algumas gramas ou sou obrigado a deixar assim?
    Sei que o ganho que possa ter vai ser irrisório mas como todo bom maníaco eu pago pra ver.
    Aproveitando mais um pouco de você ,me diga a função exata neste esquema(http://caminhaoantigobrasil.com.br/manual-de-oficina-caixas-clark-280v-280vh-280vhd-282v-282vh-parte-1/07-13/ ), de como o sincronizador diminue a velocidade de “tal “para “tal “engrenagem, para nao raspar .
    Por favor mande para meu e-mail o endereço para eu mandar o CD com o catalogo de peças GM-caminhões.
    Obrigado e boa sorte com o livro
    Jorge

    • Bom dia, Jorge! No momento, estou sem condições de te responder. Aguarde, por favor, algumas semanas. Estou 180% no livro. Abração!

  51. Caro Evandro!
    O assunto foge do tema ‘caminhões antigos’, mas quem sabe você possa me ajudar: para que serve o ‘saleiro’ no painel dos Toyota Bandeirante TB25L equipados com o motor OM-324?
    Grande abraço do amigo Rodolfo….

    • Caramba! Quem é vivo sempre aparece!!!! Nestes últimos tempos, o que mais tenho visto por aí são os saleiros….

      Grande abraço.

  52. Olá Evandro Fullin. O anjo da guarda dos antigos! Tudo bem, olha eu aqui de novo te pedindo outro favor, preciso do manual a parte do motor do FNM D11000 Ano 1970 explodido, pois o meu começou a passar aguá para o cárter, motivo este de ficar muito sem rodar com, eu só funciono ele parado. Vou abrir o motor dele para trocar todas as juntas e as vedações das camisas, mas gostaria de ter o desenho do motor explodido para ter certeza das peças. Se possível me enviar agradeço.

    • Caro Otto, no momento não poderei atender seu pedido, pois estamos fechados para balanço para completar o livro que estamos escrevendo sobre os caminhhoes antigos do Brasil. Assim que terminarmos, voltaremos às atividades normais do site, então terei prazer de postar seu pedido. Agradeço a compreensão. Obrigado e boa sorte. Abraço.

  53. Ola Evandro estou com um chevrolet D 12000 ja foi trocado tudo radiador banba da d gua inclusive o motor o mais ingracado e que mesmo com motor novo continua esquentando sem parar

  54. Caro Evandro
    Descobri seu precioso site, praticamente de forma acidental e, assim como você, sou um grande entusiasta do universo automotivo e transportes pesados. Além de colecionador e restaurador de miniaturas automotivas, sou também, aficionado por material publicitário e de época sobre este assunto também.
    Aproveitando o ensejo, gostaria de saber se você possui algo sobre a série “praticamente desconhecida” de pick-ups da Chevrolet intitulada “El Camino” que foi atribuída às D-20 em dois tons de decoração lá pelos idos de finais dos anos 70 início dos 80… Para todos que comento sobre tal modelo, acham que me refiro às caminhonetes leves como as americanas ( o que não ocorreu nas nossas…). Grato desde já pela atenção e mais uma vez parabéns pela compilação de dados enorme que este site se tornou, e assim que possível, pretendo contribuir com algumas pérolas capturadas em fotos de rua, material publicitário enfim, o que estiver ao meu alcance.
    Abraço

    Guybor Jan-Maurício Brasil Kun

    • Amigo Guybor, seja bem-vindo! Obrigado pelas palavras de apoio ao nosso modesto projeto. Quanto à El Camino, me recordo sim. Se não me falha a memória, era em dois tons de bege, com um adesivo em letras itálicas na extremidade traseira da caçamba. Vou verificar se tenho algo. Abraço e grato pela visita!

  55. Prezado Evandro; Parabens pelo site. Faco parte do grupamento de preservadores de veiculos militar antigos do RS e tenho um Caminhao Chavrolet 6×6, 1970 e necessito do manual de manutencao da caixa de transferencia (transmissao) engesa, sabes como passo conseguir?
    Abracos
    Milton Moller Filho
    Tramandaí-RS

    • Caro Milton, parabéns pela máquina!

      Temos um leitor amigo, o William, que é um feliz possuidor de um Ford F-600 6×6 Engesa. Vamos tentar um contato para saber se ele possui o referido manual. Outra sugestão seria entrar com o Sr. Dudevant, do Pelotão Cívico do 14o. BC, de Palhoça, SC (http://www.pelotaocivico14bc.com/). Eles têm um vastíssimo acervo de viaturas militares e podem ajudá-lo.

      Um abraço e boa sorte!

  56. Gostaria de saber onde fica localizado o número de motor do caminhão Mercedes Benz, ano de fabricação 1983, se é no bloco a gravação ou é plaqueta, obrigada..

    • Prezado Carlos, o Ford F-350 em 1976 tinha Peso Bruto Total de 5.500 kg, pesava 2.070 kg em ordem de marcha, restando 3.430 kg para a carga e a carroçaria, considerando o chassi de 3.424 mm entre eixos, o único disponível. Obrigado pela visita e pelos comentários. Abraço.

    • Caro Adevaldo, se quiser, mande fotos para fazermos um anúncio completo. Aproveite, que ainda estamos fazendo anúncios gratuitos. Abraço e boa sorte.

  57. Caro amigo evandro sou apaixonado por caminhoes como nao posso comprar um novo pretendo comprar um mais velho to na duvida entre o ls 1934 ou o lk 140 v8?
    me ajude com informacoes sobre consumo, manutencao,pecas de reposicao, motor, cambio e diferencial.
    qual da mais problemas scania ou mercedes?
    espero que possa me ajudar, lembrando que vou engatar o cavalo em uma carreta cacamba

    • Caro Sérgio, em primeiro lugar grato pela visita!

      Antes de qualquer comentário, gostaríamos de ressaltar que, sem exceção, somos grandes fãs de todos os caminhões, incluindo os modelos citados. Da mesma forma, também não podemos nos calar diante das fraquezas de cada deles.

      Alguma razão específica para esta escolha, além de uma possível e inexplicável paixão?

      Explicando: embora tanto o Mercedes LS-1934, quanto o Scania LK140 transbordem carisma por seus poros, não há como negar que são modelos bastante questionáveis, sob diversos aspectos, sobretudo depois de tantos anos de estrada. Se fosse para restaurar e desfilar vazio, ou rodar com pouco peso, diríamos que os dois se constituem interessantes projetos, cada um com seu encanto.

      Mas para botar na “pauleira”, nós correríamos de ambos!

      O Mercedes LS-1934 representou a última encarnação do motor OM-355/6 LA, esticado além do limite para fazer frente aos concorrentes da época. São comuns engripamentos de pistão, superaquecimentos e “otras cositas más”… Em suma, lindo caminhão, mas uma “fria” (ou “quente”…?) no mundo real. Adoraríamos ter um para ir a encontros de antigos. De preferência com as saias laterais e as calotas originais, emprestadas dos ônibus O 370.

      Todo Scania V8 que se preze, por mais delicioso que seja seu ronco, é considerado “mico” na revenda. São difíceis de encontrar um novo lar. Os problemas são vários, começando pelo consumo excessivo, vazamentos generalizados, queimas de juntas, etc. e tal.

      Sem considerar as diferenças de preço, algumas de nossas apostas seriam: Mercedes LS-1935 (um dos melhores MB de todos os tempos), Scania L111S, Scania LK111, Scania T e R112, Volvo N10 XH (puxa pouco, sensível à corrosão e esquenta a perna…, mas é econômico e confiável).

      Além dos modelos que você citou, fugiríamos também dos MB LS-1932 e LS-1933, e do Volvo NL10 340.

      Abraço e boa sorte!

  58. descobri o site por acaso,sou apaixonado por caminhões desde criança,viajei por mais de 20 anos pelas estradas,caçambeiro de trecho trabalhei na contrução da ferrovia dos carajas,br 364 cuiaba porto velho,fui o 5º caminhão a chegar em ji-parana nos anos 80,comemos o pão que o diabo amassou por lá.e muitas estradas mais,depois fui pra estrada 1313-de inicio,depois longo tempo de 1519 (que saudades) essa e teste pra motorista,fui pros sacania lk 140 ,111,110(cabininha) por fim voltamos aos mercedes.trabalhei muito com fnm 180-210 e fiat 190 na caçamba,tenho graxa ate por dentro dos olhos ate hoje.hoje cuido de uma associação em Curitiba onde atendo o auxilio acidentes de uma cooperativa,vou buscar os destroços e fazemos o conserto,deixando os caminhões novos outra vez.
    parabéns pelas informações que vc. presta aos motoristas,sempre e bom alguém ajudar,só quem precisa sabe o valor de uma ajuda.tambem tenho um engenheiro mecânico em casa,esta se formando pela UTFPR este ano.pena que não seguiu o pai,ele adora aviões,quer ir mais alto.
    grande abraço…jose carlos

    • Caro José Carlos, desculpe a demora para responder. Obrigado por seus interessantes comentários! Um abraço e seja sempre bem vindo a este espaço.

  59. Boa noite.
    E seu livro já saiu,ansioso para lê-lo.Nada mais encontrei sobre o Tornycroft Amazom 1946.Você tem conhecimento se exite miniatura desse modelo e como
    encontra-la.Até uma demonstração de um tornygroft parado a nos e colocado a funcionar desapareceu (sic).Na revista caminhoneiro tem uma matéria mas o “narfa” aqui não consegue abrir .Onde encontrar literatura sobre o tal.Abraço e continue na luta.Aqui a disposição.

    • Caro Reinaldo, não sabemos se existe miniatura do Thornycroft. Teremos um capítulo dedicado à marca em nosso livro, que deve ficar pronto em breve. Um abraço e feliz 2014.

  60. Boa noite tambem adoramos caminhão tenho um reo gold cometa 1957 e esta na familia desde 1959 ele estava parado na garage a mais de 25 anos só saimos com ele pra darmos um role de vez enquando mais agora a garage que ele ocupava montei um estacionamente e ele esta na garage de um amigo algum tempo tenho que vende-lo se vc souber de algum enteresado que vai cuidar dele com todo carinho estou realmente precisando vende-lo pois meu amigo agora precisa da garagem por favor entre em contato conosco att carlos violla id 968*1045

  61. olha, parabéns pelo seu robe. são poucos os que se dedicam a isso.
    achei ótima a sua intensão, pode ser muito útil seu site e seu acervo em uma restauração.

  62. Bom dia Evandro, parabéns pela a iniciativa de criar este espaço, pois estou me tornando um frequentador assíduo. Estou interressado no complemento do manual do motor D-225/D-229. No aguardo. Um feliz 2014 para você.
    Atenciosamente,
    Valcelo

    • Caro Valcelo, depois de um breve intervalo, estamos retomando as atividades do blog. Aguarde as próximas postagens do referido manual. Um abraço e grato por comentar.

  63. Caro Evandro ! Parabéns pelo Blog , sensacional meu bom !
    Viajei no tempo relembrando o ronco dos Volvo’s e os míticos roncos Scania’s !
    Gostaria que postassem (se diponivel) o manual tecnico dos modelos Scania DS 13 plataforma , estava viajando ha uns 120 KM/H e quando assustei passou por mim um torpedo Carroceria Nielson Diplomata 6×2 e paralamas com o emblema Scania . Consegui estas informações uns 80 km depois de ser ultrapassado num CTF Petrobras dai sim fui buscar qual (monstro) modelo me ultrapassou como se estivesse parado , foi quando observei o emblema Scania 113H na lateral e fiquei curioso pra saber a configuração da plataforma (trem de força, transmissão, dimensões …). Desde ja agradeço a atenção e mais uma vez Parabens pelo Blog , Abraços !

    • Caro Pablo, grato por seu relato! Sugestão anotada. O ônibus que você viu parece ser um K113, pois não existiu um “DS 13″, como mencionado. Abraço.

  64. Dear all watchers,

    We are C.R.R.Product Co.,Ltd. located in Bangkok ,Thailand.

    We are exporter & supply for the agricultural tractor parts of as below models:

    - Ford Tractor Models:
    5000, 6600, 6610,6640, 7600

    - Kubota Tractor Models:
    L1500,L1501,L1801, L2000, L2201, L2202, L2402
    L2600,L2601,L2602,L3001,L3202,L4202
    L-1 Sunshine (18,20,22,24,26)
    L 3408,4508,M5000,9000,7040.

    - Iseki Models:
    TS1901,TS2205,TS2210,TS2510,TS2810,TS3110,TS3510
    TL2100,TL2300,TL2500,TL2700,TL2900

    - Hinomoto Models:E23,E25

    -Yanmar Models: EF 352,453

    -Kubota Combine Harvester DC 60-68

    For more information, please visit our website at http://www.crrproduct.com
    If you interest in which parts or have some more questions. Please feel free to contact us immediately by e-mail address.

    We are looking forward to hearing from you soon.

    Best Regards,
    Mr. Kapil Maharjan

    C.R.R.Product Co.,Ltd.
    69 Soi Chaiyapreuk, Talingchan,
    Talingchan, Bangkok 10170, Thailand
    Tel: (66) 02-433-0837-8 ext 112
    Fax: (66) 02-433-0840
    Mobile phone: 66-80-587-1227

  65. ola Evandro…é sobre o caminhão militar terex uai m1-51…veja estou com um exemplar em minha residência….sou ferramenteiro a 16 anos e resolvi trabalhar por conta….sou amante de off road e tenho um cliente com um ….peguei para copiar um paralama lado oposto do que já tem , portas, capô e etc…..gostaria de saber o preço mais ou menos de quanto cobrar já que é histórico o caminhão…qual o valor +ou – de um paralama…ficou 100% original apenas não pintei…..obrigado e se precisar ele esta a disposição ….muito obrigado

  66. Prezado Evandro,
    Parabéns pelo site!
    Você por acaso saberia informar (ou conhece alguem que possa saber) o nome de um romance antigo (anos 60 se não estou enganado) sobre um caminhão de 23 ou 26 marchas?! Estou tentando descobrir esse livro faz anos e simplesmente não consigo. Tudo o que sei é que o protagonista é esse caminhão de mais de vinte marchas, 26 ou 23 se não estou enganado.
    Grande abraço e obrigado,
    MC

    • Caro Marcelo, interessante este livro! Não sabia da existência dele. Quanto à transmissão, devia ser uma unidade “5×4″, como chamavam à época, com 5 marchas na caixa principal e 4 na auxiliar, com duas alavancas. Perto destes caminhões de duas alavancas e duas dezenas de marchas, nossos saudosos FNM pareciam um fusquinha, com seu esquema “4×2″. Boa sorte na pesquisa. Se descobrir, por favor, nos avise. Obrigado!

  67. ola amigos ,se alguém tiver um catalogo ,vista explodida do cavalo scania da década de 1980 a 1999,onde aparece princialmente a parte dos amortecedores da cabine com molas espirais ,pois hoje só estou encontrando catálogo digitais.e para que eu
    possa terminar um trabalho estaria necessitando catálogo da época. poderia ser emprestado para copiar ou para compra do mesmo.

  68. Bom dia Pessoal ,gostaria de saber se alguém possui um catalogo ,vista explodida
    do cavalo e cabine do caminhão SCANIA da década de 1980 a 1995 ,mais ou menos este período. para venda.

  69. Por favor, gostaria de conversar com voce, faço parte da organização da Fórmula Truck, promotora de Corrida de Caminhões, e tenho uma ideia que gostaria de compartilhar contigo e com seus seguidores.
    meu telefone é 13-3299.1144
    abraço

    Jefer

  70. Boa noite amigo, meus parabéns pelo site, sempre dou uma passadinha por aqui para ver suas postagens. Vejo aqui a preservação da história e fonte de pesquisa para apaixonados pelo tema. Abraço

  71. Parabéns pela iniciativa, aguardo atualizações para acompanhar o blog. Tenho certeza que os caminhoneiros que vão á minha empresa adorariam conhecer seu trabalho, tenho uma empresa de Peças para Caminhões Chamada RJ Diesel.

    Grande abraço, até mais

  72. Olá. Parabéns pela iniciativa! Possuo algumas revistas sobre caminhão e gostaria de estar te enviando, para que possa estar aprimorando seu acervo. Você é de SP? Abraços

  73. Prezado Sr Evandro;

    Parabens pelo Site.

    Sou Proprietario de um Caminhao Chevrolet, 1970, gasolina, QT 6×6.
    Solicito informar onde conseguir um Manual de Instrucao e manutencao do referido veiculo militar.
    Atenciosamente;
    Milton Moller

    • Caro Milton, parabéns pela bela viatura! Infelizmente não temos esse manual. Procure entrar em contato com a Steindorff, de Panambi, RS (http://www.steindorffviaturas.com.br/site/). Eles têm um acervo excepcional de peças, literaturas e veículos militares. Boa sorte.
      Quando puder, envie fotos de seu 6×6 para publicarmos neste espaço.

      Obrigado pela visita!

  74. Olá Evandro,
    Já passei um tiquinho dos 40, e desde criança (berço) sou envolvido com caminhão;
    Sempre procurava fichas técnicas de caminhões, mas em épocas sem a tal da internet, isso era mais complexo, e ainda achavam que eramos doido, por querer estas “porcarias” de ficha. Quando adolescente, estudei mecânica diesel no Senai, e conheci alguns materiais didáticos mais de perto. Enfim, imagine a minha alegria quando encontrei este site.
    Ainda estou no transporte; e ansioso pela publicação do seu livro, mas qual a forma que realmente podemos ajuda-lo, pois conhecemos muita gente envolvida no ramo, e tentarei divulgar a sua idéia; não custa tentar.
    Parabéns pela iniciativa.

    • Caro Rogério, grato pelas palavras de apoio e incentivo!!!

      O livro precisa de recursos que variam entre 150 e 200 mil reais, dependendo da quantidade a ser editada. Trata-se de um livro de conteúdo muito extenso. Sonhamos encontrar empresários que patrocinem todo, ou parte do investimento, ganhando em troca exemplares do livro para presentear seus clientes. Como benefício adicional, há possibilidade de abatimento do IR, de acordo com a Lei Rouanet.

      Por enquanto, só temos assegurada a publicação do mesmo como e-book, devido ao investimento sobejamente inferior ao da versão impressa, tão cultuada por saudosistas como nós!

      Muito obrigado também por seu interesse em nos apoiar nesta desafiadora empreitada.

      Um abraço.

  75. Olá Amigos,
    Muitas vezes já acessei vossa página para garimpar sobre caminhão antigo.
    Para conhecer a história ou alguns detalhes técnicos para fazer desenhos ou miniaturas.
    Tenho desenhos de Caminhões antigos que fiz há alguns anos, e gostaria de saber como posso lhes mandar ( já estão digitalizados), para que , se os
    senhores gostarem, publicar aqui.
    Grato,
    Renaldo Köpp

  76. Amigos,
    Estou reformando um Ciferal dino scania br 116 ano 76 e não sei onde
    fica o numero de chassis deste carro.
    Será de grande ajuda caso saibam.
    Parabéns pelo grande trabalho de todos.
    Abraços.

    • Caro Mauro, no K112, sucessor do BR116, o número do chassi está gravado na longarina direita, à frente do eixo dianteiro. Vamos torcer para a Scania ter mantido a mesma posição.

      A propósito, estamos desenvolvendo um trabalho de pesquisa sobre o BR116 Dino e precisamos de um em bom estado para fotografar. Será que poderia ser o seu? Onde ele se localiza?

      Obrigado pelas palavras de apoio.

      Abraço.

  77. Ola Evandro
    Sou Jorge, aquele medico que enviou apostila Dodgge e livro tecnico de tratores.Sou irmao do Antonio Olinto ,ciclista advogado que deu a volta ao mundo.
    Ele vive de fazer e vender guias ,ja teve varias formas de editar seus livros,talvez ele possa ajuda-lo contando sua esperiencia com editores.
    Nao esqueça de mandar seu endereço para eu enviar um CD digitalizado de catalogo GM caminhoes com todos numeros originais das peças e desenhos explodidos dos caminhoes.
    Continuo aguardando seu livro
    Boa sorte.

    • Caro Jorge, tudo bem?

      Muito obrigado pelas dicas e pelo apoio!

      Vou enviar o endereço sim.

      E o projeto do D-60 motor-home, como anda?

      Um forte abraço,
      Evandro.

  78. Caro Evandro, tenho um Mercedes Benz 1111 ano 1973 que está precisando de reparos na cabine. Gostaria de reformá-lo com o objetivo de deixar ele todo original novamente, mas não consigo foto alguma sobre como seria o interior dele em detalhes, teria algumas fotos do interior dele para que eu possa visualizar como era??
    Desde já agradeço

    • Caro Sandro, temos algumas imagens do interior sim. Por favor, confirme seu e-mail para enviarmos. Um abraço e parabéns pelo caminhão. Apenas uma curiosidade, em 1973, a Mercedes não produzia mais o L-1111, somente o L-1113. Portanto, não seria um L-1113 seu caminhão? Quando puder, mande fotos da reforma para postarmos aqui no site. Obrigado.

      • Boa noite Evandro, acabo de confirmar o meu e-mail aqui nos dados necessários para postar o comentário. Obrigado pela dica, devo ter lhe informado o ano errado pois nos documentos está como L-1111.
        Desde já agradeço

  79. Bom dia Evandro parabéns pelo site muito interessante, olha só eu tenho uma cabine do cara chata você tem interesse, vendo barato.

  80. Olá Evandro!

    Sou um leitor assíduo de seu site e aprecio muito os acervos e os conhecimentos técnicos seus e de seus leitores. Consegui enriquecer muito os meus.

    Gostaria muito de saber, se possível sobre os diferenciais Tinken e Tinkão, suas características, diferenças e quis veículos foram usados.

    PS. Muito ansioso pela publicação de seu livro, tanto por e-book ou impresso.

    Desde já, grato pela vossa atenção.

    Abraços

    • Caro Thiago, boa tarde! Desculpe a demora para responder. Popularmente conhecidos como “Timkinho”, os Braseixos Rockwell da Série 340 eram eixos de duas velocidades, com dois pares de engrenagens de engrenamento constante utilizados na maioria dos caminhões da faixa de 10 a 11 toneladas de PBT, como o Chevrolet D-60, o Ford F-600, o Dodge D-700 e o VW 11.130. O “Timkão”, da Série LC-342 do mesmo fabricante tinha o mesmo conceito, mas era mais reforçado com componentes de maior diâmetro, próprio para os caminhões da faixa de 12 a 13 toneladas, como o Chevrolet D-70, os Ford F-700 e 750, os Dodge D-900 e D-950 e o VW 13.130, por exemplo.

      Mais tarde, estes eixos foram descontinuados em favor de unidades mais modernas com dupla redução tipo planetária, mais robusta e eficiente. Assim, o “Tinkinho” deu lugar ao RS-19-220 e o “Timkão” ao RS-23-240 (mais tarde revisados e reforçados), essencialmente usados até hoje.

      Grato pela interessante pergunta e palas palavras de apoio!

      Grande abraço.

      • Olá Evandro!

        Muito obrigado pelas informações úteis. Eu dirijo um 1620 com diferencial Rockweall, se não me engano, é o RS-23-240. São diferenciais realmente bem robustos, acho que até é melhor que o HL5 DZ da Mercedes. Mas apanhei um pouquinho no começo pra manejar bem a redução dele, pois no 1620 curiosamente, usa-se embreagem tanto pra passar pra simples como pra reduzida. Até aí, normal, mas você tem que pegar o tempo certo de pisar e soltar a embreagem, senão era uma arranhada brava lá no diferencial, ou na menos pior das hipóteses, dava neutro. No Cargo 1622, desses com motor 8.3, série C, não tinha esse procedimento, e se não me engano, é o mesmo modelo de diferencial do 1620 que trabalho. No Cargo, pra passar pra simples, só soltava-se o acelerador e pisava novamente e pra reduzir, aliviava-se o acelerador e rapidamente voltava acelerar novamente.

        Trabalhei com Volvo, NL10 340, caixa ZF 16S130, o sistema de reduzir e passar pra simples, era bem simples, deduzo por causa que todo o sistema de planetárias de redução são na caixa e não no diferencial, como os semipesados.

        Se falei alguma bobagem, favor corrija-me.

        Abraços!

        • Amigo Thiago, seus comentários fazem todo o sentido. Se não me falha a memória, no L-1620 com eixo RS-23-240, a mudança do eixo ocorre por acionamento pneumático, o que demanda mais tempo e requer o uso da embreagem, para garantir maior suavidade. Nos Ford e VW, a mudança é eletro-pneumática, mais rápida e verdadeiramente mais suave, mesmo sem o uso da embreagem, se corretamente operada. Grato por seus interessantes comentários. Um abraço.

  81. ola, sou proprietário de um d11000, faço o curso de engenharia mecânica e possuo uma oficina de alinhamento de caminhão, mas a parte mecânica ainda esta no começo estou juntando algumas informações sobre a parte do motor transmissão e etc, e ia começar deixando meu fnm rodando 100%, procurei em vários lugar os manuais de serviço e manutenção, alguma explicação mais especifica das reformas da parte mecânica mas não encontrei e nenhum lugar até hoje, vocês possuem algum material que possa ser disponibilizado em pdf, ou msm algum link ou videos explicando essa parte, serei muito grato se houver, obrigado

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