Arquivos do Autor:Evandro Fullin
Comentando comentários
Querido amigo leitor:
Uma das grandes razões de existir deste espaço virtual é podermos interagir. Perguntando, pharm sugerindo, criticando, opinando, colaborando, doando, etc.
Em maio de 2015, me tornei um feliz papai. Com um ano e meio, o pequeno Eduardo Fullin adora caminhões, ônibus, HRs, Sprinters, Kombis e Fuscas, mas não dá bola para carrões de R$ três dígitos… Bem como o pai. Tem sido uma inexplicável felicidade, mas a vida virou do avesso.
Trabalho o dia todo no computador, tentando pagar as contas no final do mês. O pouco tempo que sobra são para as atividades da casa (mercado, fogão, louça, manutenção, cuidados com o Dudu).
Um dos meus prazeres, atualizar e interagir no Caminhão Antigo, teve de ficar de lado por todo esse tempo. Agora, espero aos poucos retomar o site.
Mas, ainda não sei como fazer com os comentários. São 408 no momento, esperando por uma resposta ou por uma aprovação minha. Os mais difíceis são os com pedidos e dúvidas técnicas complexas, aliás a maioria. Queria muito poder responder a todos, mas com minha estrutura de apenas “001”, não tem como. Quisera eu ter um help desk com 0800 e 5 estudantes de engenharia para responder tudo em 24 horas. Mas ainda não é o caso.
Vou continuar respondendo a todos, na medida do possível, mas na marcha “C” de crawler.
Portanto, peço desculpas e compreensão a você, amigo leitor.
Evandro.
Scania L100 – tamanho certo na hora errada
Lançado em 1972 – época em que muitos de nós ainda usava fraldas ou sequer havia nascido – o Scania L100 surgiu como alternativa mais em conta entre os modelos de cabine laranja. Com PBT de 16.000 kg, check rx seek podia tracionar semirreboques de dois eixos com seus 30.500 kg de PBTC.
O motor era o mesmo D11 aspirado de 202 cv e 79 kgfm usado no L110, check enquanto a caixa G760 de cinco marchas vinha dos ônibus, assim como a ponte traseira R651, com semi-eixos de 47,5 mm.
Agora, o filtrão era um caso a parte para nós, amantes de Scania!
Infelizmente, mesmo com toda a força da marca Scania, o L100 naufragou em apenas 3 anos de mercado, com míseras 90 cópias produzidas na Av. José Odorizzi. Isso explica porque nunca consegui ver um deles. Seu sucessor L101 teve melhor sorte nas estradas, mas nada comparado ao seu rival de cinco cilindros, o Mercedes LS-1519. Bem, L101 e LS100, o L100 trucado de fábrica, são assuntos para próximos posts.
Nota: este catálogo foi mais uma contribuição do amigo Marcos Hita.
Um abraço a você!
2016, a retomada…
Caro amigo leitor, medical
Espero que esteja bem, cialis cheio de saúde, paz, felicidade e prosperidade.
Por motivos alheios à minha vontade, precisei me distanciar deste espaço que, há quatro anos, construímos juntos.
Desde dezembro não temos novos posts, mas espero em breve poder retomar as postagens.
Também quero me desculpar pelas centenas de comentários e mensagens recebidas no e-mail do site, todas não contestadas. Na medida do possível, também vou retomar a postagem dos comentários e as respostas dos amigos leitores que nos acompanham.
Um forte abraço e até breve!
Scania LK141 – 1978
Famoso entre o grande público por ter estrelado na primeira temporada do seriado Carga Pesada da Rede Globo, viagra 60mg o Scania LK141 era um cavalo mecânico pesado 4×2 com motor V8 de 14 litros e 375 cv.
Lançado em 1978, o modelo era uma evolução do LK140. Seu motor tinha 17% mais potência num regime 300 rpm menor que o antecessor. Além disso, oferecia torque 20% superior, de 1.480 Nm contra 1.245 Nm, ocorrendo a 1.300 rpm, ou 200 rpm a menos que o anterior.
O diferencial também foi alongado de 4,71:1 para 4,13:1, permitindo cruzar a 70 km/h com o motor a 1.400 rpm, versus 1.600 rpm no LK140. Tudo isso se traduzia numa economia de 5 a 7% e maior vida útil, segundo a Scania.
No total, 1.211 LK141 foram produzidos até julho de 1981, quando deixou de ser produzido, junto com seus irmãos LKS141, LKT141 (V8 6×2 e 6×4, respectivamente) e LK111 (4×2, 6 em linha).
Agradecemos ao Marcos Hita por mais esta contribuição.
Scania LT111 – 1978
Com mais de 1.700 exemplares produzidos, viagra o Scania LT111 foi o mais popular dentre os “Jacarés” 6×4, store suplantando os antecessores LT76, remedy com 93 unidades, e o LT110, com 476 cópias fabricadas. Além de ser empregado como caçamba, o LT111 também encontrava serviço como unidade tratora de composições especiais e de pranchas carrega-tudo. A sua característica externa mais notável eram os grandes cubos de roda que abrigavam as reduções finais planetárias.
Sua produção foi iniciada em junho de 1976, junto com seus irmãos L111 (4×2) e LS111 (6×2), e seguiu até julho de 1981, quando foi substituído pelo novo T112 E 6×4.
Este folheto foi mais uma valiosa contribuição do amigo Marcos Hita.
Volvo N10 XHT 6×4 Álcool – 1984
Para entrar no mercado canavieiro de caminhões a álcool, salve em meados da década de 1980, search a montadora de Curitiba adotou solução similar à da MWM no seu N10 XHT 6×4, health com duas bombas injetoras, uma em linha para o etanol e outra rotativa para o diesel piloto, alardeando a operação livre de aditivos, numa alfinetada à Scania, que apostava na tecnologia do etanol aditivado para se livrar da injeção piloto.
Anunciado em 1984, o 6×4 começou a ser produzido em abril de 1985, com apenas 10 unidades fabricadas naquele que seria o seu único ano de existência. Como mostra o folheto, o motor turbo TM101 G de 9,6 litros com injeção piloto produzia 275 cv a 2.200 rpm e torque de 1.080 Nm a 1.300 rpm, com taxa de compressão de 14,3:1. Com PBT que podia chegar a 32,5 toneladas e CMT de 120 toneladas, o N10 XHT era perfeito para os treminhões canavieiros.
Este raríssimo folheto foi um presentão
do amigo Marcos Hita que esteve nos visitando esta semana. Além deste, o Hita nos deixou uma mala cheia de preciosidades que colecionou ao longo de sua carreira de engenheiro de vendas da Scania, da Codema e da Iveco.
Mercedes-Benz LS-1938 – 1998
Com vendas iniciadas em agosto de 1998, ed cialis o Mercedes LS-1938 era o cavalo mecânico pesado da marca cuja missão era aposentar o LS-1935 e alavancar a participação da estrela de três pontas num segmento em que historicamente ocupava o terceiro lugar, depois de Scania e Volvo.
Para obter a preferência dos frotistas, o LS-1938 trazia várias novidades, como o novo motor eletrônico OM-457 LA Euro 2 de 380 cv, além de freios a disco na dianteira e na traseira, complementados pelo freio-motor Top-Brake, do tipo compressão. A cabine também foi modernizada e contava com vidros elétricos e teto elevado. O ar condicionado era oferecido como opção, mas os pneus radiais sem câmara vinham de série.
O modelo deixou de ser produzido em 2005, quando a Mercedes começou a substituir sua linha pesada pelos novos Axor. Seus irmãos cara-chatas 1938 S e 1944 S, bem como o L-2638 6×4, seguiram o mesmo destino. Salvou-se apenas o LS-1634 que evoluiu para dar origem ao Atron 1635 Euro 5.
Este folheto foi uma gentileza do amigo Affonso Parpinelli.
Motor Chevrolet 4.8L a álcool – A-60 – 1981
FNM D-11000 e Mercedes-Benz LP-321
Nossa amiga Mayra Amorim de Lima, view de Pernambuco, view nos enviou duas bonitas imagens que contam um pouco da história de seus familiares e de nossos caminhões, salve conforme atestam suas palavras:
“Boa noite!
O meu nome é Mayra, e gostaria primeiro de parabenizá-los por esta página e por manterem viva em nossas memórias as mais belas recordações dos carros antigos.
Eu sou filha de caminhoneiro, meu pai chama-se Luiz Wilson e a pedido dele venho disponibilizar duas fotos de dois caminhões antigos. Um deles trata-se de um caminhão Alfa Romeu D-11000, ano 1970. Na foto quem aparece é o meu pai, ela foi tirada em 1987, eu nem ao menos era nascida, mas desde sempre vi meu pai dirigindo caminhão, ele realmente gosta muito do que faz. Eu o amo e tenho muito orgulho dele, para mim o melhor motorista que já conheci rsrs (sou suspeita falar!). Eis que a paixão por caminhões foi herdada, na outra foto quem aparece é o meu avô Manoel Correia (in memoriam). Trata-se de um Mercedes-Benz LP-321, ano 1959. O caminhão está transportando 4 veículos: 2 Fuscas e 2 Jeeps todos 0km, realmente, uma relíquia. A foto foi tirada em 1964 na cidade de Milagres-BA.
Somos todos do interior pernambucano. Me sentiria muito lisonjeada pela publicação das fotos para contribuir com a memória do site e claro, poder mostrar para o meu pai. Aguardo retorno. E mais uma vez parabéns a todos que fazem o caminhãoantigobrasil.com!
Att: Mayra Amorim de Lima”.














