Revista Eu Rodo – Volvo – Fev/Mar – 1989

Nosso amigo Jacob Lindener, pharm de Ivoti, search RS, buy  gentilmente nos enviou uma bela coleção de revistas de algumas das principais montadoras de caminhões e ônibus do Brasil.

Para inaugurar a postagens do material do Lindener, trazemos até você amigo leitor este exemplar da Revista Eu Rodo da Volvo, datada do início de 1989, ocasião em que a montadora de Curitiba festejava o lançamento da sua nova linha de caminhões NL, que trazia inúmeros aperfeiçoamentos em relação à sua antecessora.

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VW Kombi “Clipper” – 1976 a 1978

Em 1976, check a Kombi brasileira havia se transformado num híbrido do modelo alemão, sovaldi do qual emprestou a seção dianteira, unhealthy porém mantendo a estrutura original da antecessora “Corujinha” da coluna “B” para trás e na parte mecânica, incluindo eixos e transmissão, porém com motor 1.600.

No segundo semestre de 1978, a linha Kombi passou a oferecer dupla carburação opcional e, mais importante, teve suas caixas de redução final suprimidas em favor de semieixos com juntas homocinéticas.

Enriquecendo nosso recente post sobre a Kombi “Clipper” (http://caminhaoantigobrasil.com.br/volkswagen-kombi-1978/), nosso amigo e colaborador frequente Daniel Shimomoto de Araujo teceu interessantes comentários sobre a camioneta das safras de 1976 a 1978, que reproduzimos a seguir, junto com as imagens enviadas por ele:

“A guisa de curiosidade, a Kombi 1978 foi a primeira Kombi a empregar juntas homocinéticas.

Ate então as primeiras Kombis “clipper” (erroneamente chamada pois a verdadeira “clipper” foi na verdade a 1998 de porta de correr) vinha com a transmissão jogando potencia em dois pares de cruzetas de cada lado, e essas cruzetas, ligadas numa caixa redutora na extremidade de cada roda na razão de 1,26:1.

O detalhe disso tuda é as cruzetinhas tinham que girar para trás para a perua andar para frente por conta da redução. Isso era conseguido montando a coroa do lado DIREITO da transmissão (que compartilha a mesma transmissão do Fusca/Brasilia/Variant – inclusive coroa e pinhão – nos carros , a coroa é do colocada do lado ESQUERDO).

Não era raro os mecânicos montarem a coroa e o pinhão dessas Kombi’s como se montava no Fusca e bingo! A perua ficava com 4 marchas para trás e uma para frente! Ai eram trabalho dobrado de desmontar tudo e remontar do lado certo.

Outra coisa sobre as cruzetas…sempre escutei que Kombi de cruzeta é péssima na areia e lama. Que ela ergue a roda. Confesso que achava isso um absurdo até compreender a dinamica da coisa. Como as cruzetas giram para trás para a as rodas girarem para frente (devido a caixa de redução nas rodas), a traseira da perua é forçada para cima, empurrando a suspensão para o curso máximo (e por consequencia, limitando a mobilidade e a articulação da suspensão).

Quando a VW eliminou as caixas de redução e colocou juntas homocinéticas rodando para o sentido do movimento, o problema deixou de existir e a perua ficou excelente na areia e lama.

Outro defeito do sistema de cruzetas é que na lama, os trancos no sistema de transmissão (pisos que acabam tendo aderencia e perdendo) acabavam deixando o sistema vulnerável a quebra dos cardãzinhos e por consequencia, perda de tração. Ai só rebocando.”

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Chevrolet “Boca de Bagre” – 1954

Em resposta à segunda geração da Série F da Ford, clinic estreada em 1953 (e nacionalizada a partir de 1957), healing  a Chevrolet preparou para 1954 um pacote de modernizações em sua linha de caminhões “Advance Design”, help lançada em 1947 e informalmente conhecida por aqui como “Boca de Sapo”.

Além da nova grade cruciforme e outras melhorias, a nova gama tinha como característica proeminente o para-brisa curvo em peça única, em lugar do anterior com vidros planos em “V”. Esta moda havia sido introduzida pela International Harvester em 1950 com sua nova cabina “ComfoVision” e permearia por toda a indústria.

Logo apelidados de “Boca de Bagre”, os Chevrolet 1954 contavam com três opções de motorização: o Thriftmaster 235 de 114 cv, o Loadmaster 235 de mesma potência e o Jobmaster 261 de 137 cv, que mais tarde seria nacionalizado pela GM brasileira, se tornando o popular Chevrolet Brasil 261, de 4,3 litros.

Esta peça publicitária faz parte da coleção do amigo Alfredo Rodrigues.

Chevrolet 1954

Mercedes-Benz LK-1513

O que aparentava ser um Mercedes LK-1513 com compactador de lixo no primeiro plano, no rx tendo como pano de fundo um LK-1313 ou 1513, purchase  encabeçava este anúncio dos anos 70, viagra em mais uma contribuição do amigo Alfredo Rodrigues.

Estes compactadores cilíndricos muito empregados na Europa também se tornaram populares no Brasil daqueles tempos.

Mercedes Benz 1313

 

 

Mercedes-Benz LS-1519 – 1977

Nosso amigo Willian Bragatti, prescription de Alta Floresta, store MT, sildenafil nos enviou fotos recentes do 1519 ano 1977 de seu pai.
Segundo ele, o Mercedão está há mais de 27 anos na família e é empregado particularmente no transporte do trator de esteiras Caterpillar D6D até os dias atuais.
O caminhão, que passou por uma única reforma em 2009, apenas precisou de uma nova pintura, mantendo a originalidade interna e externamente.
Pelo que se pode supor, o Mercedes dos Bragatti trata-se de um LS-1519 que foi convertido para truque e alongado para receber a carroceria. Outra possibilidade, menos provável, é de se tratar de um L-1519 com cabina leito do LS.
Lembremos que, naquela época, a cabina leito só estava disponível no LS-1519/42, de 4.200 mm entre eixos.
Em todo caso, parabéns Willian pelo belo caminhão!
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Volkswagen Kombi – 1978

Eis mais um anúncio enviado pelo amigo Alfredo Rodrigues. Trata-se da Kombi na sua edição de 1978. Note que o modelo ainda contava com a calota hemisférica que denotava os freios a tambor, sovaldi herança da geração anterior, find a T1, sovaldi vulgo “corujinha”.

Observe também a ausência de retrovisor do lado direito, algo inimaginável no trânsito de hoje.

Anos mais tarde, mimos, como o para-choque “color coded”, seriam deletados em nome da simplificação da manufatura e a redução de custos.

Volkswagen Kombi 1978

Ford F-1000 – 1987

Lançada em 1979, sovaldi a Ford F-1000 foi a primeira picape diesel da marca no Brasil para disputar o mercado com a Chevrolet D-10, case introduzida um pouco antes.

A versão do anúncio já mostrava a frente modernizada com faróis quádruplos e a grade com elementos retangulares.

Para saber mais sobre a F-1000, site você encontra o folheto aqui: http://caminhaoantigobrasil.com.br/ford-f-1000-diesel-e-alcool-1987/

Este anúncio foi uma colaboração do amigo Alfredo Rodrigues.

Ford F-1000 Revista Veja

 

Minha História – Mercedes-Benz LPS-331 6×2

Nosso amigo Roberto Dias Alvares nos fez a gentileza de enviar mais um de seus bonitos textos, discount conforme reproduzimos a seguir:
“Evandro, there boa tarde.
Está é a segunda estória da trilogia que começou com “Meu Avô Caminhoneiro”.
Sei que você anda bastante atarefado por isso quando for possível sei que publicará.
Grato.”
           “MINHA HISTÓRIA
MERCEDES BENZ LPS 331. 6×2
Início da década de oitenta
completei dezoito anos.
De sonhos a vida se alimenta.
A cabeça estava cheia de planos.
Futebol gostava de jogar.
Era uma deliciosa diversão.
Mas eu não parava de pensar
em ter a carteira de habilitação.
Trabalhando como bancário,
carro era o sonho de consumo.
Guardava o meu salário,
procurando na vida dar um rumo.
Meu avô fora caminhoneiro
Meu pai não seguiu a profissão.
Trabalhava como ferreiro,
para família, a melhor decisão.
De vovô ouvia histórias,
contadas com emoção.
Falava de seus momentos de glórias
mas eu nunca o vira com caminhão.
Consegui o que queria
Chegara enfim minha vez.
Comprei uma Brasília
Mil novecentos e setenta e seis.
Senti-me livre finalmente.
Rodava feliz pra todo lugar.
Com alguns amigos somente
saia para ás meninas paquerar.
As meninas eu paquerava.
Levando a vida na boa.
Mas também trabalhava.
Nunca estava a toa.
Assim levava a vida.
Trabalhando e na diversão.
Faculdade, etapa vencida.
Tinha de escolher a profissão.
Educação Física, formado,
mas fui trabalhar como bancário.
Senti-me bem empolgado
batalhando no trabalho diário.
A vida é cheia de surpresas.
Vovô desta vida partiu.
Deixando em nós tristezas.
A família toda sentiu.
Vovô deixou a estrada
quando vovó adoeceu.
A ela foi a pessoa mais dedicada.
60 anos, a seu lado permaneceu.
Vovó deixou esta vida
sabendo que era muito amada.
Vovô sozinho sem saída
ainda sonhava com a estrada.
Após tanta dedicação,
Vovô não foi mais o mesmo.
Falava-me de seu caminhão,
mas sua mente vivia a esmo.
Antes de seu falecimento
Vovô fez dos bens doação.
Mais prático que o testamento.
achou que era a melhor solução.
Na casa de vovô existia
um imenso galpão.
O que lá dentro havia
não tinha a menor noção.
Quando fizeram a leitura
dos bens de vovô, a divisão.
Surpreendi-me aquela altura
Havia algo pra mim no galpão.
Uma carta por ele escrita
endereçada para mim.
A caligrafia era bonita,
e dizia mais ou menos assim:
“O que está no galpão
será de sua responsabilidade”.
“Coloque-o de novo em ação,
e será feliz de verdade”.
Senti naquela hora
uma grande necessidade
de ir correndo lá para fora
matar minha curiosidade.
Entrei na casa que vovô vivia,
e peguei uma chave pendurada.
Era ela que cadeado abriria
e que mantinha a porta trancada.
Fui rapidamente ao galpão,
cheguei da porta bem perto.
Sem conseguir conter a emoção,
em segundos estava aberto.
Haviam peças e alguns pneus.
Ferramentas por todo o lado.
Objetos que eram seus,
algo grande coberto por encerado.
Aproximei-me emocionado,
e quando estava bem perto,
puxei com força o encerado
e o segredo foi descoberto.
Quando enfim o descobri
disparou meu coração.
a anos estava parado ali
antigo e imponente caminhão.
Caminhão imenso e titânico
sobre cavaletes colocado.
Belo cavalo mecânico
cabine leito e trucado.
Contornei-o por completo,
cada detalhe observando.
Do vovô presente para seu neto.
De alegria estava chorando.
Estava muito bem conservado
mas precisava de reparo.
Motor deveria ser consertado.
e isso ficaria bem caro.
Também a lataria
precisaria de pintura,
Uma boa funilaria
seria ideal aquela altura.
O leitor deve estar curioso
para saber que marca era.
Mercedes Benz, poderoso
LPS trezentos e trinta e um a fera.
Com a família em reunião
contei o que vovô deixara pra mim.
Disse que reformaria o caminhão
e seria um caminhoneiro enfim.
Disseram-me que seria loucura.
No transporte, total inexperiência.
Mas estava decidido aquela altura,
e das dificuldades tinha ciência.
A primeira dificuldade:
Dinheiro para a reforma.
Dando aula na faculdade
para conseguir era a forma.
Para oficina especializada
o caminhão foi levado.
A cabine seria pintada
e o motor retificado.
Enquanto era reformado
eu fazia teste de direção.
Afinal precisava ser habilitado
para dirigir meu caminhão.
Trabalhando duro de verdade,
ia lenta a restauração.
Só usaria a preciosidade
em perfeita condição.
Conversava com caminhoneiros
sobre a vida na estrada.
Eram heróis brasileiros,
que enfrentavam qualquer parada.
Vendi a minha Brasília,
para concluir o projeto.
Vovô se orgulharia
do que fazia seu neto.
Após dois anos de espera
sobre o trecho, bem informado.
Solteiro, ainda na paquera,
Chegou o dia tão esperado.
A carteira de motorista
era D a categoria.
Habilitado para ir a pista.
e no asfalto me realizaria.
Cheguei á oficina
o bruto bem equipado.
Ainda hoje ao lembrar, me fascina.
Quando dirigi meu trucado.
Grade da Bepo, escapamentos verticais.
Motor rebaixado, cabine levantada.
Na cabine uma escada cromada atrás.
As rodas, linda pintura cor prateada.
O dinheiro mudava de nome
Cruzeiro, cruzado e cruzado novo.
Trabalhava muito mas não passava fome.
A inflação corroía dinheiro do povo.
Minha família já nem lembrava
que eu queria ser caminhoneiro.
Eu também não comentava,
para não causar entrevero.
Fiz minha primeira viagem
com um reboque emprestado.
Para São Paulo com a cara e a coragem
parti de café bem carregado.
Quando fazia uma parada
ficava muito desconfiado.
Queria estar só na estrada.
dirigindo meu cavalo trucado.
O engate tinha a manha,
usando o tempo do motor.
Ainda hoje não arranha
controlava bem no acelerador.
Levantava bem cedo
dirigindo com cautela.
Conduzia na ponta do dedo,
como se fosse mulher bela.
Chegando aquela cidade imensa.
Estradas para todo lado, em profusão.
Ponto de chapa entrei pedindo licença.
precisava para chegar de informação.
Um homem já idoso
mais de sessenta anos tinha.
Ainda era vigoroso,
em minha direção vinha.
Ofereceu seus serviços.
São Paulo, era como a palma da mão.
Tinha de cumprir meus compromissos.
Ele apontou-me a direção.
Levou-me ao local exato
onde deveria descarregar.
Caminho complicado de fato
Sozinho, difícil seria chegar.
Recebi primeiro pagamento,
e já havia outro frete acertado.
Para Belo Horizonte, um alento,
Á saída da cidade fui levado.
O chapa deu-me informações
sobre os locais de entregas.
Assim teria no futuro condições
de me localizar não estando as cegas.
Ao chapa o pagamento fiz,
seguindo para capital mineira.
Dirigia pela rodovia feliz
levando carga de madeira.
Na fila do telefone
ligar para a casa de meus pais.
Quando escutava meu nome
mamãe sentia o coração em paz.
Saí com sol batendo na fronte
cheguei ao anoitecer.
Na capital Belo Horizonte,
Parei no posto pra abastecer.
Tomei um banho, jantei
com caminhoneiros fiz amizade.
No sofá-cama descansei.
Procurar local da entrega na cidade.
Pedindo a alguns informação,
cheguei a indústria moveleira.
Lá descarreguei o caminhão,
deixando a carga de madeira.
Camas, mesas e estantes
carreguei para o transporte.
Para Brasília em instantes
ia um caminhão de grande porte.
Quando cheguei lá,
da estrada, sentia-me um veterano.
Peguei carga para o Paraná,
e lá cheguei sem nenhum dano.
Após matar a saudade
a estrada estava chamando.
Logo já deixava a cidade.
No asfalto, meu bruto reinando.
Fui para a estrada na labuta
deixei pra trás minha casa.
Levando banana, nobre fruta,
para São Paulo no CEASA.
Conseguia ganhar dinheiro
mas o trabalho era puxado.
Por este chão brasileiro,
conduzindo meu trucado.
Meu semi reboque consegui.
Comprei pagando a prestação.
Com ele atrelado no bruto parti.
Eu era meu próprio patrão.
Dividindo da estrada o espaço,
Scania, Volvo, FIAT, GMC e outros mais.
Meu potente cavalo de aço,
Se sobressaía entre os demais.
Sentia-me orgulhoso
vendo o bruto ser admirado.
Conduzia o caminhão poderoso
quilômetro após quilômetro rodado.
Cada volta para casa
era motivo de alegria.
No trecho mandando brasa.
Na estrada, feliz me sentia.
Na política uma confusão.
Bagunçada a economia.
Rodando por este chão.
O povo é que sofria.
Em um retorno para o lar,
reencontrei colega de escola.
Uma beleza pra se admirar,
mas ela nunca me deu bola.
Naquele encontro porém,
por ela um doce sentimento.
Percebi que ela também,
E isso deu-me grande alento.
Começamos a namorar.
conheci a família dela.
Fui com sua mãe conversar.
Situação difícil aquela.
Pela estrada eu ia
trabalhando sem cessar.
A volta motivo de alegria
Para ela eu reencontrar.
Viajarmos os dois não podíamos.
Somente depois de casar.
Cada vez mais nos entendíamos.
e queríamos juntos sempre ficar.
Ela era uma mulher culta,
bonita sensível e inteligente.
Na estrada, levar multa
não me deixava contente.
Policiais queriam propina
Isso me causava revolta.
Pensava na linda menina
e apressava minha volta.
Trabalhando ano após ano
comprei casa pra casar.
Meu Mercedes Benz, soberano
Muitas toneladas a carregar.
Após meu casamento,
sonho enfim realizado.
Na pista de rolamento
continuo com meu trucado.
Não descuido da manutenção.
Com ele tenho todo cuidado.
Afinal ganho a vida no caminhão
A cada quilômetro rodado.
Cinquenta anos completados
já nos dias atuais.
Com tantos quilômetros rodados
Meu caminhão ainda quer mais.
Com ele ganho meu pão.
e na estrada tiro o sustento.
Meu Mercedes Benz em ação,
dirigí-lo eu ainda aguento.
Da família no aconchego
o caminhão já faz parte.
A qualquer lugar que com ele chego,
é admirado como uma obra de arte.
O que meu avô fez para mim
eu farei para algum neto.
E quando eu partir, enfim,
caminhão ficará como sinal de afeto.”
Roberto Dias Alvares.

Flecha Azul – Viação Cometa

Quando a Cometa passou a produzir suas próprias carrocerias através de sua subsidiária CMA, tadalafil a Companhia Manufatureira Auxiliar, mind nasceu o substituto do lendário Ciferal Dinossauro na forma do Flecha Azul, order aqui ilustrado neste anúncio cuja ênfase eram as poltronas revestidas em couro.

Observe que, aparentemente, o modelo estreou na concorrida rota São Paulo-Curitiba-São Paulo, um dos nobres filões da companhia que tinha como filosofia atuar num raio de 500 km em torno de seu “hub” paulistano.

Esta peça publicitária foi mais uma gentileza do amigo Alfredo Rodrigues.

COMETA Flecha Azul