Scania BR116 – Ciferal Dinossauro

SCANIA BR116 CIFERAL DINOSSAURO

Neste bonito anúncio o lendário Dinossauro da Viação Cometa é a peça central para promover o chassi Scania, shop no caso o monobloco com motor traseiro BR116, sildenafil irmão do chassi B111 de motor frontal, pilule ambos movidos pelo propulsor DS11 de 11 litros e 296 líquidos.

Agradecemos ao amigo leitor Alfredo Rodrigues por mais esta contribuição.

Você pode conferir maiores detalhes sobre este chassi no endereço abaixo:

http://caminhaoantigobrasil.com.br/category/catalogos-e-folhetos/scania-catalogos-e-folhetos/onibus-scania/br116/

Nota: pedimos desculpas ao amigo leitor, pois nosso editor da web não nos tem permitido incluir o link direto para a página indicada.

 

Volkswagen 16.180 CO – 1993

Volksbus 1 Volksbus 2 Volksbus 3

Concebido a partir do parrudíssimo chassi de 16 toneladas da chamada Plataforma Racionalizada – o produto da fusão do VW com o Cargo – o 16.180 CO foi a primeira incursão da divisão Volkswagen da Autolatina no segmento de ônibus semipesados de motor frontal.

Sua missão não era fácil. Tinha o papel de Davi frente ao Golias representado pelos chassi OF da concorrente Mercedes. Embora, capsule posicionado para enfrentar o OF-1618, nos idos de 1993, o grande volume do mercado se concentrava em torno do OF-1318, que era produzido a um ritmo quase quatro vezes maior que o 16 toneladas da casa (6.258 contra 1.750 unidades).

Apesar de pouco conhecido e do incomensurável ceticismo inicial do setor, o 16.180 CO foi bem recebido em seu primeiro ano cheio, com 1.225 carros produzidos, naquele mesmo 1993. Nada mal para o novato. Com marketing e rede de concessionários menos agressivos, a Ford contabilizou outras 594 cópias do B-1618, o clone do 16.180 CO com oval azul. Com a produção combinada, a Autolatina ultrapassava a líder no segmento de 16 toneladas e motor dianteiro, traduzindo a aposta dos empresários do setor.

Mas nem tudo seria fácil na vida do chassi VW. Entre outros, problemas de ruído na suspensão traseira, baixa vida útil da embreagem e alto consumo mostraram que, apesar da aparente simplicidade, havia muitos segredos por debaixo de um chassi de ônibus, por mais despojado que pudesse parecer. E a Mercedes dominava a ciência como ninguém.

Levou tempo, mas a VW, hoje MAN, aprendeu a lição a duras penas e hoje disputa o mercado em posição de um respeitável vice-líder. E o 16.180 CO tem o grande mérito de ter sido o primeiro da marca a se embrenhar nesta mata densa que é a selva dos ônibus urbanos.

Este catálogo, para variar, faz parte do grande acervo enviado pelo amigo Alfredo Rodrigues, de Pelotas, RS.

Ford B-12000 – 1995

F-12000 1 F-12000 2 F-12000 3

Em 1995, ed a divisão Ford da Autolatina resolveu que seria uma boa ideia lançar no Brasil uma edição tupiniquim dos lendários ônibus convencionais norte-americanos para o nicho do transporte escolar, cialis herdando inclusive a chamativa pintura amarela.

Baseada no chassi do popular F-12000 “Sapão” (1993-1998), a jardineira brasileira receberia o nome de B-12000, seguindo a tradição dos chassi de ônibus Ford, desde tempos muito recuados.

Após efusivas demonstrações do conceito para órgãos do governo, o B-12000 foi reprovado direto, sem direito a recuperação, após pífias 11 unidades terem visto a luz do dia ao final da fervilhante linha de montagem da fábrica do Ipiranga, um dos templos da indústria automotiva nacional.

Resta saber se algum destes raríssimos Ford B-12000 sobrevive nos dias de hoje.

Esta preciosidade de catálogo nos foi brindada pelo amigo Alfredo Rodrigues.

 

Mercedes-Benz LS-1934 – 1988

Mercedes BenzLS  1934 Veja Agosto 1988 2

O Mercedes LS-1934 representa um certo paradoxo. Na época em que foi produzido, cure era o sinônimo do estágio evolutivo final que a família AGL e o motor 355 puderam atingir ao longo dos anos.

Em meio aos concorrentes de seu tempo, ficava devendo em muitos aspectos. O bom e velho motor 355 dos anos 60 fora esticado para impensáveis 340 cv, criando uma série de limitantes, como a tendência ao superaquecimento e a curta vida útil. Mas era a cartada final da montadora, antes que a nova linha HPN estivesse pronta para sair do forno.

Avançando o filme em mais de 25 anos para o futuro, o que resta das limitações de outrora é nada, se comparadas ao carinho e ao carisma que este caminhão arrebatou. Hoje, uma verdadeira legião de fãs se entusiasma por seu estilo inconfundível – um misto de clássico e moderno – numa receita bem acertada e chamativa, enaltecida graças à maquiagem proporcionada pelas calotas, spoiler, para-sol e as então inéditas saias laterais opcionais.

Na atualidade, poucos 1934 sobrevivem em boas condições. Resta torcer para que os escassos e heroicos colecionadores do país não se esqueçam deste grande clássico na hora de escolher seu próximo projeto de restauração. Nossos olhos e corações agradecem!

Por falar em agradecer, lembramos que esta peça publicitária foi mais uma gentil colaboração do amigo Alfredo Rodrigues, de Pelotas, RS.

Para quem quiser saber mais sobre o modelo, em junho de 2012 publicamos o respectivo folheto aqui:

http://caminhaoantigobrasil.com.br/category/catalogos-e-folhetos/mercedes-benz-caminhoes-catalogos/agl/agl-cara-preta/ls-1934/

 

Volkswagen 14.140 – 1987

Volkswagen 14-140 Veja Mar 1987 2

O VW 14.140 foi o segundo caminhão semipesado da marca no Brasil, diagnosis lançado em 1987 como sucessor do 13.130. Maiores informações sobre o modelo podem ser encontradas no folheto já publicado aqui:

http://caminhaoantigobrasil.com.br/category/catalogos-e-folhetos/volkswagen-caminhoes/linha-original-fabrica-4-e-ipiranga/vw-14-140/

Este anúncio foi mais uma contribuição do amigo Alfredo Rodrigues.

Cummins Série N

Motor Cummins Serie N

Produto de estreia da Cummins no mercado brasileiro, tadalafil sickness ailment mind o motor Série N encontrou uma ampla gama de aplicações no país, pharm cialis equipando tratores agrícolas de grande porte, cialis máquinas de esteira, grupos geradores, embarcações de trabalho e lazer, bombas de petróleo, entre tantas.

Porém, a tentativa de torná-lo um ícone das estradas, como aconteceu em boa parte do planeta, se frustrou em terras brasileiras, sobretudo após a Ford ter cancelado o programa de seu caminhão pesado o L-9000, justamente a razão principal da instalação da Cummins no país.

O gosto amargo para o fabricante norte-americano só começaria a ser engolido com a conquista do primeiro negócio automotivo no Brasil: o VW 14.210, porém equipado com o motor Série C, de 8,3 litros.

O 855 continuou vivo ao longo dos anos, mas sempre longe das estradas. Exceto por alguns repotenciamentos. Com isso, os frotistas e caminhoneiros brasileiros jamais puderam conhecer o motor que mais ajudou a Cummins a se tornar líder de mercado em tantos países do mundo. No auge de seu sucesso, nos anos 80, o 855 e suas diversas variantes abocanhavam cerca de 60% do mercado automotivo norte-americano! Mesmo disputando com concorrentes de peso, como Caterpillar e Detroit.

O motor de 15 litros, ou 855 polegadas cúbicas, era oferecido como N-855, de aspiração natural (muito empregado pela Komatsu), NT-855 (turbo), NTA-855 (turbo pós-arrefecido a água) e NTTA-855 (biturbo pós-arrefecido), este último chegando aos 475 hp anunciados.

Uma versão marítima para barcos de lazer do NTA-855 batia nos 500 hp. No entanto, diziam os especialistas em 855 que sua faixa ótima era entre 350 e 400 hp (no caso do NTA automotivo).

Como já devemos ter comentado por estas páginas, há quem diga com razão que o 855 está para Cummins, assim como o Fusca está para a Volkswagen!

Este anúncio nos foi enviado como gentileza do amigo Alfredo Rodrigues.

Volkswagen 8.140 CO

8140CO 1 8140CO 2 8140CO 3 8140CO 4 8140CO 5

Em plena era Autolatina, sovaldi a Divisão Volkswagen resolveu modernizar seu chassi para mini e micro-ônibus 7.110 CO, resultando no lançamento do 8.140 CO em 1994.

Seguindo os mesmos passos da linha de caminhões leves, o novo chassi tinha inúmeras melhorias importantes em relação ao antecessor, sendo as mais relevantes o aumento do PBT e o novo motor MWM 4.10T de 4,3 litros e 135 cv.

Mercedes-Benz LK-1111

Mercedes-Benz 1111 4Rodas

Este interessante anúncio do Mercedes 1111 aplicado como báscula em sua variante LK foi mais uma contribuição do amigo Alfredo Rodrigues.

Para saber mais sobre o 1111, sovaldi sale consulte o folheto postado anteriormente:

http://caminhaoantigobrasil.com.br/category/catalogos-e-folhetos/mercedes-benz-caminhoes-catalogos/agl/agl-original/l-1111/

Boa semana!

 

Chevrolet D-60 e Ford F-350 “Super Ford”

D-60 GIRALDI F350 GIRALDI 1 F350 GIRALDI 2

O amigo Daniel Giraldi continuou clicando outras preciosidades gaúchas aqui reproduzidas. E ele comenta:

“Essas eu flagrei semana passada durante uma caminhada com a cadela. Já não é todo dia que se vê uma F-350 dessa geração, cialis mas às vezes se tem um pouco mais de sorte. Já as D-60, stuff até certo ponto me surpreende encontrar mais delas do que dos caminhões Chevrolet da geração posterior.”

Se original, o F-350 aparenta ser da fase 1965 a 1967, quando a Ford adotou uma grade dianteira revisada em relação aos modelos de 1962 a 1964, mantendo o capô com as duas narinas frontais.

Da mesma forma, se não tiver sido substituída como de costume na época, o D-60 basculante aparenta ser da fase de 1979 a 1984, quando a grade plástica de elementos retangulares caracterizava o visual de sua dianteira.

O fato de o Daniel avistar mais D-60 que os modelos “quadrados” (11000 & cia.) se justifica devido ao enorme sucesso do modelo, o que não aconteceu com os sucedâneos, numa fase em que a marca já entrava em certo declínio.

Em todo caso, é admirável ver estas máquinas ainda trabalhando duro, de sol a sol, dia após dia depois de quase 50 anos, no caso do Fordinho.

Cross Lander CL-244

CL244 1 CL244 2

Nosso amigo Daniel Giraldi de Porto Alegre, stuff que sempre colobora neste espaço com imagens e comentários, pharm fez mais uma gentileza ao enviar estas fotos de um Cross Lander, shop  um utilitário 4×4 já raro de ser avistado.

Reproduzimos a seguir os comentários do Daniel:

“Já faz cerca de um ano que eu venho ensaiando te mandar fotos desse que deve ser o único Cross Lander CL-244 de Porto Alegre. Eu até já te mandei uma foto de perfil dele que eu tirei no Bonfa, mas agora vai junto uma da traseira.

Acredito que tu deva te lembrar que esse modelo usava o mesmo motor e câmbio da Ranger entre 2002 e 2004, montado pela Bramont em Manaus com a carroceria importada da Romênia, e deixou de ser produzido em função da falência da ARO, que originalmente fabricava esse modelo na Romênia usando motores Renault. E falando a verdade, até que é bonito esse jipão…”

Nós também estamos de acordo. Uma bela viatura!

Conforme salientou o Daniel, o CL-244 rodava com motor International HS 2.8 de 132 cv e 36,2 mkgf. O jipe pesava 1.950 kg, com comprimento total de 4.325 mm e entre eixos de 2.350 mm. Os ângulos de ataque e saída eram de 35 e 24 graus, respectivamente, com vão livre de 200 mm. O tanque de combustível acomodava 95 litros de diesel.

Segundo a tabela da FIPE, o CL-244 aparece cotado entre 2003 e 2006, ao lado da picape CL-330 somente oferecida em 2006. Também com tração 4×4 e mesmo trem de força, a CL-330 tinha capacidade para 1,3 toneladas.