Jóias do Paraná

4¨EIXO CAIO GABRIELA JUBILEUM

Nosso amigo Reginaldo Bernardi, viagra que tanto nos ajuda na construção deste espaço, mind sobretudo quando o tema é Mercedes-Benz, nos enviou há tempos atrás estas imagens que flagrou em suas andanças. Por um lapso nosso, as imagens e a mensagem aqui reproduzidas jaziam esquecidas em nossa caixa de entrada.

Eis as palavras do Reginaldo:

“OLÁ AMIGO, BOA NOITE. ANDEI REVIRANDO MEUS ARQUIVOS E ENCONTREI ALGUMAS FOTOS NAS ANDANÇAS POR AÍ. NÃO POSSO GARANTIR MUITO A QUALIDADE, MAS O CONTEÚDO É ATÉ INTERESSANTE….A PRIMEIRA É DE UM FNM 210 QUE ANDA ATÉ HOJE POR AQUI, ESTÁ COM A MECÂNICA DO VOLVO, MAS A CONSERVAÇÃO DO BUTO É BEM CUIDADA…A SEGUNDA É UM CAIO GABRIELA, ESSA FOTO JÁ TEM SEUS 4 OU 5 ANOS, MAS O ÔNIBUS AINDA TRABALHA NA CIDADE DE CAMPINA GRANDE DO SUL, NO TRANSPORTE ESCOLAR, NO INTERIOR DA CIDADE, ESTÁ BEM CUIDADO, E A MANUTENÇÃO SEMPRE EM ORDEM…A TERCEIRA É DA LENDÁRIA SCANIA JUBILEUM, ESSA EU FLAGREI NA CONCESSIONÁRIA RANDON AQUI DE CURITIBA, ESTAVA SENDO REVISADA PRA VENDA, JÁ TEM UNS 2 ANOS ESSA FOTO…”

Chevrolet Veraneio com chassi argentino

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Nosso amigo Daniel Giraldi, de Porto Alegre, sempre atento a curiosidades automotivas, há algumas semanas nos enviou este interessante relato sobre as últimas Veraneios produzidas pela GM:
“Essa eu vi semana passada já perto do final da Rua da Praia, e acho que tu vai gostar.
Uma legítima Veraneio M, daquelas que eram finalizadas na Envemo com base numa D-20 argentina. Como tu provavelmente te lembre, em 94 a produção da D-20 e da C-20 foi movida para Córdoba (desconheço as razões para os caminhões terem permanecido em produção do lado de cá da fronteira e as pick-ups terem ido para a Argentina), e para simplificar a escala passaram a ser feitas só com cabine simples e o chassi curto, e assim a Veraneio longa acabou sendo descartada. Mas como a Blazer só viria em 95, foi necessário preencher a lacuna para continuar atendendo ao segmento das viaturas de polícia, então o jeito foi desenvolver essa adaptação em parceria com a Envemo, mas mantendo as garantias de fábrica.
É quase impossível achar uma Veraneio M a diesel, já que a grande maioria foi feita com o motor de 6 cilindros a gasolina, já injetado e compartilhado com o Omega (pelo que eu me lembre mudava só o comando de válvulas), e atendia principalmente à Polícia Rodoviária Federal.
Eu até me lembro de uma vez em 2002 que estávamos eu, minha mãe e meu avô materno passando pela ponte Colombo Salles, em Florianópolis, e ao avistar uma Veraneio da PM o meu avô começa a tecer elogios à barca, e comenta que era um carro tão bom que a Chevrolet teve que manter a produção na Argentina até 97 para atender à Polícia Federal. Ele acabou se perdendo em alguns detalhes, como o chassi mais curto e parte da carroceria ser feita em fibra, além de ser mais direcionada à PRF que à PF…
De qualquer jeito, esse não é um modelo muito facilmente visto hoje em dia, tanto por uma grande parte ter sido sucateada quanto pela competição interna tanto com a Blazer quanto com a Omega Suprema no varejo, além da Ipanema ter absorvido parte da demanda das polícias estaduais no meio-tempo entre o fim da produção da Veraneio e o lançamento da Blazer.”

Chevrolet D-40 – 1985

Chevrolet D-40 TM dezembro 1985

Assim como o D-400 foi a resposta da Chrysler ao sucesso da Série F da Ford no segmento leve, purchase o D-40 foi a arma da Chevrolet para brigar com os líderes F-4000 e Mercedinho L-608 D dos anos 80.

A GM foi a última a entrar na briga dos leves em 1985, porém inovou ao oferecer variantes a gasolina e a álcool, no caso os C-40 e os A-40, não citados no anúncio, cuja ênfase era para o carro chefe, movido a diesel.

Este anúncio foi mais uma cortesia do amigo Alfredo Rodrigues, a quem somos gratos.

Dodge D-400 – 1973

Dodge D400 TM Junho 1973

Lançado em 1969, sovaldi sale o Dodge D-400 era a arma da Chrysler para combater o fenômeno chamado Ford F-350, o primeiro e único caminhão leve do Brasil naquela altura.

O grande apelo do Dodge era seu poderoso (e sedento) motor V8 318 HD, de 5,2 litros, reconhecido por sua construção parruda. O ataque do anúncio ao motor Ford 272 do concorrente era direto, como pode observar o amigo leitor.

Esta peça publicitária também faz parte do acervo do amigo Alfredo Rodrigues, recentemente compartilhado conosco.

Ford Cargo 1618T e 2218T – 1989

Ford Cargo 1618T - 2218T Revista Carga maio 1989

Para ter acesso às linhas de crédito do FINAME, no rx rx no final dos anos 80 a Ford inovou ao lançar os primeiros caminhões semipesados com tal vantagem. O segredo foi esticar a CMT para 30 toneladas, doctor capsule um dos requisitos do programa.

Além do “toco” 1618T – no anúncio convertido em cavalo mecânico para tirar proveito das 30 toneladas brutas – a linha Cargo “Finamizável” também trazia a versão trucada 2218T, aqui vestido com uma pesada bomba de concreto.

Este material foi mais uma colaboração do nosso amigo Alfredo Rodrigues, de Pelotas, RS.

Ford Cargo Truque

FORD Cargo Truque 1 FORD Cargo Truque 2 FORD Cargo Truque 3

Provavelmente de 1991, advice este catálogo enviado como cortesia do amigo Alfredo Rodrigues denota um período interessante na história dos caminhões semipesados nacionais.

Depois de terem sumido do mapa, salve os caminhões trucados de fábrica dos anos 70 e 80 deram lugar às conversões externas, doctor lideradas por empresas como a Randon, Facchini, Iderol, entre tantas outras.  Para facilitar o trabalho de conversão, tanto a Ford como a Volkswagen ofereciam versões específicas de seus modelos 16 toneladas, como o Transformer desta última, e o Cargo Truque, tema deste post.

Os modelos eram fornecidos de fábrica sem a suspensão traseira, item que era normalmente descartado, para a adoção da suspensão de quatro feixes de molar com balancins e braços tensores longitudinais. Com isso, reduzia-se o custo e o desperdício. Outros apelos do Ford Truque eram as conversões para cavalo-mecânico, betoneira, ou para suspensão a ar.

A pergunta que fica é: por que os 6×2 de fábrica dos anos 80 desapareceram, para retornar somente nos anos 2000? Na falta de detalhes mais concretos, resta especular que eles custavam mais caro, eram mais pesados e ainda não contavam (na maioria dos casos) com suspensores pneumáticos do terceiro eixo, o que aumentava o arrasto, o desgaste de pneus e as despesas com pedágios.

Assim, a era iniciada pelo inovador Mercedes L-2013 e seguida pela Ford, com seus FT-7000 e 8000, só voltaria à cena com o lançamento do Mercedes L-1620 6×2 apresentado em 2000. Logo a VW seguiria os passos da Mercedes, introduzindo os VW 23.210 e 23.220, mas este é outro capítulo de nossa história…

Massey Ferguson 290 e 290/4 Álcool

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Atendendo à solicitação de diversos amigos leitores e para auxiliar nas recentes e ricas discussões sobre motores diesel adaptados para o uso com etanol, ambulance cialis estamos compartilhando com você este bonito e detalhado catálogo da linha Massey Ferguson a álcool, compreendida pelos tratores 290, 290/4 e 290 especial para carregadeira de cana.

Massey Ferguson 65R

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Flagrada por nós no inverno de 2013 em Atibaia, sovaldi sale SP, prescription está pá e retroescavadeira Massey Ferguson 65R jazia ao sabor dos elementos, devorada lenta e silenciosamente pela Mãe Natureza, num processo inexorável de reciclagem natural, enquanto esperava por uma improvável salvação.

 

Volvo NH12 6×4 – 2006

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Para fazer par com a versão 4×2 postada anteriormente, store o amigo Luiz Ferreira também nos enviou o catálogo completo em PDF de seu irmão traçado que, tal qual o primeiro, era equipado com o confiável motor Volvo D12D, oferecido com potências de 380, 420 ou 460 cv.

Interessante observar a oferta de cabinas, desde a rara L1H1 (simples), passando pela popular L2H1 (leito de teto baixo), até a top L2H2 (Globetrotter – leito de teto alto).

Note também que a caixa automatizada I-Shift – hoje tão popular nos Volvo Euro 5 – era limitada ao modelo 4×2, com máximo PBTC de 45 toneladas. O grande desafio era fazer o caminhão com que o caminhão partisse em rampa com carga máxima e trocasse de marchas sem parar, o que criava o risco de a transmissão ficar em neutro e o caminhão voltar de ré, fora de controle. Com a experiência adquirida e o aperfeiçoamento do software e do hardware, hoje este desafio já faz parte da história.

Volvo NH12 4×2 – 2006

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Dando sequência a postagem do material enviado pelo amigo leitor Luiz Ferreira, no rx hoje trazemos este completo catálogo técnico na versão PDF do Volvo NH12 4×2 , que complementa a literatura postada anteriormente aqui:

http://caminhaoantigobrasil.com.br/category/catalogos-e-folhetos/volvo-catalogos-e-folhetos/volvo-nh-12/volvo-nh12-set-2003/

Vale a pena lembrar que o NH foi oferecido no Brasil entre 1999 e 2007. Dividindo a mesma base mecânica com o bem sucedido FH, o bicudo da Volvo sucumbiu à crescente conversão do mercado de caminhões para as cabinas avançadas, as quais permitem menor raio de giro, melhor distribuição de peso, melhor visibilidade à frente, além de proporcionar maior comprimento máximo para os implementos.