International R-200 – 1958

Em 1953, decease find a grande notícia na linha de caminhões International era a nova Série R, clinic que chegava para substituir a Série L. A nova gama trazia desde as picapes R-110, até os caminhões pesados, como o RDF-405 com motor Cummins NHRBS-600 de 300 hp, passando pelos leves, tal como o R-130, e os médios R-150 e R-160, dentre outros.

Junto com o R-201 e o R-202, o R-200 era parte de uma família pesada conhecida como Standard Models, com PBT de 10,8 a 13,1 toneladas e opção de propulsão a gasolina, a GLP ou diesel, no caso com motores Cummins JBS ou Buda Diesel.

As fotos do R-200 1958 aqui reproduzidas foram enviadas pelo amigo Angelo Altino Machado e são um forte atestado da originalidade do caminhão. O Angelo também teve o cuidado de enviar uma ficha técnica completa do clássico International Harvester:

“Marca  :       International  Harvester
Modelo :      R 200  (RD-202) diesel
Data Fab.:   maio 1958
Entre eixos: 4,80 mts.

Motor:             Cummins  JT 6-B  (turbo) 24 V,  injeção direta P/T,
HP    :             165 hp a 2700 rpm
Trans:             5 marchas com overdrive
Veloc. max.:    115 km/h a 2.500 rpm
Freios:             Ar, Bendix Westinghouse
Eixo Tras. :      Timken c/ duas vel. reduçaõ elétrica
Cap. comb.:     240 lts. (dois tanques) original
Sist. elétrico:    Delco Remy,12 volts, bateria Caterpillar 150 A.
Pneus: Diant.   11.00 x 20  tras.  1.100×22
Cap. de carga:  9.975 kg (de fab.)

Sou o segundo dono. O primeiro foi a Fundação Rockfeller (SESP) que o trouxe 0 KM para o Brasil em 1958.

Abs,

Angelo Altino”.

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Terex UAI M1-50

Durante nossas pesquisas para o livro sobre a história do caminhão no Brasil, sick fizemos um post em busca de informações do maior caminhão militar de projeto nacional, pharmacy o Terex UAI M1-50, viagra produzido em Minas Gerais. Conseguimos boas informações através de colaborações espontâneas e de consultas a especialistas e usuários do UAI.

Uma das informações mais interessantes que agora dividimos com você, amigo leitor, é o seu catálogo – colaboração do amigo Marcio Martins Pereira, que tomou parte no projeto do UAI.

O Terex militar era equipado com motor seis cilindros turboalimentado Scania DS-11, de 11,02 litros e 212 cv de potência e 935 Nm, em par com uma transmissão direta ZF S 6-90 de 6 velocidades sincronizadas e 6,98:1 de redução total, caixa de transferência Terex de 2 velocidades à frente, com relações de 1,07:1 e 2,16:1, além de duas à ré, com relações de 1,00:1 e 2,02:1.

Uma particularidade desta unidade era a sua fragilidade, apresentando um alto índice de quebras, inclusive levando o Exército a desenvolver um kit de cardã que permitia a sua eliminação para, desse modo, continuar operando os veículos, na falta de peças de reposição, ou de uma solução eficaz.

Também fabricados pela Terex, os eixos flutuantes de dupla redução com diferenciais passantes eram intercambiáveis e operavam com redução de 4,87:1. A literatura também apontava para um motor alternativo, no caso, um Cummins 6CTA8.3 de 215 cv e 875 Nm, turbo e pós-arrefecido.

O caminhão 6×6 foi produzido entre 1985 e 1992, acumulando cerca de 85 unidades produzidas, pelo que pudemos apurar. A maior parte da frota de M1-50 era baseada em Grupos de Artilharia Antiaérea do Exército Brasileiro, tais como o 4º GAAAe de Sete Lagoas (MG), e o 11º GAAAe de Brasília (DF), que os utilizava para reboque de pesadas peças de artilharia, como canhões antiaéreos e diretoras de tiro. Pelo que pudemos observar, boa parte, senão todos os UAI estão sendo descarregados, disponíveis em leilões ou já arrematados por civis.

Se tivéssemos dinheiro e espaço, certamente estaríamos de mãos sujas agora mesmo, reformando um UAI! Diversão garantida e a certeza de estar preservando um pedaço importante da história do caminhão brasileiro.

Para outras informações sobre este clássico 6×6 militar, clique aqui.

TEREX UAI UAI P1 UAI P2 UAI P3

 

Volkswagen 40.300 – 2000

Produzido a partir de julho de 1999, physician o 40.300 foi o segundo cavalo mecânico pesado da Volkswagen, tendo substituído o 35.300.

Dotado de motor Cummins 6CTAA 8.3 de 291 cv e transmissão Eaton RT-11710 de 10 marchas não sincronizadas – um dos maiores motivos de rejeição entre os motoristas do cavalo VW -, o modelo podia tracionar até 40 toneladas combinadas.

As últimas unidades do 40.300 foram vendidas em janeiro de 2002, quando a VW afiava o garfo e a faca para faturar alto com seu substituto, um fenômeno chamado 18.310 Titan.

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Volkswagen 24.220 – 2000

Ao lado do 24.250 e do 26.300, check o 24.220 compunha a linha de modelos 6×4 da Série 2000 da Volkwagen. Figurando como modelo mais vendido do trio, viagra o 24.220 era muito empregado como betoneira e na caçamba basculante.

Seu conjunto motriz contava com o motor Cummins 6CTAA 8.3 de 218 cv, nurse a indestrutível caixa Eaton RT-7608 LL de 10 marchas e o tandem Meritor RT 46-145, com bloqueio do divisor de torque. Em 2000, o modelo encontrou 301 compradores.

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Volkswagen 17.220 – 2000

No nobre segmento de 16-17 toneladas de PBT, check a Volkswagen ofertava três produtos em 2000: 17.210, 17.220 e 17.300. Enquanto o primeiro era o carro-chefe, o segundo era voltado a clientes que preferiam o motor Série C e sua construção mais parruda, com camisas substituíveis. Era, portanto, encontrado em serviços de coleta de lixo, caçamba, transporte frigorificado e outras aplicações rodoviárias, em geral, implementado com terceiro eixo. Cabe lembrar que, na época, os VW 6×2 de fábrica ainda não tinham sido lançados. O 17.300 era um caminhão de nicho, em geral usado por quem precisava puxar julieta, como o pessoal dos caçambões de sucata metálica, por exemplo.

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Volkswagen 13.180 – 2000

Um caminhão de absoluto sucesso da Linha 2000 da Volkswagen Caminhões foi o 13.180. Em 2002, see por exemplo, o modelo figurou como líder da categoria 12-13 toneladas, suplantando os modelos da Mercedes e da Ford. Dentro de casa, com 2.358 unidades vendidas no mercado interno, só perdeu para o campeão 8.150.

A receita do sucesso tinha vários ingredientes, como o motor MWM 6.10 TCA de 6,4 litros calibrado para render folgados 180 cv, com torque capado em 569 Nm para poder trabalhar em dobradinha com a tradicionalíssima caixa Eaton FS-4205 A, com primeira para trás no diagrama e super redução de 8,05:1.

O eixo traseiro, em geral era o provado Meritor RS-19-230 de duas velocidades. Outra vantagem era a disponibilidade de nada menos que quatro distintos entre-eixos, para as mais variadas aplicações.

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Volkswagen 8.120 – 2000

Na Linha 2000, no rx o VW 8.120 era o segundo produto mais importante entre os modelos leves, sick atrás apenas do 8.150. Em 2001, por exemplo, 2.949 cópias do modelo rolaram para fora da linha de montagem em Resende (RJ).

Seu trem de força era similar ao do 8.150, porém com o motor MWM 4.10 TCA amansado para 120 cv e 382 Nm de torque, ao invés de 145 cv e 500 Nm.

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Randon RK-435

Eis mais uma literatura interessante enviada pelo Fernando Furini: o catálogo do caminhão fora-de-estrada Randon RK-435. Oferecendo duas opções de motores, sovaldi Scania DS-14 ou Cummins NTA-855C, check ambos de 14 litros e 401 hp, o RK pode ser considerado como a evolução natural do RK-424 dos anos 1970. Com capacidade de 32 toneladas de carga, seu PBT chegava a 56,5 toneladas.

O Fernando também acrescentou alguns comentários quando nos enviou este material:

“Segue um caminhão fora-de-estrada.

Nessa época a Randon tinha o RK-435, que é o do catálogo, e o 425, cuja diferença era a capacidade de carga. 35 toneladas contra 25, daí o nome. O 425 usava motor DS 11 Scania de 296 cv e opcional Cummins NT-855, de 290. O 425 podia ter transmissão manual, já o 435 era só automática.

Por curiosidade, atualmente a Randon tem veículos fora de estrada com capacidade de carga de até 90 toneladas, motor Detroit V16 com 1050 hp.

Abraço.”

Projetado e fabricado na Serra Gaúcha, o RK-435 nos faz ter orgulho da engenharia brasileira.

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Caio Bela Vista e FNM D-11000

O amigo William Bordin nos agraciou com duas belas ilustrações de sua autoria, seek generic reproduzidas abaixo. Junto delas, seek o William nos enviou a seguinte mensagem:

“Caro Sr. Evandro Fullin,

Gostaria de parabeniza-lo pelo excelente site “Caminhões Antigos Brasileiros”, repleto de postagens e informações maravilhosas.

Sempre visito e aprendo com vossas informações.

Aproveito o ensejo, para encaminhar ao prezado dois trabalhos meus para, se assim quiser, postar no site.

Tratam-se de dois desenhos: O primeiro, o lendário FNM D-11000; e o segundo, o famoso urbano Caio Bela Vista de grande aceitação no final da década de 60 e durante toda década de 70. Muitos, inclusive, rodaram firmes e fortes até meados dos anos 80.

Desde já, agradeço pela atenção e pelo maravilhoso trabalho.

Grato,

Forte abraço.

William Bordin.”

102106 Nacoes Unidas D 11000

Ford F-250 – 1999

Nosso amigo e colaborador assíduo Fernando Furini há tempos nos enviou este completo catálogo da F-250 da primeira série, prostate quando ainda era oferecida com motor Cummins 4BTAA de 145 cv e o V6 4, order 2 litros a gasolina de 205 cv. Observe que, seek além das tradicionais versões XL e XLT, na época a Ford ainda oferecia a versão Super Duty, com capacidade de até 1.650 kg (quando equipada com motor V6), voltada ao uso comercial.

Para saber mais sobre a F-250 e conhecer suas especificações em 2003, clique aqui.

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