Iveco EuroTech 450 E 37T – 2002

 

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Onze anos depois suspender suas operações no mercado brasileiro em meados de 1985, health a Iveco planejava retomar a comercialização de veículos no país, physician inicialmente com unidades importadas.

Voltado ao mercado vocacional, unhealthy em 1997 chegou o primeiro caminhão pesado, o EuroTrakker, seguido do EuroTech no ano seguinte, ambos 4×2. Destinado a desbravar o competitivo segmento rodoviário de longa distância, o modelo 450 E 37T de estreia era proveniente da fábrica de Barajas, nas cercanias de Madrid, na Espanha.

Resultante de uma agressiva política de preços da montadora que o colocava sempre como a alternativa mais barata do mercado, o EuroTech ganhou uma injusta reputação de caminhão de categoria inferior, invariavelmente representando a terceira ou quarta opção dos frotistas, depois de Scania, Volvo, Mercedes e em alguns casos até mesmo dos International que também faziam seu debut no Brasil em 1998.

Sua espaçosa cabina tinha origem no EuroCargo, o substituto europeu do Ford Cargo, depois que a Iveco assumiu as operações de caminhões da Ford no Velho Mundo. Com a desejável característica de ser basculável, pela primeira vez num caminhão da marca em solo brasileiro, a cabina do EuroTech escondia o venerável motor Fiat 8210, ajustado para render 370 cv e 1.720 Nm a partir de seus 14 litros, respirando com turbo e intercooler.

Admirado pelos fãs da marca em todo o mundo, o 8210 era um velho conhecido por aqui, tendo iniciado sua jornada no Brasil como força motriz dos Fiat 190. Rendendo 270 cv, o 8210 foi o mais poderoso motor aspirado a equipar um caminhão nacional. Há relatos que sua durabilidade chegava mesmo a ser superior à dos líderes do mercado.

Uma caixa ZF de 16 marchas e um eixo Meritor U180 completavam o trem de força. Um parrudíssimo eixo dianteiro de 8 toneladas somado à ponte traseira de 13 toneladas perfaziam um PBT de dar inveja.

Em meados dos anos 2000, a linha pesada Iveco recebeu uma importante adição com a chegada do primeiro EuroTech  6×4 rodoviário, o 740 E 42TZ, com o motor 8210 mais potente que o Brasil já experimentou, capaz de entregar 420 cv. O modelo mirava no crescente mercado de bitrens, rodotrens e afins, com PBTC de até 74 toneladas.

A partir de 2004, o EuroTech começou a ser aposentado para dar lugar ao Stralis HD, inicialmente importado da Argentina. Seu legado vai ficar marcado na história como o primeiro caminhão pesado rodoviário da Iveco em sua segunda fase brasileira.

 

Entre outros a serem postados, este catálogo foi uma cortesia de nosso amigo Luiz Henrique Ferreira, que enviou também a seguinte mensagem:

“Olá querido amigo,

Meu nome é Luiz Ferreira e sou um apaixonado pelo seu trabalho, faço parte da equipe EAA para ETS 2 e sou apaixonado por tudo o que você faz, em diversos momentos do projeto consultamos seu site para saber determinadas informações sobre os veículos.

Assim como você me ajudou, irei te ajudar com alguns pdfs que não encontrei no site mas que tinha em meu acervo pessoal.

Obrigado por tudo,

 Luiz Ferreira.”

 

Nota: caso não o amigo leitor não conheça, EAA ETS 2 é o Euro Truck Simulator 2, muito popular entre os internautas aficionados por simuladores de caminhões.

 

Scania T113 H e T143 H 4×2 – 1991

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Atendendo a pedidos de leitores para enriquecer nosso acervo de Scania Série 3, sovaldi estamos adicionando hoje este catálogo dos dois modelos 4×2 de cabina convencional, o T113, oferecido com motor de 11 litros de 310, 320 e 360 cv (os dois últimos com intercooler), e o T143, com o V8 de 14 litros e 450 cv.

Produzida a partir do segundo semestre de 1991, a Série 3 é considerada por muitos entusiastas da marca como “o melhor Scania de todos os tempos”. Esta gama continuou em produção até o começo de 1998, quando cedeu espaço para a nova  Série 4.

Nota: pedimos desculpas pela qualidade do material, fotografado de um antigo original.

Fiat 190 Turbo – 1984

FIAT 190 TURBO PE

Para inaugurar a primeira colaboração pernambucana deste espaço, thumb trazemos este recorte de jornal datado de dezembro de 1984, dando conta de uma importante venda da Iveco, durante sua primeira fase no país. Na imagem, nada menos que 14 unidades do poderoso Fiat 190 Turbo, equipado com motor 8210 de 306 cv e caixa Fuller de nove marchas.

Bem visível na imagem, a ampla cabina exibia para-brisa com três limpadores e faixas decorativas, exclusivas da versão turbo.

Vale lembrar que, naquela época, o fim se aproximava para a Iveco e por consequência para o 190 Turbo. Além das unidades da foto, apenas outras 335 foram fabricadas entre 1984 e 1985, antes do triste fim se descortinar sobre a planta de Xerém, em Duque de Caxias, RJ.

Agradecemos ao amigo Ivo, de Toritama, PE, pelo envio desta imagem e por seus frequentes comentários em nosso posts.

Anúncios Ford – Anos 60 a 90

Ford caminh+Áes 1962 4Rodas Jan 1962 Ford F-600 Diesel 6 X 6 TM 1972 Ford F-600 SRD Abril 1960 Super Ford Sele+º+Áes maio de 1962 1 Super Ford Sele+º+Áes maio de 1962 2 Super Ford Sele+º+Áes maio de 1962 3 Ford 40 anos 1 Ford 40 anos 2

Enviadas pelo amigo Alfredo, pharmacy dividimos com você diversas peças publicitárias da Ford, editadas entre os anos 60 e 90.

Encabeçando as imagens, o Alfredo nos escreveu:

“Evandro,

Sou um grande admirador do seu site.
Tenho muitas propagandas antigas. Dentro do possível, estarei te enviando.
Seguem algumas propagandas da FORD .

Um abração,
Alfredo Rodrigues
Pelotas, RS.”

Desfile de Kombis

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Sabendo que este espaço está sempre aberto às “gorduchinhas”, thumb nosso amigo gaúcho Daniel Giraldi nos enviou uma belíssima coletânea de “Kombosas” do Sul do país, clicadas sobretudo entre Porto Alegre e Florianópolis:
“Fazia algum tempo que eu não te mandava nenhuma foto, então segue aí algumas Kombis.”
Infelizmente, o limitadíssimo editor de texto da WordPress (plataforma deste site) não nos permite colocar as fotos junto das interessantes legendas que o Daniel forneceu.

Ford Modelo 51 – 1936

Ford 1936 RONALD ANDRIOLI
Nosso amigo Ronald Andrioli enviou fotos de seu raro caminhão Ford Modelo 51 de 1936. Lançado no ano anterior, hospital medical o caminhão da classe de 1 1/2 toneladas longas era animado por um motor Ford V8 221, click prostate de 3,6 litros e 81 cv, casado a uma transmissão de quatro marchas sem sincronização. Parar ficava a cargo dos freios a tambor com acionamento mecânico.
O modelo era disponível com dois entre eixos: 131,5 e 157 polegadas (3.340 e 3.989 mm) e opção de rodado duplo ou simples, como neste caso.
Uma prática comum na época era o fabricante fornecer apenas o “torpedo”, também chamado de chassi-curvão, com ou sem para-brisa. O caminhão do Ronald se encaixa na primeira alternativa, como denota o para-brisa original e a cabina artesanal feita da então abundante madeira que ora se escasseia.
Parabéns, Ronald, pelo belíssimo caminhão!

Ford B-700 – 1987

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Nosso amigo e frequente colaborador deste espaço Daniel Girald fez uma inusitada descoberta, enriquecida por uma abordagem pessoal e registro fotográfico, conforme ele mesmo nos descreve:

“Dá só uma conferida nessa preciosidade que eu vi ontem aqui em Porto Alegre, mais especificamente no Sítio do Laçador.

Um daqueles muitos Ford B-700 doados por igrejas americanas para prefeituras e ONGs em diversas cidades brasileiras, principalmente no Nordeste mas também em Santa Catarina onde normalmente serviam às APAEs e às escolinhas de esportes da ASTEL (Associação dos Servidores da TELESC).

Esse exemplar especificamente é do ano ’87 e tem câmbio automático Allison de 4 marchas, carroceria canadense Thomas Built Buses e motor FNH 6.6 brasileiro. Não sei se o primeiro operador dele no Brasil foi a ASTEL ou alguma APAE, mas veio de Blumenau para o Rio Grande do Sul, onde é operado pela empresa de turismo Ativa.

O motorista que me mostrou a nave comentou que as únicas alterações foram os faróis de Fiat 147, cintos de segurança sub-abdominais, e a troca dos freios hidráulicos por pneumáticos sob alegação de uma menor tendência ao fading.”

Observe que o ônibus encontra-se em excelente estado, considerando seu ano de fabricação. Até a placa escamoteável de “Stop” ainda está em seu lugar. Na América do Norte, em operação normal, ela se abre durante o embarque e o desembarque, ditando que todos os veículos à volta do coletivo devem se manter imóveis. A transgressão dessa regra é encrenca na certa…

Manual do Proprietário – CBT Javali – 1991 – Parte 1/2

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Nosso amigo Valmir Jr. fez a gentileza de nos enviar links contendo os manuais do jipe CBT Javali. O precioso manual do proprietário fizemos questão de baixar e editar para você, for sale salve amigo leitor, drugstore facilitando a sua consulta.

Note que interessante as marcas do tempo neste manual. A poeira parece indicar que passou boa parte de sua vida no porta-luvas ou em alguma estante no interior deste imenso Brasil. Estas marcas de uso não têm preço para quem é nostálgico como nós!

Observe também a simplicidade do manual, com textos datilografados, ilustrações desenhadas à mão e páginas numeradas do mesmo modo. Num mundo de e-books, downloads, pdfs, redes sociais, etc. & tal, este manual com sua beleza até inocente parece fazer parte de um passado remoto, embora tenha apenas poucos mais de vinte anos.

Ele é o retrato vivo da tremenda evolução na tecnologia da informação por que passa o planeta!

A seguir a mensagem do Valmir e os citados links:

“Olá.

Adquiri há pouco tempo um CBT Javali 91

Junto com ele veio o manual do proprietário (original) e uma cópia do manual de manutenção (incompleto mas com o principal).

Estou dispondo os links para download.

Manual do proprietário:
https://mega.co.nz/#!wppmyaDb!3xTVMH…cCGNXz3kg1BcU0

Manual do arranque:
https://mega.co.nz/#!0pgAFAxZ!kng0ez…QvDXURFjk-qd4Y

Manual de Manutenção:
https://mega.co.nz/#!w4ADDS6a!p3N-f5…LsZADetlWItb8w

Abraço,

Valmir Jr.”

Inferno no Asfalto – Scania LKS141

Anuncio do SCANIA LK 6X2

Direto do nosso querido Paraná, ask o amigo e colaborador Roberto Dias Alvares nos envia mais uma de suas saborosas aventuras pelas estradas brasileiras, thumb  desta vez a bordo de um saudoso Scania LKS 141, shop pilotado pelo João Vicente.

O anúncio que ilustra este post também foi mais uma cortesia do Roberto.

 

INFERNO NO ASFALTO
(Scania LKS 141 6×2)
Autor: Roberto Dias Alvares

João Vicente, rapaz honrado,
após dois anos no serviço militar,
já tinha seu destino planejado.
Comprar um caminhão e casar.

Angela, sua namorada,
esperara com paciência.
Sua volta por ela aguardada
sofrendo na sua ausência.

João Vicente guardara dinheiro
para comprar seu caminhão.
Sempre sonhara ser caminhoneiro.
Para isso mostrara determinação.

Com Angela o casamento.
Sonho da moça realizado.
Foram a um estacionamento,
onde o caminhão seria comprado.

Após muita pesquisa,
uma máquina ali parada
João vendo-se pelo pára-brisa
Scania LKS cabine avançada.

O cavalo bem cuidado.
Tinha pouca rodagem.
Caminhão preparado
para enfrentar qualquer viagem.

Fechou ali mesmo o negócio.
Pagou do valor a metade.
O restante no consórcio,
pagaria sem dificuldade.

Saiu ele e a sua amada,
Com a alegria estampada no rosto.
Seguindo feliz pela estrada,
parou para abastecer no posto.

Avisou pelo rádio amador
aos companheiros da estrada,
que tinha mais um trabalhador
no trecho com máquina turbinada.

A noite caiu depressa.
Dormiram dentro do caminhão.
Na cama-leito foi expressa
entre os dois uma louca paixão.

No dia seguinte saiu
procurando carga para levar.
Velho amigo ali viu,
e com ele foi conversar.

Era de seu pai um amigo
que o conhecia desde menino.
Avisou-o sobre perigo,
pois o trecho era cruel e assassino.

Por Antonio carreteiro chamado,
vira muitas coisas nessa vida.
Agora já estava aposentado.
Deixara de lado essa lida.

João Vicente pegou carregamento
para ser levado á Goiás.
Ia pela pista de rolamento.
Seguia dirigindo em paz.

Aquela grande transportadora
pertencia a homem ganancioso.
Político influente, no passado fora.
Tinha negócio ilegal grandioso.

Chamava-se senhor Dirceu
e quase não era visto.
Tinha sob o comando seu
de negócios um império misto.

De maneira clandestina
caminhoneiros tinham de levar
maconha e até cocaína,
no meio da carga pra disfarçar.

Á João Vicente fez a proposta.
Fazer carregamento ilegal.
Acompanhado de guarda-costa,
forte e com cara de mal.

O jovem João Vicente
disse que isso não faria.
O homem ficou descontente.
Achou que o rapaz toparia.

João Vicente rapaz honesto
não aceitaria coisa errada.
Tinha palavra e todo o resto
para ele não importava nada.

O rapaz fez da carga a inspeção
para saber se estava tudo certo.
Viu na carreta de seu caminhão,
grande caixote semi-aberto.

Com embalagens de café disfarçado,
ali no meio bem escondido,
pacotes com um pó esbranquiçado.
Era cocaína, tinha percebido.

Mandou que fosse retirado
aquela caixa com droga ilegal.
O homem mostrou-se zangado.
Olhou pra ele com cara de mal.

Aquele caixote foi retirado.
João Vicente já ia saindo.
Seu velho amigo a seu lado
com ele estava seguindo.

Antonio carreteiro iria
acompanhá-lo naquela jornada.
Estava preocupado se via,
prevendo dificuldades na estrada.

João Vicente dirigia,
e o amigo ia ao lado.
Lá fora, ensolarado dia,
Vários quilômetros tinham rodado.

Olhando pelo retrovisor
aproximava-se caminhão com rapidez.
prevendo situação de terror,
ficou mais atento por sua vez.

O cavalo Scania jacaré ultrapassou
e a um quilômetro á frente,
no meio da pista atravessou.
O que faria João Vicente?

Sem nem a menos pestanejar,
esbarrou no cavalo e seguiu em frente.
A perseguição iria continuar.
Tinha de fazer algo urgente.

João Vicente pegou seu rifle de repetição.
Antonio carreteiro assumiu o volante.
Saiu pela janela do caminhão.
Subiu no reboque baú  em um instante.

No teto do reboque baú rastejando
João Vicente esperou o momento certo.
O cavalo mecânico rápido chegando.
Precisava estar ainda mais perto.

João Vicente em rápido movimento
apontou e disparou com precisão.
O motor do bruto acusou o vazamento
Fez-se ali uma grande explosão.

O cavalo mecânico pelo fogo tomado.
Dois homens saiam apressadamente.
João Vicente ficou preocupado.
“Por que fizeram isso com a gente”?

Antonio carreteiro afirmou:
“Predomina o crime organizado”.
“Dono da transportadora que mandou”.
“Pois fazer o que ele queria foi recusado”.

Ao deixar a carga no destino
João Vicente percebeu algo errado.
Homem com jeito cretino
recebeu o carregamento mal humorado.

João Vicente não conseguia parar.
Mal chegou, outro frete já carregado.
Era só um reboque vazio desengatar
que o outro reboque já estava preparado.

Quis conferir o carregamento de fruta
mas alegaram que tempo não havia.
João Vicente partiu para a luta.
Rodar a noite toda ele precisaria.

Achou aquela atitude estranha
e resolveu parar e verificar.
Pouca distância fora ganha,
O que viu não podia acreditar.

Insuportável era o cheiro
que exalava do furgão.
Tentaram enganar o caminhoneiro
fazendo-o levar aquela podridão.

Á Antonio carreteiro ajuda pediu,
pois não sabia o que fazer.
O velho caminhoneiro decidiu
até a transportadora retroceder.

Só havia um vigilante
pois já estava fechada.
Imobilizaram-no em um instante.
Ao pátio a carreta foi levada.

Haviam reboques parados.
Abriram um a um para verificar.
Um deles estava carregado
com frutas boas para se levar.

Pegou a Nota fiscal
e atrelou o reboque no cavalo.
dirigiu a noite toda até o destino final
sem ninguém para atrapalhá-lo.

Deixou o carregamento de frutas
recebeu o pagamento justo.
Na rodovia, duas máquinas brutas
deram-lhe um grande susto.

Enquanto retornava para o lar,
por dois caminhões perseguido.
Tentaram da estrada tirar.
Mas isso não foi conseguido.

Tentaram bater em seu caminhão
mas ele escapou desta cilada.
Deixou ambos fora de ação,
dando neles uma fechada.

Tendo chegado ao seu lar.
Recebido com beijo apaixonado.
Após delicioso jantar,
ambos dormiram abraçados.

Já era início da madrugada,
um barulho assustador.
Bola de fogo jogada,
verdadeira cena de horror.

Garrafas de gasolina
explodiram dentro da residência.
Ele protegeria sua menina,
mesmo sozinho imporia resistência.

A porta estava sendo forçada.
O rifle estava no caminhão.
Se ela fosse derrubada,
Usaria como arma a sua mão.

Escondeu a esposa no banheiro.
Faca de cozinha para defesa.
O que faria o caminhoneiro?
Usaria sua coragem e destreza.

A porta foi derrubada
entraram quatro mascarados.
Escuridão, não se via nada
Um dos bandidos foi nocauteado.

Desferiu soco violento
Jogando adversário no chão.
Viu outros três nesse momento
corriam em sua direção.

Entrou em luta corporal.
Pelos homens foi agarrado.
Um deles sacou um punhal
para nele ter alvejado.

Enquanto por dois era agarrado,
iria alvejá-lo o terceiro.
Nos dois agressores apoiado,
acertou um pontapé certeiro.

O agressor caiu no chão.
O punhal fincado na parede da sala.
dos dois outros sofreu agressão.
Procuravam a esposa para pegá-la.

João Vicente ao ser chutado,
segurou a perna do seu agressor.
Virou-a violentamente para o lado,
causando no homem muita dor.

Correu atrás do outro invasor
que agarrara sua amada.
Usando todo seu vigor,
foi um festival de pancada.

Vendo a esposa chorando
descontou no malfeitor sua ira.
Ela agredida, boca sangrando.
Violento soco no homem desferira.

Telefonou para o delegado
contando o que aconteceu.
Homem da lei mas subornado
Após uma hora apareceu.

O delegado disse a João
que era melhor esquecer aquilo.
Para sua estupefação,
homem da lei tentava dissuadí-lo.

João disse que iria registrar queixa
levaria sua esposa ao hospital.
Uma coisa dessas não se deixa.
Seria um prêmio a quem faz o mal.

manhã seguinte na delegacia
nenhum dos homens detidos.
Não acreditou no que via.
Advogado e juiz liberaram bandidos.

João Vicente percebeu então
o quanto Dirceu era poderoso.
De crime comandava organização.
Era um homem tenebroso.

João começou a pensar
Falando com cada caminhoneiro
Não podiam aceitar,
serem explorados o tempo inteiro.

Caminhoneiros começaram a se negar
fazer transporte de coisas ilegais.
Dirceu não poderia tolerar
audácia e atrevimento de um rapaz.

João queria tirar a esposa da cidade.
Com alguém grande havia mexido.
Para conseguir frete tinha dificuldade.
Por Dirceu, sabia, era perseguido.

As transportadoras menores
temiam aquele homem inescrupuloso.
Seus proprietários não eram melhores
não desobedeciam homem temeroso.

João viu-se em dificuldade.
Como pagaria a prestação?
Conseguir frete a necessidade,
ou ficaria sem seu caminhão.

Foi para outro Estado,
buscar frete para o transporte.
Conseguiu voltar carregado
e nisso teve muita sorte.

Procurou a Corregedoria,
Comandante da polícia Federal.
Contou tudo o que sabia
e que Dirceu era um homem mal.

O Comandante fez afirmação,
que deixou João animado.
Dirceu já era alvo de investigação.
Em breve ele seria apanhado.

O Comandante pediu sigilo
para não prejudicar a investigação.
João ficou contente ouvindo aquilo.
Seria alívio Dirceu indo para prisão.

Dirceu, homem cruel
vendo em João Vicente, ameaça.
Temendo tornar-se réu,
jurou que acabaria com sua raça.

Aproveitando sua ausência
Homens foram a sua casa de surpresa.
Sem a esposa dar a anuência
entraram com extrema rudeza.

Agrediram sua esposa,
que estava no início da gravidez.
Dirceu, ardiloso como uma raposa
achou que triunfaria desta vez.

Quando João recebeu a notícia
que sua esposa estava no hospital.
Nem pensou em chamar a polícia.
Resolveria esta situação afinal.

A sua esposa felizmente,
não perdera a criança.
Mas João, de ódio doente,
queria a qualquer custo vingança.

Foi até a sede da empresa.
De Dirceu o quartel general.
Certamente não haveria surpresa.
Bem informado aquele homem mal.

Duzentos quilômetros rodaria
até chegar àquele castelo envidraçado.
João Vicente não imaginava o que faria,
Mas sentia que DEUS estava a seu lado.

Já era noite escura
quando João chegou ao portão.
Parado em frente àquela altura,
Tinha de tomar sua decisão.

Á entrada da empresa
seguranças bem armados.
João Vicente não teve certeza
se seu plano deveria ser continuado.

Mas agora não tinha volta.
Lembrou o que fizera Dirceu.
Freio do bruto ele solta,
com fúria, seu cavalo correu.

Pelo retrovisor ainda viu
sirenes e giroflex ligados.
A marcha não diminuiu.
Com o impacto, o portão derrubado.

Uma seqüência de disparos
Não intimidou João Vicente.
Dirceu pagaria bem caro
e disso estava consciente.

Á frente da empresa pode ver
de vidro, um imenso painel.
Símbolo  de Dirceu e seu poder.
Sentiu na boca gosto amargo de fel.

Uma rampa até o painel
subiu seu cavalo de aço.
Saltou, cruzando o céu.
Painel de vidro em pedaços.

Semi-destruído seu caminhão.
Ele estava bem machucado.
Ouvia sirenes vindo em sua direção.
De repente ficou desacordado.

Quando despertou no hospital,
todos os caminhoneiros da região.
Fizeram um dia de parada total.
Não circulou nenhum caminhão.

Ficou sabendo por seu amigo
que Dirceu, na empresa fora preso.
Provas mostravam ser ele um bandido
manipulando trabalhador indefeso.

Muitos caminhoneiros de testemunha
contaram ser pressionados a transportar.
Em meio á carga, droga ele punha.
E esse carregamento tinham de levar.

Com Dirceu na prisão
os caminhoneiros tiveram paz.
Acabou sendo a sua libertação
graças ao corajoso rapaz.

A esposa de João
deu á luz belo menino.
O seguro pagou seu caminhão
e na estrada seguiu seu destino.

Voos comerciais em tempo real – Acompanhe!

FR24

Você que, viagra como nós, check gosta de aviação comercial, medicine já deve conhecer o fantástico site Flightradar24 (http://www.flightradar24.com/ ), que gratuitamente exibe em tempo quase real todas as aeronaves que dispõem do sistema ADS-B a bordo, sigla em inglês para Vigilância Dependente Automática por Radiodifusão.

Além de mostrar a navegação lateral da aeronave sobre um mapa Google, o site disponibiliza o número do voo, o tipo e o prefixo do avião, a rota, a velocidade, a razão de subida ou descida, entre outros dados interessantes, bastando clicar sobre o ícone correspondente com o formato do avião.

Os aeroportos também não ficam de fora. Ao clicar sobre o ícone correspondente, o site mostra as condições atmosféricas locais do aeródromo, bem como as chegadas e partidas previstas.

Por residirmos próximos ao Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, pudemos comprovar a exatidão dos dados apresentados, tanto por observação visual, como por escuta radiofônica com um equipamento portátil. Também fizemos uma verificação das informações apresentadas, confrontando-as com as prestadas por um familiar nosso, tripulante de uma das grandes linhas aéreas brasileiras. Os dados são muito precisos e confiáveis.