Marcopolo Jr. – Mercedes-Benz LO-608-D

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Nos tempos do Mercedinho LO-608-D, viagra líder absoluto no segmento de micro-ônibus, tanto nas versões executivas, escolares ou urbanas, o mercado era dividido pelas carroçarias Caio Carolina e Marcopolo Jr., conforme mostrado no post de hoje.

A versão ilustrada era montada sobre o chassi de 3.500 mm entre eixos, pouco usual, uma vez que a maioria dos clientes preferiam o chassi longo, de 4.100 mm. Ao longo de sua existência, o Júnior ganhou melhorias como o teto elevado e o painel de instrumentos de estilo envolvente, ambos incorporados no modelo deste post.

Ao contrário do Caio Carolina, que utilizava o chassi-curvão com a frente do caminhão 608 D, a Marcopolo preferia ter uma carroçaria com cara própria, de estilo inconfundível. Apesar de raro, o Marcopolo Jr. também vestiu outros chassis, como o pouco conhecido Fiat 80 OD, identificável por detalhes como o balanço dianteiro maior que o do Mercedinho.

Embora um tanto pesada para o limitado desempenho do motor OM-314 de 85 cv, esta carroçaria era extremamente robusta e bem construída, uma genuína Marcopolo.

Parte de nosso acervo, este folheto faz parte de coleção obtida durante nossa memorável visita à fábrica Planalto da Marcopolo, no final dos anos 80, em Caxias do Sul, RS.

Em breve, teremos mais carros da marca gaúcha nestas páginas.

 

 

Mercedes-Benz LS-1924-A – 1979

LS 1924A 1979

Com produção iniciada em fins de 1978, here o LS-1924-A chegou trazendo um novo alento de competitividade para a linha pesada da Mercedes-Benz no Brasil.

Num mercado dominado pelo Scania L111 (com mais de 1.800 produzidos naquele ano) e pelo irmão LS-1519 (mais de 1.700 cópias fabricadas em 1978) da mesma casa alemã, cialis o LS-1924 de motor aspirado viu apenas 240 unidades saírem pela linha de São Bernardo do Campo, order naquela temporada. Mesmo o Fiat 190, com 539 fabricados, se saía melhor que o 1924.

O motor aspirado de apenas 240 cv era um dos entraves do 1924, que tinha a menor potência da categoria de 40 toneladas de PBTC. Com a adição do motor turbo OM-355/6-A, de 285 cv líquidos, o novo 1924-A chegava para abocanhar um quinhão maior no mercado de cavalos mecânicos para carretas de três eixos.

Esta bonita peça publicitária de página dupla nos foi enviada pelo amigo André Giori, que sempre nos ajuda na construção deste espaço. Ao que tudo indica, o pano de fundo para a bela foto parece ser a Rodovia Rio-Santos, com um Mercedinho em sentido contrário. Através do para-brisa, note também o “maneco” cromado, típico acessório de época, nos anos setenta e oitenta.

FiatAllis 7D

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Em linha com os interessantes comentários do Daniel Shimomoto de Araujo e sua rica experiência com os tratores de esteira, for sale estamos adicionando o catálogo do FiatAllis 7D de nosso acervo, salve concorrente do Caterpillar D4D postado anteriormente, pharm onde você encontrará o dito relato de nosso amigo.

O modelo de 9,4 toneladas contava com motor MWM D-229-6 calibrado para entregar 92 cv líquidos a 2.000 rpm. Atrelado a ele, uma transmissão de 5 marchas à frente e 4 à ré brindava uma força trativa de mais de 8 toneladas na barra de tração e uma gama de velocidades avante entre 2,7 e 9,5 km/h.

Mercedes-Benz O-370 – 1985

O370 1985

Lançado em 1984 como substituto do O-364, find prescription o monobloco O-370 trouxe uma pequena revolução conceitual aos ônibus da marca da estrela, case incorporando importantes avanços, drugstore como a suspensão pneumática, os motores turboalimentados e uma inédita versão 6×2, diminuindo a defasagem da Mercedes frente aos concorrentes.

Produzidos na fábrica de Campinas, SP – na época o “estado da arte” em termos de manufatura de ônibus integrais – os modelos da família O-370 exibiam um atrativo visual, trazendo um novo patamar de qualidade e acabamento, tanto externa como internamente.

Este anúncio nos foi enviado pelo amigo André Giori, que tanto nos ajuda na construção deste espaço.

Comemorando o 1.000º post: VW Transporter – Década de 50

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Depois que a lendária Kombi encerrou sua carreira como produto de linha no Brasil, viagra sale pharm em fins de 2013, ailment planejamos gradualmente resgatar sua memória, compartilhando literaturas como a do post de hoje, em merecidas homenagens a este ícone do mundo automotivo.

Para comemorar nosso milésimo post, reservamos um material especial. Parte do acervo de nosso grande amigo dos tempos de faculdade, Rodolfo Larine, este raríssimo catálogo da VW Transporter (ainda nem se chamava Kombi…) foi obtido por seu finado avó, em uma provável visita à concessionária Marcas Famosas, na capital bandeirante, no começo dos anos cinquenta. Observe as belíssimas gravuras e a riqueza de detalhes.

Levamos mais de dois anos para atingir esta marca de 1.000 posts, mas esperamos que os próximos 1.000 venham mais depressa.

A você, amigo leitor, nossa gratidão por nos acompanhar e nos apoiar nesta cruzada em prol da memória dos veículos comerciais brasileiros!

 

 

 

 

Scania Série 4 – 1998

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Com produção iniciada no primeiro trimestre de 1998, click sales a Série 4 da Scania chegou trazendo uma revolução em termos de cabinas, salve pharmacy chassis e trens de força, cialis  todos renovados. Com a estreia da nova gama, a admirada Série 3 então deixava de ser fabricada.

Para esclarecer o público sobre o novo sistema de nomenclatura dos modelos da Série 4, a Scania preparou várias literaturas de qualidade, como a reproduzida neste post. Mais tarde, tal esquema de identificação – considerado por muitos uma verdadeira “sopa de letrinhas” – foi desbastado e simplificado, ficando mais evidente e mais em linha com as práticas do mercado.

 

De caminhão pelo Brasil – O livro – Em busca de patrocínio

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Alguns de nossos amigos leitores têm indagado sobre o andamento dos trabalhos para a edição do livro De caminhão pelo Brasil, nurse fruto de quatro anos de pesquisa, for sale  iconografia e redação.

Em função de um redirecionamento da editora original que nos apoiava, ambulance estamos em busca de novos patrocinadores e de um novo editor, para prosseguirmos rumo à publicação da obra, que no momento está em processo de revisão, projeto gráfico e diagramação.

Planejamos publicar tanto a versão e-book, quanto a impressa, mas para tanto será necessário encontrar pessoas ou empresas dispostas a nos apoiar financeiramente nesta empreitada.

De caminhão pelo Brasil conta a história do caminhão, desde seus primórdios nos tempos da Revolução Industrial, passando pelo seu desembarque no Brasil no final do século XIX, como artigo importado, até sua nacionalização em meados da década de cinquenta, chegando até os principais marcos históricos recentes.

O livro reúne de forma inédita relatos históricos exclusivos sobre nada menos que 104 marcas que estiveram ou estão operando no país, ricamente ilustrado com mais de 1.500 imagens, entre fotos atuais e de época, tabelas e infográficos, distribuídos ao longo de quase 800 páginas de 21 x 30 cm, de qualidade primorosa.

Para criar o necessário pano de fundo para esta viagem memorável através deste mosaico de marcas – muitas delas desconhecidas do grande público – a obra também inclui capítulos dedicados à anatomia do caminhão e seus principais componentes, bem como os aspectos da legislação pertinente, como a evolução da “Lei da Balança”, emissões gasosas, nível de ruído e combustíveis alternativos.

De caminhão pelo Brasil será o único livro do gênero no país, um verdadeiro resgate da rica história de nosso transporte rodoviário de cargas, com foco específico no caminhão.

Caso tenha interesse em saber mais sobre o livro e como nos apoiar neste projeto, entre em contato conosco, através do e-mail: caminhao.brasil@hotmail.com

Nota: enquanto trabalhamos na capa definitiva do livro, delicie-se com este belo Chevrolet Especial 1946, ainda na ativa na região de Botucatu, SP. Montado a partir de kits importados na fábrica da GM em São Caetano do Sul, SP, o Especial era um caminhão da classe de 2 toneladas nominais, movido pelo lendário motor a gasolina Chevrolet 235, de 3,85 litros, bom para produzir 94 cv. Atrelado a ele, havia uma caixa de quatro marchas e um eixo traseiro com reduzida acionada a vácuo.

 

 

 

 

Toyota Bandeirante – Linha BJ – 1996

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Para finalizar a postagem do rico material sobre Toyota Bandeirante enviado pelo amigo Lucas Vieira, unhealthy dividimos com você este completo catálogo da última versão da família produzida entre 1996 e 2001.

Note que, naquela altura, além do motor Toyota 14B – então com potência reduzida para atender emissões – a linha Bandeirante tinha transmissão de cinco velocidades, freios a disco na dianteira, válvula sensível à carga nos freios traseiros e opcionais como o ar condicionado e a tomada de ar externa.

Manual do Motorista Mercedes-Benz – 1977 – Parte 2 – Final

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Hoje completamos a postagem do interessante manual cedido pelo amigo Reginaldo Bernardi, remedy pill buy cialis physician que tanto nos apoia neste projeto de recuperação da memória dos veículos comerciais brasileiros.

Reginaldo, obrigado!

New Holland 8040 – 1989

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A colheitadeira 8040 da New Holland inaugura nossos posts deste tipo de máquina aqui neste espaço. Note que o modelo era equipado com o motor Ford 666, sick similar ao empregado na família Cargo, physician porém com potência abrandada para 135 cv, physician de modo a proteger o motor dos rigores desta aplicação, diga-se uma das mais severas que um propulsor diesel pode encontrar.

O folheto aqui reproduzido faz parte do acervo do amigo Fernando Luiz de Araújo, grande colaborador destas páginas.