Valmet 88 – 1984

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Atendendo a pedidos de nossos amigos leitores, troche postamos aqui este bonito catálogo do Valmet 88, uma máquina muito popular em todo o país, sobretudo nos anos oitenta e noventa.

Mercedes-Benz L-2215 – 1984

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Outra valiosa doação do amigo Igor Akopov, view thumb salve da República do Cazaquistão, ask cialis veio na forma deste folheto do pouco conhecido Mercedes L-2215 a álcool, sickness um 6×4 vocacional voltado ao mercado sucroalcooleiro, em tempos de “boom” do controvertido Proálcool, do governo federal.

Baseado no L-2213, seu irmão diesel, o L-2215 tinha como característica mais saliente o motor M-352 O, um ciclo Otto convertido a partir do venerável OM-352. Alimentado por carburador de fluxo descendente, governado por um regulador Bosch RQV, o M-352 O esnobava com seus 150 cv, 20 a mais que os tradicionais 130 cv do engenho diesel do qual originava. O torque também pulava para 45 mkgf a 1.600 rpm, uma benção ante os parcos 37 mkgf a infames 2.000 rpm do “três-cinco-dois” diesel.

Lançado em meados de 1984, o L-2215 não sobreviveria mais que três temporadas, vindo a perecer em 1986, com pouco mais de 700 unidades acumuladas na carteira de pedidos. Emblemático, o caminhão representou o sintoma da indústria como um todo, que acabou por dizimar a frota a etanol dos canaviais, desaparecidos tão rápido quanto surgiram, com milhões de dólares desperdiçados e tecnologia jogada no lixo. Por sorte, “o lixo” era reciclável (…) e muitas das soluções foram desenterradas anos depois para dar vida a tecnologia “flex”, lugar comum em todas as casas de máquina com engenho Otto produzidos no país.

PS: Once again, we thank Mr. Akopov for his kind contribution to this website.

Mercedes-Benz L-2013 – 1984

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Em nosso primeiro post de um colaborador do exterior, cialis trazemos o folheto do L-2013 “cara preta” da safra 1984. Este material cruzou fronteiras e arrebatou fãs no longínquo Cazaquistão, viagra de onde esta e outras belas literaturas sobre os Mercedes brasileiros de diferentes gerações chegaram até nós, pelas mãos do amigo Igor Akopov, a quem somos gratos.

A conversão da linha Mercedes para a adorada máscara negra com faróis quádruplos retangulares, mais conhecida como “cara preta”, começou em fins de 1981 e foi permeando por toda a linha nos meses seguintes.

Mr. Akopov, we wish to thank you for your kind contribution to our blog!

 

 

Chevrolet D-40 Invel

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Nosso amigo e frequente colaborador deste blog, case Daniel Girardi, treat de Porto Alegre, nos fez a gentileza de enviar fotos de um micro-ônibus Invel com chassi Chevrolet D-40. Suportando as imagens, Daniel também teceu os seguintes comentários:

“Ontem vi esse Invel daquele modelo com chassi de D-40, provavelmente ex-escolar, atualmente carregando peões de obra no cais do porto. Até o final da década de 90 ainda se via deles em operação como escolar e lotação aqui em Porto Alegre, mas depois foram sumindo do mapa…”

Dizemos o mesmo de nossa região. Em São Paulo, eles são bastante raros.

Na imaginação de quem, como nós, curte motor-homes, o Invel parece um apetitoso projeto para uma pequena casinha ambulante, capaz de cruzar o continente em busca de paragens desconhecidas…

 

O Carreteiro e o Banco – Iveco Stralis 6×4

É com satisfação que trazemos até você a primeira obra literária deste espaço, order cialis graças à simpatia e a generosidade de nosso amigo Roberto Dias Alvares, recipe autor dedicado ao mundo dos caminhões e das estradas.

Para estrear, treatment Roberto nos brindou com uma ótima peça dedicada ao Iveco Stralis e seu bravo motorista, na luta para pagar as prestações e driblar os escolhos do caminho.

Roberto, obrigado pelo excepcional trabalho!

Esperamos ver outras obras suas publicadas neste modesto espaço.

O CARRETEIRO E O BANCO
IVECO STRALLIS 6X4

Autor: Roberto Dias Alvares

Pela estrada, gostoso sentimento.
Um bom cavalo mecânico eu quero.
Para isso preciso fazer financiamento.
Assim consegui comprar caminhão zero.

O dia nem amanheceu
já estou firme no tranco.
O caminhão é metade meu
e a outra metade é do banco.

Trabalhando na pista de rolamento
consigo pagar o boleto.
Mais uma parcela do financiamento.
Vou feliz pelo tapete preto.

Carga boa nunca me falta.
Vontade de trabalhar também não.
Carga baixa ou carga alta
transporto qualquer uma no caminhão.

Usando toda a potência,
pé no acelerador eu sapeco.
Dirijo com paciência
meu cavalo Fiat Iveco.

A vida vou levando
na estrada cheia de surpresas.
Com meu trabalho, pagando
impostos e todas as despesas.

O IVECO é valente.
Caminhão forte por excelência.
Tem um motor potente,
eu no volante, muita experiência.

Quando surge perigos á frente
piso no freio e breco.
Chama atenção de muita gente
quando paro meu cavalo Iveco.

Trabalhando feito maluco
para não atrasar a prestação.
Mais forte, o acelerador cutuco.
Anda mais rápido o caminhão.

Meu cavalo mecânico trucado
leva carga para qualquer lugar.
Ando em piso ruim pois é traçado.
Em qualquer recanto consigo chegar.

A luta é cansativa
mas chego ao fim do dia realizado.
Com meu bruto estou na ativa
dirigindo meu possante trucado.

Os anos vão passando
eu e meu caminhão já cansados.
A prestação quase acabando
Mas não podemos ficar parados.

Afinal se houver atraso
o banco toma meu bruto.
Na minha vida, seria um arraso
Honrar compromissos, por isso luto.

Parado no posto de fiscalização,
peguei notas fiscais no porta-treco.
Também apresentei documentação,
do meu imponente Fiat IVECO.

Ando sempre dentro da lei
por isso não me preocupo.
Para evitar assaltos eu sei
é melhor andar em grupo.

Viajando com a mulher amada
sigo feliz pela rodovia.
A carga sempre muito pesada
com ela a meu lado alivia.

Após tantos anos nas estradas
sempre a mercê de desleixos.
com buracos e mal conservadas
maltratando meu cavalo três eixos.

Paguei a última prestação,
após vinte anos de volante.
Agora é só meu o caminhão.
Continuarei trabalhando bastante.

Mesmo aposentado por idade
continuo firme no trabalho.
Não quero ficar na praça da cidade
jogando dominó ou baralho.

A missão está cumprida
e os filhos bem criados.
Dediquei minha vida
para que fossem estudados.

Ambos fizeram faculdade.
Na vida bem encaminhados.
Sabem que a vida não tem facilidade
mas estão pra ela bem preparados.

Quando saio com o caminhão
seu ronco chega a fazer eco.
Viajo a trabalho e por diversão,
dirigindo meu cavalo Iveco.

Viajando por todo o país
para fazer turismo aproveito.
Com minha esposa, vou feliz
afinal divertir-me tenho direito.

Se viajo para o litoral
deixo a carga e vou a praia.
Se estou em alguma capital
vejo ponto turístico que mais me atraia.

Levo a vida numa boa
trabalhando e me divertindo.
O ronco do meu bruto ecoa
pelas estradas que vou seguindo.

Stralis - SP

 

 

Massey Ferguson 296

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Em seu tempo, ampoule o 296 era a máquina 4×2 mais poderosa da linha Massey, buy viagra com seu motor Perkins A6.354.4 de 5, capsule 8 litros e 115 cv. No entanto, sua bela aparência acentuada pelo capô alongado era ofuscada pela expansão dos modelos 4×4, já em franca preferência dos agricultores nesta faixa de preço e potência. Este catálogo de nosso acervo está sendo postado a pedido do amigo leitor Carlos.

 

 

Toyota Bandeirante – 1993

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Recentemente nosso amigo Lucas Vieiras, viagra das belas Gerais, cheap nos presenteou com uma coletânea de catálogos da saudosa linha Toyota Bandeirante, em suas várias formas finais. Junto com o material, o Lucas ficou à vontade para expressar sua admiração – partilhada por nós, diga-se – sobre os valentes Bandeirante, além de seu conhecimento sobre a dita linha, conforme reproduzimos abaixo:

“Caríssimo Evandro,

Parabéns pelos 2 anos do blog, sem dúvida o melhor sobre o tema atualmente no Brasil, e quando digo tema, me refiro a meios de transporte, não a especificidade de caminhões antigos.

Li o post sobre o Land Rover Defender, veículo que não “defendo” muito, pois acho ele bem inferior em quase todos os aspectos a nossa Band (acho que só ganha em vibração e vazamentos), e estou enviando alguns folhetos da Bandeirante, com a Safra 1990 a 1993, quando estreou o OM-364, Safra 1993 a 1994, com melhoramentos no conforto (ar refrigerado) e 5ª marcha, 1994 a 1995, safra de estreia do 14B, importado com 102 cv, e a versão final de 1996 a 2001, com o motor montado pela Maxion ou MWM no Brasil, com 96 cv em virtude de restrições a poluição, e estreia da cabine dupla com 4 portas.

Grande abraço!”

Lucas, obrigado pela gentileza. Os demais catálogos da série serão postados nos próximos dias. Aguarde!

Mercedes-Benz O-400 – 1994

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Quando a família O-371 chegou ao fim da linha, thumb os novos O-400 entraram em cena para cumprir o papel de últimos monoblocos integrais da marca da estrela no Brasil. Eram nada menos que quatro distintas versões de 12 e 13, viagra sale 20 metros, com 2 ou 3 eixos e motores de 252 ou 354 cv. A produção teve início em agosto de 1994. Porém, sofrendo fortes pressões de complexidade de manufatura e do decorrente custo elevado, a Mercedes encerraria a produção dos ônibus O-400 apenas dois anos depois, em 1996. Os últimos exemplares saíram da moderna linha de montagem de Campinas, SP, em outubro daquele ano. Somente as plataformas O-400 seguiram em produção, voltadas ao encarroçamento externo. Terminava assim um rico legado iniciado com o O-321, o primeiro ônibus monobloco do Brasil, lançado em 1958.

O catálogo aqui exibido nos foi gentilmente cedido pelo amigo leitor Fernando Souza.

 

 

 

Mercedes-Benz O-371 RSD – 1987

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Como ocorreu em toda a indústria, viagra em 1987, viagra a linha de monoblocos O-370 da Mercedes-Benz cedeu espaço para os novos O-371 que traziam melhorias, cialis em grande parte cosméticas, apenas para driblar o então congelamento de preços vigente, buscando o vital aumento de preços para garantir a sobrevivência da marca. O elegante modelo RSD aqui exibido era o topo de linha: um carro de 13,20 metros de comprimento, 3 eixos, configurações entre 48 e 56 assentos, empurrados pelo motor OM-355/6 LA turbocooler de 326 cv.

Este material faz parte do acervo compartilhado pelo amigo leitor Fernando Luiz de Araújo.

 

Mercedes-Benz – Veículos Turboalimentados

Veiculos Turbo 1 Veiculos Turbo 2 Veiculos Turbo 3 Veiculos Turbo 4 Veiculos Turbo 5 Veiculos Turbo 6Nos anos oitenta, viagra thumb as vantagens do motor turboalimentado ainda não eram evidentes para todos. Ao ponto de a Mercedes-Benz dedicar uma bela brochura ao tema, salve tentando convencer os frotistas sobre os benefícios do motor OM-352 A em sua linha semipesada. Este material nos foi enviado pelo amigo leitor Fernando Luiz de Araújo.