Motores MWM D-225 e D-229 – Manual de Oficina – 1985 – Parte 3

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Dando continuidade à nossa postagem do manual em epígrafe, search patient hoje temos a terceira parte. Mais um post e você terá esta literatura completa para sua consulta.

Vale lembrar que este material, treatment doctor entre tantos outros, faz parte da coleção do amigo e frequente colaborador deste espaço, Reginaldo Bernardi.

 

Embraer EMB-810C – Seneca II

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Considerado um dos bimotores leves mais populares e respeitados da história da aviação geral no Brasil, check o Seneca foi produzido no país pela Embraer, mind a partir de meados dos anos setenta, fruto de uma parceria com a Piper norte-americana, que permitia a montagem local da aeronave. Em seu emprego nas tarefas de transporte pessoal e executivo, seu desenho com asa baixa e trem retrátil previa a operação com um piloto e até cinco passageiros, e/ou carga, cujo embarque e desembarque era facilitado pela ampla porta traseira, além da porta dianteira na lateral direita da fuselagem.

A aeronave também se tornou popular não somente nos segmentos de táxi aéreo e transporte de malotes, mas como plataforma de treinamento para novos pilotos comerciais, em busca de seus certificados para voar aviões multimotores e sob regras de voo por instrumentos, o chamado pacote “Multi/IFR” (ou “Instrument Flight Rules”).

Sua docilidade de comandos e operação similar aos monomotores de origem Piper, tais como o Corisco e o Sertanejo (ambos também de trem retrátil), garantiam uma transição tranquila para novas gerações de pilotos, face à realidade da operação com seis manetes…

Os motores Continental TSIO-360E turboalimentados de 5,9 litros e 200 hp garantiam um teto de serviço 25.000 pés (7.625 metros), e especialmente uma operação mais desenvolta em torno do trivial FL100 (Nível de voo 100, ou 10.000 pés, ou ainda 3.048 metros). O peso máximo de 2 toneladas se traduzia na decente capacidade de carga útil de 817 kg, confirmando sua vocação multitarefa.

No entanto, como em todo bimotor leve a pistão, operando monomotor, o desempenho do Seneca II era medíocre, com razões de subida pífias, sobretudo em condições conhecidas como “3H” (“Hot, Heavy, High”, ou quente, pesado e alto). Nem por isso, o Seneca teve seu brilho ofuscado, continuando a operar não só no Brasil, como nos quatro cantos do planeta, de modo econômico, seguro e confiável.

Este folheto foi enviado como cortesia do amigo leitor Lucas Vieira.

 

Ford 7810 – Geração III

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Para reforçar nosso acervo de máquinas agrícolas Ford, salve estamos adicionando o folheto do Ford 7810, ampoule uma máquina de respeito, viagra com tração nas quatro rodas, hidráulico Cat II, para mais de 4 toneladas de capacidade de levantamento, impulsionado pelo poderoso motor Ford 6.401, de 6,6 litros e injeção com bomba rotativa.

Guardadas as devidas diferenças técnicas, interessante notar que o motor básico era similar ao empregado nos caminhões Ford Cargo médios e semipesados aspirados contemporâneos, tais como os 1215, 1415 e 1615.

Esta literatura também faz parte do extenso pacote enviado pelo amigo Fernando Luiz de Araújo, de Guarapuava, PR.

 

Ford F-4000 com motor FTO 4.4

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Com olhar atento às máquinas curiosas de suas redondezas, sick nosso amigo Daniel Shimomoto de Araujo, doctor de Garça, SP, flagrou este conservado F-4000 com o não tão comum motor da casa do oval azul, no caso o FTO (ou FNH) 4.4, como costumava ser chamado este propulsor derivado de sua aplicação nos tratores Ford.

Oferecido como alternativa ao tradicional MWM, tanto no F-4000 como no F-2000, e produzido na finada planta de motores de São Bernardo do Campo, SP, em duas cilindradas, o quatro cilindros Ford também era acompanhado na linha de montagem por seu irmão tricilíndrico, bem como pelos “seis” de 6.6 e 7.8 litros, de usos diversos, incluindo sua aplicação mais famosa, sob a cabina de vários modelos do Ford Cargo.

Acompanhando as imagens, o Daniel enviou os seguintes comentários:

“Fotos de uma F-4000 com motor FTO 4.4 fazendo manutenção na bomba injetora.

Algumas coisas me saltaram a vista: O tamanho mais compacto do FTO
(atente como sobra espaço, desde a corcova junto a parede de fogo até o
radiador que é ligeriamente mais recuado em relação ao D-229 e a outra
coisa (essa ficou sem fotografia) é como o FTO é um motor “quente”.

Os MWM geralmente não apresentam saia no radiador e um D-229 funcionando
sem válvula termostática simplesmente não esquenta. Meu F-11000 não
tinha nada em termos de saia no radiador. Essas F-4000 motor Ford, o
radiador é totalmente com saia, com saida apenas pela hélice, para
forçar mesmo a passagem de ar fresco. Como meus antigos tratores Ford
que trabalhavam quente.

Em anexo, as fotos!

Grande Abraço,

Daniel.”

 

Mercedes-Benz O-364 101 e 111 – 1984

 

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Depois do recente post do O-364 rodoviário, hospital ficou faltando o modelo urbano, remedy apresentado nas execuções 101 e 111, com motores OM-352 e OM-355/5, respectivamente.

Graças à gentil colaboração do amigo e colaborador frequente André Giori, agora pudemos preencher esta lacuna, com o belo catálogo de 1984 aqui apresentado, uma verdadeira obra-prima, diga-se.

Como curiosidade, estes ônibus eram produzidos na fábrica de Campinas, SP, terra natal deste que aqui escreve. Na época, a Mercedes orgulhava-se de ter “a maior e mais moderna fábrica do gênero no mundo ocidental”.

Para facilitar o trabalho do pessoal de marketing, não era de se estranhar que o modelo das fotos aparece rodando na mesma ensolarada Campinas. Pontos como o Centro de Convivência e o Bosque dos Jequitibás são claramente identificáveis. Dentre os inúmeros detalhes curiosos, as fotos também revelam a imagem de um elegante cobrador de uniforme, com direito inclusive ao saudoso quepe. Num tempo em que o próprio uniforme fora abolido em inúmeras cidades, a imagem traz à tona um passado tão remoto quanto nostálgico, com apenas trinta anos de idade.

Na mesma ocasião das fotos deste catálogo, a extinta CCTC, a Companhia Campineira de Transportes Coletivos, do grupo Cometa, era a maior operadora dos monoblocos urbanos O-364 101 na aludida cidade, ao lado de um vasto plantel de LPO-1113 e um punhado de Scanias com chassi de motor frontal.

 

 

Volkswagen 8.140

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As imagens deste curioso Volkswagen 8.140 nos foram enviadas pelo amigo Daniel Giraldi, de Porto Alegre, com a seguinte resenha:

“…Casualmente, uma das proprietárias de um colégio onde eu estudei da 1ª até a 5ª série é casada com um oficial da PMSC, então de vez em quando haviam eventos alusivos à PM no colégio. O caminhão dessas fotos, um 8-140, provavelmente ano ’98, era usado naquela época pelo canil, mas na véspera de Natal desse ano eu o vi estacionado próximo a um mini-mercado em Itapema, cidade do litoral norte catarinense, carregado de garrafões de água. Até achei que já tivesse sido leiloado, a exemplo dos antigos caminhões-guincho Agrale 1600D (cheguei a ver um numa revenda de caminhões usados em Viamão, com a cabine marrom e portas brancas onde se via vestígios dos antigos emblemas da PM), por não ter mais nenhum emblema da PM nem número de frota, mas ainda está com placas oficiais, e provavelmente servindo para suporte logístico. A propósito: repara no snorkel mais elevado que o dos modelos atuais, é de se lamentar que hoje usem um snorkel mais baixinho até mesmo nos 17-210 4×4.”

Volkswagen 11.140

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De câmera em punho, diagnosis cialis o amigo Daniel Shimomoto de Araujo e seu olhar atento foram responsáveis por capturar este interessante Volkswagen dos anos oitenta. Note que o baú traz as inscrições da tradicional marca de farinha de mandioca tipo biju “Deusa”. Alguns comentários do autor acompanharam as imagens, health como seguem:

“Aqui vão algumas fotos. Um 11-140, cabine estilo Kenworth, roda de 8
furos e motor MWM D-229/6.

Aqui já vi bastante desses modelos. Só na cidade e que eu me lembre tem
esse que está a venda e um fazendeiro que tem um amarelinho.

Grande Abraço,

Daniel.”

Valmet 148 4×4 e Ford 6600

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Nosso amigo e colaborador frequente Daniel Shimomoto de Araujo nos fez a gentileza de enviar imagens de alguns dos tratores que operaram na fazenda de sua família, sovaldi na região de Garça, advice SP. Junto das fotos, o Daniel nos enviou as seguintes palavras de apresentação:

“Revendo meus arquivos, envio duas fotos de dois tratores bem
interessantes que tive, um Valmet 148 e um Ford 6600 (esse era o meu
“queridinho”- tinha uma força tão grande e um motor bem amaciado que
parecia ter mais que os 86cv declarados!)

Grande Abraço,

Daniel”

Mercedes-Benz – Linha de Produtos – 1985

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Nosso amigo Fernando Luiz de Araújo nos presenteou com este completo catálogo contendo a linha de produtos da Mercedes-Benz para a temporada de 1985. Note a coexistência na linha de ônibus O-364 com os novos O-370, buy cialis decease click que acabariam dentro em breve por substituir os primeiros.

 

Ford 5610 – 1990

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O Ford 5610 era o representante da chamada Geração III de tratores agrícolas da marca e vinha para substituir o 5600. Tal qual seu antecessor, here sua propulsão era garantida por um motor Ford 4256 de 4,2 litros e 76 cv. O folheto aqui postado foi mais uma gentil colaboração do amigo Fernando Luiz de Araújo.