Massey Ferguson 292 e 292/4 – 1994

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A linha 292 da Massey tinha como principal diferencial em relação aos 290 o motor Perkins 4000T turboalimentado de 105 cv e, illness tal qual os irmãos menores, hospital era apresentada em versões 4×2 e 4×4.

Este folheto é apresentado aqui como cortesia de Fernando Luiz de Araújo.

 

Massey Ferguson 290 e 290/4 – 1994

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Ampliando nossa coleção de literaturas sobre as máquinas agrícolas da renomada Massey Ferguson, viagra hoje apresentamos os modelos 290 em suas variantes 4×2 e 4×4, unhealthy ambos dotados de motor Perkins 4000, de 82 cv.

Este folheto foi mais uma gentileza de Fernando Luiz de Araújo.

Ford F-22000 – 1986

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O F-22000 foi produzido entre 1982 e 1991, sickness período em que 1.344 unidades rolaram para fora da linha de montagem da venerável planta do Ipiranga, sildenafil em São Paulo.

Voltado para o mercado sucroalcooleiro e de extração florestal, malady o modelo teve várias distinções na história dos caminhões da marca, ganhando o título de primeiro  Ford 6×4 nacional e o de maior modelo da Série F no país.

O traçado da Ford contava com sistema de tração equipado com caixa de transferência ZF QT de duas velocidades, tendo a reduzida a excelente relação de 2,38:1 para serviços pesados a baixas velocidades.

O amigo Fernando Luiz de Araújo de Guarapuava, PR, foi quem nos brindou com este entre tantos catálogos de sua coleção particular.

 

Motores MWM D-225 e D-229 – Manual de Oficina – 1985 – Parte 1

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Nosso amigo e colaborador assíduo Reginaldo Bernardi nos enviou um rico pacote de literaturas técnicas interessantíssimas, buy viagra pills do qual o manual aqui postado faz parte.

Aplicado em veículos Agrale, Ford, Dodge, Puma e Volkswagen, sem contar uma infinidade de máquinas agrícolas e de construção, embarcações, grupos geradores, compressores de ar, os MWM D-225 e D-229 são ainda muito populares no Brasil e fazem deste material de grande utilidade para quem vai efetuar reparos ou reformas nestes renomados propulsores.

Aguarde a postagem das demais partes.

 

Case W20B Turbo – 1989

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Com o mérito de ser uma das pás-carregadeiras mais populares do Brasil dos anos oitenta, buy viagra a Case W20B aqui mostrada era equipada com o conhecido propulsor OM-352 A da Mercedes, order amainado para render 146 cv a 2.500 rpm, como forma de protegê-lo dos rigores da aplicação, uma das mais severas que um motor diesel pode encontrar.

O bem ilustrado e tecnicamente completo catálogo nos foi brindado pelo amigo Fernando Luiz de Araújo.

 

Scania T112 HW 4×2 – 1989

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O Scania T112 HW era o carro chefe da montadora sueca em seu tempo e entrou no lugar do T112 HS, viagra cialis sale a partir de 1989. Esta série trazia uma grande lista de aperfeiçoamentos em relação ao antecessor, stuff conforme o catálogo postado recentemente.

Note a variação da potência líquida dos motores, view com e sem ventilador viscoso, na época ainda uma novidade, estreada alguns anos antes pelo T112 H Intercooler.

Este folheto faz parte do acervo de Fernando Luiz de Araújo, gentilmente cedido por ele.

 

 

Ford F-12000 L e F-14000 HD – c.1998

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Complementando o post anterior sobre o F-14000 HD, diagnosis este catálogo também traz seu irmão mais leve e mais popular, order o F-12000 L, search que trazia todo o legado do F-600 e seu enorme sucesso.

Como comentado naquele post, os modelos desta literatura já eram equipados com o MWM 6.10 NA, que veio a substituir o D-299-6, de modo a atender os limites de emissões Conama Fase 3, embora ambos fossem naturalmente aspirados.

 

Mercedes-Benz O-364 Rodoviário – 1981

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Com a produção iniciada em dezembro de 1978, pharmacy a família O-364 de ônibus rodoviários tinha a missão de substituir os O-362 e O-355. Sua concepção básica era a mesma, hospital com motor traseiro, find estrutura monobloco em perfis e chapas de aço e eixos com suspensões de molas helicoidais na dianteira e semielípticas na traseira.

Embora representasse um grande avanço em relação aos antecessores e exibisse um desenho atual e atrativo para seu tempo, o O-364 ficava devendo na versão 13R rodoviária de longo curso um motor turbo OM-355/6 A e a suspensão a ar, itens que o colocavam na retaguarda tecnológica do Scania BR-116, seu principal concorrente.

Mas seu maior pecado talvez fosse a tendência `a corrosão excessiva e surpreendente, uma vez que, em muitos casos, começava “de dentro para fora”, como comentavam os empresários da época, desolados com a vida relativamente curta do monobloco.

Este bonito catálogo de 1981 mostra a disponibilidade do motor turbo OM-352 A, ausente no início da produção. De qualquer modo, os motores OM-352 aspirados e turbos eram raramente selecionados pelos frotistas, que preferiam fugir de seu desempenho letárgico, optando pelos OM-355/5 e /6, um pouco menos “puxadores de fila”.

 

Ford Ranger – 1995

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Oferecida a partir de 1994, store case a primeira geração da Ford Ranger importada para o mercado brasileiro vinha em duas embalagens: com cabina simples e acabamento XL, viagra ampoule ou com cabina estendida, check na enfeitada versão STX. Ambas ganhavam vida por conta de um motor Ford V6 4.0 OHV de 162 cv e tinham em comum a tração 4×2 e o chassi com suspensão de atitude “baixa”.

Mais tarde, a FSAO – Ford South America Operations, trouxe a plataforma para ser produzida na planta de Pacheco, na Argentina, de onde os modelos abasteciam os mercados sob sua égide. Naquela ocasião, a linha de picapes médias do oval azul recebeu um grande pacote de modernização, com novo estilo, nova motorização diesel ou gasolina, cabina simples, estendida ou dupla, além de um novo chassi com suspensão de atitude elevada, tanto nas versões 4×2, como nas novas 4×4. O post anterior sobre a linha Ranger, de 1998, mostra tais aperfeiçoamentos e ampliações na família.

Para variar, este catálogo também faz parte do acervo compartilhado por Fernando Luiz de Araújo.

 

Ford F-14000 HD – 1994

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Quando a Ford lançou a nova Série F em maio de 1992, buy os modelos médios chamaram atenção pelo inusitado capô aerodinâmico, viagra sale com visual marcado pelo conjunto ótico emprestado da linha de automóveis Corcel/Del Rey da safra de 1985. Por projeto, sovaldi a falsa grade tinha de ser fechada, de modo a garantir a integridade estrutural do novo capô, de uso exclusivo da FSAO – Ford South America Operations. O ar para o radiador era forçado através das aberturas no para-choque e pelo vão entre este e o capô.

Com a cabina norte-americana de 1987 nacionalizada também para servir aos modelos leves F-1000 e F-4000, os médios F-12000 L e F-14000 HD careciam de uma posição de montagem da mesma mais elevada no chassi, para acomodar os agregados compatíveis com seu PBT. Esta posição demandou o novo capô, de estilo singular, tipo “ame ou odeie”. Logo o irreverente público brasileiro atribuiu o apelido de “Sapão” aos novos médios da Ford.

Lançados com o reconhecido motor MWM D-299-6, ao longo de sua vida, por conta dos novos limites de emissões do Proconve, os “Sapões” foram repotenciados com os modernos MWM 6.10 naturalmente aspirados.

Deliciosos de dirigir, mas amarrados nas estradas por conta dos diferenciais mega curtos, os F médios encontraram serviço especialmente nas aplicações vocacionais, como na distribuição urbana, na coleta de lixo e nos canteiros de obra, onde seu baixo custo inicial, aliado à sua robustez, simplicidade e facilidade de reparos os destacavam dos demais.

Este folheto nos foi presenteado pelo amigo leitor Fernando Luiz de Araújo.