Cummins Série K – 1986

K1 K2 K3 K4 K5 K6

Nos anos oitenta, remedy os motores da Série K eram os topos de linha da família de motores Cummins, medicine chamados de “alta potência” (“high horsepower”). Três configurações básicas de cilindros compunham esta série: o K19 de seis cilindros em linha e 19 litros, shop o K38, um V12 de 38 litros e o K50, um V16 de 50 litros. O sufixo “C” indicava “construction”, nos motores voltados aos equipamentos de construção e mineração.

Em termos de aspiração, havia modelos turbo, como os KT-19, turbo pós-arrefecido a água (o chamado “aftercooler”), como o KTA38 por exemplo, e biturbo pós-arrefecido como o KTTA50, uma brutalidade de 5 toneladas que chegava no “top rating” a 2.000 hp a 2.100 rpm e mais de 7.000 Nm de torque a 1.500 rpm!

Além do diâmetro e curso “quadrado” de 159 mm, estes motores modulares também dividiam entre si outros componentes, como os cabeçotes individuais, durante um bom tempo fundidos no país e usinados na fábrica da Cummins de Guarulhos, SP. O mesmo ocorria com o bloco de cilindros do K19, feito com ferro brasileiro e também usinado na mesma planta.

Durante sua infância profissional, este que aqui digita “apanhava” para suportar a linha de usinagem destas máquinas, no alto dos dois anos de experiência como engenheiro de produto júnior… Anos mais tarde, fomos agraciados com a oportunidade de servir a companhia em sua terra natal, dando suporte de qualidade no chamado CIC – Cummins Industrial Center, em Seymour, Indiana, onde estes engenhos ganhavam vida. Além de praticamente decorar todos os furos daquele enorme bloco de cilindros, aprendemos a gostar do K19, criando especial afeição pelo mesmo, um motor americano de alma brasileira.

Aqui no país, estes motores ficaram conhecidos na mineração, equipando uma variada gama de caminhões fora-de-estrada e equipamentos, como carregadeiras e escavadeiras pesadas. Entre outros, um dos OEMs mais tradicionais era a Komatsu. Muitos grupos geradores espalhados pelo país também têm vida, graças aos admiráveis Cummins Série K. Outra aplicação de renome do K19 tem sido no transporte de cargas indivisíveis, equipando caminhões super pesados, como o Oshkosh J-30120, que está na pauta para um post dedicado.

Apesar de ser filosofia deste site a postagem de materiais em português, abrimos uma exceção para a Série K, cujo belo catálogo em inglês traz suas principais características, seus “ratings” (calibrações) e uma impagável vista do KTTA50, com seu magnífico sistema de admissão de ar composto por nada menos que quatro turbos e quatro “aftercoolers”. De lambuja, o catálogo também traz dados sobre o V28 (o antigo V1710), conhecido como o “N14 x 2”.

Esperamos que você aprecie tanto quanto nós…

Mercedes-Benz OH-1417 – 2002

OH-1417 a OH-1417 b OH-1417 c OH-1417 d

Com ares modernos, discount salve cialis mas já completando onze aninhos de vida, here sickness o catálogo de hoje vem reforçar nossa coleção de chassi de ônibus Mercedes-Benz com motor traseiro, order desta vez estrelando o OH-1417.

Presenteado pelo nosso amigo leitor e especialista em ônibus Fernando Souza, a literatura destaca o motor OM-904 LA Euro 2 eletrônico de 170 cv. Na época, um público ainda assustado parecia desconfiar do pequeno 4 cilindros a puxar um baita ônibus urbano de 11 metros e 15 toneladas, apinhado de gente nos horários de pico. Hoje, ninguém mais parece questionar o fato e os motores deste porte chegaram mesmo para ficar, aposentando os seis cilindros de seis litros desta faixa de potência.

 

Ford Série F – Manual do Proprietário – Julho de 1960 – Parte 2

P 16, <a href=mind cialis sickness 17″ src=”http://caminhaoantigobrasil.com.br/wp-content/uploads/2013/12/P-16-17.jpg” width=”1294″ height=”921″ /> P 18, <a href=for sale 19″ src=”http://caminhaoantigobrasil.com.br/wp-content/uploads/2013/12/P-18-19.jpg” width=”1296″ height=”919″ /> P 20, 21 P 22, 23 P 24,25 P 26, 27 P 28, 29 P 30, 31

Hoje trazemos a segunda parte do manual da Ford, esperando completar a postagem amanhã.

 

 

 

Volvo B10M – 1988

B10M-01 B10M-02

Com as primeiras unidades de pré-produção montadas em dezembro de 1986, medicine o Volvo B10M chegou para fortelecer a posição da montadora da companhia de Curitiba no segmento rodoviário.

Entre seus principais trunfos, pharm o novo chassi com motor central tinha motor de 9,6 litros pós-arrefecido a água de 310 cv, que proporcionava um fôlego renovado para subir serras, sem fazer feio frente aos Scania K e S112, ou aos Mercedes O 370.

A versão 4×2 ilustrada também contava com um vizinho de catálogo 6×2, tão em voga naqueles tempos, como arma para ampliar o PBT e assim permitir a acomodação de encomendas e cargas nos bagageiros, reforçando a receita das viagens.

O folheto aqui ilustrado nos foi enviado simultaneamente pelo amigo Lucas Vieira, de Minas Gerais, e também pelo Fernando Luiz de Araújo, do Paraná. A ambos, nosso agradecimento!

 

 

Volkswagen 14.210 – 1989

14-210 1989 01 14-210 1989 02 14-210 1989 03 14-210 1989 05 14-210 1989 06

Em mais uma cortesia de nosso amigo Fernando Luiz de Araújo, drugstore trazemos até você o catálogo do Volkswagen 14.210. Lançado em 1988, help na esteira do 13.210 – o cabeça de chave do programa de exportação da montadora para a Paccar nos Estados Unidos – o modelo reunia o que havia de mais moderno na América do Norte e no Brasil para criar um caminhão notável.

A sua base era composta pelo novo motor Cummins 6CT8.3 atrelado a uma transmissão Eaton FS-6206-A de seis velocidades. Graças a este conjunto, a VW apostava na aposentadoria do já arcaico eixo traseiro de duas velocidades, mesmo na tradicional configuração trucada. Resquício do dito programa de exportação, o 14.210 também portava pequenos pecados, como a embreagem de disco duplo cerâmico, um item pouco apreciado pelos brasileiros, ao contrário dos colegas “yankees”…

No todo, o VW 14.210 é um caminhão de grande relevância histórica do passado recente, figurando entre os mais importantes na saga de sucesso da Volkswagen Caminhões. Foi o primeiro caminhão semipesado a romper a barreira dos 200 cv, elevando o padrão brasileiro, antes acomodado na faixa dos letárgicos 130 a 156 cv, conforme ditado pela estrela de três pontas, que se viu ameaçada diante da audácia da VW.

O mercado de semipesados trucados jamais seria o mesmo depois do VW 14.210. Entre os clientes célebres, figuravam gigantes como os atacadistas do Triângulo Mineiro, dentre os quais se destacavam Martins e Arcom, entre outros, que ajudaram a embalar ainda mais o veloz 14.210.

Hoje, ao observar os rápidos 6×2 na faixa de 280 cv cruzando as vias do país é fácil esquecer dos passos galgados até chegar neste admirável patamar. E o 14.210 foi peça fundamental neste processo.

 

 

Extra: um Mercedes-Benz LS-1933 AGL de Cabina Simples

LS1933 1 LS1933 2 LS-1933 3 LS-1933 4 LS-1933 5

Nosso amigo André Giori do Espírito Santo foi assertivo ao capturar estas ótimas imagens de um inusitado e intrigante Mercedes LS-1933 AGL “cara preta” de cabina simples.

O caminhão suscita inúmera hipóteses. Seria um veículo especial? Seria um pedido específico das forças armadas? Seria um LS-1924 de cabina simples travestido de LS-1933, sovaldi com direito a “cara-preta” e tudo mais? Lembrando que o LS-1933 só aparecia na literatura de sua época com 4.200 mm entre eixos e cabina leito. O entre eixos parece ter sido alongado, como ocorre em muitos cavalos “idosos”, mas a cabina é realmente “mosca branca”. Note os para-lamas, com desenho específico, talvez parte do suposto pedido especial.

Se algum leitor tiver maiores informações sobre este curioso Mercedes, por favor, entre em contato conosco.

 

Ford F-350 – Furgão Frigorífico

F350 1 F350 2 F350 3 F350 4 F350 5Mais um item da coleção de miniaturas do amigo Reginaldo Bernardi é este interessante e detalhado Ford F-350, health cure que nos foi brindado com a seguinte explanação:

“ESSE MODELO O AMIGO CONHECE BEM…DERIVOU DE UM MODELO DA MAISTO, here case ONDE MODIFIQUEI O CHASSI, ALGUNS DETALHES DA CABINE E FABRIQUEI UMA CAMARA FRIA ,PARA ENTREGAS URBANAS ,TRATA-SE DE UMA F-350 ,QUE ATÉ QUE FICOU BEM COM O BAUZINHO…”

O semileve da Ford bem que merece esta homenagem, por representar um dos modelos que contribuíram para a inauguração deste segmento, conquistando a preferência do público brasileiro por diversas temporadas entre 1999 e 2011, período em que foi produzido com motores Cummins B3.9 Euro 2 e Euro 3.

Obrigado, Reginaldo, por compartilhar conosco este bonito modelo.

 

Fiat 190 Turbo e Iveco TurboStar 190-48

IVECO 1 IVECO 2 IVECO 3 IVECO 4 IVECO 5 IVECO 6 IVECO 7 IVECO 8 IVECO 9 IVECO 10 IVECO 11Nosso amigo e colaborador frequente Reginaldo Bernardi recentemente nos agraciou com algumas obras-primas de sua coleção de miniaturas, site elaboradas por ele próprio. Desta feita, sovaldi temos um bonito Iveco TurboStar, ask cujas imagens vieram acompanhadas da seguinte carta de apresentação:

“APROVEITANDO VOU LHE ENVIAR UMAS FOTOS DE UNS PEQUENOS QUE TERMINEI POR AQUI.

A PRIMEIRA É DO IVECO TURBOSTAR, QUE APÓS ANOS, ENFIM SAIU DO CAVALETE. COMECEI HÁ DOIS ANOS, E COM MUITA PESQUISA SOBRE O MODELO, O QUE DEU UM POUCO DE TRABALHO, POIS NO BRASIL NÃO TIVEMOS ESSE MODELO, PORÉM TIVE BASES EM UNS DE NOSSOS “HERMANOS ” ARGENTINOS, POIS ESSE MODELO É MUITO QUERIDO NO PAÍS …ENFIM AÍ ESTÁ O “190-48 TURBOSTAR”, COM SEU V8 DE 480CV EQUIPADO COM UM SISTEMA BI-TURBO, COM UMA TURBINA DE BAIXA E UMA DE ALTA ROTAÇÃO, SUPENSÃO TRASEIRA A AR, E UMA ESPAÇOSA E CONFORTAVEL CABINE…”

Para criar um contraponto mais que apropriado, o Reginaldo resolveu exibir o TurboStar ao lado do Fiat 190 Turbo, o último modelo topo de linha da Iveco brasileira, na sua fase terminada nos anos oitenta. Na época, o imponente TurboStar bem que chegou a ser cogitado para o Brasil, mas infelizmente o triste fim da montadora de Duque de Caxias, RJ, impediu a consecução de qualquer plano neste sentido.

Reginaldo amigo, parabéns pela paciência, dedicação e capricho na execução deste belo trabalho, tão rico em detalhes!

 

Volvo B-58 Rodoviário – 1980

B58 ROD 1980 2B58 ROD 1980 1

Para enriquecer nosso acervo “on-line” sobre os chassi de motor central Volvo, health hoje trazemos o B-58 rodoviário num folheto da safra de 1980.

Observe que além do descomunal balanço dianteiro “topa tudo” (valetas, see sarjetas, desníveis, etc…) de 2.450 mm, nesta edição já aparecia a versão de balanço dianteiro reduzido para 1.850 mm, mais em sintonia com a porta de largura normal empregada nas carroçarias rodoviárias.