Chevrolet Veraneio Ambulância – 1989

Parte da extensa coleção do amigo Fernando Luiz de Araújo, viagra hoje estamos adicionando este interessante folheto do Chevrolet Veraneio em sua versão ambulância, health da edição de 1989.

Observe a curiosa posição do pneu e roda sobressalente no detalhe abaixo.

Veraneio 1989 Ambulancia 01 Veraneio 1989 Ambulancia 02

 

 

Mercedes-Benz OH-1517 – 1977

Voltado ao mercado de ônibus urbanos e intermunicipais, buy cure treat o Mercedes OH-1517 era um chassi para encarroçamento com motor OM-355/5 instalado na traseira. Emprestado do caminhão L-1519 e suas variantes, viagra order o motor de 5 cilindros e 9, capsule 6 litros tinha sua potência abrandada para 170 cv (face aos 192 cv) e trabalhava em par com uma transmissão G-3/60, de 5 marchas e redução total de 6,1:1.

Com eixo traseiro 5,71:1 e pneus 10.00 x 20, o OH-1517 podia atingir 74 km/h e superar aclives de até 24,5%, com o PBT de 15 toneladas. Oferecido entre 1976 e 1987, o OH-1517 tinha entre eixos de 5,55 metros.

OH-1517 1 OH-1517 2

Mercedes-Benz OH-1313 e OH-1316 – 1977

O OH-1313 foi lançado em 1971 como chassi com motor traseiro para encarroçamento de ônibus, online especialmente voltado ao transporte coletivo de passageiros, sildenafil podendo também receber carroçarias intermunicipais e para os serviços de fretamento.

Em 1975, a Mercedes adicionou a versão turboalimentada, dando origem ao OH-1316, com motor OM-352 A, de 156 cv e 363 Nm. Como no irmão com motor frontal, o OF-1313, postado ontem, os OH-1313 e OH-1316 tinham sua força motriz canalizada através de uma transmissão G-3/40 de cinco velocidades, com redução total de 7,5:1. Opcionalmente, o frotista podia pedir a caixa G-3/36, com primeira de 8,02:1. Em ambos, o chassi se apoiava em eixos separados por 5.170 mm, e o peso bruto total atingia 13.200 kg.

Motivados por resistências do mercado que incluíam a dificuldade de revenda e mesmo um suposto maior índice de falhas de motor (pela distância deste, até o posto do condutor, que “não ouvia ruídos estranhos”, segundo alguns operadores), os OH encontraram poucas frotas, em comparação com os LPO e OF, nos anos setenta e oitenta.

Em 1982, por exemplo, apenas 57 chassis OH-1313 saíram da linha de montagem, acompanhados de meros 14 OH-1316. Em comparação, 2.398 LPO-1113 e 2.782 unidades do OF-1313 foram fabricadas no mesmo ano. Estes números também indicam a progressiva conversão de 11 para 13 toneladas, citada no post de ontem, sobre o OF-1313.

OH 1313 1316 1 OH 1313 1316 2

Mercedes-Benz OF-1313 – 1978

Além do líder LPO-1113, viagra  entre os anos setenta e oitenta, no rx a Mercedes-Benz também oferecia um chassi com motor dianteiro de 13 toneladas brutas e 5, sick 17 metros entre eixos, para encarroçamento de ônibus urbano, de fretamento, ou rodoviário.

Produzido entre 1971 e 1987, o OF-1313 jamais chegou perto do sucesso arrebatador do LPO-1113, cujo folheto você pode encontrar aqui. Em 1980, por exemplo, apenas 332 chassi rolaram para fora da linha de montagem da fábrica da Avenida Alfred Jurzykowski, em São Bernardo do Campo, SP, contra nada menos que 6.580 cópias do LPO, sinônimo de ônibus urbano no Brasil daqueles tempos.

De comum com o LPO, o OF tinha o motor OM-352 de 5,7 litros com seis cilindros em linha, dotado de injeção direta Bosch e bom para produzir 130 cv a 2.800 giros por minuto. A caixa de série era a G-3/40 com primeira de 7,5:1, mas quem precisasse de um melhor desempenho em rampa, ou fosse operar em topografias montanhosas, podia optar pela G-3/36, com a primeira alongada para 8,02:1, ante os 8,98:1 do LPO. Em todo caso, com o eixo HL-4 e redução 6,14:1, a velocidade máxima não passava de 84 km/h, com pneus 9.00 x 20, tornando-o mais adequado à faina urbana, ou mesmo nos trajetos de curto raio.

Em 1987, o OF-1314 entrou em seu lugar, com volumes de venda mais expressivos, num tempo em que a capacidade dos ônibus urbanos com motor frontal começava a migrar de 11 para 13 toneladas de PBT.

OF 1313 1 OF 1313 2

Mercedes-Benz LO-608 D – 1981

Derivado do bem sucedido caminhão Mercedinho L-608 D, medical a variante LO era um chassi para encarroçamento de micro-ônibus ou furgões integrais. Servia também para a criação de motor-homes, view ou veículos especiais.

Podia ser fornecido como chassi curvão, viagra sale com ou sem para-brisa. Encarroçadores como a Caio, aproveitavam o curvão para dar origem ao micro Carolina, que será motivo de um post em breve. Já a Marcopolo, descartava o curvão e o encarroçava com uma atrativa frente própria, parte da carroçaria Marcopolo Jr., que pode ser vista aqui.

O LO-608 D aparece nas estatísticas de produção da ANFAVEA entre 1975 e 1988, ano em que foi substituído pelo LO-708 e depois pelo LO-812, este último derivado dos novos Mercedinho LN, representado pelos 709 e 912.

Líder absoluto do segmento de micro-ônibus, o LO-608 D oferecia como vantagens um trem de força e uma estrutura extremamente robustos, mas ficava devendo no quesito desempenho – com apenas 85 cv – e excessiva vibração e ruído. Quando carregado com o PBT, sua velocidade média era muito afetada, demandando reduções frequentes para quarta, ou mesmo terceira  marcha, com velocidade ao redor de 30 km/h, nas serras mais íngremes.

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Picapes Chevrolet Série 20 – 1989

Para brigar diretamente com o F-1000 da Ford, prostate a Chevrolet dispunha da Série 20, cure com capacidadede de 1 tonelada nominal, buy viagra permitindo a adoção de motor diesel, no caso o Perkins Q.20B4, de quatro cilindros, 3,87 litros e 90 cv.

Para acompanhar os motores Chevrolet 4.1 a gasolina ou álcool, a GM adotava a caixa Clark 260F, com redução total de 4,22:1, a mesma usada na concorrente F-1000. Para a versão diesel, a montadora de São Caetano providenciou uma unidade mais adequada, a 240V da mesma Clark, mas com 5 velocidades e a vantagem da primeira valente, com redução de 6,33:1, uma tremenda vantagem, que mais tarde também seria adotada pela Ford.

Outro diferencial do produto Chevrolet residia na oferta de dois entre eixos, o popular curto, de 2,93 metros e o raro 3,23 metros, ao contrário do país de origem, onde predominavam os picapes longos.

Note a ilustração do diferencial autoblocante, uma ajuda essencial para mitigar o “efeito bailarina” em pisos de baixa aderência.

Este folheto também foi cortesia do amigo Fernando Luiz de Araújo.

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Picapes Chevrolet Série 10 – 1989

Interessante confrontar os picapes mais desejados dos anos oitenta, sovaldi os Chevrolet Série 10, find deste post, e da Série 20, a ser postado em seguida, com seus ferrenhos concorrentes, os Ford F-1000, postados ontem e hoje.

A Série 10 contemplava os modelos de 1/2 tonelada nominal, com capacidades de 565 a 820 kg, dependendo da versão. Como não atingiam o mínimo de 1.000 kg de capacidade, não podiam contar com o motor diesel, presente apenas da Série 20. Desta forma, sua propulsão ficava a cargo do confiável Chevrolet 4.1L (250 polegas cúbicas), em variantes a gasolina ou a álcool etílico.

Observe as pouco comuns luzes de posição no teto, incluindo o trio central, conhecido como “três marias”, no jargão dos estradeiros.

Quem nos fez a cortesia de enviar este folheto foi nosso amigo Fernando Luiz de Araújo, do Paraná.

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