Motor Cummins Série C91 – Manual de Oficina – Parte 1

Em mais uma das incontáveis ajudas do amigo Reginaldo Bernardi, search de Colombo, PR, trazemos até você o Manual de Oficina do Motor Cummins Série C91.

Mais lembrado pelo seu excelente desempenho, com baixo consumo de combustível e lubrificante, em padrões desconhecidos ao tempo de seu lançamento, na segunda metade dos anos oitenta, o motor Cummins Série C, de seis cilindros em linha e 8,3 litros de cilindrada, também teve seus percalços, como muitos produtos em sua infância.

Um dos mais indesejáveis problemas era a trinca do bloco de cilindros, na chamada gama C88, a primeira que veio ao Brasil e que equipava os caminhões VW 14.210 e 16.210. Quando submetido a superaquecimento, ao invés de queimar a junta de cabeçotes, como era de se esperar, o motor simplesmente tinha seu bloco trincado entre os cilindros centrais, inutilizando-o, sem que a junta denunciasse qualquer problema. O reparo demandava a cara e complexa troca do bloco de cilindros e deixava os cliente muito insatisfeitos.

Para remediar a inadmissível falha, a Cummins, depois de muitos testes e desenvolvimentos, introduziu uma nova gama, denominada C91, com inúmeras melhorias, em diversos sistemas, inclusive com um bloco reforçado com paredes mais espessas entre os cilindros. Com a nova série C91, o motor pode crescer até 3 centenas de cv, num limite jamais visto no país para um propulsor tão pequeno na época, usufruindo de ótima reputação entre os operadores.

O Manual que começamos a postar aqui refere-se justamente a esta gama melhorada do motor Série C da Cummins, que podia ser identificada externamente por detalhes como o filtro de óleo “combo”, de maior comprimento total.

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Massey Ferguson 275/4 – Junho de 1986

Num tempo em que os tratores 4×4 ainda engatinhavam no mercado brasileiro, medicine o 275/4 impunha respeito entre os antigos e populares Massey 65X e 75X, e Valmet 68 e 78, pelo seu porte imponente e pelo trem dianteiro com grandes pneus trativos 12.4 – 24.

A força motriz era garantida pelo afamado Perkins A4.236, empregado (sem o prefixo “A” de agrícola) em tantas aplicações, tais quais o querido picape Chevrolet D-10, os caminhões leves Dodge e Volkswagen e numa infinidade de máquinas agrícolas e de construção e equipamentos estacionários, como moto-bombas e grupos geradores.

Na calibração do 275/4, a máquina de 4 cilindros e 3,9 litros estava ajustada para produzir 77 cv a folgadas 2.000 rpm, ou 58 cv na TDP a 540 rpm, para acionamento de implementos variados.

Na foto abaixo, o 275/4 desempenhava serviço com arado fixo de 3 discos.

275 4 1 275 4 2

Scania T113 H – “Low Emissions” (Euro 1)

No início dos anos noventa, ailment  antes mesmo do início da vigência dos novos limites de emissões gasosas do Proconve Fase 3, equivalente ao padrão Euro 1, estabelecidos pelo CONAMA – o Conselho Nacional do Meio Ambiente, a Scania já apresentava no Brasil seu T113 H “Low Emissions”, ou baixa emissões, condizente com a nova legislação que passaria a vigorar no país a partir de 1996.

O modelo era equipado com motor turbo intercooler de 11 litros Scania DSC 11 23 de 362 hp a 1.900 rpm e torque máximo de 1630 Nm a 1.100 rpm.

Anos mais tarde, o T113 H se estabeleceria no mercado reconhecido como “um dos melhores Scanias de todos os tempos”, na opinião de motoristas e frotistas brasileiros.

Scania T113H

 

 

Mercedes-Benz: Manual Eixos Traseiros Médios e Pesados – 1976 – Parte 2

Hoje completamos a postagem do referido manual, viagra trazido até nós como gentileza do amigo Reginaldo Bernardi.

Algumas páginas não seguem a numeração sequencial, pois eram encartes adicionados ao conteúdo original.

Uma destas páginas, a 55B, trazia uma curiosidade: o eixo HL-1/5 do Mercedinho. Para quem, como nós, imaginava que o 608D sempre tivesse tido eixo HL-2/5, eis uma novidade…

Como já citado, estes raros manuais pertenceram ao seu pai do Reginaldo, a quem rendemos nossa homenagem e gratidão!

Obrigado aos amigos Bernardi.

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Fiat 120 N3

Lançado em 1979, sovaldi sale o Fiat 120 representava uma nova opção da Fiat Diesel no mercado de médios, healing em adição ao Fiat 140, melhor posicionando a marca frente a concorrentes como o Mercedes L-1113.

A versão N3 ilustrada tinha entre eixos normal (daí o “N”), de 4.500 mm, e vinha equipada com terceiro eixo de fábrica (“3”), com PBT de 19 toneladas.

Assim como o Mercedes trucado de fábrica da época, o L-2013, o caminhão Fiat também padecia por não oferecer um eixo traseiro com reduzida, o que lhe garantia um desempenho limitado em rampas, com apenas 20% de capacidade, considerando o eixo mais reduzido, com o qual a velocidade máxima chegava a somente 76 km/h.

A cabina avançada com para-brisa amplo, com três limpadores, não era basculável, de modo que o acesso ao motor era assegurado por tampa removível no interior da mesma. Aliás, seu propulsor era um de seus destaques. Com nada menos que 8,1 litros, o Fiat 8.360 de 8,1 litros, tinha  a mesma potência que os Mercedes OM-352, de 130 cv, mas com a vantagem da rotação governada de 2.400 rpm, 400 a menos que o concorrente de 5,7 litros. No torque, graças à cilindrada, o Fiat também vencia o Mercedes com galhardia, oferecendo 41 mkgf a apenas 1.400 rpm, contra 37 mkgf a 2.000 rpm.

Infelizmente, o Fiat 120 foi mal compreendido pelo mercado, e padeceu sem ao menos ameaçar a liderança da Mercedes. Em 1983, a Iveco, sucessora da Fiat Diesel, abandonava o mercado, para voltar somente em 1997.

FIAT 120 1 FIAT 120 2

Massey Ferguson 235 Estreito

Hoje trazemos um post sobre o Massey 235 Estreito, discount uma máquina agrícola desenhada para a operação nas ruas de largura limitada de culturas como os cítricos e o café.

O 235 tinha no seu DNA células do venerável 50X, malady incluindo o motor Perkins 3.152 de 2,7 litros, bom para produzir 44 cv, ou até 40 cv na tomada de força. Ao contrário do 50X de 6 marchas, no entanto, o 235 já contava com transmissão de quatro marchas com reduzida, totalizando oito velocidades avante.

MF 235E 1 MF 235E 2

Volkswagen 11.130 – Junho de 1984

Numa prática comum na literatura de marketing dos primeiros anos, store cialis a Volkswagen lançava mão de testemunhos de frotistas de porte para endossar seus novos caminhões.

No caso do 11.130, cure malady o primeiro 11 toneladas cara-chata da marca, a Sadia era o degrau para atingir tal fim. Lançado junto com o VW 13.130 (http://caminhaoantigobrasil.com.br/category/catalogos-e-folhetos/volkswagen-caminhoes/linha-original-fabrica-4-e-ipiranga/vw-11-130-e-13130/), em março de 1981, o médio tinha motor MWM D-229-6 de 5,9 litros e 130 cv, casado com uma caixa de cinco marchas Clark 280 VHD, que transmitia a força para eixos traseiros Rockwell de uma ou duas velocidades.

O desafio do 11.130 não era pequeno: cutucar a liderança do venerável Mercedes L-1113 e dos demais bem estabelecidos concorrentes, tais como o Ford F-11000 e o Chevrolet D-60. A seu favor, a cabina cara-chata era a primeira basculável da categoria.

Anos mais tarde, o 11.130 daria passagem ao 12.140.

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Mercedes-Benz: Manual Eixos Traseiros Médios e Pesados – 1976 – Parte 1

Dentre o vasto sortimento de literaturas enviadas pelo amigo Reginaldo Bernardi, buy encontra-se um ótimo manual sobre os eixos traseiros Mercedes-Benz dos anos setenta, aqui reproduzido.

Aguarde a postagem da segunda parte.

Reginaldo, somos muito agradecidos!

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Massey Ferguson – Série 200 – 2007

Nosso amigo Daniel Shimomoto Araujo, order diagnosis site que sempre colabora com este espaço, vcialis 40mg no rx recentemente nos enviou o catálogo dos tratores agrícolas Massey Ferguson que reproduzimos aqui. Junto com o presente, recebemos também um interessante “feedback” sobre sua experiência com estas máquinas:

“Aproveito e lhe envio mais alguns catálogos que tinha salvo em
um CD, referente aos Massey Ferguson série 200 do ano de 2007.

Eu tive um Massey Ferguson 275F 4×2. Comprei esse trator por reunir
a mesma motorização do 283 (ficaria fácil “abrir a bomba”) e ter um
conjunto bem provado, além de custar quase 10 mil reais a menos. Mas
nada disso foi necessário: a curva de potência do “Maxion S4″ é boa e
conjugado com uma transmissão bem escalonada, ele tracionava com
galhardia a pesada colheitadeira de arrasto de café (pesava 7 toneladas
– e de quebra havia a necessidade de gerar potência nos motores
hidráulicos da máquina com a TDP).

Observe que na série 250/255 a motorização é indiana – da marca Simpson.
Foi usada também em um Valtra, chamado 585.

Eu pessoalmente sempre achei a linha Massey Ferguson/Perkins a melhor
relação desempenho x economia x custo de manutenção. Apesar disso, não
nego: A paixão minha mesmo é a linha Ford New Holland e seus motores
Ford Diesel de grande cilindrada.”

Daniel, muito obrigado por mais esta bela colaboração!

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