Noite dos Pesos Pesados 2013 – Parte 1

Como informamos anteriormente, sildenafil aconteceu no último dia 11 a Noite dos Pesos Pesados 2013, healing no Sambódromo de São Paulo, click com exposição e desfile de caminhões e ônibus antigos. O evento foi realizado com o apoio do 1º Clube do Ônibus Antigo Brasileiro, do nosso amigo Kaio Castro.

Apesar da forte chuva que caiu no começo da noite, espantando muita gente, o evento reuniu mais de duas dúzias de máquinas diesel, sem contar um grande números de comerciais leves e utilitários.

A presença dos caminhões foi caracterizada por unidades importadas de colecionadores, de vários “tunados” (parece que a moda pegou de vez mesmo…), e de veículos atuais, Euro 3 e Euro 5. De nacionais antigos, somente comerciais leves e utilitários.

Por sorte, depois a chuva deu uma trégua, permitindo a melhor contemplação dos veículos expostos e da tradicional feira de peças, acessórios e veículos à venda.

A primeira parte de nossas imagens segue abaixo.

Amanhã teremos a continuação.

0 Vista Geral 1 0 Vista Geral 2 Chevrolet C-10 Ford F-100 Super Ford 1965 GMC 930 GMC PD-4104 GMC 750 Volvo B58 GMC PD-4104 1956 International 9400 Iveco Stralis Jeeps CJ5 Engesa 4 e Mitsubishi L200 Kenworth K100 1973 Kombi 1965 Kombi Flex 1

 

Manual de Instruções da Linha Média e Semipesada – Mercedes-Benz – 1987 – PDF Completo

Conforme afirmamos ontem, healing segue a versão completa em PDF do referido manual doada por nosso amigo Daniel Shimomoto de Araujo.

Para visualizar ou baixar, and clique aqui: MBB Manual Medios e Semipesados

Amanhã daremos início às postagens do farto e raro material cedido pelo amigo Reginaldo Bernardi, composto de manuais dos anos setenta em diante.

Não perca!

Abraços.

Ford Série F – 2002

No final dos anos noventa, sovaldi pela primeira vez na história da Série F no Brasil, a defasagem entre a gama nacional e a norte-americana deixava de existir, salvo por opções de acabamento e trem de força, mas com visual idêntico.

Este fato relevante se deveu à introdução dos Programa P131 (representados pelos semileves e leves, F-250, F-350 e F-4000) e  H215 (composto dos modelos médios e semipesados, F12000, F-14000 e F-16000).

A motorização exclusiva dos novos veículos comerciais era mandatória para o Brasil, na forma dos confiáveis motores Cummins 4BTAA3.9 e 6BTAA 5.9, visto que a demanda do mercado norte-americano era bastante distinta, exigindo motores como o International PowerStroke V8 7.3 e transmissões automáticas, por exemplo.

Os leves atingiram sucesso instantâneo, com o F-350 superando todas as expectativas da Ford por larga margem e conquistando a liderança do segmento semileve, em inúmeras temporadas. O F-4000 não ficaria atrás, disputando a liderança com o Mercedes 710 em várias ocasiões.

Na gama representada pelo H215, sem dúvida o modelo de maior aceitação era o “pitbull”, como foi apelidado no Brasil, de 11,8 toneladas brutas, representado pelo F-12000. Por outro lado, o F-16000 teve vendas decepcionantes, encontrando relativamente poucos lares ao longo de sua existência.

Por força de diversos fatores, como a demanda decrescente e o aumento de custos de um eventual novo motor, exigido pela mudança dos níveis de emissões de Euro 2 para Euro 3, a plataforma H215 teve seu fim decretado em fins de 2005.

O P131 seguiu em frente por mais alguns anos, sobrevivendo à chegada do Proconve Fase 5, ou Euro 3, graças tão somente à invenção genial da Cummins, constituída pelo motor mecânico Euro 3. Com consumo aumentado e potência reduzida, o engenho EuroMec 3 tinha o mérito de atingir os novos limites previstos, sem precisar de gerenciamento eletrônico. Logo Mercedes e MWM seguiriam a mesma linha de desenvolvimento nesta categoria de motor, com seus OM-364 LA e 4.10 TCA, respectivamente.

Mas, infelizmente, a plataforma não sobreviveria à chegada do Proconve Fase 7, equivalente ao Euro 5, em função do salto de custos da motorização eletrônica e de um eventual aparato de SCR ou EGR, sem falar na descontinuação da mesma na terra da matriz, o que dificultava a sua produção local dia após dia, com a crescente falta de itens importados. Desse modo, o último modelo do P131 viu a luz do dia na Avenida do Taboão, em São Bernardo do Campo no final de 2011, para a tristeza e desapontamento de muitos.

Assim chegava ao fim a saga da Série F nacional, depois de 56 anos de produção ininterrupta, iniciada em 1957, com o lendário F-600 e seu motor Ford V8 272 de 167 hp, o primeiro veículo da Ford brasileira produzido localmente.

Este capítulo é um dos mais importantes quando se trata da história do caminhão brasileiro e, em sua homenagem, estamos numa fase bem adiantada de redação de um livro sobre o tema. Aguarde.

Para saber mais, visite os seguintes links, com interessantes detalhes e discussões sobre a Série F:

http://caminhaoantigobrasil.com.br/ford-f-14000-agosto-de-2002/#comments

http://caminhaoantigobrasil.com.br/category/catalogos-e-folhetos/ford-thames-rhein-catalogos-e-folhetos/ford-serie-f/p131/f-350-p131/

Série F 1 Série F 2 Série F 3

 

Manual de Instruções da Linha Média e Semipesada – Mercedes-Benz – 1987 – Parte 8/8

Hoje postamos aqui a última parte do manual dos Mercedes “Cara Preta” com motorização OM-352 e OM-352 A, recipe em formato JPEG.

Caso você prefira, there o doador deste precioso material, prostate  Daniel Shimomoto de Araujo, também nos fez a gentileza de enviar a versão completa em PDF, que será postada amanhã.

Um abraço.

MBB Manual Medios e Semipesados-60 MBB Manual Medios e Semipesados-61 MBB Manual Medios e Semipesados-62 MBB Manual Medios e Semipesados-63 MBB Manual Medios e Semipesados-64 MBB Manual Medios e Semipesados-65 MBB Manual Medios e Semipesados-66

 

 

Dodge E-11 6×6

Sonhar não custa nada, help sobretudo quando se tem dezoito anos de idade.

Pensando em aventuras fora-de-estrada e na prestação de serviços numa sonhada propriedade rural, medicine em meados dos anos oitenta, este que aqui digita resolveu criar um caminhão de tração total de alto desempenho, a partir da combinação de um potente (e gastão…) Dodge E-11, dotado de motor V8 318 etílico (veja: http://caminhaoantigobrasil.com.br/category/catalogos-e-folhetos/chrysler-dodge-de-soto-catalogos-e-folhetos/dodge-e11/), com um kit 4×4 Engesa (mais detalhes aqui:http://caminhaoantigobrasil.com.br/category/catalogos-e-folhetos/engesa/engesa-tracao-total-caminhoes-medios/).

Não satisfeito com a brutalidade da viatura, o autor mirim resolveu gastar borracha para converter o 4×4 num ainda mais radical 6×6. Mas, como o texto já havia sido grafado a caneta, ficou a incoerência entre o desenho e as palavras…

Dodge E11 6x6

Volkswagen – Linha Kombi

No ano do suposto encerramento da produção da venerável linha Volkswagen Kombi, troche traremos até você diversas literaturas e imagens que tratam do mais antigo veículo comercial em produção contínua do país, líder de mercado há mais de meio século.

Enquanto seus adversários execram as fraquezas da camioneta, como a falta de segurança, o acabamento espartano, a tendência de se incendiar espontaneamente (nos modelos com motor a ar) e de derreter com pouca perseverança ao sabor dos elementos, por outro lado, fileiras de aficionados se alinham para defender o carismático veículo. Clubes ao redor do planeta se organizam para cultuar o VW que conseguiu suplantar o Fusca em longevidade. Trata-se de um verdadeiro ícone pop.

Além das tradicionais variantes Standard, Luxo, Pick-Up e Furgão, o folheto de hoje, que se presume ser da primeira metade dos anos oitenta, mostrava também a já rarefeita Cabina Dupla e as polêmicas versões diesel.

Considerada por muitos o maior fracasso técnico da Volkswagen do Brasil, classificada como “o motor certo no carro errado”, pela excelente Revista Motor 3, de maio de 1982, a motorização diesel foi vitimada por inúmeros problemas. Enquanto uns atribuíam a baixa durabilidade ao deficiente sistema de arrefecimento, com radiador remotamente instalado na dianteira, outros diziam que o problema estava no filtro de ar, e até mesmo na temperatura do lubrificante. Talvez todos estivessem corretos, num efeito combinado de causas.

Elucubrações à parte, o fato é que se tratava de um propulsor “mignon” para o porte do veículo. Com apenas 50 cv a 4.500 rpm e torque máximo de meros 93 Nm a 3.000 rpm – similar ao de um Gol 1.0 – o pequeno motor 1.6 trabalhava duro para arrastar até 2.380 kg de PBT, sem falar dos corriqueiros excessos.

A máquina de 1.588 cm³, concebida para mover mais folgadamente automóveis de exportação como o Passat LDE, contava com injeção indireta Bosch com antecâmara e taxa de compressão bem elevada, de 23,5:1, de modo a permitir regimes de rotação acima dos 4.000 giros, impossíveis de se obter com a injeção direta da época. A partida a frio era auxiliada por velas aquecedoras.

Detalhes construtivos, como o acionamento da bomba injetora rotativa e da árvore de comando de válvulas por correia dentada, além do visual externo, deixavam claro se tratar de uma conversão do motor Ciclo Otto original para Diesel. Esta receita, seguida por muitos no mundo automotivo, visava em última análise, a criação de um diesel leve para baixos fatores de carga e, sobretudo, barato, que não fosse muito além da barreira de US$ 2 mil, viabilizando sua instalação massificada em carros de passeio.

Lançada no outono de 1981, a motorização diesel teve sua produção levada a cabo até 1986, quando ainda foram montadas algumas poucas unidades.

Não fosse a excelente reputação dos tradicionais “boxer” 1.6 Ciclo Otto das demais versões, talvez a linha Kombi tivesse perecido, vítima das idiossincrasias do pequeno propulsor diesel.

Em breve, mais sobre o tema VW “Tipo 2”… Aguarde!

Nota: com cerca de trinta anos de idade, a chamada do folheto abaixo ainda se faz atual…

Linha Kombi 1 Linha Kombi 2

Um Scania LK 141 diferente…

Para inaugurar os posts sobre miniaturas, viagra help generic  o amigo Reginaldo Bernardi nos enviou fotos de uma bonita miniatura do Scania LK 141 que construiu, see rx acompanhadas da seguinte descrição:

“…É UM LK DA ELKA, QUE RESOLVI DAR UMA MELHORADA NO PRÓPRIO, AINDA USAVA UNS ACESSORIOS QUE NOS PRÓXIMOS NÃO PRETENDO USAR, VOU PREGAR PELA ORIGINALIDADE…”

Note detalhes como o simpático boneco “Bib” da MIchelin, as mangueiras, o Rodoar, o Interclima, a antena de PX, entre tantos.

O Reginaldo também tem outras miniaturas em que está trabalhando. Esperamos vê-las postadas aqui em breve.

A ele, nossos agradecimentos e parabéns pelo capricho e nível de detalhes!

Boa semana!

LK 141 1 LK 141 2 LK 141 3 LK 141 4 LK 141 5

Volvo VM Caçamba – 2007

Depois da absorção da Renault Véhicules Industriels, medicine ou RVI, viagra pela Volvo em 2000, see  esta teve acesso a um leque de opções para expandir sua linha de produtos para baixo (em peso bruto), evitando o exercício de encolher um caminhão pesado para transformá-lo em semipesado, o que normalmente resulta num veículo caro e pouco competitivo (Vide Scania P93, 94 e seus sucedâneos).

Assim, baseado no Renault Midlum francês, surgiram os Volvo FE e FL para o mercado europeu. Por aqui, a receita destes produtos oferecia vários obstáculos técnicos e de custo, forçando a Volvo brasileira a conceber seu próprio caminhão. O resultado foi a linha Volvo VM, combinando a cabina e componentes do Renault Midlum, com motor nacional MWM 6.10TCA, caixas Eaton ou Volvo e eixos traseiros Meritor, igualmente domésticos.

Rebatizados de 6A206 e 6A240, os engenhos MWM desenvolviam 206 e 240 cv, com torque de 657 e 844 Nm, nesta mesma ordem. Há quem diga que a versão de 240 cv era problemática, por razões diversas.

Com a chegada do Proconve P5, vulgo Euro 3, a Volvo repotenciou a linha VM com o novo MWM 6.12 TCE, com injeção Bosch “common rail”, e potências aumentadas para 260 e 310 cv, o que permitiu a criação de um cavalinho de entrada para o segmento de 43 toneladas, o VM 310. Com ele, a Volvo passava a disputar de igual para igual com os VW 19.320 Titan, Cargo 4432e e Mercedes Axor 1933, ao invés de ficar sentada, observando as vendas de seu FH 4×2 se escaparem pelas mãos. Na gama Euro 3, havia também uma pouco procurada versão de 4 cilindros, com MWM 4.12 TCE, de 206 cv e 700 Nm, batizada de VM 210.

O post que trazemos até você no dia de hoje trata dos modelos VM Caçamba, com versões de 206, 260 e 310 cv, oferecidos em configurações 4×2, 6×2 e 6×4, todos com entre eixos curto, de 3.650 mm, e cabina L1H1 (na linguagem Volvo: Comprimento 1, Altura 1, ou seja, curta e de teto baixo).

A gama de transmissões incluía as Eaton FS de 6 velocidades sincronizadas, a excelente Eaton RT, de 10 velocidades não sincronizadas, bem como uma Volvo pesada VT2214B, de 14 marchas. Os eixos traseiros eram todos da Meritor, similares aos dos Ford Cargo e VW das linhas Constellation e Worker, de similar capacidade.

No segmento dos semipesados, o VM 260 foi a versão mais popular, com sucesso crescente de vendas.

VM 1 VM 2

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Isso se aplica a anúncios, folhetos, catálogos, manuais, fotos, desenhos, etc. que tratem de caminhões, ônibus, utilitários, máquinas agrícolas e de construção, motores e componentes, aviões, embarcações e material ferroviário.

Faça como o Reginaldo Bernardi do Paraná, por exemplo, que recentemente nos enviou uma enorme quantidade de valiosos manuais antigos de seu rico acervo, em parte herança de seu saudoso pai. O material está sendo digitalizado e será devolvido em breve ao gentil amigo.

Diariamente, centenas de pessoas  poderão ver, apreciar e se informar com seu acervo!

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Obrigado por sua colaboração.