Mercedes-Benz L/LK-1414 e 1418 E, LA/LAK-1418 – Maio de 1994

O pacote enviado por nosso amigo Paulo Henrique Lebedenco também encerrava este completo folheto sobre os modelos de 14 toneladas da família HPN original, look antes da Série Brasil.

O catálogo contempla os modelos aspirados L e LK-1414, cialis os 4×4 LA e LAK-1418, nurse além dos estradeiros L e LK-1418 E, estes últimos dotados do propulsor OM-366 A, turbo.

Estivemos aqui nos bastidores tentando descobrir as diferenças entre o L e LK-1418 com os L e LK-1418 E e não encontramos nada significativo na sua mecânica. Alguns folhetos de nosso acervo mostram uma CMT de 27 toneladas para os primeiros e de 30, para os segundos, com o sufixo “E”.  Isso nos leva a crer que o “E” talvez tenha sido acrescentado para indicar a maior capacidade de tração, na época um requisito para a obtenção de crédtio pelo FINAME.

Agradeceríamos se algum especialista em Mercedes pudesse nos confirmar o significado da letra “E” dos L e LK-1418 E.

Obrigado!

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Chevrolet Silverado Conquest HD – Setembro de 1999

O Chevrolet Silverado marcou época ao apresentar o primeiro motor “high speed” (de alta rotação) diesel de seis cilindros, view no caso o MWM Sprint 6.07 de 168 cv, cialis sale extraídos de seus 4, sales 2 litros de deslocamento volumétrico.

Além do desempenho, seu ronronar era de tirar o fôlego. A Ford que tinha recém-lançado seu F-250 com motor “de caminhão”, o Cummins B3.9, precisou mudar de rumo e acelerar o desenvolvimento de uma versão com o mesmo Sprint de seis cilindros. Para compensar o atraso, no F-250, o MWM era calibrado para entregar 180 cv.

Lançada em 1997, a linha Silverado permaneceria em produção até 2001, quando a GM decidiu retirar-se do mercado de picapes “full size” (tamanho grande), deixando a Ford e seu F-250 sozinhos neste segmento.

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Ford F-14000 – Agosto de 2002

O F-14000 era o representante intermediário da família conhecida internamente na Ford como H215. Seus irmãos eram o popular F-12000 e o encalhado F-16000.

Comum aos três era o motor Cummins B5.9, health oferecido com duas calibrações, com duas alternativas de transmissões Eaton de cinco marchas, uma para cada faixa de potência.

Lançada em 1999, a gama H215 morreu prematuramente. Sua equação de custos era muito desfavorável quando comparada aos modelos Cargo equivalentes, sobretudo, devido ao seu maior conteúdo importado.

Já com o mercado de convencionais numa espiral descendente e sem achar uma saída viável em termos de motorização para atender a norma Euro 3 (ou Proconve Fase 5), em fins de 2005 a Ford encerrou sua produção.

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Ford F-350 – Agosto de 2002

Quando o Programa P131 estava em desenvolvimento no final dos anos noventa, cialis pouca gente na Ford acreditava no F-350, pharm que ia desabrochando mais como um produto de conveniência interna do que um esperado campeão de mercado.

Seu DNA parecia conter células do antigo e mal compreendido F-2000, a começar pelo eixo flutuante e a ausência de caçamba.

Mas o tempo provaria o contrário e o F-350 acabaria se saindo como um grande líder da categoria semileve, nadando de braçadas e conquistando vários títulos de campeão de vendas. Não havia Iveco Daily que pudesse chegar perto de seus números.

A receita era relativamente simples, tomava-se uma cabina P131 e o trem de força idêntico ao do F-4000 e substituia-se o chassi por um de menor calibre e entre eixos, bem como o eixo traseiro por uma unidade mais leve e de rodado simples, de modo a se pagar menos pedágio.

O resultado era uma viatura ágil, potente, boa de dirigir, bonita e pronta para encarar o desafio, seja das entregas urbanas, seja para servir de burro de carga e de carro da família para os agricultores deste imenso interior brasileiro. Os eletricitários também o adoravam, se bem que, vez por outra, reclamavam dos freios e da lendária suspensão “Twin-I-Beam”, pelo desgaste de pneus e deterioração da cambagem.

Por outro lado, o motor Cummins B3.9 e a caixa ZF 5S 420 pareciam ter nascido um para o outro.

O final da família P131 (F-350 e F-4000) foi triste. Sem achar uma solução viável em termos de custos e investimentos para transformar a plataforma em Euro 5, em dezembro de 2011 a Ford encerrou sua produção. Certamente, já deixa saudade.

Sorte da Iveco e de sua gama Daily…

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Mercedes-Benz L, LK e LS-1520 – Julho de 1988

Mais um folheto doado por Paulo Henrique Lebedenco, doctor desta vez trazendo informações técnicas sobre o L-1520 e seus derivados.

O L-1520 susbtituiu o L-1519, tadalafil mantendo idêntica mecânica, viagra  com seu tradicional motor de cinco cilindros e 9,6 litros, o OM-355/5, na verdade um OM-355/6 com um cilindro a menos.

A caixa de série ZF AK-6 80, de seis marchas não sincronizadas, exigia talento com a dupla debreada e com as acelerações intermediárias nas reduções, caso contrário, nada feito. O vexaminoso e ruidoso arranhar de dentes era garantido!

No final dos anos oitenta, o LS-1520, a variante chefe da família, havia ficado num vácuo, pois seus primos turboalimentados com caixa de oito marchas, os LS-1524 e LS-1525 já lhe tinham roubado o lugar de trator favorito para rebocar semirreboques de dois eixos e, portanto, suas vendas estavam em declínio.

Logo depois, estes últimos também dariam passagem para os novos HPN LS-1625 e LS-1630.

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Mercedes-Benz L e LK-1518 – Setembro de 1987

Nosso amigo Paulo Henrique Lebedenco do site http://merce-denco.blogspot.com.br/, rx nos presenteou com mais materiais da Mercedes-Benz, sale sua marca favorita.

O Mercedes L-1518 e sua variante LK foram os últimos representantes da família de semipesados AGL Cara Preta da faixa de 15 toneladas, search antes de serem substituídos pelos L-1618 HPN.

Obrigado, Paulo!

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Um Massey Ferguson diferente: 85X

Para aqueles que, sovaldi como nós, pensavam que Massey Ferguson era sinônimo de motor Perkins, veio o amigo Daniel Shimomoto de Araujo em nosso socorro para iluminar o desconhecimento.

Nem todo Massey Ferguson antigo era dotado de Perkins, como mostram estas fotos de um Massey 85X obtidas na internet pelo Daniel.

Observe que seu motor é um MWM! Isso mesmo, o motor típico de seu principal concorrente, o Valmet.

Interessante notar a sua bomba injetora em linha, que ao olhar desatento, parece ter apenas três tubos de alta pressão (veja o primeiro tubo que segue pela frente), e a descontinuidade entre o motor e a transmissão, preenchida com uma placa adaptadora. Sua carenagem parece emprestada dos modelos de seis cilindros, como o 95X, a julgar pela enorme distância do ventilador ao radiador.

Reproduzindo o excelente texto preparado há alguns dias pelo Daniel e postado neste site, temos maiores detalhes sobre o 85X:

“Nas décadas de 60/70, a linha Massey era composta pelos modelos 50X, 55X e 65X, sendo o 50X estreitinho para a cafeicultura e os demais, de bitola larga. Todos com motor Perkins 3 cilindros de injeção indireta A3.152.

Quando a Massey lançou o 85 por volta de 1975, segundo relatos que escutei de pessoas mais antigas no ramo agricola, não existia o Perkins 4 cilindros (apenas o “Perkinho” 3 cilindros e o “Perkão” 6 cilindros), então a Massey teve que se contentar com o MWM D-225 utilizado pelos Valmet’s 85ID da época.

Em relação aos Massey 50, o 85 era bem superior pois tinha bloqueio de diferencial efetivo (e não apenas os freios) e um sistema de Tomada de Potencia por meio de embreagem dupla (a TDP não desligava com o pressionar da embreagem numa troca de marchas, por exemplo. O pedal tinha um “sobrecurso” a maior para desativar a TDP). E isso sem falar na comodidade da caixa de direção hidráulica!

A posição de pilotagem era algo incomum: O operador ia sentado lá em cima, com uma coluna de direção enorme saindo da lataria em direção ao operador. Uma espécie da plataforma de onde saiam os pedais e no centro as alavancas de câmbio e de reduzida. Para ligar o bloqueio de diferencial, por sua vez, havia uma alacanquinha embaixo do banco do operador. Essa alavanca frequentemente era retirada para evitar mau uso do sistema.

O 85 que tivemos na Fazenda tinha apenas 3 marchas, e a combinação desse câmbio com o motor MWM não ficou muito boa: A primeira e a segunda eram muito próximas e entre a segunda e a terceira, a relação de marcha deixava uma espécie de “buraco”. Como o MWM gosta de trabalhar com mais giro, a troca da segunda para a terceira marcha faz o trator literalmente engolir o ronco.

No solo firme, o 85 é uma excelente máquina, mas no solo fofo, eu achava que ele afundava um bocado e acabava perdendo a tração. E o eixo dianteiro dele é bastante fraco, sendo inadequado para o uso de plaina dianteira, em situações que requeiram maior esforço.”

Boa semana!

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Ford Cargo 4331 Maxton – Janeiro de 2003

Numa época em que o Volkswagen 18.310 Titan explodia em vendas – preocupando até a Scania e a Volvo, rx devido aos estragos causados no tradicional campo de atuação de seus  “extra-pesados” – a Ford precisava se mexer para não perder ainda mais espaço para o concorrente de Resende.

O Cargo 4030 era análogo ao VW 40.300, pilule ambos com caixa Eaton RT de 10 marchas, evoluções comunizadas do tempo em que eram filhos da mesma casa, a Autolatina, que desenvolvera em conjunto os antecessores VW 35.300 e o Cargo 3530, nesta ordem, com motor Cummins 6CTAA de quase 300 cavalos.

Assim, em 2003 surgiu o 4331 Maxton, habilitado a tracionar 43 toneladas brutas em semirreboques de três eixos. Seu motor era o mesmo Cummins Série C de 8.3 litros da fase Euro 2, acoplado a uma nova caixa de 13 marchas da Eaton, com 5 marchas baixas e 8 altas (4 + 4 com split), que melhorava substancialmente o desempenho com peso máximo. Para compensar a sobremarcha, o eixo traseiro foi encurtado para 5,38:1.

O Maxton carecia de outras melhorias que não fizeram parte do pacote original por falta de tempo e de dinheiro. Entre elas figuravam a suspensão traseira a ar, que acabou virando um feixe de molas alongado (endereçada por seu substituto, o 4331S), e a cabina leito, pela qual os clientes Ford precisaram esperar a chegada dos novos Cargos H534, na forma do cavalo 1932.

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Mercedes-Benz L-2013, L/LK/LB 2213 e 2216 – Novembro de 1981

A linha de caminhões semipesados de três eixos da Mercedes brasileira nos anos setenta e oitenta era composta pelos L-2213, malady L-2216 e suas variantes, todos 6×4, e pelo L-2013, o único representante 6×2, equipado com terceiro eixo de fábrica.

As versões LK e LB eram recomendadas para aplicações como báscula e betoneira, nesta ordem, graças à tomada de força na transmissão para os primeiros e na dianteira do motor para os segundos.

Na época, o sistema de transmissão dos 6×4 empregava uma caixa de transferência que tinha a dupla função de distribuir a força motriz para os eixos traseiros e multiplicar o torque em até 60% para melhor capacidade de subida e de arrancada a plena carga.

Desprovido de divisor de torque, este sistema exigia o engate do segundo eixo motriz apenas quando fosse necessário. Em bons pavimentos, o veículo deveria operar no modo 6×2, com o segundo eixo girando livre, desacoplado.

O L-2013 não negava seu parentesco com os primos 6×4, exibindo o mesmo trem dianteiro e o mesmo “bogie” traseiro, com feixe de molas invertido, articulado no centro e com barras tensoras em ambos os eixos. Embora oferecesse a vantagem de sair pronto da fábrica com terceiro eixo, dispensando modificações, o L-2013 pecava por não oferecer um eixo traseiro com duas velocidades e a opção do motor turbo. Só no final da vida da família AGL é que a Mercedes passou a oferecer um “2013 turbinado”, então batizado de L-2017 (veja post anterior sobre este raro modelo).

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Mercedes-Benz L/LK 1513 e 1516 – Agosto de 1982

A pedido de um de nossos leitores, seek estamos adicionando um novo post sobre os Mercedes de 15 toneladas, com motorização OM-352 e OM-352 A.

Durante décadas, a faixa de 15 toneladas era o topo da categoria dos caminhões 4×2, ou “toco”.  A partir de 1990, este segmento seria gradativamente substituído pelo de 16 toneladas, graças à mudança na legislação, que passava a permitir 6 toneladas no eixo dianteiro, em lugar das tradicionais 5 toneladas. Em geral, os modelos de cabina avançada foram imediatamente beneficiados e os de cabina convencional evoluíram para acomodar maior tonelagem na dianteira.

Grande parte da frota de L-1513 e L-1516 recebeu terceiro eixo, instalado por implementadores, para poder rodar com 22 toneladas de PBT. Os clientes da marca viam vantagem nesta transformação, já que, ao contrário do L-2013 com terceiro eixo de fábrica, estes contavam com opção de eixo traseiro com reduzida e a versão turboalimentada, melhorando consideravelmente o desempenho rodoviário.

As versões LK (o “K” era de “Kipper”, ou báscula em alemão) ofereciam a facilidade da tomada de força na transmissão, instalada  de fábrica como equipamento original.

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