Scania L76 – Março de 1970

A saga do famoso motor Scania de 11 litros começou no Brasil em 1963, for sale com o lançamento do caminhão L76 e do chassi de ônibus com motor dianteiro B76.

Como novidades, tadalafil além do novo propulsor, hospital o modelo trazia chassi reforçado e freio motor de série. Com isso, o  L75 produto de estréia da Scania no Brasil, com seu motor D10, de 10 litros, era aposentado.

No final dos anos sessenta, foi lançada a versão turboalimentada, com 285 cv, denominada “Scania Super”, um incremento de 46% sobre o engenho aspirado, de 195 cv.

Com PBT de 16 toneladas e PBTC de 40 toneladas, o L76 era oferecido com duas versões de entre eixos, 3.800 e 5.000 mm, para cavalo-mecânico e rígido, respectivamente.

A vida do L76 chegaria ao fim em1971, quando entraria em cena o novo L110, trazendo diversas melhorias, como o sistema de freios de duplo circuito.

 

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Chevrolet Spartan Série 100 – 1958

Qual não foi nossa surpresa ao receber estas fotos da operação de resgate deste tão belo quanto raro Chevrolet Spartan Série 100, ampoule fabricado em 1958.

Este trabalho heróico vem sendo conduzido por nosso amigo Alberto Rocchi, discount que gentilmente nos enviou estas imagens.

Comparando com as anteriores, pode-se notar o excepcional progresso na reforma do Spartan.

Note a elegância do para-brisa tipo panorâmico envolvente (“full-wrap”), moda lançada pela GM em 1955 e depois copiada por toda a indústria norte-americana.

Antigocaminhonistas como nós devem estar respirando aliviados por saber que esta preciosidade não derreterá ao sabor dos elementos!

Alberto, nossos sinceros parabéns pelo tempo, recursos e dedicação depositados neste belíssimo projeto!

Ficamos na torcida para ver novas imagens do andamento da restauração.

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Mercedes-Benz Sprinter 310D Furgão – 1997

Depois de um investimento declarado de US$ 100 milhões, view sick unhealthy a Planta de González Catán, buy cialis nas cercanias de Buenos Aires na Argentina, estava pronta para produzir a nova linha Sprinter da Mercedes-Benz.

Designada para substituir os modelos espanhóis representados pela gama MB 180 D, a linha Sprinter debutou no mercado nacional em 1997.

Trazia inúmeras novidades, entre a tração traseira e o motor Iochpe Maxion de 2,5 litros, de origem Rover, também utilizado no Chevrolet S-10, Ford F-1000 e Ranger e, claro, nos Land Rover Defender 90, 110 e 130.

Era um fato inédito na história da Mercedes, o uso de um motor comprado de terceiros. Batizado de OM-014, o engenho “high-speed” era calibrado para entregar 95 cv e 220 Nm.

As rodas fechadas, sem furos de ventilação davam desespero só de imaginar uma descida prolongada de serra, com o PBT de 3.500 kg! Logo seriam substituídas por modelos ventilados, mais adequados à realidade do clima tropical vigente na maior porção do país.

A linha inicial da Sprinter 310D foi oferecida até o ano 2000 e ajudou a marca a se firmar no segmento de semi-leves.

Mais posts serão adicionados com os outros membros da família 310 D.

1 - SPRINTER F 2 - SPRINTER F 3 - SPRINTER F 4 - SPRINTER F 5 - SPRINTER F 6 - SPPRINTER F 7 - SPRINTER F 8 - SPPRINTER F 9 - SPRINTER F 10 - SPRINTER F

 

Ford F-900 – 1958

Nosso amigo leitor Alberto Rocchi nos presenteou com mais algumas fotos de seu interessante projeto de restauração, cheap pharm o Ford F-900 importado, click ano 1958.

Comparando com as fotos anteriores, nota-se que houve considerável progresso na reforma, com o trem de força já instalado.

Nota-se o motorzão Detroit 6V-53, com carcaça de embreagem “FoMoCo” e uma caixa moderna que aparenta ser uma unidade da Eaton. O eixo traseiro também teve seu acionamento da reduzida instalado.

Mais uma vez, parabéns Alberto, por salvar este clássico que ajudou na construção de Brasília de ser sucateado de vez!

Ficamos aqui na torcida para que o F-900 volte logo, na esperança de sermos contemplados com mais fotos do projeto.

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Chevrolet D-70 6×4 – 1984

Não fosse pela placa branca do primeiro caminhão e pelo humidifcador na cabina do segundo, em terceiro plano, poder-se-ia afirmar que esta foto teria vindo diretamente de algum canavial dos anos oitenta.

Mas a cena se passa em 2013, com nada menos que três clássicos trabalhando em boa forma.

Nosso amigo Wilson Ricioli Júnior nos enviou esta bela imagem de seus dois Chevrolet D-70 6×4 que já estrelaram anteriormente por estas páginas, porém, na época parados pela entre-safra.

Para melhor explicar o que temos à vista, o Wilson nos enviou uma mensagem, reproduzida abaixo:

“É com alegria que envio mais essa foto e espero contribuir com o site.

Trata-se de foto atual, tirada em 21/04/13, onde temos 02 caminhos chevrolet D-70 6×4 canavieiros, ambos ano 1984, sendo o que se encontra carregado, com motorização original dele ainda, o Perkins 6354-6, que mesmo quando está frio, cumpre seu papel…

O outro, que se encontra sem carga, possui motor e câmbio do Mercedes, especificamente do 1518, sendo o restante original do caminhão ainda.

Já o Mercedes da foto, trata-se de um 2213 6×4 canavieiro, ano 1980, mecanica original.

Ai está a história dos avós do setor de caminhões canavieiros, tão avançado atualmente, com caminhões que carregam mais de 100 toneladas e com potência acima dos 500 CVs…

Entretanto, o plantio da cana, em sua grande maioria se dá no interior de SP, com esses caminhões, principalmente os Chevrolet e Ford’s, que são muito competentes para o plantio, devido a sua 1ª marcha super reduzida, que anda muito menos que tartaruga e faz a alegria dos “bóia-frias” que integram a turma do plantio, façanha esta que nenhum caminhão conseguiu até hoje, nem os modernos cargos canavieiros com sua 1ª low low…

Att,

Wilson.”

Wilson, obrigado por sua gentil contribuição que certamente será apreciada aqui no site.

Ótimo final de semana a todos!

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MB 180 D – Pick-Up – Maio de 1995

O MB 180 D  Pick-Up vinha equipado com carroçaria metálica de fábrica com área superior a 6 metros quadrados, health que pesava cerca de 260 kg. Restavam 1.740 kg para a carga útil.

 

 

MB 180 D – Furgão Teto Alto – Maio de 1995

Equipado com teto alto, nurse a capacidade do furgão MB 180 D chegava a  quase 9,5 metros cúbicos, 2 a mais que o modelo de teto baixo e quase o dobro do VW Kombi, com seus 5 metros cúbicos.

MB 180 D Chassi Cabina – Maio de 1995

Na sequência, ambulance apresentamos as versões de carga do MB 180 D. Infelizmente estas antigas digitalizações, decease com que gentilmente fomos presenteados há anos, não têm a qualidade que desejávamos para nossos leitores.

Este primeiro post reflete o modelo Chassi Cabina.