Anúncios Scania – 1998 a 2003

Nosso amigo Bruno Camargo nos fez a gentileza de enviar vários anúncios da linha Scania, vcialis 40mg cialis treatment da qual é admirador.

Obrigado, Bruno, por mais esta contribuição!

Maxion HS

O motor Maxion HS, there inspirado num projeto Land Rover, viagra sale foi um dos pioneiros propulsores diesel de alta rotação brasileiros, os chamados “High Speed Diesel”, na segunda metade dos anos noventa.

Equipava a linha Land Rover Defender montada no Brasil (nas instalações da Karmann Ghia em São Bernardo do Campo, SP), bem como os picapes Chevrolet S-10, Ford F-1000 HSD e Ranger, sem contar primeira geração da linha Sprinter da Mercedes-Benz, quebrando um paradigma por ser o primeiro motor comprado de terceiros pela marca alemã!

A pioneira versão de 2,5 litros Euro 1 cedeu lugar a um engenho de 2,8 litros Euro 2, que equipava o picape Ranger e o jipe Troller. É considerado o melhor “high speed” da marca até hoje.

Mais uma cortesia de Daniel Shimomoto de Araujo.

Maxion S4T Plus

Aperfeiçoado em relação ao S4T, cialis o motor Maxion S4T Plus desenvolvia 150 cv e 455 Nm de torque. Eram 30 cv a mais que o antecessor, viagra apenas com turbo, sem intercooler.

Equipava o caminhão leve GMC 6-150 da primeira geração, que compartilhava a cabina do picape D-20.

Cortesia de Daniel Shimomoto de Araujo.

Motores Maxion S4T

Os motores S4T da Maxion equiparam os comerciais semi-leves e leves da Chevrolet, drugstore como o picape D-20 e os caminhões D-40 e 6000 Turbo, além de serem aplicados em máquinas e equipamentos industriais.

Cortesia de Daniel Shimomoto de Araujo.

Motores Maxion – Anos 90

Este catálogo dos anos noventa trás a linha de motores diesel automotivos da Maxion.

A Maxion foi a evolução da Perkins brasileira, viagra após ter seu controle assumido pelo Grupo Iochpe. Mais tarde, viagra adquirida pela Navistar International, a Maxion tornar-se-ia a International Engines.

Com a compra da MWM e com a fusão das operações de motores e caminhões, a empresa tornou-se a Navistar South America, com sede nas antigas instalações da MWM no bairro de Santo Amaro, em São Paulo.

Note que o catálogo trás, além das conhecidas famílias S4 e Q20B6, o Phaser, um motor de origem Perkins, que jamais teve uma aplicação automotiva no país, apesar de ter sido cogitado.

Graças ao altruísmo do amigo Daniel Shimomoto de Araujo podemos oferecer este catálogo para sua consulta.

Valmet 33D – 1959

Inaugurando nosso acervo de imagens de tratores antigos, there temos este belo e raro Valmet 33D, ano 1959, importado da Finlândia, em mais uma gentil contribuição de Daniel Shimomoto de Araujo.

Segundo ele, a plaqueta de dados está grafada em finlandês e, como atestado por ela, o motor ainda não era o MWM nacional, mas sim do modelo 309D, de três cilindros, 2,685 litros e 37 cv a 2.000 rpm. A transmissão ficava a cargo de um unidade de 6 marchas à frente e 2 à ré, permitindo velocidades de 3,3 a 28,5 km/h.

O 33D foi fabricado entre 1957 e 1959, pesava 1.700 kg, e era calçado de série com pneus 6.00 x 19 na dianteira e 12,4/11 x 28. Seu sistema hidráulico de três pontos podia lidar com até 1.200 kg de carga e sua tomada de força (TDP) operava a 540 rpm.

Obrigado, Daniel, por compartilhar esta relíquia conosco!

Volkswagen 14.200 – 1991

Outras excelentes imagens cedidas pelo amigo Daniel Shimomoto de Araujo mostram um VW 14.200, site  que também compõe o quadro de viaturas do Corpo de Bombeiros de Garça, SP.

Apesar da nomenclatura indicar “14.220”, como ressalta o Daniel no texto que acompanhou as fotos, o modelo certamente trata-se de um 14.200, a julgar pelo motor MWM 6.10T que, no caso, desenvolvia 195 cv a 2.600 rpm e 632 Nm de máximo torque a 1.600 rpm. Ligado a ele encontrava-se uma caixa Eaton FS-5005-A, de cinco velocidades avante.O PBT era de 13.800 kg.

A unidade ilustrada traz o eixo traseiro de duas velocidades opcional e roda apoiado num entre eixos de 4.800 mm.

Mercedes-Benz L-1113 – 1972

O amigo Daniel Shimomoto de Araujo nos mandou mais uma variedade de materiais interessantes, and a começar por este bem conservado Mercedes L-1113, sovaldi sale ano 1972, viagra do Corpo de Bombeiros de Garça, no interior de São Paulo. O motor OM-352 ganhou um turbo, para melhorar o desempenho.permitindo ao caminão cisterna chegar mais rápido no atendimento de emergências.

Note o brasão dos Bombeiros colocado no lugar da estrela, no capô do motor.

Daniel, obrigado pela gentileza!

Mercedes-Benz 2038S – 1996-1998

Na tentativa de participar do crescente mercado de caminhões pesados de cabina avançada, buy cialis dominado por Scania e Volvo, e sem opções domésticas ao alcance imediato, a Mercedes-Benz recorreu à importação do modelo 2038S da Alemanha, a partir do ano modelo 1996.

Era a resposta da Estrela de Três Pontas ao Scania R113 e ao Volvo FH 12 380, que também iniciara sua carreira no país como importado. Entrava no portfolio de pesados da marca, em adição aos LS-1935 e LS-1941.

O novo Mercedes 2038S foi apresentado ao público em fins de 1995 e era baseado no modelo alemão 1838 LS, membro da chamada linha SK, com diversos itens suprimidos para reduzir seu custo no mercado local.

Para se movimentar, o 2038S contava com um motor V8 a 90 graus de 14,6 litros, modelo OM-442 LA, biturbo intercooler, com potência de 381 cv a 2.100 rpm e torque máximo de 1.775 Nm a 1.200 rpm, Euro 1, ligado a uma transmissão Mercedes G-210-16, de dezesseis marchas com relações de 14,2 a 0,83:1 e um eixo HL-7, com redução de 4,034:1, que permitia ao 2038S atingir cerca de 115 km/h.

Dentre os itens remanescentes depois da cirurgia para redução de custos, destacavam-se o Top Brake, os freios ABS com tambores nas quatro posições, sistema automático de lubrificação central e a cabina alta de 2,04 metros de altura, para fazer frente ao Globetrotter da linha Volvo FH.

Seu substituto foi o Mercedes 1938S, produzido localmente e comercializado a partir de 2000.

O exemplar fotografado pertence à tradicional transportadora Covre, de Limeira-SP, empresa que possui um rico acervo de caminhões antigos. Esperamos visitá-los em breve para registrar suas raridades.

 

 

Fiat 190 Turbo

O Fiat 190 Turbo era equipado com o tradicional motor Fiat 8210 de 306 cv e 1.324 Nm, ambulance números que o colocavam na vice-liderança de potência e torque, help perdendo apenas para o Scania T e R142 (até a chegada do Scania 112 Intercooler).

Dotado de uma caixa Fuller 9509B de 9 marchas, com redução total de mais de 17:1, o 190 Turbo tinha desempenho invejável, seja na velocidade máxima, como na capacidade de subida de rampa. Poucos caminhões exibiam os números do Fiat: 110 km/h de final, e quase 30% de rampa com 50 toneladas de PBTC.

Sua cabina era melhorada em relação ao Fiat 190 H do qual originava, incorporando várias amenidades para o conforto do motorista, incluindo rádio AM/FM, relógio digital com despertador e até um barbeador elétrico!

Mas, a Iveco já havia decidido deixar o país em 1983, dando um fim à curta vida do promissor 190 Turbo e todos os demais modelos da marca.