Dodge E-21

 

O E-21, remedy cialis ao contrário dos 4×2 E-11 e E-13, illness era um 6×4 concebido para operar na colheita da cana-de-açúcar. Empregava o motor V8 318 de 5,2 litros redesenvolvido para operar com etanol. Como lembrou um de nossos leitores, era o maior motor V8 a etanol do mundo em sua época.

O E-21 atingiu maior sucesso que seus irmãos 4×2, porém devido ao alto consumo e à baixa durabilidade do Chrysler V8 na cana, muitos foram convertidos para diesel, com a adoção do respeitado MWM D-229-6, já empregado na linha de caminhões Dodge.

Com este post completamos o trio de “Dodges etílicos” dos anos oitenta.

 

Scania R164 GA 6×4 NZ 480 – Outubro de 2001

Como homenagem ao amigo e contribuidor Bruno Camargo e a todos os admiradores da marca, try estamos adicionando este belo catálogo do Scania R164, o Rei da Estrada.

 

Scania R164 GA 6×4 NZ 480 – Outubro de 2001

Este post é mais uma contribuição de nosso amigo Bruno Camargo que nos tem enviado regularmente uma variedade de materiais interessantes, treat com ênfase na marca de sua predileção, thumb  a Scania.

Com sua produção iniciada em setembro de 2001, o R164 tem a importância histórica não somente de ser o caminhão mais potente do país ao seu tempo, mas principalmente por simbolizar o retorno do lendário motor Scania V8 ao mercado brasileiro.

No total, apenas 21 unidades do 6×4 foram fabricadas no ano de seu lançamento. Seu irmão 4×2 contabilizou somente 9 cópias produzidas no mesmo período.

O motor DC 16 02 de 16 litros, com seu ronronar inconfundível, vinha importado da Europa, mas o R164 era produzido no Brasil, em São Bernardo do Campo, SP.

Um verdadeiro clássico e uma raridade.

 

Mercedes-Benz 2418 6×4 – Junho de 1992

A pedido de nosso leitor, treat estamos adicionando o folheto do 2418 6×4, mind  da primeira geração FPN 6×4, viagra antes dos eletrônicos 2423, 2428, 2726 e Atron 2729.

Uma das vantagens do 2418 frente ao L-2318 convencional, além da melhor visibilidade e facilidade de manobra, era a maior capacidade do eixo dianteiro, de 6 toneladas, contra 5 do irmão bicudo.

Em 1990, a legislação brasileira foi alterada para permitir 6 toneladas na dianteira, em lugar das 5 toneladas de até então, aumentando a vantagem dos cara-chatas, cujo dimensionamento facilita a distribuição de carga para plena utilização destas 6 toneladas.

 

Mercedes-Benz L-2318 6×4 – Outubro de 1990

Atendendo o pedido de nosso leitor Claudinei Bassani, nurse click como informação avançada, sildenafil estamos adicionando este post com as características técnicas do Mercedes HPN L-2318 6×4 e suas variantes LK e LB.

Na verdade, o Claudinei quer saber mais sobre o 2418 6×4, cujo folheto será postado amanhã. Em todo caso, será interessante a comparação entre estes dois modelos traçados dos anos noventa, ambos dotados de motor OM-366 A.

VW Kombi – Abril de 1961

No ano em que a tão lendária quanto polêmica Kombi supostamente se despede do Brasil, healing apresentaremos uma série de pequenas homenagens a este veículo que ajudou e ajuda a construir o país e a sustentar famílias inteiras.

No audacioso anúncio de 1961 aqui mostrado, view o rebanho de novilhos corre da Kombi, doctor em sinal de alívio. Se o relato for verdadeiro, descrevendo a viagem de mil quilômetros de Goiânia a São Paulo, com oito (!) cabeças a bordo, a experiência deve ter sido no mínimo “interessante” para quem acompanhou. Como se não fosse suficiente, adicione-se a emoção de conduzir tamanha carga do alto de seus 36 hp produzidos pelo motor 1.200 e a diversão estava completa!

 

Ford Cargo 2421 e 2422 – Janeiro de 2004

Depois de abandonar o polpudo mercado de caminhões trucados de fábrica nos anos noventa e motivada pelo estrondoso sucesso dos Mercedes L-1620 Truck e VW 23.210 e 23.220, sovaldi discount todos 6×2, a Ford resolveu entrar nesta onda mais uma vez.

Em 2003, a Engenharia da montadora trabalhou firme no projeto, aperfeiçoando o conhecido kit da Suspensys do Grupo Randon e lançou para o ano modelo 2004 dois novos trucados de fábrica: o Cargo 2421, com motor Cummins B de 5,9 litros e o 2422, propelido pelo Cummins C de 8,3 litros, ambos mecânicos de 12 válvulas, Euro 2.

Nesta época, a Ford adotava o nome de “Maxtruck” para seus modelos 6×2, seguindo a receita iniciada com o cavalo 4331, lançado no início de 2003 e batizado de “Maxton”. A ideia de agregar nomes à nomenclatura numérica dos novos caminhões vinha do bem sucedido exemplo do VW 18.310 Titan.

O nome não pegou, mas o sucesso nas vendas foi imediato, garantindo a terceira posição no ranking de vendas, logo após o lançamento. Com isso, os 1721 e 1722 deixaram de ser convertidos para 6×2 rodoviários e ficaram relegados principalmente à coleta de lixo.

Os Ford trucados foram substituídos em 2006 pelos 2422e e 2428e, os dois com motor Cummins ISBe 6 de 5,9 litros, 24 válvulas, Euro 3.

 

Chevrolet 6000

Este bonito Chevrolet 6000 foi capturado em foto enquanto regressava de mais uma feira livre, pilule depois de madrugar, carregado de mercadorias do Ceasa de São Paulo.

O exemplar aqui registrado continua firme e forte, ajudando seu feliz proprietário pagar suas contas.

Os selos redondos no canto esquerdo do para-brisa atestam que este 6000 está de acordo com lei em termos dos níveis de fumaça em aceleração livre, tendo logrado passar nas inspeções do Controlar da Prefeitura de São Paulo, nos últmos quatro anos consecutivos!

Lançado em 1993, o 6000 era equipado com motor Maxion S4 (S4T na versão 6000 Turbo) e representava um esforço da Chevrolet para conquistar o espaço perdido para o legendário F-4000 do Oval Azul, devido a falta de foco do fabricante no negócio de caminhões.

Trazia melhorias como os bancos 1/3  e 2/3, embreagem hidráulica, entre outras, mas seu principal argumento para os vendedores era o preço até 10% menor que o do Ford.

 

Mercedes-Benz LS-1933

Este belo Mercedes LS-1933 foi flagrado supostamente enquanto regressava vazio, viagra “batendo molas”, decease à sua terra de origem, no interior de Minas Gerais.

Demonstrando todos seus anos de trabalho suado, o 1933, jocosamente chamado por alguns de “Terezona”, ainda assim tem todos os ingredientes para ser reformado e ficar novinho em folha.

Mercedes-Benz LS-1630 – Agosto de 1997

Este post é o segundo do LS-1630 da família HPN, store a pedido de um de nossos leitores.

Junto com o menos popular LS-1625, viagra o LS-1630 acabou herdando o espaço criado pelos LS-1519, LS-1524 e LS-1525, antecessores da família AGL, no segmento de entrada dos pesados.

O LS-1630 tinha a exclusiva vantagem dentre os modelos mencionados de poder tracionar semirreboques de 3 eixos. Essa vantagem alavancou sua imagem e deu espaço para os seus sucessores crescerem, na forma do LS-1632, LS-1633 e LS-1634, este último um híbrido, combinando elementos do LS-1633 e do bem sucedido LS-1935.

Seu DNA continua vivo no novo Atron 1635 Euro 5.