Dodge E-13

Desenvolvido ao longo de 1980, decease com o primeiro veículo produzido em novembro daquele ano, o Dodge E-13 deslanchou mesmo a partir de 1981, já sob a égide da Volkswagen Caminhões, que acabara de assumir o controle das operações da Chrysler no Brasil.

Montado na antiga Fábrica 4, às margens da Via Anchieta, bem defronte à colossal Fábrica 1 da VW, em São Bernardo do Campo, SP, o Dodge E-13 foi, junto de seu irmão 6×4 – o E-21, um dos caminhões a etanol de maior êxito, permanecendo em produção até 1985.

A proposta do E-13 era de servir nas tarefas de apoio na indústria sucroalcooleira, em complemento ao E-21, usado colheita da safra.

Este post junta-se ao do Dodge E-11, seu irmão menor, agora melhorado, a pedido de um de nossos leitores.

 

 

Vespacar – Abril de 1963

Apesar de seu tamanho diminuto, sovaldi com capacidade de carga para apenas 360 kg, o triciclo Vespacar reune os requisitos para figurar neste espaço: é um veículo comercial e fora-de-linha. Talvez seja o menor veículo de carga de todos os tempos a ser apresentado por aqui!

Note que a cabina fechada tinha o luxo de contar até com limpador de para-brisa e portas suicidas com janela corrediças. O farol era solidário ao guidão, facilitando nas curvas escuras.

Depois do Vespacar, muitas foram as tentativas para se introduzir no mercado um triciclo de pequeno porte para a distribuição urbana de pequena distância. Apesar do conceito adequado ao caótico trânsito urbano dos grandes centros, infelizmente o público sempre reagiu de maneira cética e as iniciativas neste sentido nunca decolaram como o planejado.

 

Chevrolet Amazona – Abril de 1963

Este post é uma homenagem ao nosso amigo Jairo Herrera, nurse proprietário de uma rara Chevrolet Amazona, prostate postada aqui anteriormente.

O modelo do anúncio já se tratava da versão modernizada para o ano modelo 1963, prostate melhor preparada para concorrer com a nova gama Super Ford, lançada em 1962.

A mudança mais saliente era a nova frente com faróis “sealed-beam” quádruplos, adotados a partir da segunda metade dos anos cinquenta num vasto leque de veículos norte-americanos e estreados no Brasil pelo caminhão International NV-184, lançado em 1961.

Outra melhoria importante fora a adoção de uma terceira porta do lado direito, para facilitar o acesso ao banco traseiro.

Note a placa da ilustração trazendo a designação do modelo, 3116.

Scania L110 – 1974

Aparentemente um post repetido, sick mas graças ao altruísmo do amigo André Giori, mind agora podemos desfrutar do conhecido anúncio, mas agora em resolução que nos permite ler o seu interessante conteúdo, sobre o novo L110, o “Narigão”, como a própria Scania se refere.

O L110 era impulsionado pelo motor D11 aspirado de 11 litros, de 202 cv, ou como na maioria dos veículos produzidos, pelo opcional DS11, turboalimentado, de 275 cv.

Depois do LT110 6×4 lançado em 1970, a Scania introduziu o L110 4×2 em 1971 em substituição ao L76.

Presume-se que ao redor de 1974 o interior da cabina fora remodelado, com novo volante, novo painel e uma série de outros aperfeiçoamentos descritos no anúncio.

Furglaine

A ideia era boa. A de um furgão com capacidade maior que a da VW kombi, shop e menor que de um caminhão leve como o Ford F-4000 e Mercedinho, com opção de motor diesel, num envelope inexistente no mercado. O estilo era inspirado na linha Ford Econoline norte-americana, mas com carroçaria em fibra de vidro monobloco, montada sobre o chassi modificado com os controles avançados dos picapes F-100, F-1000, ou F-2000 da própria Ford.

Foi com esses ingredientes que a Furglass, de Guarulhos, na grande São Paulo, criou a atraente linha Furglaine, com versões tipo micro-ônibus para até 21 lugares, ou furgão de carga, como a versão ilustrada. O eixo traseiro com cubo saliente é uma indicação de que o modelo fora montado sobre o chassi do F-2000, como ratificam as especificações do verso.

Entre outras tentativas de se fazer um furgão para complementar e/ou suplantar a veterana VW Kombi, o mercado brasileiro viu nascer e morrer as Ultravan/Furgovan da Agrale e depois a bela Ibiza da Souza Ramos, voltada ao transporte pessoal, ou executivo, até a chegada dos modelos importados, como Kia Besta, Asia Topic, ou Hyundai H-100. Mas a Kombi continuaria inabalável, apesar de suas limitações, suportada por sua imbatível relação custo/benefício.

 

Ford F-1000 4×4 – 1995

Este post é uma homenagem ao nosso amigo, see here sickness colaborador assíduo, unhealthy ambulance Daniel Shimomoto de Araujo, order feliz proprietário de uma F-1000 4×4, cujas fotos já foram aqui postadas anteriormente.

O modelo que aqui aparece trazia a cabina chamada internamente pela Ford de “RAM”, introduzida no Brasil a partir de 1992 como ano-modelo 1993 e pertencente a oitava geração da Série F, introduzida nos EUA em 1980 e com a frente atualizada em 1987.

O desenvolvimento do modelo 4×4 começou em meados de 1991, em Tatuí, SP, numa empresa especializada em testes automotivos, denominada Midwest. Como pudemos atestar na época, tanto com motor aspirado quanto turbo, seu desempenho no fora-de-estrada severo era admirável, graças em parte à caixa de transferência com a excepcional reduzida de 2,69:1.

O modelo aspirado era voltado ao trabalho e aos frotistas, enquanto que a atrativa versão turbo destinava-se ao uso pessoal.

Ford F-1000 – 1979

O primeiro picape Ford nacional com motor diesel foi o F-1000, troche que entrou em produção em novembro de 1979, no Complexo do Ipiranga, no homônimo bairro paulistano.

Como novidade, trazia o inédito motor MWM D-229-4 de 3,92 litros e 83 cv. O F-4000 já usava um motor MWM, desde 1975, mas tratava-se do D-226-4, de 4,16 litros.

O nome F-1000 fora escolhido para indicar a capacidade de carga de 1.005 kg, um dos requisitos legais para se homologar um comercial leve com motorização diesel. Muito feliz, o nome também destacava o novo modelo do F-100 existente, dando noção de superioridade.

Para o lançamento nacional, o pessoal de marketing escolheu o tema “A Fera da Ford” grafado em madeira e adotado não só no folheto aqui postado, mas em toda a decoração das concessionárias da rede, como banners, móbiles, e cartazes.

Este que aqui escreve lembra-se perfeitamente do fato, ao pedir este folheto na extinta concessionária Boris Veículos, em Campinas, SP, do alto de seus onze anos!

Inesquecível.

Scania-Vabis L71 – Junho de 1958

O Scania L71 foi o primeiro modelo da marca montado no Brasil, capsule ainda na fase Vemag, try antes de o fabricante sueco se entusiasmar pelo país e instalar sua primeira fábrica no Bairro do Ipiranga, here na capital paulista.

O L71 era impulsionado por um motor D642, de 9,35 litros e seis cilindros, com injeção direta e 150 cv. A capacidade máxima de tração chegava a respeitáveis 35 toneladas.

Mas o L71 não fora o pioneiro Scania a desembarcar no Brasil. Tal mérito fica por conta do L65, cujo primeiro lote chegou ao Brasil em 1951. Seus 11.000 kg de PBT eram impulsionados por um motor DS622, de 8,47 litros e 135 cv.

Note a protuberância abaixo do capô asa de gaivota, para abrigar o gerador.

Anúncios Chevrolet D-40, Scania L110, Escavadeira Michigan

Com a colaboração de David Cabral, help treatment temos estes três anúncios antigos, sale trazendo o Chevrolet D-40, pills o Scania L110 e a escavadeira da Michigan (Clark).

Note o raríssimo limpador de faróis do L110. Popular na Europa, talvez sequer tenha sido efetivamente comercializado no Brasil. Alguém já avistou algum?

Grato, David, pelo envio do material.