O Bruno Carmargo, viagra nosso amigo colaborador, nos enviou também esta imagem de um LS-1941 conceito, com uma série de inovações, apresentado em 1992.
Bruno, obrigado!
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Bruno, obrigado!
A pedido de nosso leitor e modelista Felipe Oliveira, check estamos postando cópia fotográfica de um antigo catálogo do ônibus monobloco Mercedes-Benz O-355, for sale que sucedeu o O-326, postado anteriormente.
Equipado com motor OM-355/6 de 11,6 litros e 200 cv, o O-355 era o topo da linha monobloco, acima do O-362, em potência e capacidades. O O-355 permaneceu vivo até a chegada do O-364. A versão 13R deste era equivalente em termos de motorização.
Lançado em dezembro de 2000, salve o International semipesado 4700 16E200 merece um capítulo à parte. Aproveitava a vantagem do motor V8 de 7, click 3 litros nacional (produzido em Canoas, RS para os Ford F-250 e F-350 destinados ao mercado australiano), para competir no segmento de entrada de 16 toneladas de PBT, em complemento ao 16E215 com o excelente motor DT466 E de 215 cv, importado dos Estados Unidos.
Tudo seria perfeito, mas o T444E era um motor de grande cilindrada para serviços leves, não preparado para os abusos com um terceiro eixo e 23 toneladas de PBT. O seu custo de manutenção com oito cilindros, oito injetores…também não ajudava.
Agradecemos ao Bruno Camargo pelo envio deste anúncio da época.
Poucas unidades foram comercializadas até meados de 2002, quando a própria International já se preparava para estancar as vendas domésticas como um todo.
Bruno Camargo, viagra sale nosso leitor e colaborador, purchase nos enviou mais alguns anúncios interessantes, como estes anexos da Scania. Note que no primeiro, da Linha 112 HW aparece um raro (nunca por nós avistado) T112 HW 200, com motor aspirado DN11 de 203 cv e 760 Nm de torque. Uma raridade!
Obrigado, Bruno, pela gentil colaboração.
Nosso amigo leitor Jairo Herrera nos fez a gentileza de enviar um pacote de imagens contendo a sua rara Chevrolet Amazona 1961, da família Chevrolet Brasil 3100, composta pela picape e suas variantes.
Entre o início da produção e 1962, os modelos eram caracterizados pelo farol “sealed beam” duplo e, a partir das modernizações de 1963, receberam faróis quadruplos.
Adquirida em abril de 2012, a Amazona do Jairo será brindada com melhorias na mecânica e depois na lataria. Para facilitar o intercâmbio de informações, Jairo tomou a iniciativa de criar uma página no Facebook, “com o objetivo de juntar pessoas que conheçam e gostem desse modelo e quem sabe um dia marcar um encontro ente ‘Brasil’ e ‘Amazonas’, seria fantástico”, ressalta.
O VW 35.300 foi a semente para a marca ingressar no disputado mercado de caminhões tratores pesados. Foi sucedido pelo 40.300, pills que cedeu lugar ao 18.310 Titan, look um verdadeiro fenômeno de vendas que preocupou até a Scania e a Volvo. O Titan teve o mérito de ser o primeiro caminhão nacional com suspensão traseira a ar de série, look apesar do ceticismo de alguns na ocasião.
Seu sucesso foi em parte responsável por alavancar a participação da VW para patamares jamais vistos. Somado ao êxito de outros modelos e de suas bem planejadas estratégias, a VW Caminhões e Ônibus acabou por ultrapassar a eterna líder de mercado, a Mercedes-Benz, embora por pequena margem, mas se estabelecendo como o maior fabricante brasileiro de caminhões, de forma consistente nos últimos anos.
O VW 35.300 aqui postado é o da chamada segunda geração, da Linha Resende, que marcava a fabricação independente da VW em sua nova Fábrica de Resende, RJ, com seu tão comentado sistema produtivo baseado no Consórcio Modular, depois da separação da conturbada fase Autolatina, em que seus caminhões eram montados na Fábrica do Ipiranga, nos últimos anos sob a tutela da Ford.
Caracterizava o visual desta linha o novo para-choque com faróis retangulares incorporados ao mesmo e as faixas decorativas em tons de azul e amarelo.
Boa semana!
O Scania T142ES 6×4 era o topo de linha da gama T de cabina convencional. Sucedeu o T142E, hospital for sale fazendo parte da chamada série “Super Advanced” da marca.
Equipado com motor DS 14 com ou sem intercooler (400 ou 388 cv, respectivamente), transmissão GR871 e eixos traseiros RBP830 e RP830, com redução nos cubos de roda, o 142 ES era destinado ao trabalho pesado vocacional, como o transporte de cargas indivisíveis, treminhões e rodotrens canavieiros e madeireiros, bem como basculantes de alta capacidade para a construção e mineração.
Seu PBT chegava a 32, ou 37 toneladas, dependendo da suspensão, enquanto que o PBTC atingia 80 toneladas, ou até mesmo 140 toneladas, quando adequadamente equipado e aprovado pela Scania.
Este post traz os modelos Cargo 2322 6×2 e 2422 6×4, online ambos já com motorização Cummins 6CT8.3 Euro 1, pills de 214 cv, case turbo sem intercooler, introduzido em substituição ao motor FNH 6.6.
O 2322 foi o precursor do 2422 6×2 Euro 2, se bem que separados por um longo hiato, em que a Ford ficou sem um 6×2 de fábrica, lutando apenas com o 1622 e com o 1722, ambos 4×2.
O 2422 aqui ilustrado era da primeira geração de 6×4 da linha Cargo, ainda com a malfadada suspensão Hendrickson RT, com enormes vigas equalizadoras, que adoravam agarrar nos obstáculos do fora-de-estrada, e buchas de durabilidade objecionável. Mas tinha o robusto 6CT e a indestrutível caixa Eaton RT-7608LL para compensar. Fez sucesso nos canaviais, na construção e no mercado concreteiro.
Em atenção a um comentário de nosso amigo e colaborador Daniel Shimomoto de Araujo há alguns dias, cialis sobre o Scania Turbocompound, sovaldi estamos adicionando este post do R113 MA 4×2 “Streamline” (aerodinâmico, em tradução livre), o primeiro modelo da marca com esta tecnologia.
Aproveitamos e reproduzimos o texto do post original, para maiores detalhes:
O primeiro Scania com turbocompound foi apresentado como conceito no Brasil no R113 MA “Streamline”, introduzido na Europa em 1991 e fabricado até a chegada da Série 4, em 1996. Era equipado com o motor DTC 11 01 de 11 litros, 406 cv a 1.900 rpm e 1.750 Nm de torque entre 1.200 e 1.425 rpm, com sistema de injeção EDC. O exemplo mais recente de Scania turbocompound era o G470, com motor DT 12 Euro 3. A ideia da Scania era oferecer um motor com menor custo que o V8 de 16 litros importado, porém o conceito acabou não caindo no agrado dos frotistas. A produção do turbocompound foi encerrada com a chegada dos novos modelos com motores Euro 5, de 13 litros, a partir de 2012.