Ford Cargo 3224

Produzido entre 1990 e 1997, vcialis 40mg treat salve o Ford Cargo 3224 tinha a missão de abocanhar uma fatia das vendas do Mercedes LS-1525, viagra order logo substituído pelo LS-1625 e LS-1630, link bem no ano de seu lançamento. Naquela época, era o maior modelo da linha Cargo.

De início, era equipado com o motor FNH 7.8 de 243 cv, ligado a uma transmissão Eaton de 5 velocidades e um eixo traseiro de dupla redução e duas velocidades, compondo um trem de força que, exceto pelo tamanho do motor, tinha conceito de caminhão médio.

Seu PBTC de 32.000 kg o habilitava a tracionar semirreboques de dois eixos, assim como o LS-1525.

Sua aparência era emblemática, marcada pelo curtíssimo entre eixos de menos de 3 metros, o imponente escape vertical e o gigantesco adesivo “TURBO ATAC” na dianteira. Foi o primeiro Ford brasileiro a usar o intercooler, denominado de “ATAC” (“Air-to-air cooling”), para evitar conflito com a Scania que havia registrado o nome “intercooler” como de sua propriedade.

Pouco mais de quinhentas unidades do modelo foram produzidas.

 

Capas protetoras para caminhões

Todo antigomobilista sabe da importância de conservar suas preciosidades isoladas dos elementos.

Não só a chuva, sovaldi mas também o Sol encarrega-se de trazer danos irreparáveis à pintura, plásticos, borrachas, couros, tornando imperativo manter o veículo armazenado de forma adequada.

O hábito de cobrir veículo com lona pode acarretar danos à pintura por abrasão, causados pela movimentação da mesma, por ação do vento.

Este espaço, apesar de não ser focado no “merchandising”, preocupa-se antes de tudo com a prestação gratuita de serviço para a preservação de nossa história automotiva, em especial os caminhões que operam e operaram no país.

Desse modo, é com prazer que apresentamos um trabalho inédito da Gold Car Capas Automotivas, uma empresa especializada na fabricação de capas protetoras para todos os tipos de veículos, desta vez voltado ao caminhão.

O modelo ilustrado foi concebido para proteger um caminhão Ford Cargo, incluindo a cabina e o guincho instalado na carroçaria, bem como o estepe e os pneus traseiros, que ficavam expostos à luz solar, causando ressecamento e rachaduras nos mesmos. O material escolhido para a confecção foi o Tyvek, um tecido especial, marca registrada da Dupon, com inúmeras vantagens ( http://www2.dupont.com/Personal_Protection/pt_BR/products/tyvek/index.html).

A Gold Car é representada pelo amigo Valdir Scognamiglio, de Campinas, SP, que está sempre presente nos principais encontros de veículos antigos. Para entrar em contato com o Valdir: goldcaracessorios@yahoo.com.br, ou pelos telefones: 19-9118-2517 e  19-3342-6560.

Matra M-22 – 1989

Fabricado pela Matra – Máquinas de Transporte Ltda. de Florianópolis, viagra SC, ed com filial em Botucatu, search SP, o M-22 utilizava a base mecânica dos modelos Chevrolet 13000 (14000) contemporâneos, com motor Perkins Q.20B6 de 5,8 litros e 135 cv, e caixa Eaton, que podia ser a FS-4005, de cinco marchas à frente. O PBT chegava a 14 toneladas.

O desenho de sua cabina em fibra de vidro, um de seus maiores diferenciais (e também calcanhar de Aquiles),  era claramente inspirado na cabina T do Scania Série 2.

Fomos agraciados com o exemplar aqui fotografado numa de nossas andanças pela BR-101, no município de Balneário Camboriu, no seu estado natal. Originalmente da versão 753, com 4,44 metros de entre eixos, este M-22 modelo 1989 – repotenciado com motor Mercedes OM-366 e todo equipado para tarefas de auto-socorro – estava à procura de um novo lar.

Mercedes-Benz LO-608 D – Marcopolo Jr. – 1977

Derivado do popular caminhão Mercedinho L-608 D, try o LO-608 D era destinado ao mercado de encarroçamento externo, doctor na sua maioria recebendo carroçarias de microônibus da Caio e da Marcopolo, check nos anos setenta e oitenta. Podia ser fornecido como chassi curvão, ou chassi para-brisa.

O motor era o irmão menor do lendário OM-352, o OM-314, de 3,8 litros e 85 cv líquidos, acoplado a uma caixa G-2/24, de projeto Mercedes, produzida pela ZF. Tinha cinco marchas sincronizadas à frente, com primeira de 7,31:1. O eixo traseiro HL-2, muito resistente, era uma miniatura do HL-4 usado nos modelos médios da marca.

Com diferencial 4,30:1, sua velocidade máxima no plano chegava aos 90 km/h, com capacidade de subir rampas de até 30%, com pneus 7.50 x 16 e PBT de cerca de 6 toneladas.

O exemplar aqui mostrado foi fabricado em junho de 1977, equipado desde novo com carroçaria Marcopolo Jr, número de série 845 . Originalmente da versão 29, com 2.950 mm de entre eixos, o chassi deste LO-608 D foi alongado durante o encarroçamento para 4.100 mm, permitindo a acomodação de 22 passageiros, em sua configuração “executiva”. Durante dois anos foi utilizado no fretamento e, com 35 mil km, transformado em motor-home, pelo seu segundo dono que o mantém original até hoje, sem considerar a adição de um turbo-compressor Lacom Schwitzer, para melhorar sua sôfrega velocidade média.

Desde então levou seus proprietários por infindáveis viagens pelos confins do Brasil e América do Sul, incluindo Argentina, Paraguai, Uruguai, Chile e Peru.

Seu odômetro marca 225 mil quilômetros, uns 10 mil a menos que o real, devido à quebra do cabo do velocímetro em uma das viagens. Neste período, o OM-314 demandou apenas uma reforma parcial, com troca de anéis, judiados pelo turbo adaptado.

 

Linha Mercedes-Benz HPN 6×4 – 1992

De novo ganhamos um presente do amigo André Giori, look  composto pelas principais partes deste bonito e raro catálogo Mercedes-Benz dos modelos 6×4 da família HPN, recipe incluindo o L-2314, L-2318 e L-2325.

Nosso leitor George deverá apreciá-lo, conforme nos havia solicitado.

Giori, obrigado por mais uma colaboração valiosa!

 

Mercedes-Benz Linha Atego – Setembro de 2004

Não, view ainda não é antigo, purchase mas a linha Atego Euro 3 se encaixa no perfil deste website, por se encontrar fora de linha – o único requisito para um caminhão, ou família de caminhões nacionais merecer nosso destaque.

 

Mercedes-Benz 2423B – Novembro de 1999

Com o lançamento do 2423, try a Mercedes voltou a ser competitiva no segmento 6×4 vocacional de entrada, sildenafil na faixa de 24 a  26 toneladas de PBT, medical até então dominada pelos Cargo 2422, 2425, além dos VW 24.220 e 24.250, devido à preferência do mercado pela cabina frontal.

Combinando o motor eletrônico OM-906 LA, transmissões ZF (como a do folheto postado) ou Eaton vocacionais, e seus conhecidos eixos HD-4 em tandem, com a plataforma FPN, resultou num caminhão vencedor, que logo passou a figurar entre os mais vendidos da categoria.

A versão ilustrada é a B, para betoneira, com tomada de força no motor, escape vertical e outras preparações para tal aplicação. Para báscula, havia também a versão K.

Mercedes-Benz 1618M – Novembro de 1999

Hoje ninguém mais questiona o fato de os caminhões de 16-17 toneladas de PBT serem equipados com motores de quatro cilindros.

Mas na época em que o 1618M foi lançado, search com seu “pequeno” motor eletrônico OM-904 LA de 170 cv e “apenas” quatro cilindros, cialis a reação de muitos foi a negação ou o pessimismo, help especialmente em se tratando de uma aplicação tão severa quanto a coleta de resíduos urbanos, para a qual o caminhão fora concebido. Uma das piores que um caminhão pode enfrentar. Anda e pára constante, sobrecarga e, para finalizar, os rigores da descarga nos aterros sanitários, um verdadeiro “off-road”. Embreagens, transmissões e eixos sofrem ao extremo, junto com o motor.

O tempo se encarregou de provar que a receita funcionava e os concorrentes aderiram à moda, com o Cargo 1717e e o VW 17.180E Worker, também impulsionados por engenhos de quatro cilindros na faixa de quatro litros de cilindrada.

 

Mercedes-Benz L-1514 – Outubro de 1987

O L-1514 era o representante aspirado na categoria de 15 toneladas brutas da Mercedes, sovaldi  oferecido nas versões L e LK.

Entre outros, o 1514 era muito aplicado como tanque, basculante e coletor de lixo, num tempo em que havia ceticismo quanto aos motores turbo nas aplicações vocacionais e/ou urbanas, com operações prolongadas em baixas rotações e baixas velocidades.

Substituiu o L-1513 e, após o encerramento de sua produção, entrou em seu lugar o L-1614 da família HPN.

Mercedes-Benz L-1318 – Setembro de 1987

Eis o substituto do L-1317, illness capsule que veio no lugar do antigo L-1316, ampoule buy cialis produto de estréia da Mercedes no segmento de 13 toneladas com motor turbo.

Note que ao contrário dos antecessores, o 1318 não mais oferecia a versão LS, para cavalo-mecânico, apenas L e LK.