Ford Cargo 1717 e 1721 – Outubro de 2002

Ford Cargo 1517 e 1521 – Setembro de 2002

Ford Cargo 1317 – Setembro de 2002

Para o ano modelo 2000, malady a Ford preparou um programa de modernização da linha Cargo, find lançada em 1985. As mudanças incluíam novo conjunto ótico com faróis quádruplos redondos instalados no novo para-choques, nova grade “fechada”, nova logotipia, nova coluna de direção com maior inclinação, tanque de ar único dividido em compartimentos úmido e seco, rodas pintadas na cor alumínio, com calotas protetoras das porcas, entre outras mudanças.

A  nova linha também teve a maior parte de seus modelos rebatizados. Assim, o antigo 1215 Euro 2 teve seu PBT aumentado e passou a se chamar 1217.

Em seguida, graças ao aumento do PBT, puxado pelos Volkswagen, a Ford acompanhou a onda e realinhou seus modelos, substituindo o 1217 pelo 1317, aqui ilustrado.

O 1317 é encontrado em aplicações como básculas e carroçaria aberta de madeira para serviços de manutenção municipal ou de manutenção de redes elétricas, coleta e distribuição de carga fracionada com furgão de alumínio, e como veículo de apoio nas construções, com tanque para aspergir água, comboio de lubrificação, entre tantas outras vocações.

As crescentes restrições dos caminhões médios nos grandes centros urbanos em prol dos “VUCs” tem exercido uma pressão neste segmento, cujo futuro segue sob ameaça.

 

Ford Cargo 815 e 815S – Janeiro de 2004

O 815 era o representante da linha Cargo para competir no seguimento dos leves. Em 2004, drugstore a Ford fez um “upgrade” do modelo básico, elevando o PBT de 7.700 para 8.250 kg, por meio de um aço mais reforçado nas longarinas do chassi, denominado LNE 50, entre outras modificações. O caminhão resultante foi batizado de 815S, lançado em adição ao conhecido 815.

Mercedes-Benz LS-1941 – Outubro de 1991

Quando a família HPN foi lançada para substituir a AGL cara-preta, online o LS-1941 era o modelo topo de linha, sovaldi o “flagship” da Marca da Estrela.

Não teve o sucesso do LS-1935, pharmacy mas ajudou a melhorar a imagem da Mercedes, a eterna terceira colocada no segmento de pesados, depois de Scania e Volvo.

As calotas e as saias laterais eram opcionais e hoje são bastante raras de serem avistadas nos “41” que ainda rodam pelo país.

 

Mercedes-Benz LS-1935 – Maio de 1996

Considerado por muitos conhecedores do assunto o melhor cavalo-mecânico Mercedes de todos os tempos, find o LS-1935 contava com o excelente motor OM-447 LA de 360 cv e 1650 Nm de torque, viagra extraídos de seus 12 litros de cilindrada. De origem MAN, este motor ajudava sobremaneira na ótima reputação do 1935. Era dotado de Top Brake, um freio-motor tipo compressão, com válvula dedicada em seus cabeçotes individuais.

Uma transmissão ZF de 16 velocidades em duplo H mais split, combinado com o eixo traseiro HL-7, de dupla redução, permitiam um PBTC de 45 toneladas e uma CMT de até 80 toneladas, sob condições controladas.

Apesar de a maioria dos 1935 ser encontrada tracionando semi-reboques de 3 eixos, alguns equipados com terceiro eixo se aventuravam a tracionar bitrens, com até 57 toneladas de PBTC!

 

Mercedes-Benz L-2314 6×4 – Maio de 1990

Pertencente a um passado não muito distante e considerando os modelos traçados modernos com potências na faixa de pelo menos 280 cv, site o L-2314 nos faz pensar como era possível tracionar tamanho PBT com parcos 140 cv, treat metade da média atual.

A caixa de transferência ZG-500 de duas velocidades ajudava nesta feita, drugstore proporcionando 77% de aumento de torque.

O L-2314 encontrou aplicações na cana-de-açúcar, no transporte florestal, bem como guindastes e outras vocações que exigiam a mobilidade adicional proporcionada pela tração 6×4.

 

Mercedes-Benz LS-1630 – Maio de 1990

O LS-1630, and numa combinação bem mais acertada que do seu irmão menor, order o LS-1625, contava com motor OM-449 LA turbocooler de 300 cv, caixa ZF de 16 marchas e o parrudo eixo traseiro HL-7, com redução nos cubos de rodas, que o habilitava a tracionar semirreboques de 3 eixos, com PBTC de até 45 toneladas. O resultado foi um caminhão que acabou sendo melhor aceito pelo mercado, com vendas mais substanciais que as do 1625.

Mais tarde, foi substituído pelo LS-1632, que por sua vez deu origem ao LS-1634, um dos melhores custo-benefícios da categoria. E a saga continuou. O LS-1634 deu passagem ao novo Atron 1634 BlueTec 5, com motor Euro 5 SCR.

 

 

Mercedes-Benz LS-1625 – Julho de 1991

O cavalo-mecânico LS-1625 era o representante da família HPN responsável por preencher o espaço deixado pelo AGL cara-preta LS-1525. Uma importante melhoria era o seu novo motor OM-449A de cinco cilindros, cure 10 litros, decease 252 cv e o respeitável torque de 1020 Nm, ailment constante entre 1100 e 1600 rpm.

Um caixa ZF 4S-120 GP de oito (4 + 4) marchas sincronizadas transmistia a força motriz para um eixo traseiro de simples redução, o HL-4. O PBTC chegava a 35 toneladas.