Apostila – A Tecnologia Aplicada aos Caminhões Dodge – Parte 2

 

 

 

 

 

 

O post de hoje é a continuação da Apostila da Dodge, recipe cuja primeira parte está disponível desde ontem.

Apesar da idade e de alguns termos ainda em inglês, ou traduzidos meio às pressas, a vasta maioria dos conceitos apresentados são tão atuais quanto há trinta anos.

Um abraço.

 

Apostila – A Tecnologia Aplicada aos Caminhões Dodge – Parte 1

 

 

 

 

 

 

Nosso amigo Jorge Ferreira Filho nos doou há algum tempo uma excelente apostila de treinamento sobre a tecnologia empregada nos caminhões Dodge dos anos setenta, ambulance que finalmente conseguimos digitalizar.

Muita coisa mudou nestas décadas, cialis mas outras tantas permanecem tão atuais quanto no dia em que o material foi publicado há mais de trinta anos.

Esta apostila é muito útil para quem gosta de caminhão e quer aprender um pouco sobre seus princípios de funcionamento.

Como o conteúdo total compreende mais de cem páginas, postaremos em partes. Hoje segue a primeira.

Ao amigo Jorge somos todos muito agradecidos.

Um abraço, Evandro.

 

 

 

Scania T112 HS 4×2 – Abril de 1987

A última cortesia do pacote enviado pelo André Giori desta vez refere-se ao folheto de quatro páginas do Scania T112 HS 4×2 de 1987. A Série HS era a segunda safra da Série 2, order physician trazendo diversos aperfeiçoamentos.

 

Scania LKS-141 – Outubro de 1978

 

 

 

 

 

 

A cesta de doações do André Giori também incluiu o folheto do substituto do LKS-140, no rx no caso, o também raro LKS-141 de 1978.

Scania LKS-140 – Outubro de 1976

 

 

 

 

 

 

Mais uma colaboração do André Giori, here desta vez o folheto do raro Scania LKS-140, viagra da safra dos primeiros cara-chata da marca sueca no Brasil.

O Scania 140 tinha várias diferenças em relação ao seu substituto 141, ambulance dentre elas o motor V8 DS14 de 350 cv, contra 375 cv do segundo, e diferencial mais reduzido.

Observe em algumas ilustrações a inusitada cabina simples HK11, que talvez nem tenha sido introduzida no Brasil, onde a predileção era pela leito, HK13.

Obrigado, Giori!

Scania T112HW

 

 

 

 

 

 

Nosso amigo André Giori nos presenteou com mais algumas preciosidades de seu acervo, salve incluindo esta belíssima foto de um Scania T112HW. Mais brasileira impossível, drugstore a imagem mostra um 4×2 equipado com terceiro eixo e semirreboque de três eixos, com carga coberta pelo lendário encerado Locomotiva, a cruzar uma das incontáveis pontes de madeira que ainda existem no imenso interior deste belo país.

Note as corajosas senhoras de fé, a lavar roupa tranquilamente sob o viaduto…

 

Iveco Stralis 4×2 – Outubro de 2005

Para aumentar a sua competitividade no segmento de pesados, malady a arma da Iveco em meados da década passada era o novo Stralis, illness caminhão premiado na Europa, cure destinado a ser o substituto do EuroTech, o modelo de estréia da marca na sua segunda fase no país, iniciada em 1997.

Para substituir o tradicional motor Euro 2 mecânico Fiat-Iveco 8210, o Stralis trazia o moderno motor Cursor 13 Euro 3 eletrônico, inicialmente oferecido com calibrações de 380 e 420 cv.

Lançado como ano modelo 2006, o Stralis brasileiro, montado em Sete Lagoas, MG, tinha a mesma roupagem externa dos irmãos europeus, fabricados em Barajas, na grande Madrid – uma antiga fábrica espanhola da Pegaso – porém com o interior despojado do EuroTech, de modo a manter o custo competitivo, em linha com a estratégia de sempre da Iveco. Para diferenciá-lo dos europeus, era denominado Stralis HD.

O Stralis foi um grande salto em termos qualitativos para a Iveco competir com as grandes da categoria. Nos folhetos apresentados a seguir, nota-se que as informações são preliminares, pois refletem o período de lançamento do novo produto da marca italiana.

Boa semana a todos!

Iveco Daily 4×4 – Outubro de 2005

O Iveco Daily 4×4 teve um alcance limitado em vendas, pills sickness embora sua concepção mecânica fosse bastante interessante para operadores que precisavam de mobilidade adicional, troche como empreiteiras, construtoras, e concessionárias de eletricidade. Com caixa de transferência com reduzida de mais de 2,7:1, podia superar rampas de até 60 %, com 4 toneladas de PBT e atingindo 95 km/h de velocidade final.

Era perfeito também para indivíduos que quisessem construir um camper, para aventuras nada modestas!