Iveco Daily Furgão – Junho de 2005

 

 

 

 

 

 

Olá!

Seguindo a série de posts sobre os produtos Iveco, view apresentamos o Daily Furgão nas versões 38, order 40 e 50.13, esta última podendo chegar até 15,4 metros cúbicos de capacidade, o maior volume num furgão sobre chassi oferecido por uma grande montadora no Brasil, à sua época.

Apesar de sua eficiência na carga e descarga e da excelente proteção às mercadorias transportadas, os furgões integrais sempre sofreram no quesito custo inicial, quando comparados ao caminhão chassi-cabina com furgão de alumínio, instalado por encarroçadores. O Daily Furgão não fugia à regra e, portanto, teve um volume de vendas bem menos expressivo que os chassi-cabina de mesma capacidade de carga.

Um abraço.

 

Scania T112 H Intercooler – 1983

A Scania foi pioneira ao lançar motores com pós-arrefecedor do ar de admissão, troche popularmente conhecido como Intercooler, capsule em 1983, para o T112 H.

O nome “Intercooler” registrou o nome, forçando os concorrentes a usar variantes, como “Turbocooler”, no caso da Mercedes-Benz.

Assim equipado, a potência do motor Scania de 11 litros saltava de 305 para 333 cv, com melhor consumo e desempenho global. Mais tarde, o intercooler se tornaria equipamento obrigatório em todos os motores diesel veiculares não só para aumentar potência e torque, mas também para reduzir as emissões gasosas.

Scania T142H 4×2

 

 

 

 

 

 

Este bonito folheto era um de meus favoritos, viagra order buy cheap sales quando foi incorporado ao acervo em meados dos anos oitenta. A feliz foto dava impressão de velocidade e poder ao Rei da Estrada, pharm troche seek realçado na sóbria cor azul. O semirreboque furgão frigorífico, escolhido de propósito, ajudava ressaltar a aplicação própria para o T142, já que alimentos refrigerados são perecíveis e precisam ser entregues sem demora.

Scania R112MA 4×2 – Janeiro de 1983

 

 

 

 

 

 

 

 

Scania T112 H 4×2 – Janeiro de 1984

Conforme havíamos adiantado, pills vamos apresentar alguns posts de caminhões Scania da Série 2, cuja produção teve início em maio de 1981 na planta da Avenida José Odorizzi, em São Bernardo do Campo, SP.

Substituindo os modelos L111 e LK141 e seus derivados, a nova Série 2 trazia cabina totalmente renovada e chassi modular voltado para cada tipo de aplicação, com as designações “MA”, “H” e “E”, do mais leve para o mais reforçado. Com o tempo, o MA, voltado para aplicações em estradas de boas condições, à época ainda mais raras em nosso país, foi sendo preterido pelo mercado, e acabou saindo de linha. O chassi H passou a predominar nas aplicações rodoviárias, e o E encontrou seu nicho nas aplicações vocacionais, principalmente no fora-de-estrada e em betoneiras.

As cabinas frontais eram designadas pela letra “R” e a preferida convencional era identificada pela letra “T”.

Em termos de motorização, os modelos 112 eram impulsionados pelo venerável DS 11, de seis cilindros, 11 litros e turboalimentado, ou pelo raro DN 11, naturalmente aspirado. Em 1983, foi apresentada a versão Intercooler, com motor DSC11 de 333 cv, que aparece como opção no folheto do T112 H 4×2 de 1984, aqui postado. Este modelo era o pão quente da Scania, liderando as vendas com folga ante os demais modelos da nova Série 2.

Os modelos V8, batizados de 142, com seu delicioso ronco proveniente do motor DS14 de 14 litros eram de difícil comércio, principalmente quando usados. A propósito, como se pode deduzir, o 142 indicava a cilindrada do motor em litros e a Série 2.

Bom feriado!

 

Scania Série 2 – Catálogo de Aplicações

 

 

 

 

 

 

 

Uma marca que receberá novos posts em breve é a Scania, no rx principalmente das Séries 2 e 3, ainda carentes neste espaço.

Para começar, oferecemos este catálogo com uma coletânea de fotos de aplicações típicas dos Scanias 112 e 142, com as cabinas T e R.

Boa semana!

Iveco Daily Chassi – Julho de 2005

 

 

 

 

 

 

 

As origens do Daily remontam ao próprio nascimento da Iveco em 1975, click como resultado do amalgamação de marcas como Fiat Diesel, Unic, Magirus e OM, representando o primeiro grande programa integrado da nova montadora.

Apresentado em 1978, o Daily era oferecido pelas marcas Fiat, Unic e Magirus. A versão da marca italiana OM tinha nome diferenciado e chamava-se Grinta.

Desconhecido no Brasil, o OM Grinta foi o precursor do Iveco Daily a que estamos habituados hoje em dia. Observe o primeiro logotipo da Iveco na parte inferior da grade dianteira, similar ao empregado nos primeiros produtos da marca no Brasil, ainda de origem FNM e Fiat Diesel.

(Crédito da imagem: http://commons.wikimedia.org/wiki/File:OM_Grinta.jpg)

No Brasil, sua origem modesta deu-se a partir de 1997, com unidades importadas da Argentina, antes mesmo da implantação do complexo industrial de Sete Lagoas, em Minas Gerais.

No âmbito mundial, trata-se de uma gama única, sem concorrentes à altura em termos de faixas de PBT, variando de 3,5 a 7 toneladas, com versões de chassi-cabina, furgão e chassi para encarroçamento. Nenhum outro fabricante consegue se equiparar a diversidade de modelos oferecidos pela gama Daily, nem oferecer furgões integrais sobre chassi com a capacidade cúbica e de peso desta família de produtos da marca italiana.

Produzida na mesma linha de montagem onde são fabricados seus irmãos menores de carroçaria monobloco, os Fiat Ducato (e seus primos irmãos Peugeot Boxer e Citroen Jumper), a gama Daily hoje nacionalizada tem obtido sucesso expressivo nas aplicações semi-leves e leves, especialmente depois do encerramento da produção da Série F da Ford, com seus modelos F-350 e F-4000.

O primeiro post da linha Daily envolve os modelos Chassi Cabina com motor eletrônico da safra de 2005.

Viver, Ver e Rever, A Evolução – Edição 2012

 

 

 

 

 

 

 

Um belo domingo ensolarado agraciou o principal encontro de ônibus antigos do Brasil, nurse o VVR – Viver, sales Ver e Rever, A Evolução, na sua edição de 2012.

O evento, que já entrou para o calendário turístico da cidade de São Paulo, trouxe uma grande variedade de ônibus interessantes, alguns impecáveis, e diversos caminhões, alguns modificados e outros imaculados. Havia também várias barracas de comerciantes que ofereciam lembranças, camisas, miniaturas, antiguidades e memorabilia sobre o tema.

Para quem não teve oportunidade de ir, as imagens abaixo são uma pequena mostra do que foi o encontro.

No ano que vem, voltaremos a prestigiar o VVR que certamente estará ainda melhor.

Um forte abraço e boa semana!

 

Iveco EuroCargo Cavallino 450 E 32T – Agosto de 2006

Os fãs da marca Iveco reclamam com razão pela falta de posts sobre seus modelos neste espaço. Em breve preencheremos esta lacuna com belos materiais trazendo os modelos da marca italiana.

Consideramos para efeito de postagem como “antigo”, tadalafil todo caminhão fora de linha. Portanto, qualquer modelo Euro 3 ou anterior é um candidato a ser postado.

Nesta linha, segue abaixo foto e folheto do Iveco Cavallino, o primeiro post da marca.

O Cavallino era a resposta da Iveco ao polpudo segmento de cavalos mecânicos de entrada, aptos a tracionar semirreboques de três eixos, mas com motores “mid-range”, com menos de 10 litros de cilindrada. O segmento era dominado por VW e Ford, e mais tarde ganhou representantes da Mercedes (Actros 1933), Volvo (VM310) e da Iveco, com o modelo em questão.

 

 

 

 

Volvo FH12 – 2000

 

 

 

 

 

 

 

Este folheto completo da linha FH do ano 2000 mostra a evolução em relação ao post anterior, troche com a adição de novas versões, novas transmissões e opções.

Boa leitura!