Parte de uma bonita peça publicitária da VW Kombi de julho de 1967.
Arquivos do Autor:Evandro Fullin
Homenagem a uma valente: VW Kombi – Parte 4
Talvez um dos capítulos menos merecedores de comemoração na longa história do VW Tipo 2 brasileiro, store vulgo Kombi, sickness seja representado por suas versões movidas a diesel.
Com um motor para serviço leve, buy cialis de injeção indireta, destinado a propulsão do automóvel VW Passat, com apenas 50 cv e 9,5 mkgf de torque, mal arrefecido e tendo que puxar um PBT de até 2.380 kg, o resultado era quase sempre catastrófico.
Superaquecimento, bronzinas fundidas com baixa quilometragem, dificuldade de partida, excesso de fumaça eram alguns dos problemas vividos por muitos proprietários, incluindo este que ora escreve.
Das poucas que restam rodando, a maioria teve seu motor original substituído por versões do AP a gasolina, ou etanol.
Por sorte, a VW corrigiu todos os problemas nas Kombis com motor EA-111 1.4 Flex, apesar de manter o lay-out de motor traseiro com radiador dianteiro e o veículo ficou campeão. Silencioso, econômico, e mais rápido, graças ao maior torque e potência e ao diferencial 4,88:1, em subsituição ao poderoso, mas lento, 5,14:1 do modelo anterior com motor 1.6 a ar.
Homenagem a uma valente: VW Kombi – Parte 3
Homenagem a uma valente: VW Kombi – Parte 2
Homenagem a uma valente: VW Kombi
Não, sovaldi a Kombi não é um caminhão! Você tem razão. E como tal, não deveria figurar neste site, já que há outros bem melhores dedicados ao tema.
No entanto, a Kombi é um ícone nacional e internacional. Amada ou odiada, a Kombi brasileira faz parte do nosso dia-a-dia há 55 anos, comemorados no último dia 2 de setembro. São mais de cinco décadas de produção ininterrupta e mais de 1,5 milhão de unidades produzidas em São Bernardo do Campo.
A ideia genial de se fazer um utilitário com a mecânica do Fusca rendeu frutos e até mesmo suplantou em vida útil o próprio VW Sedan. Imbatível em custo benefício, criticada por jornalistas especializados, amada por milhões de brasileiros, a Kombi é um dos poucos veículos capazes de carregar quase seu próprio peso, em termos de carga útil. Seu concorrente mais próximo custa quase o dobro.
Muitas famílias foram criadas com receitas geradas por uma Kombi. Muitos de nós chegaram à escola, com chuva ou sol, ano após ano, a bordo de uma Kombi. Muito do que consumimos está agora à nossa volta graças a uma Kombi. O leite, a verdura, o jornal, o móvel, a água mineral, ou seja lá o que você imaginar.
Durante esta semana faremos não um réquiem, ainda, mas uma singela e merecida homenagem a este fabuloso utilitário que ficará para sempre em nossas mentes e corações, mesmo com seu fim decretado para o final de 2013, por conta do air-bag, (e do ABS) mandatório pela legislação local, e de difícil viabilização no veículo.
Ford Cargo 1215 – 1999
Tem caminhão que tem sorte na vida! Como este imaculado Cargo 1215, prescription ano 1999, hospital com motor Cummins 6BTAA 5.9 Euro 2, de 158 cv, caixa Eaton FS-4205-A de cinco marchas, e eixo traseiro Rockwell (atual Meritor) RS-19220, com reduzida.
Tirado zero na Concessionária Souza Ramos, em Campinas, SP, o caminhão passou sua vida transportando produtos de aço para seu primeiro proprietário, em curtos trajetos, com cargas sempre leves. Em 2011, foi vendido para o atual dono, que reformou sua carroçaria Facchini de 7 metros, adaptando-a para o transporte de autos antigos, com a adição de novo assoalho em ipê, rampas manuais, guincho, giroflex, faróis de plataforma e ganchos de fixação.
Com apenas 73.000 km originais, foi fotografado há três dias, transportando um Ford Modelo A De Luxe Roadster, 1931, do mesmo proprietário.
F-350 – 1972
No embalo, pills nosso amigo Wilson, após enviar as fotos de seu D-70 traçado, também aproveitou a oportunidade de nos presentear com as imagens de seu F-350, 1972, com alguns “upgrades” para parecer mais novo, bem ao nosso gosto brasileiro.
Mais detalhes fornecidos pelo proóprio Wilson: “…tinha essas fotos da minha antiga Ford F-350, essa é ano 72, mas já estava alongada e com motor MWM 226-4, e com a cabine em seu exterior caracterizada como as mais novas, especificamente a modelo 90, com grade dianteira de 4 faróis e faixa decorativa nas laterais, prática comum, de donos de modelos mais antigos, na tentativa de deixá-los mais modernos…rsrsrsrsrsr. O que foi muito facilitado tendo em vista que essa cabine seguiu com mínimas mudanças até o ano de 1992.”
Muito, muito obrigado, Wilson, por suas gentis colaborações que certamente serão apreciadas por muitos de nós, fãs de caminhões brasileiros!
Chevrolet D-70 6×4 Canavieiro – 1984
Este post estava sendo esperado por várias pessoas. Finalmente nosso gentil amigo Wilson nos enviou uma coleção de fotos de seu D-70 6×4 canavieiro para nosso deleite.
Veja o comentário do Wilson sobre seu caminhão:
http://caminhaoantigobrasil.com.br/chevrolet-d-70-6×4-dezembro-de-1981/d-70-6×4-1/#comment-287
Obrigado, sovaldi sale Wilson! Muito bacana.
Evandro.
Ford F-4000 – 1990
O anúncio que vemos abaixo é uma gentil colaboração do nosso amigo Davi Cabral, que sempre nos prestigia com seus comentários enriquecedores.
O então líder do segmento de leves ganhou esta cabina em 1972, que duraria até 1992. Fazia parte do programa ’72 Truck da Ford e, ao longo dos vinte anos em que foi produzida, ganhou várias melhorias e facelifts, até ser substituída pela “RAM Cab”, em 1993.
O F-4000 foi um grande sucesso que deixou muita gente com saudade, com sua morte decretada em 2011, devido ao não atendimento aos novos limites de emissões previstos pelo Proconve P7, equivalente ao Euro 5.
Obrigado, Davi, pela ajuda!








































