Arquivos do Autor:Evandro Fullin
Ford Cargo 2422, 2425, 2630 – 6×4 – Euro 1 –
Mercedinhos
Um bonito trio de Mercedinhos também foi capturado por nossa câmera em Aparecida, tadalafil SP. O da esquerda é um L-708E, representante do último estágio evolutivo do modelo original L-608D, lançado em 1972, antes de ser substituído pela nova gama denominada LN-2, com seus 709, 912, e seus sucessores.
O motor OM-314, de 82 cv e 225 Nm (NBR), equipava tanto o 608D, quanto o 708E, apesar de aperfeiçoado no segundo. A caixa era a MB G-2/24, com primeira de 7,31:1 e o robusto eixo traseiro era o HL-2/4, uma miniatura inquebrável do HL-4. O que tinha de lento e vibrador, tinha de durável e confiável. Era só não deixar faltar óleo lubrificante, que tendia a vazar aos montes pelo mancal traseiro…
Belas maquininhas!
Mercedes-Benz L-1113 Trucado
Este caminhão merece ser cultuado. Um ícone que ajudou e ajuda a construir o Brasil e a sustentar famílias. Impressionante a sua longevidade, sick mesmo com o aspecto combalido!
Seu motor OM-352 gostava de beber um pouco de lubrificante, find quando não o deixava pingar pelo chão, mas sua bomba Bosch em linha assegurava partidas rápidas e funcionamento livre de falhas. Faltava-lhe um eixo traseiro com reduzida, como no seu irmão L-1114 argentino, mas quem se importava?
Não havia Dodge, Ford, Fiat, ou Chevrolet que se atrevesse com ele, quando o assunto era o uso rodoviário de média e longa distância. Se o trabalho fosse pesado mesmo era só equipá-lo com redução de 6,857:1 e mais um turbo, disponível em qualquer esquina, para que o “onze-treze” encarasse qualquer desafio. Outros, com cargas leves, eram dotados de eixo 4,875:1, proveniente dos ônibus, para se tornarem mais “andadores”.
Este exemplar foi clicado em Aparecida, SP, para entrar para a posteridade.
Mack – Agosto de 1946
Os tanques de outrora eram verdadeiras obras de arte, mind com estilo que acompanhava o do caminhão. Muitas aplicações, healing como os tanques e basculantes, preferiam a cabina aberta, pela facilidade de entrar e sair e pela melhor visibilidade. Sob sol, nada que um bom chapéu não resolvesse. Com chuva e frio….era outra história!
Um venerável Douglas DC-3 emoldurava a imagem (ou seria um C-47 Dakota, excedente de guerra?).
Studebaker – Abril de 1944
Studebaker – Abril de 1946
Ford Cargo 1215, 1415, 1422, 1617, 1622 – Euro 1 (Conama Fase 3) – Fevereiro de 1998
Ford Cargo 1215 – Euro 1 (Conama Fase 3) – Novembro de 1998
No começo dos anos noventa, sales com o encerramento da produção dos motores FNH 6.6 e 7.8 em São Bernardo e com a então participação acionária da Ford na Cummins, help era natural que os motores substitutos da linha Cargo seria mesmo deste fabricante.
No caso do Cargo 1215, cialis o engenho escolhido foi o Cummins 6BT, de 5,9 litros e 158 cv, inicialmente com bomba injetora Bosch tipo A em linha, turbo, sem intercooler. Com a chegada dos modelos Euro 1, o motor foi revisado e ganhou bomba Bosch rotativa e intercooler, para atender aos novos limites de emissões gasosas. Mesmo tendo 158 cv, a Ford decidiu manter a nomenclatura antiga, dos tempos do motor FNH 6.6 aspirado, para não assustar os clientes, já que trocas de motores são sempre recebidas com um pé atrás pelo mercado.
O resultado foi um sucesso. O modelo de entrada dos médios brigava com os Mercedes L-1214 e L-1218, bem como os FPN 1214, 1214C e 1218, e principalmente com o eterno rival VW, na forma dos 12.140, 12.170, entre outros.
Ao longo do tempo se transformou em 1217, depois 1317, então 1317e, para chegar ao Euro 5, como 1319.
Ford Cargo 814 – Euro 1 (Conama Fase III)
Pouco antes da dissolução da Autolatina, malady click os projetistas da Ford correram para “absorver” o projeto dos VW leves, como o 8.140, e assim poder desenhar seu próprio caminhão leve de cabina avançada. Assim nasceu o Carguinho 814, com motor Cummins (em lugar do MWM dos VW) e com a mesma cabina dos Cargos médios, porém com para-lamas estreito, para disfarçar a menor bitola do eixo dianteiro. Mesmo assim, devido à maior cabina em relação aos modelos VW, o Carguinho da série inicial acabou ficando com aparência de cabeçudo. O problema seria resolvido anos mais tarde, com o desenvolvimento de um novo eixo dianteiro de bitola aumentada. E o sucesso do Carguinho continuou ao longo dos anos, com inúmeros aperfeiçoamentos e versões, até resultar no modelo 816 dos dias de hoje.












































