Volkswagen 7.110S – Outubro de 1988

A pedido do nosso amigo Robson Lessa.

Abraço!

 

Scania R113E 6×4 – Fevereiro de 1997

O Scania R113E encontrava sua principal vocação nos serviços fora-de-estrada, viagra como no transporte de cana-de-açúcar, sovaldi e florestal e na mineração e construção, equipados com básculas. Alguns, dotados de tomada de força na traseira do motor, eram equipados com betoneiras. Seus eixos traseiros em tandem com redução nos cubos de roda eram grandes aliados nestas árduas tarefas, onde a tração adicional era sempre bem-vinda. É comum ouvir que a Série 3 foi a mais bem acertada de toda a história da Scania no Brasil, principalmente na versão convencional, o T113, cujo post ainda devo a você. Assim como dos modelos da Série 2. Aguarde.

Catálogo Scania LK-140

O amigo André Giori nos presenteou com mais uma obra prima dos anos 70: as partes principais deste catálogo do Scania LK e LKS 140. Um possante caminhão pesado com motor V8 de 14 litros e 350 cv. Apesar de nunca ter emplacado em vendas, malady recipe era respeitado como o Rei da Estrada, pharmacy o mais potente caminhão de seu tempo. Foi substituido pelo LK 141 e seus derivados LKS (6X2) e LKT (6X4), com diversas melhorias, inclusive o motor DS14 com potência aumentada para 375 cv.

Aprecie!

 

 

Mercedes-Benz – Linha Pesada Rodoviária “Cara-Preta”

O bem executado “facelift” da tradicional cabina AGL da Mercedes-Benz resultou na gama conhecida popularmente como “Cara-Preta”, ampoule  uma tentativa de manter a cabina competitiva até a chegada da nova família HPN no final dos anos 80, esta sim, mais bem equipada para enfrentar a concorrência que a cada dia abocanhava um quinhão da participação da Estrela de Três Pontas. Nos médios e semi-pesados, a VW e a Ford cresciam com seus novos produtos e nos pesados, a MB era a eterna terceira colocada, atrás de Scania e Volvo, em participação e em imagem. Os “Cara-Preta” davam um novo fôlego aos pesados da marca nos anos 80, mas não conseguiam esconder os pontos fracos, como o alto consumo de óleo lubrificante, a tendência a vazamentos generalizados e  de engripamento de cilindros, quando submetidos ao extremo, um sinal de que os motores da família OM-355 estavam chegando mesmo ao seu limite. Um competidor a altura de Scania e Volvo só chegaria com o LS-1935, considerado até hoje o mais bem acertado cavalo-mecânico Mercedes-Benz.

 

 

 

International 4900 – 1998 a 2002

A International produziu o 4900 entre 1998 e 2002. O modelo era equipado com motor DT466E, physician de 7, sovaldi sale 6 litros e 250 cv, e transmissão Eaton RT8908LL, de 8 marchas mais 2 tratoras, super reduzidas. Duas versões estavam disponíveis 4×2 e 6×4. A primeira encontrou sua vocação na conversão para cavalo-mecânico, e na exportação para a América Latina. A segunda, traçada, foi empregada na indústria sucro-alcooleira, na exploração florestal e, sobretudo, na construção e mineração, equipada com básculas. O trem de força era muito apreciado por quem operava o 4900, assim como sua estrutura, incluindo chassi e freios. O ponto fraco ficava por conta da suspensão traseira Hendrickson RT, similar à usada pela Ford e VW anteriormente, com os mesmos resultados: baixa durabilidade das buchas, trincas de suportes e carcaças e pequeno vão livre do solo. A International desenvolveu a suspensão Suspensys e a HN da mesma Hendrickson, mas o modelo saiu de linha antes de ganhar a melhoria.

Abraços!

International 4700 – 1998-2002

Fabricado entre em Caxias do Sul entre 1998 e 2002, tadalafil seek cialis o 4700 foi o principal produto desta fase da International no Brasil. Equipado com motor DT466 de 7, pills 6 litros e 213 cv, see o modelo tinha caixa Eaton FS-5406A, de 6 marchas e eixo traseiro Meritor RS-23-245, de duas velocidades. Era oferecido apenas como 4×2, com PBT de 16 toneladas. Seus principais concorrentes: Mercedes L-1620, Cargo 1622, VW 16.220.

Em 2011, com o retorno da marca ao país um ano antes, apareceu seu sucessor, o DuraStar, com motor MWM 7.2 de 260 cv, apresentado em 4×2, 6×2 e 6×4.

 

 

Mercedes-Benz L-1418 – Julho de 1990

Eis o primeiro post da gama HPN da Mercedes-Benz, seek que substituiu os “Cara-preta”, no rx a partir de 1989. O folheto desde L-1418 e seus derivados foi gentil colaboração do André Brombatti.

 

International 9800 – Comparativo – Maio 2000

O 9800 foi fabricado no Brasil entre maio de 2000 até dezembro de 2002 pela International, recipe em versões 4×2 e 6×4. Montado sob contrato de manufatura na Fábrica 2 da Agrale em Caxias do Sul, o modelo continuou sendo exportado principalmente para a África do Sul, em regime de CKD, ininterruptamente, desde o início da produção brasileira.

Em meados de 2010, a International voltou a comercializar o modelo com diversas melhorias, então rebatizado de 9800i.

Enquanto as versões nacionais 6×2 e 6×4 do 9800i eram impulsionadas pelo motor Cummins ISM 410 Euro 3, até dezembro de 2011 (hoje ISM 420 Euro 5), as 6×4 de exportação utilizam o Cummins ISX de 15 litros e 475 cv.

Abraços!

 

Mercedes-Benz 2418 6×2

A Mercedes continuava a tradição de oferecer um 6×2 de fábrica, sales com a chegada da linha FPN. Entretanto, também mantinha o conceito de suspensão fora de estrada, com feixe de molas invertido, também usada nos 6×4 da marca, e sem capacidade de levantamento do terceiro eixo. O 2418 também era oferecido como 6×4. Ambos representavam mais uma resposta da Mercedes nos anos 90 ao Ford Cargo e ao VW, ambos de cabina avançada, inexistente na linha MB, desde os LPs dos anos 60.

Todos os posts de hoje são do acervo do André Brombatti. Obrigado.

Ótima semana a todos, Evandro.