Ancestral da picape Ford F-75, sickness o Caminhão Jeep foi lançado em 1947, viagra logo depois do Station Wagon (que por aqui ficaria conhecido como Rural Willys) em versões 4×2 e 4×4, ambas equipadas com o lendário motor Go-Devil de 2,2 litros e 64 cv, com válvulas no bloco. Uma caixa Warner de 3 velocidades conduzia o torque para a caixa de transferência de 2 velocidades, ou ao eixo traseiro, no caso da versão 4×2.
Em 1950, tanto na picape quanto na perua, o estilo da dianteira foi revisado para ganhar personalidade própria, divorciando-se do Jeep. No mesmo ano, o Go-Devil – cujas origens remontam aos anos 20 – deu lugar para o Hurricane, de válvulas em “F” (admissão no cabeçote e escape no bloco), o que permitiu incrementar a potência em 20%.
Já reestilizada com o visual da Rural, a Picape Jeep começou a ser produzida no Brasil em 1960, depois de ser montada por anos pela Willys-Overland, a partir de kits importados. Depois que a Ford passou a controlar a Willys, o modelo passou a se chamar Ford F-75. Em 1983, a última F-75 foi produzida.
Este anúncio foi uma colaboração do amigo Affonso Parpinelli.

Até acho interessantes os motores flathead. Tem lá suas limitações, mas não deixam de ter um cool factor…
Um amigo meu, melicultor, tem uma F-75, salvo engano de 1976. A robustez da picape (ou “caminhão”, hehe) é quase assustadora, sobe e desce barrancos enlameados o dia todo, sempre carregada, com seu motor diesel altamente trepidante (acho que é adaptado, mas já me disseram que a F-75 saiu com motor diesel de fábrica antes da proibição imposta em 1976) berrando a mil, mas faz o que muitas picapes modernas não conseguem.
Quando projetaram o Jeep, lá nos distantes anos 40, jamais imaginaram o sucesso que ele faria – e dura até hoje!
Parabéns pelo resgate dessa incrível peça publicitária!
Douglas, a F-75 é realmente um espetáculo! Um carro sem similar na atualidade, salvo os valentes Agrale Marruá, que são caros e de penetração limitada, infelizmente. Grato pelo comentário.