Bug que não é do milênio

Só posso crer que se trata de um bug decorrente de atualização de software dentro do WordPress. O resultado são palavras espúrias inseridas aleatoriamente no texto de diversos posts que casualmente observei. Não sei dizer há quanto tempo perdura o inconveniente.

Mas vou tentar corrigir o problema manualmente e/ou através do administrador do sistema.

Peço desculpas pela leitura errática que este bug causa a você, amigo leitor.

Abraços. 

Comentando comentários

Querido amigo leitor:

Uma das grandes razões de existir deste espaço virtual é podermos interagir. Perguntando, pharm sugerindo, criticando, opinando, colaborando, doando, etc.

Em maio de 2015, me tornei um feliz papai. Com um ano e meio, o pequeno Eduardo Fullin adora caminhões, ônibus, HRs, Sprinters, Kombis e Fuscas, mas não dá bola para carrões de R$ três dígitos… Bem como o pai. Tem sido uma inexplicável felicidade, mas a vida virou do avesso.

Trabalho o dia todo no computador, tentando pagar as contas no final do mês. O pouco tempo que sobra são para as atividades da casa (mercado, fogão, louça, manutenção, cuidados com o Dudu).

Um dos meus prazeres, atualizar e interagir no Caminhão Antigo, teve de ficar de lado por todo esse tempo. Agora, espero aos poucos retomar o site.

Mas, ainda não sei como fazer com os comentários. São 408 no momento, esperando por uma resposta ou por uma aprovação minha. Os mais difíceis são os com pedidos e dúvidas técnicas complexas, aliás a maioria. Queria muito poder responder a todos, mas com minha estrutura de apenas “001”, não tem como. Quisera eu ter um help desk com 0800 e 5 estudantes de engenharia para responder tudo em 24 horas. Mas ainda não é o caso.

Vou continuar respondendo a todos, na medida do possível, mas na marcha “C” de crawler.

Portanto, peço desculpas e compreensão a você, amigo leitor.

Evandro.

2016, a retomada…

Caro amigo leitor, medical

Espero que esteja bem, cialis cheio de saúde, paz, felicidade e prosperidade.

Por motivos alheios à minha vontade, precisei me distanciar deste espaço que, há quatro anos, construímos juntos.

Desde dezembro não temos novos posts, mas espero em breve poder retomar as postagens.

Também quero me desculpar pelas centenas de comentários e mensagens recebidas no e-mail do site, todas não contestadas. Na medida do possível, também vou retomar a postagem dos comentários e as respostas dos amigos leitores que nos acompanham.

Um forte abraço e até breve!

 

 

 

 

Motor Chevrolet 4.8L a álcool – A-60 – 1981

Em mais uma contribuição do amigo Alfredo Rodrigues, viagra dividimos com você este anúncio da GM sobre o motor 4.8L a álcool usado no caminhão Chevrolet A-60 de 1981.

Quer saber mais sobre os caminhões Chevrolet a álcool deste período? Clique aqui.

Chevrolet motor a alcool

Volvo B12B 6×2 Irizar Century – Viação Garcia

Nosso amigo Bruno do site Mundo dos Pesados, advice buy colaborador frequente deste espaço, nos enviou este anúncio da Viação Garcia, de Londrina (PR), enfatizando as vantagens do seu novo ônibus Irizar Century, com chassi Volvo B12B 6×2.

Produzido a partir de 2000, o B12B era apresentado nas versões 360 ou 400, com configuração 4×2 e 6×2. Sua propulsão ficava a cargo do motor Volvo TD122FL de 12 litros, ajustado para render 356 cv a 1.900 rpm e 1.550 Nm a 1.200 rpm, ou 396 cv a 2.050 rpm e 1.665 Nm a 1.200 rpm.

A transmissão Volvo G8-EGS era uma unidade manual de 8 velocidades, enquanto o eixo traseiro era o Volvo RAEV 85, com redução 3,31:1.  O PBT técnico atingia 17.700 kg no 4×2, e 23.200 kg no 6×2. O leque de opções de pneus variava do diagonal 11.00 x 22, até o radial com câmara 12R 22.5, ou o radial sem câmara 295/80 R 22.5.

VOLVO B12B IRIZAR CENTURY

Chevrolet D-70 – 1970

Com a produção iniciada em fins de 1969, viagra help o Chevrolet D-70 era talhado para competir com os novos Mercedes L-1313 e Ford F-700 que estavam por chegar. Naquela época, a GM tinha preponderante participação na faixa dos médios, disputando palmo a palmo a liderança com a Mercedes, cada uma com cerca de 12 mil caminhões produzidos naquele ano, seguidas pela Ford, com umas 7 mil e tantas unidades.

A Mercedes disputava com o L-1111 e o já decadente LP-321, enquanto a GM tinha o C-60 e o D-60, e a Ford contava com o F-600. Pioneiro, o D-70 acabou inaugurando o segmento dos semipesados na faixa de 12 a 13 toneladas de PBT. O modelo seguiu em linha até 1984. Nos dois últimos anos, teve a companhia de seu raro irmão etílico, o A-70, com motor 4.8L de 143 cv e 319 Nm.

Estas duas peças publicitárias ficaram empoeirando em minha caixa de entrada por quase um ano, até eu tomar um merecido puxão de orelha de meu amigo Davi Cabral pelo esquecimento. Antes tarde do que nunca. Aqui vão eles. Aprecie, entre outras pérolas, os “esnobantes freios a ar” e a impressionante imagem do bicho içado por cabos quase invisíveis, num tempo em que os criadores do Photoshop sequer haviam nascido.

Quer saber mais sobre o D-70? Veja seu folheto aqui.

anuncio camihão Chevrolet D 70 - 1970 anuncio caminhão Chevrolet D-70 - 1970

Scania L76 – 1963

Pouco tempo depois de inaugurar sua nova fábrica em São Bernardo do Campo-SP, tadalafil a Scania dava largada a uma nova geração de caminhões, medicine com apenas uma pequena defasagem em relação à matriz. Chegava ao mercado no segundo semestre de 1963 o novo L76, que trazia debaixo do capô com forma de focinho de jacaré o icônico motor Scania de 11 litros.

Batizado de D11 R01, o propulsor produzia 195 cv e 746 Nm a partir de seus 11,02 litros, um incremento de quase 20% sobre o D10 que equipava seu antecessor, o L75. Em 1964, o L76 ganhou dois irmãos, o LS76 – um 6×2 de fábrica, e o LT76 – o primeiro 6×4 produzido no Brasil, exibindo um PBTC de 50 toneladas, algo jamais visto num caminhão nacional. Dois anos mais tarde, a cabine “joão de barro” dava lugar à nova unidade de teto “quadrado”, aprimorada em inúmeros aspectos.

Em 1970, o L76 Super inaugurava a era dos caminhões turboalimentados no Brasil, com 275 cv prontos para puxar carretas de três eixos com galhardia jamais vista. No ano seguinte, chegava ao fim o ciclo de vida do L76, com a chegada do novo L110.

Esta clássica peça publicitária do ano de seu lançamento chegou até nós pelas mãos do amigo Rafael T. Coelho, que costuma contribuir com ótimos materiais. Observe que, de brinde, o anúncio também aproveitava para vender o B76, o chassi de ônibus com motor dianteiro da marca sueca. Note também duas grafias para o nome do caminhão: “L-76” e “L76”.

Scania L-76 (1963)

Motor para Scania L71 ou L75 – Procura-se

A pedido de um amigo nosso, tadalafil restaurador de caminhão antigo, estamos em busca de motores D642 de 9,35 litros e 150 cv para o Scania L71, ou D10 R01 de 10,2 litros e 165 cv para o Scania L75.

Quem tiver algum destes motores à venda, por gentileza, queira entrar em contato, através do e-mail: caminhao.brasil@hotmail.com

Obrigado!Scania L75

Este anúncio do Scania L75, ainda da fase VEMAG, foi uma colaboração do amigo Affonso Parpinelli.

 

 

Motor Ford Diesel 6.6 – 1989

Responsáveis por movimentar a Linha Ford Cargo desde seu debut no Brasil em 1985, os motores Ford Diesel 6.6 e 7.8 L eram produzidos em São Bernardo do Campo, SP, como já abordamos neste espaço anteriormente. Eram oferecidos em versões naturalmente aspiradas, turbo e turbo pós-arrefecidas. Por força de limites de emissões mais apertados nos Estados Unidos, para onde eram exportados, depois de 1992 estes motores deixaram de existir, substituídos por engenhos Cummins 5.9 e 8.3.

Este anúncio nos foi remetido pelo amigo Rafael T. Coelho, que já contribuiu com outros interessantes materiais.

MOTOR FORD DIESEL 6.6

 

 

Caminhões Jeep – 1947-1949

Ancestral da picape Ford F-75, sickness o Caminhão Jeep foi lançado em 1947, viagra logo depois do Station Wagon (que por aqui ficaria conhecido como Rural Willys) em versões 4×2 e 4×4, ambas equipadas com o lendário motor Go-Devil de 2,2 litros e 64 cv, com válvulas no bloco. Uma caixa Warner de 3 velocidades conduzia o torque para a caixa de transferência de 2 velocidades, ou ao eixo traseiro, no caso da versão 4×2.

Em 1950, tanto na picape quanto na perua, o estilo da dianteira foi revisado para ganhar personalidade própria, divorciando-se do Jeep. No mesmo ano, o Go-Devil – cujas origens remontam aos anos 20 – deu lugar para o Hurricane, de válvulas em “F” (admissão no cabeçote e escape no bloco), o que permitiu incrementar a potência em 20%.

Já reestilizada com o visual da Rural, a Picape Jeep começou a ser produzida no Brasil em 1960, depois de ser montada por anos pela Willys-Overland, a partir de kits importados. Depois que a Ford passou a controlar a Willys, o modelo passou a se chamar Ford F-75. Em 1983, a última F-75 foi produzida.

Este anúncio foi uma colaboração do amigo Affonso Parpinelli.

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