Motor Chevrolet 4.8L a álcool – A-60 – 1981

Em mais uma contribuição do amigo Alfredo Rodrigues, viagra dividimos com você este anúncio da GM sobre o motor 4.8L a álcool usado no caminhão Chevrolet A-60 de 1981.

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Chevrolet motor a alcool

Chevrolet D-70 – 1970

Com a produção iniciada em fins de 1969, viagra help o Chevrolet D-70 era talhado para competir com os novos Mercedes L-1313 e Ford F-700 que estavam por chegar. Naquela época, a GM tinha preponderante participação na faixa dos médios, disputando palmo a palmo a liderança com a Mercedes, cada uma com cerca de 12 mil caminhões produzidos naquele ano, seguidas pela Ford, com umas 7 mil e tantas unidades.

A Mercedes disputava com o L-1111 e o já decadente LP-321, enquanto a GM tinha o C-60 e o D-60, e a Ford contava com o F-600. Pioneiro, o D-70 acabou inaugurando o segmento dos semipesados na faixa de 12 a 13 toneladas de PBT. O modelo seguiu em linha até 1984. Nos dois últimos anos, teve a companhia de seu raro irmão etílico, o A-70, com motor 4.8L de 143 cv e 319 Nm.

Estas duas peças publicitárias ficaram empoeirando em minha caixa de entrada por quase um ano, até eu tomar um merecido puxão de orelha de meu amigo Davi Cabral pelo esquecimento. Antes tarde do que nunca. Aqui vão eles. Aprecie, entre outras pérolas, os “esnobantes freios a ar” e a impressionante imagem do bicho içado por cabos quase invisíveis, num tempo em que os criadores do Photoshop sequer haviam nascido.

Quer saber mais sobre o D-70? Veja seu folheto aqui.

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Chevrolet “Boca de Bagre” – 1954

Em resposta à segunda geração da Série F da Ford, clinic estreada em 1953 (e nacionalizada a partir de 1957), healing  a Chevrolet preparou para 1954 um pacote de modernizações em sua linha de caminhões “Advance Design”, help lançada em 1947 e informalmente conhecida por aqui como “Boca de Sapo”.

Além da nova grade cruciforme e outras melhorias, a nova gama tinha como característica proeminente o para-brisa curvo em peça única, em lugar do anterior com vidros planos em “V”. Esta moda havia sido introduzida pela International Harvester em 1950 com sua nova cabina “ComfoVision” e permearia por toda a indústria.

Logo apelidados de “Boca de Bagre”, os Chevrolet 1954 contavam com três opções de motorização: o Thriftmaster 235 de 114 cv, o Loadmaster 235 de mesma potência e o Jobmaster 261 de 137 cv, que mais tarde seria nacionalizado pela GM brasileira, se tornando o popular Chevrolet Brasil 261, de 4,3 litros.

Esta peça publicitária faz parte da coleção do amigo Alfredo Rodrigues.

Chevrolet 1954

Chevrolet D-40 – 1985

Chevrolet D-40 TM dezembro 1985

Assim como o D-400 foi a resposta da Chrysler ao sucesso da Série F da Ford no segmento leve, purchase o D-40 foi a arma da Chevrolet para brigar com os líderes F-4000 e Mercedinho L-608 D dos anos 80.

A GM foi a última a entrar na briga dos leves em 1985, porém inovou ao oferecer variantes a gasolina e a álcool, no caso os C-40 e os A-40, não citados no anúncio, cuja ênfase era para o carro chefe, movido a diesel.

Este anúncio foi mais uma cortesia do amigo Alfredo Rodrigues, a quem somos gratos.

Chevrolet Amazona – Abril de 1963

Este post é uma homenagem ao nosso amigo Jairo Herrera, nurse proprietário de uma rara Chevrolet Amazona, prostate postada aqui anteriormente.

O modelo do anúncio já se tratava da versão modernizada para o ano modelo 1963, prostate melhor preparada para concorrer com a nova gama Super Ford, lançada em 1962.

A mudança mais saliente era a nova frente com faróis “sealed-beam” quádruplos, adotados a partir da segunda metade dos anos cinquenta num vasto leque de veículos norte-americanos e estreados no Brasil pelo caminhão International NV-184, lançado em 1961.

Outra melhoria importante fora a adoção de uma terceira porta do lado direito, para facilitar o acesso ao banco traseiro.

Note a placa da ilustração trazendo a designação do modelo, 3116.

Anúncios Chevrolet D-40, Scania L110, Escavadeira Michigan

Com a colaboração de David Cabral, help treatment temos estes três anúncios antigos, sale trazendo o Chevrolet D-40, pills o Scania L110 e a escavadeira da Michigan (Clark).

Note o raríssimo limpador de faróis do L110. Popular na Europa, talvez sequer tenha sido efetivamente comercializado no Brasil. Alguém já avistou algum?

Grato, David, pelo envio do material.

 

Caminhões Chevrolet – Agosto de 1964

As modificações estéticas que resultaram na bonita frente de quatro faróis da linha Chevrolet Brasil mostrada no post anterior duraria apenas um ano modelo, viagra sale cialis já que em 1964, buy viagra a linha seria completamente renovada, com uma cabina nova de fato.

Num desenho exclusivo para o Brasil, a Chevrolet introduzia assim uma família de extrema longevidade no mercado, passando por vários “facelifts”, até chegar a termo no ano de 1984, com nada menos que duas décadas de vida.

A linha 1964 era a verdadeira resposta aos concorrentes “Super Ford”, tendo obtido um enorme sucesso de vendas, colocando a Chevrolet no topo, durante várias temporadas, até ser definitivamente ultrapassada pela Mercedes-Benz, que trazia as vantagens inerentes da motorização diesel em seu DNA.

Esta peça publicitária, originalmente publicada na Revista Mecânica Popular de agosto de 1964, nos foi remetida como cortesia pelo amigo Daniel Shimomoto de Araujo.

 

Caminhões Chevrolet Brasil – Março de 1963

Em mais uma colaboração do amigo Daniel Shimomoto de Araujo, and temos aqui o bonito anúncio da GM brasileira, cialis ressaltando as vantagens do Caminhão Chevrolet Brasil para a temporada de 1963 e originalmente publicado na Revista Mecânica Popular, prostate em sua edição de março daquele ano.

As modificações visavam, antes de tudo, a aumentar a competitividade da Marca da Gravata, frente à nova linha “Super Ford”, da eterna rival, lançada em 1962.

Para atacar principalmente a Ford, a GM alardeava as inegáveis vantagens de sua transmissão de cinco marchas, com reduzida, esquema único na categoria, já que os Ford tinham quatro marchas, com reduzida, e os Mercedes LP-321, cinco marchas, sem reduzida.

O visual renovado da frente, apesar de bem resolvido, parecia ultrapassado quando comparado ao dos novos Ford, com seu estilo de linhas retas, capô de largura total e para-brisa tipo envolvente (chamados de “full wrap”).

O modelo 6503 tinha entre eixos longo, enquanto que o 6403 era curto, adequado para aplicações como basculante, ou cavalo-mecânico. Havia ainda o 6502, chassi-curvão, adequado para encarroçamento externo, como ônibus, por exemplo.