Produto de estreia da Cummins no mercado brasileiro, tadalafil sickness ailment mind o motor Série N encontrou uma ampla gama de aplicações no país, pharm cialis equipando tratores agrícolas de grande porte, cialis máquinas de esteira, grupos geradores, embarcações de trabalho e lazer, bombas de petróleo, entre tantas.
Porém, a tentativa de torná-lo um ícone das estradas, como aconteceu em boa parte do planeta, se frustrou em terras brasileiras, sobretudo após a Ford ter cancelado o programa de seu caminhão pesado o L-9000, justamente a razão principal da instalação da Cummins no país.
O gosto amargo para o fabricante norte-americano só começaria a ser engolido com a conquista do primeiro negócio automotivo no Brasil: o VW 14.210, porém equipado com o motor Série C, de 8,3 litros.
O 855 continuou vivo ao longo dos anos, mas sempre longe das estradas. Exceto por alguns repotenciamentos. Com isso, os frotistas e caminhoneiros brasileiros jamais puderam conhecer o motor que mais ajudou a Cummins a se tornar líder de mercado em tantos países do mundo. No auge de seu sucesso, nos anos 80, o 855 e suas diversas variantes abocanhavam cerca de 60% do mercado automotivo norte-americano! Mesmo disputando com concorrentes de peso, como Caterpillar e Detroit.
O motor de 15 litros, ou 855 polegadas cúbicas, era oferecido como N-855, de aspiração natural (muito empregado pela Komatsu), NT-855 (turbo), NTA-855 (turbo pós-arrefecido a água) e NTTA-855 (biturbo pós-arrefecido), este último chegando aos 475 hp anunciados.
Uma versão marítima para barcos de lazer do NTA-855 batia nos 500 hp. No entanto, diziam os especialistas em 855 que sua faixa ótima era entre 350 e 400 hp (no caso do NTA automotivo).
Como já devemos ter comentado por estas páginas, há quem diga com razão que o 855 está para Cummins, assim como o Fusca está para a Volkswagen!
Este anúncio nos foi enviado como gentileza do amigo Alfredo Rodrigues.
