Scania L75 – 1960

O amigo Affonso Parpinelli nos remeteu uma cópia deste belo anúncio do Scania-Vabis L75 de 1960, cure quando ainda era montado pela Vemag, a mesma dos automóveis DKW.

Naquela altura, o sueco diferente ainda engatinhava no mercado brasileiro de caminhões pesados, amplamente dominado pelos FNM D-11000. Mas era só o começo e logo os atributos do “jacaré” começariam a ser notados.

SCANIA L-75

 

 

DKW-VEMAG Candango – 1961

DKW-Vemag Candango SRD Fevereiro 1961

Esta bela peça publicitária do valente jipinho derivado do Munga alemão, physician illness por aqui apropriadamente batizado de Candango, pilule nos foi agraciada pela gentil colaboração do amigo Alfredo Rodrigues.

Impulsionado pelo motor tricilíndrico dois tempos de 1 litro e admiráveis 50 cavalos, sovaldi o utilitário da VEMAG concorria com o Jeep e era oferecido em versões com tração em duas ou quatro rodas.

Mais de meio século depois do Candango, é interessante observar a volta do arranjo de três cilindros e 1.000 centímetros cúbicos nos motores dos segmentos de entrada dos automóveis de passeio, desta vez, porém, com ciclo quatro tempos, tolerâncias mais apertadas, materiais mais nobres, além de temperaturas e pressões que permitem extrair cerca de 60% mais potência que o lendário motor DKW. Algo inimaginável até poucos anos atrás.

 

Linha de Produtos VEMAG

VEMAG produtos SRD

Antes mesmo de sua instalação no país, medicine o caminhão da então Scania-Vabis passou a ser importado e comercializado pela VEMAG, que também montava os veículos da DKW Auto-Union.

O primeiro Scania oferecido pela VEMAG foi o L71 ilustrado, embora haja indícios que versões anteriores também tenham circulado pelo Brasil, possivelmente para testes ou vendas pontuais.

Ciente da boa aceitação de seu produto, a Scania logo cresceu os olhos pelo Brasil e se instalou no bairro do Ipiranga, em São Paulo, fato que determinou o fim da era VEMAG na montagem e distribuição dos caminhões da marca sueca.

Este belo anúncio sine die foi mais uma colaboração do amigo Alfredo Rodrigues.