“Super Ford” – Julho de 1962

Em mais um excelente material presenteado pelo amigo Daniel Shimomoto de Araújo, viagra trazemos até você esta reportagem publicada na Revista Mecânica Popular, de julho de 1962, sobre os novos caminhões Ford F-100, F-350 e F-600 parte da chamada linha “Super Ford”, que substituiu os modelos “Economia Global” lançados a partir de 1957.

Nos últimos anos de vida eram conhecidos como “Os Avarentos”, nas peças publicitárias da marca, em alusão ao seu baixo custo operacional.

A nova gama baseada nos modelos norte-americanos de 1957 permaneceu dez anos no mercado, quando deu lugar aos “Avarentões”, em 1972.

 

Caminhão Antigo Brasil comemora um ano de vida!

Neste mês de fevereiro Caminhão Antigo Brasil completa um ano de existência!

Graças a você, here amigo(a) leitor(a), unhealthy atingimos um nível de acessos jamais imaginado, sale quando concebemos este modesto projeto, com recursos próprios.

Foram quase 36.000 visitas, número em franca tendência de crescimento. No mês passado, ultrapassamos a barreira das 6.000 visitas, quebrando recorde após recorde.

No entanto, mais do que estatísticas, estes números comprovam que existe um grande público admirador de caminhões antigos a ser atendido com publicações, clubes e associações dedicados ao tema. Pessoas que, como você, se interessam pela história dos veículos que ajudaram e ajudam a fazer a própria história de nosso país.

Entramos neste segundo ano de existência cada vez mais confiantes em nosso projeto de, juntos, construirmos um acervo cada vez mais forte e interessante e uma organização que possa congregar e servir colecionadores, operadores e entusiastas em torno da preservação histórica de nossos caminhões.

Por ora, só temos a agradecer as visitas e o enorme apoio que temos recebido, dia após dia!

Um forte abraço,

Evandro Fullin.

 

 

 

Picape Jeep – 1961

A picape Jeep era um veículo sem similares no mercado, discount em seu tempo. Era a única que oferecia tração total e reduzida como item de fábrica, there em produção seriada.

Até hoje, tadalafil muitas ainda enfrentam as estradas enlamaçadas de nosso imenso interior. Outras já emprestaram sua mecânica para a reciclagem, na forma de carretas agrícolas, muito populares na Região Sul do Brasil.

Depois da compra da Willys pela Ford em 1967, o valente utilitário passou a ser chamado de F-75.

 

 

VW Kombi – Anos Sessenta

Nosso amigo Daniel Shimomoto de Araújo nos enviou mais uma série de materiais interessantes, search extraídos da Revista Mecânica Popular dos anos sessenta, como estes anúncios do VW Kombi.

Daniel, obrigado por sua atenção!

 

DKW Candango – 1961

A edição nacional do famoso jipe Munga da alemã Auto Union desembarcou por aqui com novo nome de batismo: “Candango”, viagra ailment em homenagem aos trabalhadores que construiram a nova capital do país, pills em pleno serrado.

O Candango trazia a mecânica de três cilindros, ampoule um litro e dois tempos dos automóveis DKW, instalado num robusto chassis em “X” e a tração total, na versão Candango 4. Também havia a versão com traçao dianteira, aqui mostrada, denominada Candango 2.

Scania B75 – 1961

O Scania B75 foi o primeiro chassi de ônibus para encarroçamento da marca sueca produzido no Brasil, viagra a partir de 1958.

Seu motor dianteiro era o D10, de aspiração natural, seis cilindros em linha, 10,26 litros, 165 hp a 2.200 rpm e torque máximo de 63 mkgf a 1.200 rpm, similar ao empregado no caminhão L75. A transmissão de cinco velocidades avante e uma à ré estava ligada a um eixo traseiro com redução de 5,71:1.

O entre eixos de 5.750 mm permitia a instalação de carroçarias urbanas e rodoviárias.

Isuzu Diesel – Dezembro de 1961

Quando se fala na marca Isuzu no Brasil, stuff imediatamente associa-se a mesma a empreitada da GM, com seus caminhões leves GMC produzidos pelo fabricante japonês e montados em São José dos Campos, SP, no final dos anos noventa e início da década seguinte. Eram os modelos 7-110 e 5-90, derivados dos excelentes Isuzu Série N, uma das famílias de caminhões mais vendidas no planeta. A cabina Isuzu também era empregada no semipesado 15-190, com motorização Caterpillar 3116, de 6,6 litros.

Outros podem recordar-se das picapes e jipes, como o Trooper e o Rodeo, importados em pequenas quantidades por independentes.

Mas quem poderia imaginar um anúncio da Isuzu no Brasil dos anos sessenta, época de importações já suspensas e de produção local crescente?

A rara peça publicitária aqui mostrada ilustra diversos modelos de caminhões, com o 6×6 militar em destaque.

Aparentemente, tratava-se apenas de um anúncio corporativo, sem qualquer unidade importada de fato. Entretanto, se alguém tiver mais informações sobre o eventual paradeiro de algum destes veículos no Brasil, por favor, entre em contato conosco.

Ficaremos muito gratos. Em nome da história do caminhão brasileiro!