Dodge D-400 e D-700

Depois de muito repousar em nossa caixa de entrada, there finalmente chegou a vez de postar estes dois anúncios enviados pelo amigo Douglas Antunes. Ele nos explica:

“…Hoje mando para você estas duas propagandas da Dodge Caminhões, order publicadas no saudoso jornal O Estado.

São propagandas veiculadas pela Meyer Veículos, concessionário da marca para região da capital catarinense. Ela vendia todos os produtos da Chrysler daqueles tempos: carros, caminhões e motores de popa! Infelizmente ela fechou nos anos 80, na época em que a VW Caminhões comprou a Chrysler… mas isso é outra prosa.

De todo modo, vamos às propagandas: a primeira foi publicada na edição de 16/11/1975. É de um D-400, de uma fábrica de móveis, do tempo em que se poderia comprar um caminhão com motor V-8 a gasolina… Interessante é que deram um trato no caminhão depois que saiu da revenda, a começar pela pintura incrementada do para-choque.

Aliás, por falar em D-400, já vi algumas vezes um destes ainda em pleno uso, com uma plataforma de guincho. O motor diesel me parece original, e a cor também (azul pavão, da linha 1978). Assim que tiver oportunidade de fotografá-lo, envio o registro para você.

A segunda propaganda é de 05/11/1975, se não me engano é um Dodge 700, usado por uma construtora da região. Dava aquela imagem de força, de robustez.

No mais, agradeço a resposta e a publicação do material do site, assim como reforço meus votos de sucesso nesse maravilhoso trabalho de contar a história do caminhão no Brasil.

Grande abraço.”

Para conhecer mais detalhes sobre estes caminhões Dodge visite:

http://caminhaoantigobrasil.com.br/category/catalogos-e-folhetos/chrysler-dodge-de-soto-catalogos-e-folhetos/d-400/

http://caminhaoantigobrasil.com.br/dodge-d-700/

http://caminhaoantigobrasil.com.br/category/catalogos-e-folhetos/chrysler-dodge-de-soto-catalogos-e-folhetos/dodge-d700-di/

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Dodge E-13 – 1981

Já da fase Volkswagen Caminhões, este anúncio de 1981 enfatiza as vantagens do Dodge E-13, um caminhão etílico da faixa de 13 toneladas, com motor Chrysler V8 318, de 5,2 litros e 156 cv líquidos ou 176 cv brutos.

O E-13 foi fabricado entre 1981 e 1985, período em que pouco mais de 1.500 unidades viram a luz do dia.

Estamos devendo ao amigo leitor a postagem do folheto completo com as especificações do E-13.

Agradecemos ao amigo Rafael Coelho por enviar esta peça publicitária.

Dodge D-13 (1981)

 

 

Ford F-1000 Turbo – 1991

Dentre o farto material enviado pelo amigo Alfredo Rodrigues, hoje destacamos este anúncio da picape Ford F-1000 Turbo de 1991. O modelo foi o primeiro do gênero no Brasil a ser equipado com turboalimentador de fábrica.

Num tempo em que grande parte dos usuários de picapes diesel costumava instalar o turbo por conta própria, a Ford resolveu contabilizar este mercado adicional, desenvolvendo esta versão de sua bem sucedida picape com um novo motor MWM dotado de turbo Garret, modelo T-315.

Internamente, o novo motor TD-229.EC4 tinha várias mudanças, como os pistões com nova câmara de combustão, novas bielas, novos mancais e virabrequim, todos reforçados para suportar as maiores solicitações. O resultado eram 119 cv, contra os 87 cv da versão naturalmente aspirada. O torque máximo chegava a 37 mkgf a 1.600 rpm. Com o novo propulsor, a F-1000 atingia os 100 km/h em 18 segundos, a partir da imobilidade, contra letárgicos 32 segundos da versão sem turbo, conforme teste da Revista Quatro Rodas, de janeiro de 1991.

O desenvolvimento deste motor levou muita gente a pensar que uma versão de 6 cilindros – muito esperada nos caminhões da Série F e nos VW – fosse debutar na sequência, o que acabou não ocorrendo, em grande parte devido ao desenvolvimento da nova família X-10.

Ford F-1000 Turbo Veja Setembro 1991

 

Vende-se Chevrolet D-60 – 1977 – Original

“Trata-se de um Caminhão Chevrolet 1977, D-60 (DIESEL), todo original (motor, caixa, setor), que acabou de passar por um processo de restauração, mantendo-se toda a originalidade em termos de lataria, carroceria, mecânica e acabamento.

Durante 36 anos foi dirigido por um único motorista, com uma história apaixonante, que envolveu o condutor, inicialmente proprietário e posteriormente este mesmo condutor tornou-se empregado da Empresa, que adquiriu o mencionado caminhão, quando este foi colocado a venda há 12 anos, com a condição de que, o antigo proprietário que o conduziu até aquela data aceitasse o convite para ser contratado na empresa e continuasse a dirigir o seu caminhão.

Assim foram esses anos, de uma relação marcada pela cumplicidade entre condutor-caminhão/caminhão-condutor. Hoje completamente restaurado, trabalho este que pode ser comprovado pelos registros fotográficos antes, durante e após a sua realização, ele é colocado no mercado de ANTIGOS e com certeza dos verdadeiros apaixonados pelo antigomobilismo chamará a atenção e fará deste mais um apaixonado por esta raridade.

Com relação ao preço este será discutido quando da manifestação de interesse.

Telefone para contato: 032-9917-4147 (Álvaro).”

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Comemorando o terceiro aniversário!

No dia 22 de fevereiro de 2012 foi ao ar nosso primeiro post. Começava assim um projeto caseiro que visava dividir informações, illness promover o debate e, hospital sobretudo, pharm preservar a memória do caminhão brasileiro.

Com o passar do tempo, além dos caminhões, resolvemos agregar os veículos comerciais de forma mais ampla, incluindo ônibus, implementos e utilitários. Da mesma forma, dada a carência de informações gratuitas na rede, decidimos adicionar tratores, máquinas de construção e até aviões.

Para quem gosta de estatísticas, nosso amigo Google Analytics informa que tivemos 438 mil visitas acumuladas, 296 mil usuários e 1,92 milhões de visualizações de páginas desde 2012. Nos últimos tempos, as visitas estão na faixa de 24 a 25 mil por mês, ou 700 a 900 por dia. 68% de nosso público está acessando o espaço pela primeira vez. Nosso acervo conta com 1.134 posts, os quais produziram 5.361 comentários.

Hoje, passados três anos do pontapé inicial, acumulamos uma grande rede de colaboradores que contribuem com um valioso acervo de literaturas e, mais que isso, com conhecimento e ajuda mútua, sempre de forma gratuita, altruísta e despretensiosa.

Nosso projeto de obter um patrocínio e com isso alavancar postagens de alta qualidade, mais disciplinadas e frequentes, ainda não se materializou, mas temos certeza de que será questão de tempo.

Neste período de existência do site, tivemos muitas gratas surpresas. Por meio dele, reencontramos velhos amigos perdidos no tempo, aprendemos muito, conseguimos esclarecer dúvidas complexas e mistérios que nos permitiram corrigir e enriquecer nosso projeto do livro sobre os caminhões brasileiros, encontramos raridades ocultas, recebemos bateladas de doações e, mais importante, conhecemos novas pessoas, tanto no Brasil como em nações distantes como Espanha, Bélgica e até no Cazaquistão, muitos dos quais se tornaram verdadeiros amigos virtuais!

Portanto, só temos a agradecer a você, amigo leitor, a razão principal de nossa existência.

Um forte abraço e que venham os próximos anos!

 

Volvo N10 20 – 1981

A grande novidade no mundo dos pesados no começo dos anos 80 foi a chegada de uma nova marca e um novo caminhão, sick o Volvo N10, cheap produzido em Curitiba. Com produção iniciada em novembro de 1980, stuff depois do ônibus B58 de motor central, o N10 não era o mais potente do mercado, mas oferecia uma robustez invejável e um consumo de combustível competitivo, que não tardou para ser notado por motoristas e frotistas.

Com relação ao anúncio, não há como não reparar em sua beleza simples, encabeçado por uma foto bem feita no interior da fábrica. É de fazer inveja às superproduções que em alguns casos usam até helicópteros e drones!

Para quem quer saber mais sobre o Volvo N10, eis um folheto postado anteriormente aqui:

http://caminhaoantigobrasil.com.br/category/catalogos-e-folhetos/volvo-catalogos-e-folhetos/n10/n10-4×2-1981/

Este material é mais uma colaboração do amigo Rafael T. Coelho.

Volvo N10 (1981)

 

Cabine Scania – Brasinca – Maio de 1981

Com a chegada da nova Série 2 em 1981, ampoule a Scania continuou confiando a produção completa de suas cabines à tradicional e saudosa Brasinca, sovaldi que tanto contribuiu para a indústria automotiva brasileira em inúmeros projetos de distintos fabricantes.

O anúncio da Brasinca trazia duas belas imagens do T112 M, com cabine simples e leito. Destinado a aplicações em estradas em boas condições, a versão M de chassi aliviado logo deixaria de ser oferecida em favor da mais polivalente H, que se estabeleceria como carro chefe das Séries 2 e 3.

A Brasinca foi fundada em 1949 em São Paulo e produziu carrocerias e cabines para ícones como a Veraneio, o FNM, e o raro automóvel Brasinca 4200 GT, além de picapes cabine dupla de marca própria sobre chassi Chevrolet – as Andaluz, Passo Fino e Mangalarga, por exemplo.

Depois da reabertura das importações no início dos anos 90 e decorrente declínio deste mercado de cabines dupla, a companhia entrou em crise. Em 1999, a Usiminas passou a controlar a empresa integralmente e seu nome foi alterado para Usiparts. Nesta altura, entre outros, a fábrica de Pouso Alegre, MG, fabricava as cabinas dos International 9800, 4700 e 4900, as portas dianteiras da Kombi, a carroceria completa (inclusive a caçamba) da Mitsubishi L200. Mais tarde, a Usiparts foi rebatizada como Automotiva Usiminas.

Esta peça publicitária foi enviada pelo amigo Rafael T. Coelho.

Brasinca- Maio de 1981

 

 

Scania L75 – 1960

O amigo Affonso Parpinelli nos remeteu uma cópia deste belo anúncio do Scania-Vabis L75 de 1960, cure quando ainda era montado pela Vemag, a mesma dos automóveis DKW.

Naquela altura, o sueco diferente ainda engatinhava no mercado brasileiro de caminhões pesados, amplamente dominado pelos FNM D-11000. Mas era só o começo e logo os atributos do “jacaré” começariam a ser notados.

SCANIA L-75

 

 

Suspensão Twin-I-Beam – Ford F-350 – Agosto 1972

Quando a Ford lançou sua nova Série F em 1972, uma das grandes novidades foi a adoção da suspensão dianteira independente Twin-I-Beam (se pronuncia “tuim ai bim”) no F-350. Este arranjo já era empregado há algum tempo pela irmã menor, a picape F-100.

Mais de quatro décadas depois, a Twin-I-Beam – mesmo com algumas idiossincrasias – tem sobrevivido ao rigor do tempo e continua viva no novo F-350 Euro 5.

Esta peça publicitária também foi enviada pelo colega Alfredo Rodrigues.

 

Ford F350 Twin-I-Beam TM agosto 1972

 

 

 

 

Motor MWM D-229 – Setembro de 1987

O motor MWM D-229 nas suas versões de 3, 4 e 6 cilindros é um velho conhecido dos brasileiros tanto nas estradas como longe delas.

Além de caminhões e ônibus Agrale, Ford e Volkswagen, também equipou (e continua fazê-lo) uma enorme variedade de tratores, máquinas de construção, motobombas, grupos geradores, embarcações, entre outros.

Algumas de suas características construtivas mais relevantes eram o confiável sistema de injeção direta Bosch, os cabeçotes individuais e as camisas de cilindro úmidas e removíveis. Ao contrário de alguns motores de sua categoria, o D-229 também exibia bloco que se estendia bem abaixo da linha de centro do virabrequim, proporcionando rigidez estrutural extra.

Este anúncio de 1987 nos foi remetido pelo amigo Alfredo Rodrigues, em mais uma de suas inúmeras colaborações.

Motor MWM D229 TM setembro 1987 2