Dodge D-400 e D-700

Nosso amigo Cristiano Cald nos enviou uma coletânea de catálogos da Marcopolo dos anos 80, check entre os quais o do Marcopolo III com diversos chassis. Hoje dividimos com você amigo leitor a versão sobre chassi Scania B111 de motor dianteiro.

Apesar de o folheto indicar o motor o D11 de 203 cv (item de série), cialis a maioria dos carros rodoviários saíam mesmo com o DS 11 de 296 cv, patient o mesmo usado no L111, o último representante da dinastia dos “jacarés”.

Por ser montado sobre chassi de longarinas, este carro era particularmente robusto, apto a encarar as estradas mais árduas do interior. A suspensão traseira podia ser por molas ou a ar, enquanto que a dianteira somente por molas semi-elípticas.

Para saber mais sobre o B111, clique aqui: http://caminhaoantigobrasil.com.br/category/catalogos-e-folhetos/scania-catalogos-e-folhetos/onibus-scania/b111/

MARCOPOLO III SCANIA B111 1 MARCOPOLO III SCANIA B111 2

 
Depois de muito repousar em nossa caixa de entrada, there finalmente chegou a vez de postar estes dois anúncios enviados pelo amigo Douglas Antunes. Ele nos explica:

“…Hoje mando para você estas duas propagandas da Dodge Caminhões, order publicadas no saudoso jornal O Estado.

São propagandas veiculadas pela Meyer Veículos, concessionário da marca para região da capital catarinense. Ela vendia todos os produtos da Chrysler daqueles tempos: carros, caminhões e motores de popa! Infelizmente ela fechou nos anos 80, na época em que a VW Caminhões comprou a Chrysler… mas isso é outra prosa.

De todo modo, vamos às propagandas: a primeira foi publicada na edição de 16/11/1975. É de um D-400, de uma fábrica de móveis, do tempo em que se poderia comprar um caminhão com motor V-8 a gasolina… Interessante é que deram um trato no caminhão depois que saiu da revenda, a começar pela pintura incrementada do para-choque.

Aliás, por falar em D-400, já vi algumas vezes um destes ainda em pleno uso, com uma plataforma de guincho. O motor diesel me parece original, e a cor também (azul pavão, da linha 1978). Assim que tiver oportunidade de fotografá-lo, envio o registro para você.

A segunda propaganda é de 05/11/1975, se não me engano é um Dodge 700, usado por uma construtora da região. Dava aquela imagem de força, de robustez.

No mais, agradeço a resposta e a publicação do material do site, assim como reforço meus votos de sucesso nesse maravilhoso trabalho de contar a história do caminhão no Brasil.

Grande abraço.”

Para conhecer mais detalhes sobre estes caminhões Dodge visite:

http://caminhaoantigobrasil.com.br/category/catalogos-e-folhetos/chrysler-dodge-de-soto-catalogos-e-folhetos/d-400/

http://caminhaoantigobrasil.com.br/dodge-d-700/

http://caminhaoantigobrasil.com.br/category/catalogos-e-folhetos/chrysler-dodge-de-soto-catalogos-e-folhetos/dodge-d700-di/

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Dodge E-13 – 1981

sick ‘sans-serif’;”>Já da fase Volkswagen Caminhões, este anúncio de 1981 enfatiza as vantagens do Dodge E-13, um caminhão etílico da faixa de 13 toneladas, com motor Chrysler V8 318, de 5,2 litros e 156 cv líquidos ou 176 cv brutos.

O E-13 foi fabricado entre 1981 e 1985, período em que pouco mais de 1.500 unidades viram a luz do dia.

Estamos devendo ao amigo leitor a postagem do folheto completo com as especificações do E-13.

Agradecemos ao amigo Rafael Coelho por enviar esta peça publicitária.

Dodge D-13 (1981)

 

 

Ford F-1000 Turbo – 1991

drugs ‘sans-serif’;”>Dentre o farto material enviado pelo amigo Alfredo Rodrigues, adiposity hoje destacamos este anúncio da picape Ford F-1000 Turbo de 1991. O modelo foi o primeiro do gênero no Brasil a ser equipado com turboalimentador de fábrica.

information pills ‘sans-serif’;”>Num tempo em que grande parte dos usuários de picapes diesel costumava instalar o turbo por conta própria, a Ford resolveu contabilizar este mercado adicional, desenvolvendo esta versão de sua bem sucedida picape com um novo motor MWM dotado de turbo Garret, modelo T-315.

Internamente, o novo motor TD-229.EC4 tinha várias mudanças, como os pistões com nova câmara de combustão, novas bielas, novos mancais e virabrequim, todos reforçados para suportar as maiores solicitações. O resultado eram 119 cv, contra os 87 cv da versão naturalmente aspirada. O torque máximo chegava a 37 mkgf a 1.600 rpm. Com o novo propulsor, a F-1000 atingia os 100 km/h em 18 segundos, a partir da imobilidade, contra letárgicos 32 segundos da versão sem turbo, conforme teste da Revista Quatro Rodas, de janeiro de 1991.

O desenvolvimento deste motor levou muita gente a pensar que uma versão de 6 cilindros – muito esperada nos caminhões da Série F e nos VW – fosse debutar na sequência, o que acabou não ocorrendo, em grande parte devido ao desenvolvimento da nova família X-10.

Ford F-1000 Turbo Veja Setembro 1991

 

Vende-se Chevrolet D-60 – 1977 – Original

erectile ‘sans-serif’;”>“Trata-se de um Caminhão Chevrolet 1977, buy more about D-60 (DIESEL), todo original (motor, caixa, setor), que acabou de passar por um processo de restauração, mantendo-se toda a originalidade em termos de lataria, carroceria, mecânica e acabamento.

Durante 36 anos foi dirigido por um único motorista, com uma história apaixonante, que envolveu o condutor, inicialmente proprietário e posteriormente este mesmo condutor tornou-se empregado da Empresa, que adquiriu o mencionado caminhão, quando este foi colocado a venda há 12 anos, com a condição de que, o antigo proprietário que o conduziu até aquela data aceitasse o convite para ser contratado na empresa e continuasse a dirigir o seu caminhão.

Assim foram esses anos, de uma relação marcada pela cumplicidade entre condutor-caminhão/caminhão-condutor. Hoje completamente restaurado, trabalho este que pode ser comprovado pelos registros fotográficos antes, durante e após a sua realização, ele é colocado no mercado de ANTIGOS e com certeza dos verdadeiros apaixonados pelo antigomobilismo chamará a atenção e fará deste mais um apaixonado por esta raridade.

Com relação ao preço este será discutido quando da manifestação de interesse.

Telefone para contato: 032-9917-4147 (Álvaro).”

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Comemorando o terceiro aniversário!

Ao contrário do Marcopolo III (http://caminhaoantigobrasil.com.br/category/catalogos-e-folhetos/onibus/marcopolo/marcopolo-iii/), more about
seu irmão caxiense Marcopolo SE era uma visão mais rara nas vias brasileiras. O modelo do folheto enviado por nosso amigo Cristiano Cald, recipe por exemplo, era destinado a exportação para uma empresa de transportes peruana.

Nos idos de 1983, tivemos oportunidade de rodar num carro destes, como passageiro.

Observe que a imagem do posto de comando exibe a alavanca da caixa ZF com botão do split, o chamado GV-80, isto é, o grupo anterior que permitia a multiplicação das marchas neste robusto chassi Volvo B58 com motor de 9,6 litros entre eixos.

Para saber mais sobre o Volvo B58 de primeira geração, com seu enorme balanço dianteiro, clique no link: http://caminhaoantigobrasil.com.br/volvo-b-58-rodoviario-1980/

Agradecemos ao amigo Cristiano por esta gentil colaboração e pelas demais que serão postadas em breve.

MARCOPOLO SE VOLVO B58 1 MARCOPOLO SE VOLVO B58 2
Ao contrário do Marcopolo III (http://caminhaoantigobrasil.com.br/category/catalogos-e-folhetos/onibus/marcopolo/marcopolo-iii/), here seu irmão caxiense Marcopolo SE era uma visão mais rara nas vias brasileiras. O modelo do folheto enviado por nosso amigo Cristiano Cald, por exemplo, era destinado a exportação para uma empresa de transportes peruana.

Nos idos de 1983, tivemos oportunidade de rodar num carro similar, como passageiro.

Observe que a imagem do posto de comando exibe a alavanca da caixa ZF com botão do split, o chamado GV-80, isto é, o grupo anterior que permitia a multiplicação das marchas neste robusto chassi Volvo B58 com motor de 9,6 litros entre eixos.

Para saber mais sobre o Volvo B58 de primeira geração, com seu enorme balanço dianteiro, clique no link: http://caminhaoantigobrasil.com.br/volvo-b-58-rodoviario-1980/

Agradecemos ao amigo Cristiano por esta gentil colaboração e pelas demais que serão postadas em breve.

MARCOPOLO SE VOLVO B58 1 MARCOPOLO SE VOLVO B58 2
No dia 22 de fevereiro de 2012 foi ao ar nosso primeiro post. Começava assim um projeto caseiro que visava dividir informações, illness promover o debate e, visit this site
sobretudo, pharm preservar a memória do caminhão brasileiro.

Com o passar do tempo, além dos caminhões, resolvemos agregar os veículos comerciais de forma mais ampla, incluindo ônibus, implementos e utilitários. Da mesma forma, dada a carência de informações gratuitas na rede, decidimos adicionar tratores, máquinas de construção e até aviões.

Para quem gosta de estatísticas, nosso amigo Google Analytics informa que tivemos 438 mil visitas acumuladas, 296 mil usuários e 1,92 milhões de visualizações de páginas desde 2012. Nos últimos tempos, as visitas estão na faixa de 24 a 25 mil por mês, ou 700 a 900 por dia. 68% de nosso público está acessando o espaço pela primeira vez. Nosso acervo conta com 1.134 posts, os quais produziram 5.361 comentários.

Hoje, passados três anos do pontapé inicial, acumulamos uma grande rede de colaboradores que contribuem com um valioso acervo de literaturas e, mais que isso, com conhecimento e ajuda mútua, sempre de forma gratuita, altruísta e despretensiosa.

Nosso projeto de obter um patrocínio e com isso alavancar postagens de alta qualidade, mais disciplinadas e frequentes, ainda não se materializou, mas temos certeza de que será questão de tempo.

Neste período de existência do site, tivemos muitas gratas surpresas. Por meio dele, reencontramos velhos amigos perdidos no tempo, aprendemos muito, conseguimos esclarecer dúvidas complexas e mistérios que nos permitiram corrigir e enriquecer nosso projeto do livro sobre os caminhões brasileiros, encontramos raridades ocultas, recebemos bateladas de doações e, mais importante, conhecemos novas pessoas, tanto no Brasil como em nações distantes como Espanha, Bélgica e até no Cazaquistão, muitos dos quais se tornaram verdadeiros amigos virtuais!

Portanto, só temos a agradecer a você, amigo leitor, a razão principal de nossa existência.

Um forte abraço e que venham os próximos anos!

 

Volvo N10 20 – 1981

Com a chegada da nova Série 2 em 1981, search a Scania continuou confiando a produção completa de suas cabines à tradicional e saudosa Brasinca, clinic que tanto contribuiu para a indústria automotiva brasileira em inúmeros projetos de distintos fabricantes.

O anúncio da Brasinca trazia duas belas imagens do T112 M, cure com cabine simples e leito. Destinado a aplicações em estradas em boas condições, a versão M de chassi aliviado logo deixaria de ser oferecida em favor da mais polivalente H, que se estabeleceria como carro chefe das Séries 2 e 3.

A Brasinca foi fundada em 1949 em São Paulo e produziu carrocerias e cabines para ícones como a Veraneio, o FNM, e o raro automóvel Brasinca 4200 GT, além de picapes cabine dupla de marca própria sobre chassi Chevrolet – as Andaluz, Passo Fino e Mangalarga, por exemplo.

Depois da reabertura das importações no início dos anos 90 e decorrente declínio deste mercado de cabines dupla, a companhia entrou em declínio. Em 1999, a Usiminas passou a controlar a empresa integralmente e seu nome foi alterado para Usiparts. Nesta altura, entre outros, a fábrica de Pouso Alegre, MG, fabricava as cabinas dos International 9800, 4700 e 4900, as portas dianteiras da Kombi, a carroceria completa (inclusive a caçamba) da Mitsubishi L200. Mais tarde, a Usiparts foi rebatizada como Automotiva Usiminas.

Esta peça publicitária foi enviada pelo amigo Rafael T. Coelho.

Brasinca- Maio de 1981

 

 
Com a chegada da nova Série 2 em 1981, search a Scania continuou confiando a produção completa de suas cabines à tradicional e saudosa Brasinca, remedy que tanto contribuiu para a indústria automotiva brasileira em inúmeros projetos de distintos fabricantes.

O anúncio da Brasinca trazia duas belas imagens do T112 M, com cabine simples e leito. Destinado a aplicações em estradas em boas condições, a versão M de chassi aliviado logo deixaria de ser oferecida em favor da mais polivalente H, que se estabeleceria como carro chefe das Séries 2 e 3.

A Brasinca foi fundada em 1949 em São Paulo e produziu carrocerias e cabines para ícones como a Veraneio, o FNM, e o raro automóvel Brasinca 4200 GT, além de picapes cabine dupla de marca própria sobre chassi Chevrolet – as Andaluz, Passo Fino e Mangalarga, por exemplo.

Depois da reabertura das importações no início dos anos 90 e decorrente declínio deste mercado de cabines dupla, a companhia entrou em crise. Em 1999, a Usiminas passou a controlar a empresa integralmente e seu nome foi alterado para Usiparts. Nesta altura, entre outros, a fábrica de Pouso Alegre, MG, fabricava as cabinas dos International 9800, 4700 e 4900, as portas dianteiras da Kombi, a carroceria completa (inclusive a caçamba) da Mitsubishi L200. Mais tarde, a Usiparts foi rebatizada como Automotiva Usiminas.

Esta peça publicitária foi enviada pelo amigo Rafael T. Coelho.

Brasinca- Maio de 1981

 

 
A grande novidade no mundo dos pesados no começo dos anos 80 foi a chegada de uma nova marca e um novo caminhão, sick o Volvo N10, cheap produzido em Curitiba. Com produção iniciada em novembro de 1980, stuff depois do ônibus B58 de motor central, o N10 não era o mais potente do mercado, mas oferecia uma robustez invejável e um consumo de combustível competitivo, que não tardou para ser notado por motoristas e frotistas.

Com relação ao anúncio, não há como não reparar em sua beleza simples, encabeçado por uma foto bem feita no interior da fábrica. É de fazer inveja às superproduções que em alguns casos usam até helicópteros e drones!

Para quem quer saber mais sobre o Volvo N10, eis um folheto postado anteriormente aqui:

http://caminhaoantigobrasil.com.br/category/catalogos-e-folhetos/volvo-catalogos-e-folhetos/n10/n10-4×2-1981/

Este material é mais uma colaboração do amigo Rafael T. Coelho.

Volvo N10 (1981)

 

Cabine Scania – Brasinca – Maio de 1981

cheapest ‘sans-serif’; font-size: 12pt;”>Recorrendo ao grande acervo de catálogos enviado pelo amigo Fernando Luiz de Araújo, search hoje dividimos com você este catálogo completo da linha Cargo 1990.

Naquela época, a motorização Ford 6.6 e 7.8 entrava em seu ocaso, entrando em seu penúltimo ano de vida antes de ceder lugar aos Cummins C8.3 e B5.9.

Esta literatura representa o estágio final de evolução do Cargo com motor FNH, incluindo modelos pouco conhecidos como o aspirado 1615-T, homologado para tracionar até 30 toneladas e assim obter o benefício das linhas de financiamento do FINAME; o 2319, um trucado de fábrica com motor 6.6; ou mesmo o raríssimo 2324, outro 6×2, mas com o motorzão 7.8 usado também no cavalinho 3224.

Linha Cargo 1990 01 Linha Cargo 1990 02 Linha Cargo 1990 03 Linha Cargo 1990 04 Linha Cargo 1990 05 Linha Cargo 1990 06 Linha Cargo 1990 07 Linha Cargo 1990 08

 

 
Para registrar o bom estado de conservação do Mercedes-Benz L-1516 de seu tio, thumb nosso amigo Lucas Claudio nos enviou algumas fotos do mesmo que se encontra em plena atividade. Num tempo em que boa parte dos Mercedes AGL ganharam “upgrades” com a cobiçada cara-preta, salve é bom ver que ainda restam exemplares originais, see com a bela frente tradicional de faróis redondos, tal qual eles foram concebidos na terra da matriz.

Apenas a grade sem os “bigodes” parece ter substituída pelo modelo mais moderno, como é possível notar nas imagens. Os emblemas laterais pretos também não são iguais aos originais cromados, mas pelo menos não são dos modelos com tipografia imitando a de modelos mais recentes e de gosto questionável.

L1516 1 L1516 2 L1516 3

 
Para registrar o bom estado de conservação do Mercedes-Benz L-1516 de seu tio, salve nosso amigo Lucas Claudio nos enviou algumas fotos do mesmo que se encontra em plena atividade. Num tempo em que boa parte dos Mercedes AGL ganharam “upgrades” com a cobiçada cara-preta, see é bom ver que ainda restam exemplares originais, nurse com a bela frente tradicional de faróis redondos, tal qual eles foram concebidos na terra da matriz.

Apenas a grade sem os “bigodes” parece ter sido substituída pelo modelo mais moderno, como é possível notar nas imagens. Os emblemas laterais pretos também não são iguais aos originais cromados, mas pelo menos tampouco são dos modelos imitando a tipografia mais recente e de gosto questionável, incompatível com o belo caminhão.

L1516 1 L1516 2 L1516 3

 
Para registrar o bom estado de conservação do Mercedes-Benz L-1516 de seu tio, malady nosso amigo Lucas Claudio nos enviou algumas fotos do mesmo que se encontra em plena atividade. Num tempo em que boa parte dos Mercedes AGL ganharam “upgrades” com a cobiçada cara-preta, treat é bom ver que ainda restam exemplares originais, remedy com a bela frente tradicional de faróis redondos, tal qual eles foram concebidos na terra da matriz.

Apenas a grade sem os “bigodes” parece ter sido substituída pelo modelo mais moderno, como é possível notar nas imagens. Os emblemas laterais pretos também não são iguais aos originais cromados, mas pelo menos tampouco são dos modelos imitando a tipografia mais recente e de gosto questionável, incompatível com o belo caminhão.

L1516 1 L1516 2 L1516 3

 
Com a chegada da nova Série 2 em 1981, ampoule a Scania continuou confiando a produção completa de suas cabines à tradicional e saudosa Brasinca, more about
que tanto contribuiu para a indústria automotiva brasileira em inúmeros projetos de distintos fabricantes.

O anúncio da Brasinca trazia duas belas imagens do T112 M, com cabine simples e leito. Destinado a aplicações em estradas em boas condições, a versão M de chassi aliviado logo deixaria de ser oferecida em favor da mais polivalente H, que se estabeleceria como carro chefe das Séries 2 e 3.

A Brasinca foi fundada em 1949 em São Paulo e produziu carrocerias e cabines para ícones como a Veraneio, o FNM, e o raro automóvel Brasinca 4200 GT, além de picapes cabine dupla de marca própria sobre chassi Chevrolet – as Andaluz, Passo Fino e Mangalarga, por exemplo.

Depois da reabertura das importações no início dos anos 90 e decorrente declínio deste mercado de cabines dupla, a companhia entrou em crise. Em 1999, a Usiminas passou a controlar a empresa integralmente e seu nome foi alterado para Usiparts. Nesta altura, entre outros, a fábrica de Pouso Alegre, MG, fabricava as cabinas dos International 9800, 4700 e 4900, as portas dianteiras da Kombi, a carroceria completa (inclusive a caçamba) da Mitsubishi L200. Mais tarde, a Usiparts foi rebatizada como Automotiva Usiminas.

Esta peça publicitária foi enviada pelo amigo Rafael T. Coelho.

Brasinca- Maio de 1981

 

 

Scania L75 – 1960

Há alguns meses nosso amigo Luiz Felipe Scheibel nos enviou algumas interessantes contribuições. Em primeiro lugar, store fotos de um Mercedes LP-321 que, viagra 60mg apesar de ter passado por uma plástica e troca da barrigada, visit continua na ativa e, portanto, tem muito mérito. Para acompanhar, o Felipe também registrou o que aparenta ser um Ford F-7 ou F-8 Big Job de 1952, trucado e com eixos transplantados, além de uma picape Ford F-1 da safra de 1948 a 1950, com grade de elementos horizontais.

Junto com as imagens, o Felipe enviou a seguinte mensagem, tão apreciada quanto as fotos:

“Bom Dia Evandro, tudo bem?

Espero que sim. Meu nome é Felipe Scheibel, e sou de Ponta Grossa – PR. Primeiro gostaria de dizer que sou fã apaixonado pelos nossos caminhões, e consequentemente do Caminhão Antigo Brasil, onde aprendi muito sobre nossos caminhões.
Minha família sempre esteve ligada aos caminhões desde meu bisavô com “Fordinhos” com carroceria de madeira (os quais infelizmente não possuo fotos), pelo meu avô e seus FNM’s basculantes e até meu pai e tios que possuem empresa de terraplanagem e possuímos alguns caminhões basculantes a maioria antigos (Mercedes 1113 e 1513,ambos ano 1977; Dodge D950 ano 1980; Ford F12000 ano 1981; Ford Cargo 1415, ano 1988 e a mais recente aquisição um VW 16-220 ano 1993.
Tanto os Mercedes Benz, quanto o VW se encontram muito bem conservados, com boa parte da sua originalidade. O 1113 estava parado a desde 1985, quando o compramos em 2010, ainda com as notas fiscais (amareladas) no porta luvas. Então o restauramos (mais a parte mecânica, como motor e suspensão, pois a lataria estava muito bem conservada sem ferrugem e podres então a  pintura é a original de 1977) e é o nosso xodó.
Infelizmente um dos nossos motoristas o “equipou” com alguns acessórios que não são da época, o que não me agradou muito, e outros um pouco mais necessários ao nosso uso (carcaça e freios e ponta de eixo do 1318, turbina, freio a ar estacionário, entre outros ) mas assim que encontrar algumas fotos dele em estado “menos atual” enviarei com muito prazer, assim como dos outros caminhões.
Também temos algumas camionetes (F1000 e D20) que para o meu pai são as melhores camionetes já fabricadas. Houve ainda um encontro de caminhões antigos aqui na cidade, alguns dias atrás e enviarei as fotos assim que reunir todas (de máquinas de amigos, já que a minha ficou sem bateria….). Mas tem alguns FNM’s, bem conhecidos do site e alguns mais raros, como GM 1940 e dois Diamond – T.
Mas estou aqui pra enviar algumas fotos, de caminhões de Guarapuava onde estou trabalhando atualmente. Um é um Ford, infelizmente não sei lhe dizer modelo nem ano, mas confio no especialista e lhe enviarei as fotos.
Vai de brinde uma Ford F1, para restauração que está a venda com o telefone do proprietário, já que esta caminhonete (belíssima) encontra-se no mesmo local, junto com o caminhão Ford.
Outro é um raro LP321, com uma história muito bacana. O proprietário, sr. Sérgio, é produtor de batata e utiliza o caminhão para o transporte de materiais da sua propriedade. O caminhão era de seu pai, e hoje está com ele, e e, bom estado de conservação. O sr. Sergio fala que aprendeu a dirigir nesse mesmo caminhão, então o Mercedes é parte integrante da família e diz que não o vende.
O caminhão também sofreu uma “atualização” mecânica, como diferencial do Cargo (Rockwell 240, eu creio), freios e carcaça do 1318 e algumas outras que não me recordo. Mas esteticamente o caminhão aparenta ser bem original.
Peço desculpas pelas fotos, pois foram tiradas de um aparelho celular e a resolução não é das melhores. Mas espero que sejam aproveitadas e ajudem a conservar a memória e a história tão rica dos caminhões do nosso país. Desculpe pelo longo texto, mas saiba que aqui há um grande fã do seu trabalho, e sempre que possível irá colaborar para o acervo do site.
Grande abraço e continue o excelente trabalho.”
LP-321 1 LP-321 2 Ford Big Job 1 Ford F-1

O amigo Affonso Parpinelli nos remeteu uma cópia deste belo anúncio do Scania-Vabis L75 de 1960, cure quando ainda era montado pela Vemag, a mesma dos automóveis DKW.

Naquela altura, o sueco diferente ainda engatinhava no mercado brasileiro de caminhões pesados, amplamente dominado pelos FNM D-11000. Mas era só o começo e logo os atributos do “jacaré” começariam a ser notados.

SCANIA L-75

 

 

Suspensão Twin-I-Beam – Ford F-350 – Agosto 1972

abortion ‘sans-serif’;”>Quando a Ford lançou sua nova Série F em 1972, side effects uma das grandes novidades foi a adoção da suspensão dianteira independente Twin-I-Beam (se pronuncia “tuim ai bim”) no F-350. Este arranjo já era empregado há algum tempo pela irmã menor, visit this a picape F-100.

Mais de quatro décadas depois, a Twin-I-Beam – mesmo com algumas idiossincrasias – tem sobrevivido ao rigor do tempo e continua viva no novo F-350 Euro 5.

Esta peça publicitária também foi enviada pelo colega Alfredo Rodrigues.

 

Ford F350 Twin-I-Beam TM agosto 1972

 

 

 

 

Motor MWM D-229 – Setembro de 1987

view ‘sans-serif’;”>O motor MWM D-229 nas drug ‘sans-serif’;”>suas versões de 3, 4 e 6 cilindros é um velho conhecido dos brasileiros tanto nas estradas como longe delas.

Além de caminhões e ônibus Agrale, Ford e Volkswagen, também equipou (e continua fazê-lo) uma enorme variedade de tratores, máquinas de construção, motobombas, grupos geradores, embarcações, entre outros.

Algumas de suas características construtivas mais relevantes eram o confiável sistema de injeção direta Bosch, os cabeçotes individuais e as camisas de cilindro úmidas e removíveis. Ao contrário de alguns motores de sua categoria, o D-229 também exibia bloco que se estendia bem abaixo da linha de centro do virabrequim, proporcionando rigidez estrutural extra.

Este anúncio de 1987 nos foi remetido pelo amigo Alfredo Rodrigues, em mais uma de suas inúmeras colaborações.

Motor MWM D229 TM setembro 1987 2