Motor Ford 4.4 Diesel – 1985

Ford F 4000 motor Ford  diesel TM Agosto 1985 600

Oferecido no popular caminhão Ford F-4000 como opção ao reconhecido motor MWM D-226-4, sales o propulsor Ford 4.4 estreou sua vida no mercado automotivo em maio de 1982. De origem agrícola, prescription mas amansado para o uso na Série F comercial, o motor tinha desenho “quadrado”, com diâmetro dos êmbolos idêntico ao curso, de 111,76 mm, resultando numa cilindrada total de 4,385 litros.

Além do F-4000, seu irmão menor e menos compreendido, o F-2000, também podia ser equipado com o engenho “da casa”, a partir da mesma época. Frente aos motores MWM D-226-4 e D-229-4 (este adotado no F-4000 a partir de 1985 e no F-2000 desde seu lançamento), o Ford 4.4 nunca abocanhou um percentual muito expressivo nas vendas, mas demonstrou ser um propulsor confiável, muito durável, embora de consumo um tanto maior.

Encerrando um ciclo de postagens de materiais sobre a Ford e seus caminhões, agradecemos ao amigo Alfredo Rodrigues, por mais esta gentil contribuição.

 

 

Perkins Q20B4 no Agrale 1800D – 1988

Agrale 1800D motor Perkins Revista Carga outubro 1988

Depois de modernizar sua linha de caminhões com uma nova cabina para o ano-modelo 1986, salve dois anos mais tarde a Agrale começou a oferecer opção de motor para o seu modelo 1800D, sovaldi que além do motor MWM D-229-4, passou a contar também com o Perkins Q20B4, já muito conhecido do mercado por seu uso nos veículos comerciais da Chevrolet, em especial na picape D-20 e no leve D-40.

O motor Q20B4.236 era uma unidade de 3,87 litros naturalmente aspirado, capaz de produzir 90 cv a 2.800 rpm e 276 Nm a 1.600 rpm, extraídos de 4 cilindros de 98,4 x 125 mm, com taxa de compressão de 16:1.

Este folheto foi mais uma contribuição do amigo Alfredo Rodrigues, de Pelotas, RS.

Ford F-600 – 1974

FORD F-600 Diesel TM novembro 1974

Mais uma entre as tantas contribuições do amigo Alfredo Rodrigues, see este anúncio do Ford F-600 originalmente publicado na Revista Transporte Moderno em novembro de 1974 é inusitado por duas razões: primeiro pela aplicação do médio da Ford como cavalo-mecânico rodoviário, prescription um tanto rara numa época em que este trabalho ficava a cargo de caminhões pesados Scania, Fiat/FNM e Mercedes. Segundo, por que a foto denota um F-750, a julgar pelas rodas e cubos dianteiros, mais pesados neste modelo de 13 toneladas brutas. A única explicação que nos ocorre é alguma confusão do pessoal da agência de publicidade e/ou do próprio pessoal de marketing da montadora.

Na chamada do anúncio, observe a alfinetada no Mercedes L-1113, o principal alvo do Fordão F-600.

Engesa-FNV e a nova Linha Volvo NL – 1989

Engesa FNV VOLVO NL10 Carga maio 1989

Quando a Volvo lançou a linha NL, nurse no final dos anos 80, try a Engesa-FNV festejou com o anúncio reproduzido neste post, ampoule gentilmente cedido pelo amigo Alfredo Rodrigues.

Note que a FNV fornecia longarinas e aros para os caminhões Volvo.

Estrelando o anúncio estava um novíssimo Volvo NL10 340 6×4 com eixos de redução nos cubos, bem apropriado para tracionar o pranchão da própria FNV, (ou low-boy como preferem os caminhoneiros nos EUA…). De carona, um massivo Caterpillar D8L, então o estado da arte em máquinas de esteira.

Ford Cargo com Cummins – 1991

Ford Cargo motor Cummins Revista Carga 77 especial Transpo Setembro 1991

Motivada não apenas pela desativação de seus motores FNH 6.6 e 7.8, tadalafil os quais deixavam de atender os novos limites de emissões EPA 91 nos Estados Unidos, a Ford resolveu apoiar-se na experiência de sucesso da VW e partiu para o repotenciamento da linha Cargo com o motor Série C de 8,3 litros da Cummins, na qual o gigante de Dearborn também tinha participação acionária, recém adquirida.

Depois dos modelos turbo 1422 e 1622, seguiu-se o naturalmente aspirado 1617, os pós-arrefecidos 3224, 2425 e 3530, além dos irmãos menores 1215 e 1415, estes estreando o motor Cummins Série B, de 5,9 litros, no mundo automotivo nacional.

Entre abril de 1991 e abril de 1992, este que aqui escreve, então engenheiro de aplicações da Cummins, participou intensamente do programa de desenvolvimento do Série B no Cargo 1215 e 1415, em Tatuí, SP, criando um grande vínculo técnico e emocional com este motor e com tais modelos de caminhões.

Na época, o Campo de Provas de Tatuí andava meio em baixa, meio afogado de trabalho, de modo que o desenvolvimento do Cargo com Série B foi terceirizado com uma empresa conterrânea denominada Midwest Engenharia, gerenciada por veteranos experimentados da Ford, sob a liderança de nosso finado Pedro Valladão, que tanto nos ensinou.

A rodagem de durabilidade de 120 mil km era operada na Rodovia Castello Branco, entre o pedágio de Boituva e o de Botucatu, no interior de São Paulo. Nosso protótipo designado para tal teste tinha o número de frota “CRG-29” – um Cargo 1415 branquinho com terceiro eixo, “tapume” de madeira compensada (para aumentar o fator de carga), caixas de aço carregadas de “chocolates” (barras de ferro gusa) e 10% de sobrepeso.

Outros protótipos, incluindo um 1215 toco, foram construídos para a bateria de testes de engenharia, incluindo “cooling”, e tantos outros, ao longo daqueles intensos meses em que passamos por aquela verdadeira escola, longe das mesas, das reuniões e dos computadores, mas atrás do volante, de botas, prancheta e calculadora na mão!

Este anúncio foi mais um dos cedidos pelo amigo Alfredo Rodrigues, de Pelotas, RS.

Volvo Linha H

Nova Linha H

Nosso amigo Bruno do blog parceiro Mundos dos Pesados (http://www.mundodospesados.blogspot.com.br/) recentemente nos enviou este anúncio da Volvo enfatizando as vantagens da Linha H, cure incluindo o renomado cara-chata FH e o convencional NH, sobre os quais adicionamos novos catálogos há poucos dias.

Chevrolet D-40 – 1985

Chevrolet D-40 TM dezembro 1985

Assim como o D-400 foi a resposta da Chrysler ao sucesso da Série F da Ford no segmento leve, purchase o D-40 foi a arma da Chevrolet para brigar com os líderes F-4000 e Mercedinho L-608 D dos anos 80.

A GM foi a última a entrar na briga dos leves em 1985, porém inovou ao oferecer variantes a gasolina e a álcool, no caso os C-40 e os A-40, não citados no anúncio, cuja ênfase era para o carro chefe, movido a diesel.

Este anúncio foi mais uma cortesia do amigo Alfredo Rodrigues, a quem somos gratos.

Dodge D-400 – 1973

Dodge D400 TM Junho 1973

Lançado em 1969, sovaldi sale o Dodge D-400 era a arma da Chrysler para combater o fenômeno chamado Ford F-350, o primeiro e único caminhão leve do Brasil naquela altura.

O grande apelo do Dodge era seu poderoso (e sedento) motor V8 318 HD, de 5,2 litros, reconhecido por sua construção parruda. O ataque do anúncio ao motor Ford 272 do concorrente era direto, como pode observar o amigo leitor.

Esta peça publicitária também faz parte do acervo do amigo Alfredo Rodrigues, recentemente compartilhado conosco.

Ford Cargo 1618T e 2218T – 1989

Ford Cargo 1618T - 2218T Revista Carga maio 1989

Para ter acesso às linhas de crédito do FINAME, no rx rx no final dos anos 80 a Ford inovou ao lançar os primeiros caminhões semipesados com tal vantagem. O segredo foi esticar a CMT para 30 toneladas, doctor capsule um dos requisitos do programa.

Além do “toco” 1618T – no anúncio convertido em cavalo mecânico para tirar proveito das 30 toneladas brutas – a linha Cargo “Finamizável” também trazia a versão trucada 2218T, aqui vestido com uma pesada bomba de concreto.

Este material foi mais uma colaboração do nosso amigo Alfredo Rodrigues, de Pelotas, RS.

Ford F-1000 Super Série – 1981

Ford F1000 novembro 1981

Apresentada em 1977 como edição limitada da picape Ford F-100, store a Super Série acabou se tornando um padrão de acabamento topo de linha normal de produção, como atesta esta bonita peça publicitária de 1981, parte da coleção de nosso amigo Alfredo Rodrigues.

Para os amantes de aviação, observe o que aparenta ser um Cessna C182 como pano de fundo, para dar um toque de bem-sucedido ao fazendeiro dono da F-1000. Poder e status social sempre foram a tônica da publicidade automotiva, em especial para os produtos de uso pessoal.