DKW-VEMAG Candango – 1961

DKW-Vemag Candango SRD Fevereiro 1961

Esta bela peça publicitária do valente jipinho derivado do Munga alemão, physician illness por aqui apropriadamente batizado de Candango, pilule nos foi agraciada pela gentil colaboração do amigo Alfredo Rodrigues.

Impulsionado pelo motor tricilíndrico dois tempos de 1 litro e admiráveis 50 cavalos, sovaldi o utilitário da VEMAG concorria com o Jeep e era oferecido em versões com tração em duas ou quatro rodas.

Mais de meio século depois do Candango, é interessante observar a volta do arranjo de três cilindros e 1.000 centímetros cúbicos nos motores dos segmentos de entrada dos automóveis de passeio, desta vez, porém, com ciclo quatro tempos, tolerâncias mais apertadas, materiais mais nobres, além de temperaturas e pressões que permitem extrair cerca de 60% mais potência que o lendário motor DKW. Algo inimaginável até poucos anos atrás.

 

Linha de Produtos VEMAG

VEMAG produtos SRD

Antes mesmo de sua instalação no país, medicine o caminhão da então Scania-Vabis passou a ser importado e comercializado pela VEMAG, que também montava os veículos da DKW Auto-Union.

O primeiro Scania oferecido pela VEMAG foi o L71 ilustrado, embora haja indícios que versões anteriores também tenham circulado pelo Brasil, possivelmente para testes ou vendas pontuais.

Ciente da boa aceitação de seu produto, a Scania logo cresceu os olhos pelo Brasil e se instalou no bairro do Ipiranga, em São Paulo, fato que determinou o fim da era VEMAG na montagem e distribuição dos caminhões da marca sueca.

Este belo anúncio sine die foi mais uma colaboração do amigo Alfredo Rodrigues.

Ford F-600 Diesel – 1961

Ford F-600 Diesel SRD agosto 1961

No começo dos anos 60, pharm na tentativa de deter o crescimento da Mercedes-Benz com seus modelos médios movidos a diesel, viagra a Ford lançou o F-600 Diesel, com motor Perkins de 128 hp, conforme evidencia esta peça publicitária enviada pelo amigo Alfredo Rodrigues. Mais tarde, a GM faria o mesmo, ofertando a versão diesel do caminhão Chevrolet Série 60, mas esta é outra história…

FNM – Deixe por nossa conta – 1972

FNM 4Rodas Dezembro 1972

Dando sequência à postagem do rico material enviado pelo amigo Alfredo Rodrigues, patient do Rio Grande do Sul, pharm estamos adicionando este bonito anúncio da FNM, que trazia como destaque a nova linha de caminhões da “Nova Geração”, representados pelos FNM 180 e 210, introduzidos após a aposentadoria do lendário D-11000.

Mercedes-Benz “Cara Preta” – Lançamento 1982

MERCEDES CARA PRETA PE

Para registrar o lançamento da admirada gama Mercedes-Benz “Cara Preta”, viagra nosso amigo Ivo, sick de Toritama, PE, teve o cuidado de guardar este recorte de jornal de junho de 1982, que reportava o evento em Recife e Olinda, liderado pela concessionária Imperial Diesel.

Ivo, grato por mais esta colaboração.

 

Micro-ônibus e Furgão Caio – Mercedes-Benz L e LO-608 D – 1972

1972 PUB. CAIO - A&A

Para acalentar a recente discussão de nossos amigos sobre a carroçaria mais elegante que vestia o chassi Mercedinho nos anos 70, clinic aproveitamos a colaboração do Igor Akopov, do distante Cazaquistão, reproduzida na forma do anúncio aqui postado.

Fiat 190 Turbo – 1984

FIAT 190 TURBO PE

Para inaugurar a primeira colaboração pernambucana deste espaço, thumb trazemos este recorte de jornal datado de dezembro de 1984, dando conta de uma importante venda da Iveco, durante sua primeira fase no país. Na imagem, nada menos que 14 unidades do poderoso Fiat 190 Turbo, equipado com motor 8210 de 306 cv e caixa Fuller de nove marchas.

Bem visível na imagem, a ampla cabina exibia para-brisa com três limpadores e faixas decorativas, exclusivas da versão turbo.

Vale lembrar que, naquela época, o fim se aproximava para a Iveco e por consequência para o 190 Turbo. Além das unidades da foto, apenas outras 335 foram fabricadas entre 1984 e 1985, antes do triste fim se descortinar sobre a planta de Xerém, em Duque de Caxias, RJ.

Agradecemos ao amigo Ivo, de Toritama, PE, pelo envio desta imagem e por seus frequentes comentários em nosso posts.

Anúncios Ford – Anos 60 a 90

Ford caminh+Áes 1962 4Rodas Jan 1962 Ford F-600 Diesel 6 X 6 TM 1972 Ford F-600 SRD Abril 1960 Super Ford Sele+º+Áes maio de 1962 1 Super Ford Sele+º+Áes maio de 1962 2 Super Ford Sele+º+Áes maio de 1962 3 Ford 40 anos 1 Ford 40 anos 2

Enviadas pelo amigo Alfredo, pharmacy dividimos com você diversas peças publicitárias da Ford, editadas entre os anos 60 e 90.

Encabeçando as imagens, o Alfredo nos escreveu:

“Evandro,

Sou um grande admirador do seu site.
Tenho muitas propagandas antigas. Dentro do possível, estarei te enviando.
Seguem algumas propagandas da FORD .

Um abração,
Alfredo Rodrigues
Pelotas, RS.”

Inferno no Asfalto – Scania LKS141

Anuncio do SCANIA LK 6X2

Direto do nosso querido Paraná, ask o amigo e colaborador Roberto Dias Alvares nos envia mais uma de suas saborosas aventuras pelas estradas brasileiras, thumb  desta vez a bordo de um saudoso Scania LKS 141, shop pilotado pelo João Vicente.

O anúncio que ilustra este post também foi mais uma cortesia do Roberto.

 

INFERNO NO ASFALTO
(Scania LKS 141 6×2)
Autor: Roberto Dias Alvares

João Vicente, rapaz honrado,
após dois anos no serviço militar,
já tinha seu destino planejado.
Comprar um caminhão e casar.

Angela, sua namorada,
esperara com paciência.
Sua volta por ela aguardada
sofrendo na sua ausência.

João Vicente guardara dinheiro
para comprar seu caminhão.
Sempre sonhara ser caminhoneiro.
Para isso mostrara determinação.

Com Angela o casamento.
Sonho da moça realizado.
Foram a um estacionamento,
onde o caminhão seria comprado.

Após muita pesquisa,
uma máquina ali parada
João vendo-se pelo pára-brisa
Scania LKS cabine avançada.

O cavalo bem cuidado.
Tinha pouca rodagem.
Caminhão preparado
para enfrentar qualquer viagem.

Fechou ali mesmo o negócio.
Pagou do valor a metade.
O restante no consórcio,
pagaria sem dificuldade.

Saiu ele e a sua amada,
Com a alegria estampada no rosto.
Seguindo feliz pela estrada,
parou para abastecer no posto.

Avisou pelo rádio amador
aos companheiros da estrada,
que tinha mais um trabalhador
no trecho com máquina turbinada.

A noite caiu depressa.
Dormiram dentro do caminhão.
Na cama-leito foi expressa
entre os dois uma louca paixão.

No dia seguinte saiu
procurando carga para levar.
Velho amigo ali viu,
e com ele foi conversar.

Era de seu pai um amigo
que o conhecia desde menino.
Avisou-o sobre perigo,
pois o trecho era cruel e assassino.

Por Antonio carreteiro chamado,
vira muitas coisas nessa vida.
Agora já estava aposentado.
Deixara de lado essa lida.

João Vicente pegou carregamento
para ser levado á Goiás.
Ia pela pista de rolamento.
Seguia dirigindo em paz.

Aquela grande transportadora
pertencia a homem ganancioso.
Político influente, no passado fora.
Tinha negócio ilegal grandioso.

Chamava-se senhor Dirceu
e quase não era visto.
Tinha sob o comando seu
de negócios um império misto.

De maneira clandestina
caminhoneiros tinham de levar
maconha e até cocaína,
no meio da carga pra disfarçar.

Á João Vicente fez a proposta.
Fazer carregamento ilegal.
Acompanhado de guarda-costa,
forte e com cara de mal.

O jovem João Vicente
disse que isso não faria.
O homem ficou descontente.
Achou que o rapaz toparia.

João Vicente rapaz honesto
não aceitaria coisa errada.
Tinha palavra e todo o resto
para ele não importava nada.

O rapaz fez da carga a inspeção
para saber se estava tudo certo.
Viu na carreta de seu caminhão,
grande caixote semi-aberto.

Com embalagens de café disfarçado,
ali no meio bem escondido,
pacotes com um pó esbranquiçado.
Era cocaína, tinha percebido.

Mandou que fosse retirado
aquela caixa com droga ilegal.
O homem mostrou-se zangado.
Olhou pra ele com cara de mal.

Aquele caixote foi retirado.
João Vicente já ia saindo.
Seu velho amigo a seu lado
com ele estava seguindo.

Antonio carreteiro iria
acompanhá-lo naquela jornada.
Estava preocupado se via,
prevendo dificuldades na estrada.

João Vicente dirigia,
e o amigo ia ao lado.
Lá fora, ensolarado dia,
Vários quilômetros tinham rodado.

Olhando pelo retrovisor
aproximava-se caminhão com rapidez.
prevendo situação de terror,
ficou mais atento por sua vez.

O cavalo Scania jacaré ultrapassou
e a um quilômetro á frente,
no meio da pista atravessou.
O que faria João Vicente?

Sem nem a menos pestanejar,
esbarrou no cavalo e seguiu em frente.
A perseguição iria continuar.
Tinha de fazer algo urgente.

João Vicente pegou seu rifle de repetição.
Antonio carreteiro assumiu o volante.
Saiu pela janela do caminhão.
Subiu no reboque baú  em um instante.

No teto do reboque baú rastejando
João Vicente esperou o momento certo.
O cavalo mecânico rápido chegando.
Precisava estar ainda mais perto.

João Vicente em rápido movimento
apontou e disparou com precisão.
O motor do bruto acusou o vazamento
Fez-se ali uma grande explosão.

O cavalo mecânico pelo fogo tomado.
Dois homens saiam apressadamente.
João Vicente ficou preocupado.
“Por que fizeram isso com a gente”?

Antonio carreteiro afirmou:
“Predomina o crime organizado”.
“Dono da transportadora que mandou”.
“Pois fazer o que ele queria foi recusado”.

Ao deixar a carga no destino
João Vicente percebeu algo errado.
Homem com jeito cretino
recebeu o carregamento mal humorado.

João Vicente não conseguia parar.
Mal chegou, outro frete já carregado.
Era só um reboque vazio desengatar
que o outro reboque já estava preparado.

Quis conferir o carregamento de fruta
mas alegaram que tempo não havia.
João Vicente partiu para a luta.
Rodar a noite toda ele precisaria.

Achou aquela atitude estranha
e resolveu parar e verificar.
Pouca distância fora ganha,
O que viu não podia acreditar.

Insuportável era o cheiro
que exalava do furgão.
Tentaram enganar o caminhoneiro
fazendo-o levar aquela podridão.

Á Antonio carreteiro ajuda pediu,
pois não sabia o que fazer.
O velho caminhoneiro decidiu
até a transportadora retroceder.

Só havia um vigilante
pois já estava fechada.
Imobilizaram-no em um instante.
Ao pátio a carreta foi levada.

Haviam reboques parados.
Abriram um a um para verificar.
Um deles estava carregado
com frutas boas para se levar.

Pegou a Nota fiscal
e atrelou o reboque no cavalo.
dirigiu a noite toda até o destino final
sem ninguém para atrapalhá-lo.

Deixou o carregamento de frutas
recebeu o pagamento justo.
Na rodovia, duas máquinas brutas
deram-lhe um grande susto.

Enquanto retornava para o lar,
por dois caminhões perseguido.
Tentaram da estrada tirar.
Mas isso não foi conseguido.

Tentaram bater em seu caminhão
mas ele escapou desta cilada.
Deixou ambos fora de ação,
dando neles uma fechada.

Tendo chegado ao seu lar.
Recebido com beijo apaixonado.
Após delicioso jantar,
ambos dormiram abraçados.

Já era início da madrugada,
um barulho assustador.
Bola de fogo jogada,
verdadeira cena de horror.

Garrafas de gasolina
explodiram dentro da residência.
Ele protegeria sua menina,
mesmo sozinho imporia resistência.

A porta estava sendo forçada.
O rifle estava no caminhão.
Se ela fosse derrubada,
Usaria como arma a sua mão.

Escondeu a esposa no banheiro.
Faca de cozinha para defesa.
O que faria o caminhoneiro?
Usaria sua coragem e destreza.

A porta foi derrubada
entraram quatro mascarados.
Escuridão, não se via nada
Um dos bandidos foi nocauteado.

Desferiu soco violento
Jogando adversário no chão.
Viu outros três nesse momento
corriam em sua direção.

Entrou em luta corporal.
Pelos homens foi agarrado.
Um deles sacou um punhal
para nele ter alvejado.

Enquanto por dois era agarrado,
iria alvejá-lo o terceiro.
Nos dois agressores apoiado,
acertou um pontapé certeiro.

O agressor caiu no chão.
O punhal fincado na parede da sala.
dos dois outros sofreu agressão.
Procuravam a esposa para pegá-la.

João Vicente ao ser chutado,
segurou a perna do seu agressor.
Virou-a violentamente para o lado,
causando no homem muita dor.

Correu atrás do outro invasor
que agarrara sua amada.
Usando todo seu vigor,
foi um festival de pancada.

Vendo a esposa chorando
descontou no malfeitor sua ira.
Ela agredida, boca sangrando.
Violento soco no homem desferira.

Telefonou para o delegado
contando o que aconteceu.
Homem da lei mas subornado
Após uma hora apareceu.

O delegado disse a João
que era melhor esquecer aquilo.
Para sua estupefação,
homem da lei tentava dissuadí-lo.

João disse que iria registrar queixa
levaria sua esposa ao hospital.
Uma coisa dessas não se deixa.
Seria um prêmio a quem faz o mal.

manhã seguinte na delegacia
nenhum dos homens detidos.
Não acreditou no que via.
Advogado e juiz liberaram bandidos.

João Vicente percebeu então
o quanto Dirceu era poderoso.
De crime comandava organização.
Era um homem tenebroso.

João começou a pensar
Falando com cada caminhoneiro
Não podiam aceitar,
serem explorados o tempo inteiro.

Caminhoneiros começaram a se negar
fazer transporte de coisas ilegais.
Dirceu não poderia tolerar
audácia e atrevimento de um rapaz.

João queria tirar a esposa da cidade.
Com alguém grande havia mexido.
Para conseguir frete tinha dificuldade.
Por Dirceu, sabia, era perseguido.

As transportadoras menores
temiam aquele homem inescrupuloso.
Seus proprietários não eram melhores
não desobedeciam homem temeroso.

João viu-se em dificuldade.
Como pagaria a prestação?
Conseguir frete a necessidade,
ou ficaria sem seu caminhão.

Foi para outro Estado,
buscar frete para o transporte.
Conseguiu voltar carregado
e nisso teve muita sorte.

Procurou a Corregedoria,
Comandante da polícia Federal.
Contou tudo o que sabia
e que Dirceu era um homem mal.

O Comandante fez afirmação,
que deixou João animado.
Dirceu já era alvo de investigação.
Em breve ele seria apanhado.

O Comandante pediu sigilo
para não prejudicar a investigação.
João ficou contente ouvindo aquilo.
Seria alívio Dirceu indo para prisão.

Dirceu, homem cruel
vendo em João Vicente, ameaça.
Temendo tornar-se réu,
jurou que acabaria com sua raça.

Aproveitando sua ausência
Homens foram a sua casa de surpresa.
Sem a esposa dar a anuência
entraram com extrema rudeza.

Agrediram sua esposa,
que estava no início da gravidez.
Dirceu, ardiloso como uma raposa
achou que triunfaria desta vez.

Quando João recebeu a notícia
que sua esposa estava no hospital.
Nem pensou em chamar a polícia.
Resolveria esta situação afinal.

A sua esposa felizmente,
não perdera a criança.
Mas João, de ódio doente,
queria a qualquer custo vingança.

Foi até a sede da empresa.
De Dirceu o quartel general.
Certamente não haveria surpresa.
Bem informado aquele homem mal.

Duzentos quilômetros rodaria
até chegar àquele castelo envidraçado.
João Vicente não imaginava o que faria,
Mas sentia que DEUS estava a seu lado.

Já era noite escura
quando João chegou ao portão.
Parado em frente àquela altura,
Tinha de tomar sua decisão.

Á entrada da empresa
seguranças bem armados.
João Vicente não teve certeza
se seu plano deveria ser continuado.

Mas agora não tinha volta.
Lembrou o que fizera Dirceu.
Freio do bruto ele solta,
com fúria, seu cavalo correu.

Pelo retrovisor ainda viu
sirenes e giroflex ligados.
A marcha não diminuiu.
Com o impacto, o portão derrubado.

Uma seqüência de disparos
Não intimidou João Vicente.
Dirceu pagaria bem caro
e disso estava consciente.

Á frente da empresa pode ver
de vidro, um imenso painel.
Símbolo  de Dirceu e seu poder.
Sentiu na boca gosto amargo de fel.

Uma rampa até o painel
subiu seu cavalo de aço.
Saltou, cruzando o céu.
Painel de vidro em pedaços.

Semi-destruído seu caminhão.
Ele estava bem machucado.
Ouvia sirenes vindo em sua direção.
De repente ficou desacordado.

Quando despertou no hospital,
todos os caminhoneiros da região.
Fizeram um dia de parada total.
Não circulou nenhum caminhão.

Ficou sabendo por seu amigo
que Dirceu, na empresa fora preso.
Provas mostravam ser ele um bandido
manipulando trabalhador indefeso.

Muitos caminhoneiros de testemunha
contaram ser pressionados a transportar.
Em meio á carga, droga ele punha.
E esse carregamento tinham de levar.

Com Dirceu na prisão
os caminhoneiros tiveram paz.
Acabou sendo a sua libertação
graças ao corajoso rapaz.

A esposa de João
deu á luz belo menino.
O seguro pagou seu caminhão
e na estrada seguiu seu destino.

Mercedes-Benz LS-1924-A – 1979

LS 1924A 1979

Com produção iniciada em fins de 1978, here o LS-1924-A chegou trazendo um novo alento de competitividade para a linha pesada da Mercedes-Benz no Brasil.

Num mercado dominado pelo Scania L111 (com mais de 1.800 produzidos naquele ano) e pelo irmão LS-1519 (mais de 1.700 cópias fabricadas em 1978) da mesma casa alemã, cialis o LS-1924 de motor aspirado viu apenas 240 unidades saírem pela linha de São Bernardo do Campo, order naquela temporada. Mesmo o Fiat 190, com 539 fabricados, se saía melhor que o 1924.

O motor aspirado de apenas 240 cv era um dos entraves do 1924, que tinha a menor potência da categoria de 40 toneladas de PBTC. Com a adição do motor turbo OM-355/6-A, de 285 cv líquidos, o novo 1924-A chegava para abocanhar um quinhão maior no mercado de cavalos mecânicos para carretas de três eixos.

Esta bonita peça publicitária de página dupla nos foi enviada pelo amigo André Giori, que sempre nos ajuda na construção deste espaço. Ao que tudo indica, o pano de fundo para a bela foto parece ser a Rodovia Rio-Santos, com um Mercedinho em sentido contrário. Através do para-brisa, note também o “maneco” cromado, típico acessório de época, nos anos setenta e oitenta.