Furglaine

A ideia era boa. A de um furgão com capacidade maior que a da VW kombi, shop e menor que de um caminhão leve como o Ford F-4000 e Mercedinho, com opção de motor diesel, num envelope inexistente no mercado. O estilo era inspirado na linha Ford Econoline norte-americana, mas com carroçaria em fibra de vidro monobloco, montada sobre o chassi modificado com os controles avançados dos picapes F-100, F-1000, ou F-2000 da própria Ford.

Foi com esses ingredientes que a Furglass, de Guarulhos, na grande São Paulo, criou a atraente linha Furglaine, com versões tipo micro-ônibus para até 21 lugares, ou furgão de carga, como a versão ilustrada. O eixo traseiro com cubo saliente é uma indicação de que o modelo fora montado sobre o chassi do F-2000, como ratificam as especificações do verso.

Entre outras tentativas de se fazer um furgão para complementar e/ou suplantar a veterana VW Kombi, o mercado brasileiro viu nascer e morrer as Ultravan/Furgovan da Agrale e depois a bela Ibiza da Souza Ramos, voltada ao transporte pessoal, ou executivo, até a chegada dos modelos importados, como Kia Besta, Asia Topic, ou Hyundai H-100. Mas a Kombi continuaria inabalável, apesar de suas limitações, suportada por sua imbatível relação custo/benefício.

 

Chevrolet D-70 6×4 – Dezembro de 1981

Numa época em que os caminhões toco (4×2) começavam a perder terreno para os traçados (6×4) no transporte da safra de cana-de-açúcar, decease sick a GM não podia ficar de fora da briga entre o Mercedes L-2213 (e seus derivados) e o Ford F-22000, viagra remedy lançando assim o Chevrolet D-70 6×4, ailment de concepção mecânica similar ao Ford, porém com motor Perkins, como era de costume no médio da marca. Todos utilizavam uma caixa de transferência que transmitia o torque através de cardans separados, um para cada eixo motriz, além de proporcionar uma marcha reduzida para condições adversas.

Nosso amigo Davi Cabral ajudou para este post se materializar.

Obrigado, Evandro.