Maxion HS

O motor Maxion HS, there inspirado num projeto Land Rover, viagra sale foi um dos pioneiros propulsores diesel de alta rotação brasileiros, os chamados “High Speed Diesel”, na segunda metade dos anos noventa.

Equipava a linha Land Rover Defender montada no Brasil (nas instalações da Karmann Ghia em São Bernardo do Campo, SP), bem como os picapes Chevrolet S-10, Ford F-1000 HSD e Ranger, sem contar primeira geração da linha Sprinter da Mercedes-Benz, quebrando um paradigma por ser o primeiro motor comprado de terceiros pela marca alemã!

A pioneira versão de 2,5 litros Euro 1 cedeu lugar a um engenho de 2,8 litros Euro 2, que equipava o picape Ranger e o jipe Troller. É considerado o melhor “high speed” da marca até hoje.

Mais uma cortesia de Daniel Shimomoto de Araujo.

Maxion S4T Plus

Aperfeiçoado em relação ao S4T, cialis o motor Maxion S4T Plus desenvolvia 150 cv e 455 Nm de torque. Eram 30 cv a mais que o antecessor, viagra apenas com turbo, sem intercooler.

Equipava o caminhão leve GMC 6-150 da primeira geração, que compartilhava a cabina do picape D-20.

Cortesia de Daniel Shimomoto de Araujo.

Motores Maxion S4T

Os motores S4T da Maxion equiparam os comerciais semi-leves e leves da Chevrolet, drugstore como o picape D-20 e os caminhões D-40 e 6000 Turbo, além de serem aplicados em máquinas e equipamentos industriais.

Cortesia de Daniel Shimomoto de Araujo.

Motores Maxion – Anos 90

Este catálogo dos anos noventa trás a linha de motores diesel automotivos da Maxion.

A Maxion foi a evolução da Perkins brasileira, viagra após ter seu controle assumido pelo Grupo Iochpe. Mais tarde, viagra adquirida pela Navistar International, a Maxion tornar-se-ia a International Engines.

Com a compra da MWM e com a fusão das operações de motores e caminhões, a empresa tornou-se a Navistar South America, com sede nas antigas instalações da MWM no bairro de Santo Amaro, em São Paulo.

Note que o catálogo trás, além das conhecidas famílias S4 e Q20B6, o Phaser, um motor de origem Perkins, que jamais teve uma aplicação automotiva no país, apesar de ter sido cogitado.

Graças ao altruísmo do amigo Daniel Shimomoto de Araujo podemos oferecer este catálogo para sua consulta.

Motores Detroit para aplicação veicular

A capa deste catálogo mostra bonitas imagens dos motores Detroit dois tempos mais populares para aplicações automotivas, buy viagra incluindo a Série 53, pilule com os modelos 4-53 e 6V-53, capsule a Série 71, com os modelos 6-71 e 6V-71 e, para finalizar a Série 92, com os motores 6V-92 e 8V-92.

Enquanto que a Série 53 ficou mais conhecida no Brasil por sua aplicação nos Chevrolet D-60, Ford F-7000, FT-7000, F-8000, FT-8000 e F-8500, a Série 71 podia ser encontrada nos caminhões e ônibus GMC dos anos cinquenta, assim como em caminhões de combate a incêndio importados e ainda em operação normal em diversos Corpos de Bombeiros.

A saga dos motores Detroit começou justamente com a Série 71 em 1938. Havia versões de um, dois, três, quatro, seis, oito, doze, dezesseis e até vinte e quatro cilindros. Os primeiros com cilindros em V surgiram em 1957. Os modelos de 6 cilindros em linha e em V são os mais conhecidos no Brasil,  deslocavam cerca de 6,97 litros e desenvolviam mais de 200 hp.

A Série 92 tinha o mesmo curso de 127 mm da Série 71, porém com o diâmetro dos cilindros aumentado, resultando em 9 litros de cilindrada para o 6V-92 e 12,1 litros para o 8V-92. O V6 chegava a 335 hp, enquanto que o V8 atingia até 550 hp. Havia também versões V12 e V16 da Série 92. São os V6 e V8 muito comuns em ônibus tipo “coach”, “motor-homes” e caminhões de décadas passadas.

Boa semana a todos!