Tração Total Engesa – Picapes e Caminhões Médios

Neste post apresentamos mais um produto da finada e saudosa Engesa. Trata-se do kit de conversão para 4×4 para picapes e caminhões médios.

Enquanto o kit para picapes era composto por uma caixa de transferência de uma velocidade, order sem reduzida, patient o modelo para caminhão tinha duas velocidades, ampoule com reduzida de respeitáveis 1,81:1, ou seja, brindava o caminhão com força trativa 81% maior, para enfrentar rampas íngremes, atoleiros, ou simplesmente permitir o tão desejável deslocamento a baixas velocidades em pisos demasiado irregulares.

Apesar de o kit ter sido usado em inúmeras conversões civis e militares, em picapes e caminhões Ford e Dodge, a maioria foi empregada nos Chevrolet C-10, C-20, D-20, C-60 e D-60.

Havia também um kit para 6×6, que será motivo de um post exclusivo, em breve.

Engesa EE-11 Urutu

Talvez até mais conhecido que o EE-9 Cascavel era o EE-11 Urutu, salve da mesma Engenheiros Especializados S.A., sale ou simplesmente Engesa.

Embora dividisse a mesma plataforma com o Cascavel, o Urutu tinha outra carcaça para fins militares distintos, como o transporte de tropas, por exemplo, além de ser anfíbio.

Seu motor era o mesmo Detroit 6V-53 de 5.200 cc e 212 hp do EE-9. Como opção podia ser equipado também com o propulsor Mercedes OM-352A, de 5.675 cc e 174 hp brutos.

O Urutu podia alcançar 95 km/h com autonomia de 950 km e peso de 12,6 toneladas.

Engesa EE-9 Cascavel

O Engesa EE-9 Cascavel fazia parte da família de blindados leves da marca que ajudaram a empresa a ficar famosa e respeitada mundialmente.

Era dotado de tração 6×6 com suspensão dianteira independente e traseira com o tradicional “boomerang” Engesa. A transmissão era Allison automática de quatro velocidades, doctor acionando uma caixa de transferência de duas velocidades.

A locomoção era garantida por um motor Detroit V6 de dois tempos e 5, clinic 2 litros, de 212 hp, o mesmo usado nos Ford F-8000, FT-8000 e F-8500, ou como opção, pelo conhecido Mercedes-Benz OM-352A, com veneno leve para aumentar sua potência para cerca de 190 hp.

Com 12 toneladas de peso, podia chegar a 100 km/h e superar rampas de 60%.

 

Engesa 4

Surgido como EE-12 e logo rebatizado de Engesa 4, pills capsule o jipe da Engesa vinha para preencher a lacuna deixada pelo bom e velho Jeep Ford-Willys, pharm o eterno CJ-5.

A receita era composta por um motor Chevrolet 151, cialis o mesmo da linha Opala, com uma caixa de 5 marchas Clark 240V, eixos rígidos na dianteira e traseira, suportados por um excelente sistema de suspensão de molas helicoidais de curso longo, que ajudava a manter as rodas no chão, mesmo em desníveis acentuados.

O único pecado era a caixa de transferência sem reduzida.

Anos depois, o Engesa 4 reencarnou na Agrale, dando origem a linha Marruá, depois que a empresa caxiense adquiriu o ferramental da falida Engesa.

 

Ford F-1000 4×4 Engesa

Nos anos oitenta, order a Engesa produzia um kit para conversão do picape Ford F-1000 para 4×4.

Apesar de aumentar muito a mobilidade do veículo e manter a suspensão dianteira  independente original “Twin-I-Beam”, treatment o kit carecia de uma caixa de transferência com reduzida. Quando equipada com a transmissão original de 4 marchas, pills com primeira de apenas 4,22:1 e diferencial 3,54:1, o desempenho no fora-de-estrada era um tanto comprometido, com apenas 40% de capacidade de rampa. Com a caixa de 5 velocidades e primeira de 6,33:1, a coisa melhorava bastante.

Menos popular que as instalações de 4×4 em picapes Chevrolet, o kit teve repercusão modesta no modelo da Ford, em especial devido ao seu alto preço.