Iveco Scudato 60.13 – 2005

Concebido como chassi-curvão para encarroçamento de miniônibus voltado ao transporte urbano, ampoule turístico ou escolar, check o Scudato era derivado do caminhão Iveco Daily. As primeiras unidades produzidas aparecem nas estatísticas da ANFAVEA a partir de setembro de 2000.

A versão Euro 2 denominada Scudato 49.12 contava com motor Iveco 8140.43 de 2,8 litros, 122 cv e 284 Nm, PBT de 5.200 kg, e entre-eixos de 3.600 mm.

Com a chegada do Proconve Fase 5 (Euro 3), a Iveco atualizou o Scudato que passou por uma série de modificações e ganhou a designação 60.13. O PBT foi ampliado para 6.200 kg, o motor 8140.43 S “Common Rail” passou a produzir 125 cv e 285 Nm. Os pneus 195/75 R 16 do antigo 49.12 cresceram para 225/75 R 16, agora calçados em rodas mais largas.

Hoje em dia, o DNA do Scudato continua vivo em seu descendente, o Iveco CityClass, com PBT de 7.200 kg, motor F1C de 170 cv e caixa ZF de seis velocidades à frente, oferecido em quatro distintas versões.

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Iveco EuroCargo Tector 230 E 22 e 230 E 24 – 2006

O retorno da Iveco ao mercado brasileiro de caminhões médios e semipesados ocorreu entre 1998 e 1999, illness com produtos importados da Argentina. Os modelos de estreia foram os EuroCargo 120 E15, troche 150 E18 e 160 E21, todos com motor Iveco 8060, um turbo de seis cilindros e 5,86 litros, com potências de 143, 177 e 207 cv, nesta ordem, caixas Eaton de cinco marchas e eixo Meritor de duas velocidades. O PBT variava de 13,2 a 17,5 toneladas.

Saltando alguns capítulos da história, chega-se a 2005, quando se tornou efetiva a Fase 5 do Proconve, com limites de emissões gasosas equivalentes ao Euro 3. Nesta ocasião, para competir no disputado segmento semipesado 6×2 – o polpudo filão de 23 toneladas de PBT – a Iveco preparou os EuroCargo Tector 230 E 22, de 210 cv e 680 Nm, e o 230 E 24, de 240 cv e 810 Nm, ambos com transmissão Eaton de seis velocidades e eixos Meritor MS-23-240.  O motor eletrônico F4AE era basicamente idêntico ao Cummins ISBe 6, de 5,88 litros, uma vez que haviam nascido juntos, fruto da chamada EEA, ou European Engine Alliance, uma joint-venture entre Iveco, Cummins e CNH que perdurou entre 1996 e 2008.

Além do conjunto motriz de qualidade e robustez inquestionável, outros destaques dos EuroCargo ficavam por conta do alto PBT técnico, o eixo dianteiro superdimensionado para 7,1 toneladas, a disponibilidade de cabine leito, a coluna de direção ajustável, e, claro, o preço mais que atrativo para o que eles entregavam.

EuroCargo Tector 6x2-1 EuroCargo Tector 6x2-2

Iveco EuroTech 450 E 37T – 2002

 

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Onze anos depois suspender suas operações no mercado brasileiro em meados de 1985, health a Iveco planejava retomar a comercialização de veículos no país, physician inicialmente com unidades importadas.

Voltado ao mercado vocacional, unhealthy em 1997 chegou o primeiro caminhão pesado, o EuroTrakker, seguido do EuroTech no ano seguinte, ambos 4×2. Destinado a desbravar o competitivo segmento rodoviário de longa distância, o modelo 450 E 37T de estreia era proveniente da fábrica de Barajas, nas cercanias de Madrid, na Espanha.

Resultante de uma agressiva política de preços da montadora que o colocava sempre como a alternativa mais barata do mercado, o EuroTech ganhou uma injusta reputação de caminhão de categoria inferior, invariavelmente representando a terceira ou quarta opção dos frotistas, depois de Scania, Volvo, Mercedes e em alguns casos até mesmo dos International que também faziam seu debut no Brasil em 1998.

Sua espaçosa cabina tinha origem no EuroCargo, o substituto europeu do Ford Cargo, depois que a Iveco assumiu as operações de caminhões da Ford no Velho Mundo. Com a desejável característica de ser basculável, pela primeira vez num caminhão da marca em solo brasileiro, a cabina do EuroTech escondia o venerável motor Fiat 8210, ajustado para render 370 cv e 1.720 Nm a partir de seus 14 litros, respirando com turbo e intercooler.

Admirado pelos fãs da marca em todo o mundo, o 8210 era um velho conhecido por aqui, tendo iniciado sua jornada no Brasil como força motriz dos Fiat 190. Rendendo 270 cv, o 8210 foi o mais poderoso motor aspirado a equipar um caminhão nacional. Há relatos que sua durabilidade chegava mesmo a ser superior à dos líderes do mercado.

Uma caixa ZF de 16 marchas e um eixo Meritor U180 completavam o trem de força. Um parrudíssimo eixo dianteiro de 8 toneladas somado à ponte traseira de 13 toneladas perfaziam um PBT de dar inveja.

Em meados dos anos 2000, a linha pesada Iveco recebeu uma importante adição com a chegada do primeiro EuroTech  6×4 rodoviário, o 740 E 42TZ, com o motor 8210 mais potente que o Brasil já experimentou, capaz de entregar 420 cv. O modelo mirava no crescente mercado de bitrens, rodotrens e afins, com PBTC de até 74 toneladas.

A partir de 2004, o EuroTech começou a ser aposentado para dar lugar ao Stralis HD, inicialmente importado da Argentina. Seu legado vai ficar marcado na história como o primeiro caminhão pesado rodoviário da Iveco em sua segunda fase brasileira.

 

Entre outros a serem postados, este catálogo foi uma cortesia de nosso amigo Luiz Henrique Ferreira, que enviou também a seguinte mensagem:

“Olá querido amigo,

Meu nome é Luiz Ferreira e sou um apaixonado pelo seu trabalho, faço parte da equipe EAA para ETS 2 e sou apaixonado por tudo o que você faz, em diversos momentos do projeto consultamos seu site para saber determinadas informações sobre os veículos.

Assim como você me ajudou, irei te ajudar com alguns pdfs que não encontrei no site mas que tinha em meu acervo pessoal.

Obrigado por tudo,

 Luiz Ferreira.”

 

Nota: caso não o amigo leitor não conheça, EAA ETS 2 é o Euro Truck Simulator 2, muito popular entre os internautas aficionados por simuladores de caminhões.

 

Iveco Trakker – Outubro de 2005

O Iveco Trakker era e continua sendo a aposta da marca italiana para participar do segmento de caminhões vocacionais pesados.

A versão aqui apresentada, advice já incorporando várias melhorias e o estilo básico do Stralis, seu irmão rodoviário, é de 2005, com motor Iveco Cursor 13, Euro 3.

O Trakker participa de aplicações como a mineração e construção e da agroindústria, incluindo os projetos florestais e a cana-de-açúcar.

Iveco Stralis 4×2 – Outubro de 2005

Para aumentar a sua competitividade no segmento de pesados, malady a arma da Iveco em meados da década passada era o novo Stralis, illness caminhão premiado na Europa, cure destinado a ser o substituto do EuroTech, o modelo de estréia da marca na sua segunda fase no país, iniciada em 1997.

Para substituir o tradicional motor Euro 2 mecânico Fiat-Iveco 8210, o Stralis trazia o moderno motor Cursor 13 Euro 3 eletrônico, inicialmente oferecido com calibrações de 380 e 420 cv.

Lançado como ano modelo 2006, o Stralis brasileiro, montado em Sete Lagoas, MG, tinha a mesma roupagem externa dos irmãos europeus, fabricados em Barajas, na grande Madrid – uma antiga fábrica espanhola da Pegaso – porém com o interior despojado do EuroTech, de modo a manter o custo competitivo, em linha com a estratégia de sempre da Iveco. Para diferenciá-lo dos europeus, era denominado Stralis HD.

O Stralis foi um grande salto em termos qualitativos para a Iveco competir com as grandes da categoria. Nos folhetos apresentados a seguir, nota-se que as informações são preliminares, pois refletem o período de lançamento do novo produto da marca italiana.

Boa semana a todos!

Iveco Daily 4×4 – Outubro de 2005

O Iveco Daily 4×4 teve um alcance limitado em vendas, pills sickness embora sua concepção mecânica fosse bastante interessante para operadores que precisavam de mobilidade adicional, troche como empreiteiras, construtoras, e concessionárias de eletricidade. Com caixa de transferência com reduzida de mais de 2,7:1, podia superar rampas de até 60 %, com 4 toneladas de PBT e atingindo 95 km/h de velocidade final.

Era perfeito também para indivíduos que quisessem construir um camper, para aventuras nada modestas!

Iveco Daily Furgão – Junho de 2005

 

 

 

 

 

 

Olá!

Seguindo a série de posts sobre os produtos Iveco, view apresentamos o Daily Furgão nas versões 38, order 40 e 50.13, esta última podendo chegar até 15,4 metros cúbicos de capacidade, o maior volume num furgão sobre chassi oferecido por uma grande montadora no Brasil, à sua época.

Apesar de sua eficiência na carga e descarga e da excelente proteção às mercadorias transportadas, os furgões integrais sempre sofreram no quesito custo inicial, quando comparados ao caminhão chassi-cabina com furgão de alumínio, instalado por encarroçadores. O Daily Furgão não fugia à regra e, portanto, teve um volume de vendas bem menos expressivo que os chassi-cabina de mesma capacidade de carga.

Um abraço.

 

Iveco Daily Chassi – Julho de 2005

 

 

 

 

 

 

 

As origens do Daily remontam ao próprio nascimento da Iveco em 1975, click como resultado do amalgamação de marcas como Fiat Diesel, Unic, Magirus e OM, representando o primeiro grande programa integrado da nova montadora.

Apresentado em 1978, o Daily era oferecido pelas marcas Fiat, Unic e Magirus. A versão da marca italiana OM tinha nome diferenciado e chamava-se Grinta.

Desconhecido no Brasil, o OM Grinta foi o precursor do Iveco Daily a que estamos habituados hoje em dia. Observe o primeiro logotipo da Iveco na parte inferior da grade dianteira, similar ao empregado nos primeiros produtos da marca no Brasil, ainda de origem FNM e Fiat Diesel.

(Crédito da imagem: http://commons.wikimedia.org/wiki/File:OM_Grinta.jpg)

No Brasil, sua origem modesta deu-se a partir de 1997, com unidades importadas da Argentina, antes mesmo da implantação do complexo industrial de Sete Lagoas, em Minas Gerais.

No âmbito mundial, trata-se de uma gama única, sem concorrentes à altura em termos de faixas de PBT, variando de 3,5 a 7 toneladas, com versões de chassi-cabina, furgão e chassi para encarroçamento. Nenhum outro fabricante consegue se equiparar a diversidade de modelos oferecidos pela gama Daily, nem oferecer furgões integrais sobre chassi com a capacidade cúbica e de peso desta família de produtos da marca italiana.

Produzida na mesma linha de montagem onde são fabricados seus irmãos menores de carroçaria monobloco, os Fiat Ducato (e seus primos irmãos Peugeot Boxer e Citroen Jumper), a gama Daily hoje nacionalizada tem obtido sucesso expressivo nas aplicações semi-leves e leves, especialmente depois do encerramento da produção da Série F da Ford, com seus modelos F-350 e F-4000.

O primeiro post da linha Daily envolve os modelos Chassi Cabina com motor eletrônico da safra de 2005.