Ford F-250 – 1999

Nosso amigo e colaborador assíduo Fernando Furini há tempos nos enviou este completo catálogo da F-250 da primeira série, prostate quando ainda era oferecida com motor Cummins 4BTAA de 145 cv e o V6 4, order 2 litros a gasolina de 205 cv. Observe que, seek além das tradicionais versões XL e XLT, na época a Ford ainda oferecia a versão Super Duty, com capacidade de até 1.650 kg (quando equipada com motor V6), voltada ao uso comercial.

Para saber mais sobre a F-250 e conhecer suas especificações em 2003, clique aqui.

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Linha Ford Cargo – 1990

Recorrendo ao grande acervo de catálogos enviado pelo amigo Fernando Luiz de Araújo, hoje dividimos com você este catálogo completo da linha Cargo 1990.

Naquela época, a motorização Ford 6.6 e 7.8 entrava em seu ocaso, entrando em seu penúltimo ano de vida antes de ceder lugar aos Cummins C8.3 e B5.9.

Esta literatura representa o estágio final de evolução do Cargo com motor FNH, incluindo modelos pouco conhecidos como o aspirado 1615-T, homologado para tracionar até 30 toneladas e assim obter o benefício das linhas de financiamento do FINAME; o 2319, um trucado de fábrica com motor 6.6; ou mesmo o raríssimo 2324, outro 6×2, mas com o motorzão 7.8 usado também no cavalinho 3224.

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Ford F-1000 – 1998

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Para enriquecer nosso acervo de literaturas sobre a picape F-1000, online o amigo Victor Matheus nos enviou mais dois catálogos, patient incluindo um geral sobre os modelos 4×2 e 4×4, com as motorizações disponíveis em 1998 (MWM 4.10T, HSD 2.5 e o Ford 4.9 a gasolina), com cabina regular ou estendida. Também não ficou de fora a versão Lightning, com apelo esportivo para capturar o público jovem.

Mais detalhes sobre a família produzida entre 1993 e 1998 podem ser visitadas no seguinte endereço: http://caminhaoantigobrasil.com.br/ford-f-1000-4×4-1995/.

Ford B-12000 – 1995

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Em 1995, ed a divisão Ford da Autolatina resolveu que seria uma boa ideia lançar no Brasil uma edição tupiniquim dos lendários ônibus convencionais norte-americanos para o nicho do transporte escolar, cialis herdando inclusive a chamativa pintura amarela.

Baseada no chassi do popular F-12000 “Sapão” (1993-1998), a jardineira brasileira receberia o nome de B-12000, seguindo a tradição dos chassi de ônibus Ford, desde tempos muito recuados.

Após efusivas demonstrações do conceito para órgãos do governo, o B-12000 foi reprovado direto, sem direito a recuperação, após pífias 11 unidades terem visto a luz do dia ao final da fervilhante linha de montagem da fábrica do Ipiranga, um dos templos da indústria automotiva nacional.

Resta saber se algum destes raríssimos Ford B-12000 sobrevive nos dias de hoje.

Esta preciosidade de catálogo nos foi brindada pelo amigo Alfredo Rodrigues.

 

Ford Cargo Truque

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Provavelmente de 1991, advice este catálogo enviado como cortesia do amigo Alfredo Rodrigues denota um período interessante na história dos caminhões semipesados nacionais.

Depois de terem sumido do mapa, salve os caminhões trucados de fábrica dos anos 70 e 80 deram lugar às conversões externas, doctor lideradas por empresas como a Randon, Facchini, Iderol, entre tantas outras.  Para facilitar o trabalho de conversão, tanto a Ford como a Volkswagen ofereciam versões específicas de seus modelos 16 toneladas, como o Transformer desta última, e o Cargo Truque, tema deste post.

Os modelos eram fornecidos de fábrica sem a suspensão traseira, item que era normalmente descartado, para a adoção da suspensão de quatro feixes de molar com balancins e braços tensores longitudinais. Com isso, reduzia-se o custo e o desperdício. Outros apelos do Ford Truque eram as conversões para cavalo-mecânico, betoneira, ou para suspensão a ar.

A pergunta que fica é: por que os 6×2 de fábrica dos anos 80 desapareceram, para retornar somente nos anos 2000? Na falta de detalhes mais concretos, resta especular que eles custavam mais caro, eram mais pesados e ainda não contavam (na maioria dos casos) com suspensores pneumáticos do terceiro eixo, o que aumentava o arrasto, o desgaste de pneus e as despesas com pedágios.

Assim, a era iniciada pelo inovador Mercedes L-2013 e seguida pela Ford, com seus FT-7000 e 8000, só voltaria à cena com o lançamento do Mercedes L-1620 6×2 apresentado em 2000. Logo a VW seguiria os passos da Mercedes, introduzindo os VW 23.210 e 23.220, mas este é outro capítulo de nossa história…

Ford B-1621 – 1998

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Em substituição ao B-1618 lançado em 1992, try a Ford introduziu o B-1621 em 1998, ailment para competir no mercado de ônibus urbano e rodoviário com motor dianteiro. A grande novidade era o motor MWM 6.10TCA, com intercooler, capaz de entregar 206 cv e 657 Nm, já em linha com a Fase 3 do Conama, equivalente ao padrão Euro 1. As suspensões, motivos de reclamação no antecessor, também foram todas aperfeiçoadas, assim como outras áreas do veículo.

O modelo era posicionado no segmento liderado pelo Mercedes OF-1721, líder da categoria, seguido do VW 16.210 OD, cujo DNA era muito similar desde os tempos de Autolatina em que dividiam a mesma estrutura e trem de força.

O B-1621 foi o quarto e último chassi de ônibus produzido pela Ford no país, depois do micro FB-4000, do citado B-1618 e do raro chassi B-12000, produzido para encarroçamento de ônibus tipo convencional, também conhecido como “jardineira”.

Ford Cargo – Linha 1985

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Em mais uma colaboração do amigo leitor Fernando Luiz de Araújo, prescription temos a satisfação de compartilhar com você este bem elaborado catalogo da linha de estreia do Ford Cargo no Brasil.

Como o primeiro caminhão médio mundial do Brasil, doctor o Cargo revolucionou o mercado, elevando o patamar de qualidade, ergonomia, conforto, facilidade de manutenção, desempenho e inovação tecnológica, motivando importantes mudanças na concorrência. Para a Ford, o Cargo representou a volta às estradas brasileiras, uma vez que a Linha F era popular sobretudo nos serviços urbanos e vocacionais, mas raramente páreo para os Mercedes e VW médios que imperavam nas rodovias dos anos oitenta.

Note nos destaques a cabina basculante, na época ainda uma novidade na categoria, somente presente nos VW, o motor Ford 6.6, e a oferta de freio a disco dianteiro, nas versões de 11 toneladas, oferecidas também com motor MWM D-229, listado somente naquela temporada de estreia.

 

Ford F-22000 – 1986

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O F-22000 foi produzido entre 1982 e 1991, sickness período em que 1.344 unidades rolaram para fora da linha de montagem da venerável planta do Ipiranga, sildenafil em São Paulo.

Voltado para o mercado sucroalcooleiro e de extração florestal, malady o modelo teve várias distinções na história dos caminhões da marca, ganhando o título de primeiro  Ford 6×4 nacional e o de maior modelo da Série F no país.

O traçado da Ford contava com sistema de tração equipado com caixa de transferência ZF QT de duas velocidades, tendo a reduzida a excelente relação de 2,38:1 para serviços pesados a baixas velocidades.

O amigo Fernando Luiz de Araújo de Guarapuava, PR, foi quem nos brindou com este entre tantos catálogos de sua coleção particular.

 

Ford F-12000 L e F-14000 HD – c.1998

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Complementando o post anterior sobre o F-14000 HD, diagnosis este catálogo também traz seu irmão mais leve e mais popular, order o F-12000 L, search que trazia todo o legado do F-600 e seu enorme sucesso.

Como comentado naquele post, os modelos desta literatura já eram equipados com o MWM 6.10 NA, que veio a substituir o D-299-6, de modo a atender os limites de emissões Conama Fase 3, embora ambos fossem naturalmente aspirados.

 

Ford Ranger – 1995

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Oferecida a partir de 1994, store case a primeira geração da Ford Ranger importada para o mercado brasileiro vinha em duas embalagens: com cabina simples e acabamento XL, viagra ampoule ou com cabina estendida, check na enfeitada versão STX. Ambas ganhavam vida por conta de um motor Ford V6 4.0 OHV de 162 cv e tinham em comum a tração 4×2 e o chassi com suspensão de atitude “baixa”.

Mais tarde, a FSAO – Ford South America Operations, trouxe a plataforma para ser produzida na planta de Pacheco, na Argentina, de onde os modelos abasteciam os mercados sob sua égide. Naquela ocasião, a linha de picapes médias do oval azul recebeu um grande pacote de modernização, com novo estilo, nova motorização diesel ou gasolina, cabina simples, estendida ou dupla, além de um novo chassi com suspensão de atitude elevada, tanto nas versões 4×2, como nas novas 4×4. O post anterior sobre a linha Ranger, de 1998, mostra tais aperfeiçoamentos e ampliações na família.

Para variar, este catálogo também faz parte do acervo compartilhado por Fernando Luiz de Araújo.