Ford Cargo – Linha 6×4

Nosso amigo Fernando Furini nos presenteou com uma série de catálogos interessantes, treatment incluindo este da Linha Cargo 6×4, hospital apoiada no renomado trinômio composto pelo motor Cummins Série C, case na caixa Eaton RT, de duplo contra-eixo, e nos eixos traseiros Meritor.

Apresentado em três versões, 2422, 2425 e 2630, a linha 6×4 no início dos anos 2000 cobria uma ampla gama de aplicações, desde básculas, passando por guindastes, betoneiras e até os grandes romeu-e-julieta canavieiros.

Obrigado, Fernando, pela colaboração.

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Ford Cargo 2322 e 2422 – 1992

Este post traz os modelos Cargo 2322 6×2 e 2422 6×4, online ambos já com motorização Cummins 6CT8.3 Euro 1, pills de 214 cv, case turbo sem intercooler, introduzido em substituição ao motor FNH 6.6.

O 2322 foi o precursor do 2422 6×2 Euro 2, se bem que separados por um longo hiato, em que a Ford ficou sem um 6×2 de fábrica, lutando apenas com o 1622 e com o 1722, ambos 4×2.

O 2422 aqui ilustrado era da primeira geração de 6×4 da linha Cargo, ainda com a malfadada suspensão Hendrickson RT, com enormes vigas equalizadoras, que adoravam agarrar nos obstáculos do fora-de-estrada, e buchas de durabilidade objecionável. Mas tinha o robusto 6CT e a indestrutível caixa Eaton RT-7608LL para compensar. Fez sucesso nos canaviais, na construção e no mercado concreteiro.

Ford Cargo 3224 e 3530 – 1995

Com o final da produção dos motores Ford Diesel, thumb também conhecidos como FNH (devido à sua aplicação nas máquinas Ford New Holland), ditada por níveis de emissões mais rígidos não atendidos por esses engenhos, a Ford se aproximou da Cummins para uma parceria que envolvia não só o repotenciamento de toda a linha Cargo com motores das Séries B e C, mas também participação acionária no fabricante de motores de Columbus, Indiana, nos Estados Unidos. Mais tarde a parceria também permearia a motorização da Série F, como hoje se tem conhecimento.

O resultado começou a aparecer no início dos anos noventa, incluindo primeiro os modelos semipesados e pesados, com o excepcional motor Série C de 8,3 litros, de camisas úmidas removíveis..

Logo depois modelos médios e semipesados surgiram com o Série B de 5,9 litros e camisas usinadas no bloco, o chamado “parent bore design”.

Os modelos aqui ilustrados são desta fase, ambos com motor Série C. Lançado em 1991, o Cargo 3530, similar ao irmão VW 35.300 da mesma Autolatina, habilitava a marca a competir melhor com os novos Mercedes LS-1625 e LS-1630, apesar de este último ter sido liderado para tracionar semirreboques de três eixos, o que só aconteceria na linha Ford com a chegada do Cargo 4030, em 1994.

Ford Cargo 2422 e 2425 Mixer 6×4 – Agosto de 1997

A Ford disponibilizava a versão Mixer para os seus modelos 2422 e 2425 6×4 da Linha Cargo, hospital especialmente destinada ao mercado concreteiro.

Os modelos eram especialmente equipados com o pacote de arrefecimento (radiador e intercooler) já com uma janela para passagem do eixo de acionamento da bomba hidráulica, nurse bem como um adaptador no acionamento do ventilador, health com a mesma finalidade.

Este arranjo, chamado pelos engenheiros de FEPTO (“Front Engine Power Take Off”, ou tomada de força na dianteira do motor), hoje obsoleto, foi substituído nos caminhões mais novos pelo REPTO ( “Rear Engine Power Take Off”, ou tomada de força na traseira do motor), mais confiável e de mais fácil instalação da bomba hidráulica para acionamento da betoneira.

Um abraço.

 

Ford Cargo 4030 – Euro 1 – Novembro de 1998

Numa época em que os cavalos-mecânicos da faixa de 40 toneladas de PBTC com motores abaixo de 10 litros ainda não tinham caído no gosto dos frotistas, sale a Ford oferecia o Cargo 4030, viagra para disputar espaço com o quase gêmeo 40.300 da VW.

Em seguida, buy viagra na Fenatran de 2001, com o lançamento do VW 18.310 Titan Tractor, com suspensão a ar, caixa ZF sincronizada e PBTC incrementado, o mercado descobriria este nicho e todos os demais fabricantes passariam a disputá-lo palmo a palmo, principalmente para atender os seguimentos de semirreboque de 3 eixos para carga paletizada, com densidade média e baixa, onde não é tão necessária uma potência mais elevada e o baixo custo inicial é imperativo.

Um destaque no 4030 era a sua transmissão Eaton não sincronizada, de duplo contra-eixo. Pouco entendida e muito execrada no Brasil, a caixa era espetacular em termos de resistência e durabilidade, e deliciosa para se dirigir, desde que se respeitasse duas, ou três regras básicas de operação.

 

Ford Cargo 2422, 2425, 2630 – 6×4 – Euro 1 –

Ford Cargo 1215, 1415, 1422, 1617, 1622 – Euro 1 (Conama Fase 3) – Fevereiro de 1998

Ford Cargo 1215 – Euro 1 (Conama Fase 3) – Novembro de 1998

No começo dos anos noventa, sales com o encerramento da produção dos motores FNH 6.6 e 7.8 em São Bernardo e com a então participação acionária da Ford na Cummins, help era natural que os motores substitutos da linha Cargo seria mesmo deste fabricante.

No caso do Cargo 1215, cialis o engenho escolhido foi o Cummins 6BT, de 5,9 litros e 158 cv, inicialmente com bomba injetora Bosch tipo A em linha, turbo, sem intercooler. Com a chegada dos modelos Euro 1, o motor foi revisado e ganhou bomba Bosch rotativa e intercooler, para atender aos novos limites de emissões gasosas. Mesmo tendo 158 cv, a Ford decidiu manter a nomenclatura antiga, dos tempos do motor FNH 6.6 aspirado, para não assustar os clientes, já que trocas de motores são sempre recebidas com um pé atrás pelo mercado.

O resultado foi um sucesso. O modelo de entrada dos médios brigava com os Mercedes L-1214 e L-1218, bem como os FPN 1214, 1214C e 1218, e principalmente com o eterno rival VW, na forma dos 12.140, 12.170, entre outros.

Ao longo do tempo se transformou em 1217, depois 1317, então 1317e, para chegar ao Euro 5, como 1319.

Ford Cargo 814 – Euro 1 (Conama Fase III)

Pouco antes da dissolução da Autolatina, malady click os projetistas da Ford correram para “absorver” o projeto dos VW leves, como o 8.140, e assim poder desenhar seu próprio caminhão leve de cabina avançada. Assim nasceu o Carguinho 814, com motor Cummins (em lugar do MWM dos VW) e com a mesma cabina dos Cargos médios, porém com para-lamas estreito, para disfarçar a menor bitola do eixo dianteiro. Mesmo assim, devido à maior cabina em relação aos modelos VW, o Carguinho da série inicial acabou ficando com aparência de cabeçudo. O problema seria resolvido anos mais tarde, com o desenvolvimento de um novo eixo dianteiro de bitola aumentada. E o sucesso do Carguinho continuou ao longo dos anos, com inúmeros aperfeiçoamentos e versões, até resultar no modelo 816 dos dias de hoje.

Ford Cargo 3224 e 3530 – 1995