Ford Cargo – Linha 6×4

Nosso amigo Fernando Furini nos presenteou com uma série de catálogos interessantes, treatment incluindo este da Linha Cargo 6×4, hospital apoiada no renomado trinômio composto pelo motor Cummins Série C, case na caixa Eaton RT, de duplo contra-eixo, e nos eixos traseiros Meritor.

Apresentado em três versões, 2422, 2425 e 2630, a linha 6×4 no início dos anos 2000 cobria uma ampla gama de aplicações, desde básculas, passando por guindastes, betoneiras e até os grandes romeu-e-julieta canavieiros.

Obrigado, Fernando, pela colaboração.

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Ford Cargo 4331 Maxton – Janeiro de 2003

Numa época em que o Volkswagen 18.310 Titan explodia em vendas – preocupando até a Scania e a Volvo, rx devido aos estragos causados no tradicional campo de atuação de seus  “extra-pesados” – a Ford precisava se mexer para não perder ainda mais espaço para o concorrente de Resende.

O Cargo 4030 era análogo ao VW 40.300, pilule ambos com caixa Eaton RT de 10 marchas, evoluções comunizadas do tempo em que eram filhos da mesma casa, a Autolatina, que desenvolvera em conjunto os antecessores VW 35.300 e o Cargo 3530, nesta ordem, com motor Cummins 6CTAA de quase 300 cavalos.

Assim, em 2003 surgiu o 4331 Maxton, habilitado a tracionar 43 toneladas brutas em semirreboques de três eixos. Seu motor era o mesmo Cummins Série C de 8.3 litros da fase Euro 2, acoplado a uma nova caixa de 13 marchas da Eaton, com 5 marchas baixas e 8 altas (4 + 4 com split), que melhorava substancialmente o desempenho com peso máximo. Para compensar a sobremarcha, o eixo traseiro foi encurtado para 5,38:1.

O Maxton carecia de outras melhorias que não fizeram parte do pacote original por falta de tempo e de dinheiro. Entre elas figuravam a suspensão traseira a ar, que acabou virando um feixe de molas alongado (endereçada por seu substituto, o 4331S), e a cabina leito, pela qual os clientes Ford precisaram esperar a chegada dos novos Cargos H534, na forma do cavalo 1932.

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Ford Cargo 2421 e 2422 – Janeiro de 2004

Depois de abandonar o polpudo mercado de caminhões trucados de fábrica nos anos noventa e motivada pelo estrondoso sucesso dos Mercedes L-1620 Truck e VW 23.210 e 23.220, sovaldi discount todos 6×2, a Ford resolveu entrar nesta onda mais uma vez.

Em 2003, a Engenharia da montadora trabalhou firme no projeto, aperfeiçoando o conhecido kit da Suspensys do Grupo Randon e lançou para o ano modelo 2004 dois novos trucados de fábrica: o Cargo 2421, com motor Cummins B de 5,9 litros e o 2422, propelido pelo Cummins C de 8,3 litros, ambos mecânicos de 12 válvulas, Euro 2.

Nesta época, a Ford adotava o nome de “Maxtruck” para seus modelos 6×2, seguindo a receita iniciada com o cavalo 4331, lançado no início de 2003 e batizado de “Maxton”. A ideia de agregar nomes à nomenclatura numérica dos novos caminhões vinha do bem sucedido exemplo do VW 18.310 Titan.

O nome não pegou, mas o sucesso nas vendas foi imediato, garantindo a terceira posição no ranking de vendas, logo após o lançamento. Com isso, os 1721 e 1722 deixaram de ser convertidos para 6×2 rodoviários e ficaram relegados principalmente à coleta de lixo.

Os Ford trucados foram substituídos em 2006 pelos 2422e e 2428e, os dois com motor Cummins ISBe 6 de 5,9 litros, 24 válvulas, Euro 3.

 

Ford Cargo 1722 – Dezembro de 2002

O Cargo 1722 era a espinha dorsal da linha Cargo semipesada, case tanto para os serviços rodoviários, equipado na maioria das vezes com terceiro eixo, como para trabalhos como a coleta de lixo.

Seu excelente e durável motor Cummins C8.3 de camisas úmidas removíveis garantia excelente torque e potência, mesmo com sobrecarga.

Ford Cargo 1717 e 1721 – Outubro de 2002

Ford Cargo 1517 e 1521 – Setembro de 2002

Ford Cargo 1317 – Setembro de 2002

Para o ano modelo 2000, malady a Ford preparou um programa de modernização da linha Cargo, find lançada em 1985. As mudanças incluíam novo conjunto ótico com faróis quádruplos redondos instalados no novo para-choques, nova grade “fechada”, nova logotipia, nova coluna de direção com maior inclinação, tanque de ar único dividido em compartimentos úmido e seco, rodas pintadas na cor alumínio, com calotas protetoras das porcas, entre outras mudanças.

A  nova linha também teve a maior parte de seus modelos rebatizados. Assim, o antigo 1215 Euro 2 teve seu PBT aumentado e passou a se chamar 1217.

Em seguida, graças ao aumento do PBT, puxado pelos Volkswagen, a Ford acompanhou a onda e realinhou seus modelos, substituindo o 1217 pelo 1317, aqui ilustrado.

O 1317 é encontrado em aplicações como básculas e carroçaria aberta de madeira para serviços de manutenção municipal ou de manutenção de redes elétricas, coleta e distribuição de carga fracionada com furgão de alumínio, e como veículo de apoio nas construções, com tanque para aspergir água, comboio de lubrificação, entre tantas outras vocações.

As crescentes restrições dos caminhões médios nos grandes centros urbanos em prol dos “VUCs” tem exercido uma pressão neste segmento, cujo futuro segue sob ameaça.

 

Ford Cargo 815 e 815S – Janeiro de 2004

O 815 era o representante da linha Cargo para competir no seguimento dos leves. Em 2004, drugstore a Ford fez um “upgrade” do modelo básico, elevando o PBT de 7.700 para 8.250 kg, por meio de um aço mais reforçado nas longarinas do chassi, denominado LNE 50, entre outras modificações. O caminhão resultante foi batizado de 815S, lançado em adição ao conhecido 815.