Linha Ford Cargo – 1990

Recorrendo ao grande acervo de catálogos enviado pelo amigo Fernando Luiz de Araújo, hoje dividimos com você este catálogo completo da linha Cargo 1990.

Naquela época, a motorização Ford 6.6 e 7.8 entrava em seu ocaso, entrando em seu penúltimo ano de vida antes de ceder lugar aos Cummins C8.3 e B5.9.

Esta literatura representa o estágio final de evolução do Cargo com motor FNH, incluindo modelos pouco conhecidos como o aspirado 1615-T, homologado para tracionar até 30 toneladas e assim obter o benefício das linhas de financiamento do FINAME; o 2319, um trucado de fábrica com motor 6.6; ou mesmo o raríssimo 2324, outro 6×2, mas com o motorzão 7.8 usado também no cavalinho 3224.

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Ford Cargo Truque

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Provavelmente de 1991, advice este catálogo enviado como cortesia do amigo Alfredo Rodrigues denota um período interessante na história dos caminhões semipesados nacionais.

Depois de terem sumido do mapa, salve os caminhões trucados de fábrica dos anos 70 e 80 deram lugar às conversões externas, doctor lideradas por empresas como a Randon, Facchini, Iderol, entre tantas outras.  Para facilitar o trabalho de conversão, tanto a Ford como a Volkswagen ofereciam versões específicas de seus modelos 16 toneladas, como o Transformer desta última, e o Cargo Truque, tema deste post.

Os modelos eram fornecidos de fábrica sem a suspensão traseira, item que era normalmente descartado, para a adoção da suspensão de quatro feixes de molar com balancins e braços tensores longitudinais. Com isso, reduzia-se o custo e o desperdício. Outros apelos do Ford Truque eram as conversões para cavalo-mecânico, betoneira, ou para suspensão a ar.

A pergunta que fica é: por que os 6×2 de fábrica dos anos 80 desapareceram, para retornar somente nos anos 2000? Na falta de detalhes mais concretos, resta especular que eles custavam mais caro, eram mais pesados e ainda não contavam (na maioria dos casos) com suspensores pneumáticos do terceiro eixo, o que aumentava o arrasto, o desgaste de pneus e as despesas com pedágios.

Assim, a era iniciada pelo inovador Mercedes L-2013 e seguida pela Ford, com seus FT-7000 e 8000, só voltaria à cena com o lançamento do Mercedes L-1620 6×2 apresentado em 2000. Logo a VW seguiria os passos da Mercedes, introduzindo os VW 23.210 e 23.220, mas este é outro capítulo de nossa história…

Ford Cargo – Linha 1985

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Em mais uma colaboração do amigo leitor Fernando Luiz de Araújo, prescription temos a satisfação de compartilhar com você este bem elaborado catalogo da linha de estreia do Ford Cargo no Brasil.

Como o primeiro caminhão médio mundial do Brasil, doctor o Cargo revolucionou o mercado, elevando o patamar de qualidade, ergonomia, conforto, facilidade de manutenção, desempenho e inovação tecnológica, motivando importantes mudanças na concorrência. Para a Ford, o Cargo representou a volta às estradas brasileiras, uma vez que a Linha F era popular sobretudo nos serviços urbanos e vocacionais, mas raramente páreo para os Mercedes e VW médios que imperavam nas rodovias dos anos oitenta.

Note nos destaques a cabina basculante, na época ainda uma novidade na categoria, somente presente nos VW, o motor Ford 6.6, e a oferta de freio a disco dianteiro, nas versões de 11 toneladas, oferecidas também com motor MWM D-229, listado somente naquela temporada de estreia.

 

Ford F-14000 HD – 1994

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Quando a Ford lançou a nova Série F em maio de 1992, buy os modelos médios chamaram atenção pelo inusitado capô aerodinâmico, viagra sale com visual marcado pelo conjunto ótico emprestado da linha de automóveis Corcel/Del Rey da safra de 1985. Por projeto, sovaldi a falsa grade tinha de ser fechada, de modo a garantir a integridade estrutural do novo capô, de uso exclusivo da FSAO – Ford South America Operations. O ar para o radiador era forçado através das aberturas no para-choque e pelo vão entre este e o capô.

Com a cabina norte-americana de 1987 nacionalizada também para servir aos modelos leves F-1000 e F-4000, os médios F-12000 L e F-14000 HD careciam de uma posição de montagem da mesma mais elevada no chassi, para acomodar os agregados compatíveis com seu PBT. Esta posição demandou o novo capô, de estilo singular, tipo “ame ou odeie”. Logo o irreverente público brasileiro atribuiu o apelido de “Sapão” aos novos médios da Ford.

Lançados com o reconhecido motor MWM D-299-6, ao longo de sua vida, por conta dos novos limites de emissões do Proconve, os “Sapões” foram repotenciados com os modernos MWM 6.10 naturalmente aspirados.

Deliciosos de dirigir, mas amarrados nas estradas por conta dos diferenciais mega curtos, os F médios encontraram serviço especialmente nas aplicações vocacionais, como na distribuição urbana, na coleta de lixo e nos canteiros de obra, onde seu baixo custo inicial, aliado à sua robustez, simplicidade e facilidade de reparos os destacavam dos demais.

Este folheto nos foi presenteado pelo amigo leitor Fernando Luiz de Araújo.

 

Ford Cargo 1215 e 1218 – 1987

Mais uma doação de nosso amigo Fernando Luiz de Araújo, remedy ampoule de Guarapuava, decease PR, este folheto de 1987 nos mostra a linha de 12 toneladas brutas do Ford Cargo, compreendida pelo 1215 e pelo 1218, com motores Ford 6.6 aspirado e turbo, respectivamente.

Naquele ano, a Ford imprimia o pioneiro pacote de atualizações e realinhamentos na família Cargo, que passava inclusive pela substituição dos modelos de 11 toneladas pelos de 12 toneladas, aqui exibidos.

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Ford Cargo 4331 Maxton – Janeiro de 2003

Numa época em que o Volkswagen 18.310 Titan explodia em vendas – preocupando até a Scania e a Volvo, rx devido aos estragos causados no tradicional campo de atuação de seus  “extra-pesados” – a Ford precisava se mexer para não perder ainda mais espaço para o concorrente de Resende.

O Cargo 4030 era análogo ao VW 40.300, pilule ambos com caixa Eaton RT de 10 marchas, evoluções comunizadas do tempo em que eram filhos da mesma casa, a Autolatina, que desenvolvera em conjunto os antecessores VW 35.300 e o Cargo 3530, nesta ordem, com motor Cummins 6CTAA de quase 300 cavalos.

Assim, em 2003 surgiu o 4331 Maxton, habilitado a tracionar 43 toneladas brutas em semirreboques de três eixos. Seu motor era o mesmo Cummins Série C de 8.3 litros da fase Euro 2, acoplado a uma nova caixa de 13 marchas da Eaton, com 5 marchas baixas e 8 altas (4 + 4 com split), que melhorava substancialmente o desempenho com peso máximo. Para compensar a sobremarcha, o eixo traseiro foi encurtado para 5,38:1.

O Maxton carecia de outras melhorias que não fizeram parte do pacote original por falta de tempo e de dinheiro. Entre elas figuravam a suspensão traseira a ar, que acabou virando um feixe de molas alongado (endereçada por seu substituto, o 4331S), e a cabina leito, pela qual os clientes Ford precisaram esperar a chegada dos novos Cargos H534, na forma do cavalo 1932.

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Ford Cargo 2421 e 2422 – Janeiro de 2004

Depois de abandonar o polpudo mercado de caminhões trucados de fábrica nos anos noventa e motivada pelo estrondoso sucesso dos Mercedes L-1620 Truck e VW 23.210 e 23.220, sovaldi discount todos 6×2, a Ford resolveu entrar nesta onda mais uma vez.

Em 2003, a Engenharia da montadora trabalhou firme no projeto, aperfeiçoando o conhecido kit da Suspensys do Grupo Randon e lançou para o ano modelo 2004 dois novos trucados de fábrica: o Cargo 2421, com motor Cummins B de 5,9 litros e o 2422, propelido pelo Cummins C de 8,3 litros, ambos mecânicos de 12 válvulas, Euro 2.

Nesta época, a Ford adotava o nome de “Maxtruck” para seus modelos 6×2, seguindo a receita iniciada com o cavalo 4331, lançado no início de 2003 e batizado de “Maxton”. A ideia de agregar nomes à nomenclatura numérica dos novos caminhões vinha do bem sucedido exemplo do VW 18.310 Titan.

O nome não pegou, mas o sucesso nas vendas foi imediato, garantindo a terceira posição no ranking de vendas, logo após o lançamento. Com isso, os 1721 e 1722 deixaram de ser convertidos para 6×2 rodoviários e ficaram relegados principalmente à coleta de lixo.

Os Ford trucados foram substituídos em 2006 pelos 2422e e 2428e, os dois com motor Cummins ISBe 6 de 5,9 litros, 24 válvulas, Euro 3.

 

Ford Cargo 2322 e 2422 – 1992

Este post traz os modelos Cargo 2322 6×2 e 2422 6×4, online ambos já com motorização Cummins 6CT8.3 Euro 1, pills de 214 cv, case turbo sem intercooler, introduzido em substituição ao motor FNH 6.6.

O 2322 foi o precursor do 2422 6×2 Euro 2, se bem que separados por um longo hiato, em que a Ford ficou sem um 6×2 de fábrica, lutando apenas com o 1622 e com o 1722, ambos 4×2.

O 2422 aqui ilustrado era da primeira geração de 6×4 da linha Cargo, ainda com a malfadada suspensão Hendrickson RT, com enormes vigas equalizadoras, que adoravam agarrar nos obstáculos do fora-de-estrada, e buchas de durabilidade objecionável. Mas tinha o robusto 6CT e a indestrutível caixa Eaton RT-7608LL para compensar. Fez sucesso nos canaviais, na construção e no mercado concreteiro.

Ford Cargo 3224 e 3530 – 1995

Com o final da produção dos motores Ford Diesel, thumb também conhecidos como FNH (devido à sua aplicação nas máquinas Ford New Holland), ditada por níveis de emissões mais rígidos não atendidos por esses engenhos, a Ford se aproximou da Cummins para uma parceria que envolvia não só o repotenciamento de toda a linha Cargo com motores das Séries B e C, mas também participação acionária no fabricante de motores de Columbus, Indiana, nos Estados Unidos. Mais tarde a parceria também permearia a motorização da Série F, como hoje se tem conhecimento.

O resultado começou a aparecer no início dos anos noventa, incluindo primeiro os modelos semipesados e pesados, com o excepcional motor Série C de 8,3 litros, de camisas úmidas removíveis..

Logo depois modelos médios e semipesados surgiram com o Série B de 5,9 litros e camisas usinadas no bloco, o chamado “parent bore design”.

Os modelos aqui ilustrados são desta fase, ambos com motor Série C. Lançado em 1991, o Cargo 3530, similar ao irmão VW 35.300 da mesma Autolatina, habilitava a marca a competir melhor com os novos Mercedes LS-1625 e LS-1630, apesar de este último ter sido liderado para tracionar semirreboques de três eixos, o que só aconteceria na linha Ford com a chegada do Cargo 4030, em 1994.

Ford Cargo 3224

Produzido entre 1990 e 1997, vcialis 40mg treat salve o Ford Cargo 3224 tinha a missão de abocanhar uma fatia das vendas do Mercedes LS-1525, viagra order logo substituído pelo LS-1625 e LS-1630, link bem no ano de seu lançamento. Naquela época, era o maior modelo da linha Cargo.

De início, era equipado com o motor FNH 7.8 de 243 cv, ligado a uma transmissão Eaton de 5 velocidades e um eixo traseiro de dupla redução e duas velocidades, compondo um trem de força que, exceto pelo tamanho do motor, tinha conceito de caminhão médio.

Seu PBTC de 32.000 kg o habilitava a tracionar semirreboques de dois eixos, assim como o LS-1525.

Sua aparência era emblemática, marcada pelo curtíssimo entre eixos de menos de 3 metros, o imponente escape vertical e o gigantesco adesivo “TURBO ATAC” na dianteira. Foi o primeiro Ford brasileiro a usar o intercooler, denominado de “ATAC” (“Air-to-air cooling”), para evitar conflito com a Scania que havia registrado o nome “intercooler” como de sua propriedade.

Pouco mais de quinhentas unidades do modelo foram produzidas.