Ford Cargo 4030 – Euro 1 – Novembro de 1998

Numa época em que os cavalos-mecânicos da faixa de 40 toneladas de PBTC com motores abaixo de 10 litros ainda não tinham caído no gosto dos frotistas, sale a Ford oferecia o Cargo 4030, viagra para disputar espaço com o quase gêmeo 40.300 da VW.

Em seguida, buy viagra na Fenatran de 2001, com o lançamento do VW 18.310 Titan Tractor, com suspensão a ar, caixa ZF sincronizada e PBTC incrementado, o mercado descobriria este nicho e todos os demais fabricantes passariam a disputá-lo palmo a palmo, principalmente para atender os seguimentos de semirreboque de 3 eixos para carga paletizada, com densidade média e baixa, onde não é tão necessária uma potência mais elevada e o baixo custo inicial é imperativo.

Um destaque no 4030 era a sua transmissão Eaton não sincronizada, de duplo contra-eixo. Pouco entendida e muito execrada no Brasil, a caixa era espetacular em termos de resistência e durabilidade, e deliciosa para se dirigir, desde que se respeitasse duas, ou três regras básicas de operação.

 

Ford Cargo 1215, 1415, 1422, 1617, 1622 – Euro 1 (Conama Fase 3) – Fevereiro de 1998

Ford Cargo 814 – Euro 1 (Conama Fase III)

Pouco antes da dissolução da Autolatina, malady click os projetistas da Ford correram para “absorver” o projeto dos VW leves, como o 8.140, e assim poder desenhar seu próprio caminhão leve de cabina avançada. Assim nasceu o Carguinho 814, com motor Cummins (em lugar do MWM dos VW) e com a mesma cabina dos Cargos médios, porém com para-lamas estreito, para disfarçar a menor bitola do eixo dianteiro. Mesmo assim, devido à maior cabina em relação aos modelos VW, o Carguinho da série inicial acabou ficando com aparência de cabeçudo. O problema seria resolvido anos mais tarde, com o desenvolvimento de um novo eixo dianteiro de bitola aumentada. E o sucesso do Carguinho continuou ao longo dos anos, com inúmeros aperfeiçoamentos e versões, até resultar no modelo 816 dos dias de hoje.