Ford F-250 – 1999

Nosso amigo e colaborador assíduo Fernando Furini há tempos nos enviou este completo catálogo da F-250 da primeira série, prostate quando ainda era oferecida com motor Cummins 4BTAA de 145 cv e o V6 4, order 2 litros a gasolina de 205 cv. Observe que, seek além das tradicionais versões XL e XLT, na época a Ford ainda oferecia a versão Super Duty, com capacidade de até 1.650 kg (quando equipada com motor V6), voltada ao uso comercial.

Para saber mais sobre a F-250 e conhecer suas especificações em 2003, clique aqui.

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Ford F-1000 – 1998

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Para enriquecer nosso acervo de literaturas sobre a picape F-1000, online o amigo Victor Matheus nos enviou mais dois catálogos, patient incluindo um geral sobre os modelos 4×2 e 4×4, com as motorizações disponíveis em 1998 (MWM 4.10T, HSD 2.5 e o Ford 4.9 a gasolina), com cabina regular ou estendida. Também não ficou de fora a versão Lightning, com apelo esportivo para capturar o público jovem.

Mais detalhes sobre a família produzida entre 1993 e 1998 podem ser visitadas no seguinte endereço: http://caminhaoantigobrasil.com.br/ford-f-1000-4×4-1995/.

Ford F-22000 – 1986

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O F-22000 foi produzido entre 1982 e 1991, sickness período em que 1.344 unidades rolaram para fora da linha de montagem da venerável planta do Ipiranga, sildenafil em São Paulo.

Voltado para o mercado sucroalcooleiro e de extração florestal, malady o modelo teve várias distinções na história dos caminhões da marca, ganhando o título de primeiro  Ford 6×4 nacional e o de maior modelo da Série F no país.

O traçado da Ford contava com sistema de tração equipado com caixa de transferência ZF QT de duas velocidades, tendo a reduzida a excelente relação de 2,38:1 para serviços pesados a baixas velocidades.

O amigo Fernando Luiz de Araújo de Guarapuava, PR, foi quem nos brindou com este entre tantos catálogos de sua coleção particular.

 

Ford F-12000 L e F-14000 HD – c.1998

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Complementando o post anterior sobre o F-14000 HD, diagnosis este catálogo também traz seu irmão mais leve e mais popular, order o F-12000 L, search que trazia todo o legado do F-600 e seu enorme sucesso.

Como comentado naquele post, os modelos desta literatura já eram equipados com o MWM 6.10 NA, que veio a substituir o D-299-6, de modo a atender os limites de emissões Conama Fase 3, embora ambos fossem naturalmente aspirados.

 

Ford F-14000 HD – 1994

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Quando a Ford lançou a nova Série F em maio de 1992, buy os modelos médios chamaram atenção pelo inusitado capô aerodinâmico, viagra sale com visual marcado pelo conjunto ótico emprestado da linha de automóveis Corcel/Del Rey da safra de 1985. Por projeto, sovaldi a falsa grade tinha de ser fechada, de modo a garantir a integridade estrutural do novo capô, de uso exclusivo da FSAO – Ford South America Operations. O ar para o radiador era forçado através das aberturas no para-choque e pelo vão entre este e o capô.

Com a cabina norte-americana de 1987 nacionalizada também para servir aos modelos leves F-1000 e F-4000, os médios F-12000 L e F-14000 HD careciam de uma posição de montagem da mesma mais elevada no chassi, para acomodar os agregados compatíveis com seu PBT. Esta posição demandou o novo capô, de estilo singular, tipo “ame ou odeie”. Logo o irreverente público brasileiro atribuiu o apelido de “Sapão” aos novos médios da Ford.

Lançados com o reconhecido motor MWM D-299-6, ao longo de sua vida, por conta dos novos limites de emissões do Proconve, os “Sapões” foram repotenciados com os modernos MWM 6.10 naturalmente aspirados.

Deliciosos de dirigir, mas amarrados nas estradas por conta dos diferenciais mega curtos, os F médios encontraram serviço especialmente nas aplicações vocacionais, como na distribuição urbana, na coleta de lixo e nos canteiros de obra, onde seu baixo custo inicial, aliado à sua robustez, simplicidade e facilidade de reparos os destacavam dos demais.

Este folheto nos foi presenteado pelo amigo leitor Fernando Luiz de Araújo.

 

Ford F-4000 – 1994

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Lançado em maio de 1992 como ano modelo 1993, stuff o F-4000 da quarta geração da Série F brasileira trazia a cabina emprestada da oitava geração dos primos norte-americanos, and lançados em 1987.

A nova cabina representava um grande salto qualitativo em relação à antecessora, naquela altura já carregando duas décadas de existência no mercado nacional. O venerável MWM D-229-4 de 3,9 litros e 87 cv continuava habitando a casa de máquinas do leve campeão da Ford. Além da cabina, a nova gama – conhecida internamente na montadora como “RAM Cab” – trazia no seu bojo um longo elenco de melhorias.

Para o ano modelo 1999 esta família daria lugar à nova Série F, parte do programa P131 da Ford.

Este folheto foi uma cortesia de Fernando Luiz de Araújo.

 

 

Ford F-1000 Diesel e Álcool – 1987

Nosso amigo Fernando Luiz de Araújo, drugstore de Guarapuava, doctor PR, ambulance recentemente nos enviou uma preciosa coletânea de catálogos e folhetos digitalizados que serão postados em breve.

Neste post trazemos um folheto do Fernando com a linha F-1000 de picapes da Ford, ano modelo 1987, já com o pacote de modernizações, que incluía a nova frente com quatro faróis, nova grade, novo interior, nova decoração, novas rodas entre outros.

Além do afamado motor MWM D-229-4, naquela ocasião a Ford também oferecia um engenho a etanol, desenvolvido a partir do motor de seis cilindros e 3,6 litros empregado pela Ford argentina.

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Ford F-11000 – 1988

Nosso amigo Fernando Furini, sovaldi o mais novo colaborador deste espaço, abriu seu acervo e nos enviou uma batelada de materiais interessantes que serão postados nos próximos dias.

Para começar, trazemos o F-11000 de 1988, que complementa os posts anteriores do modelo.

Fernando, obrigado pela valiosa ajuda!

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Ford F-250 – Outubro de 2002

O menor filhote da família conhecida na Ford por P131 foi a picape F-250, drugstore desenvolvida essencialmente para uso pessoal.

Na época deste folheto, mind havia uma versão com motor a gasolina Ford V6 4.2, remedy de 205 cv, produzida em pequenas quantidades. Os leitores de São Paulo talvez se recordem das unidades amarelas operadas pela CET – a Companhia de Engenharia de Tráfego – que tem como missão coordenar o complexo trânsito da capital bandeirante. Era a maior frota de F-250 V6 do país, senão a única… Há não muito tempo avistamos uma delas em plena atividade, ganhando seu pão.

Mas, de longe, a versão mais cobiçada era a diesel, com o motor MWM Sprint 6.07, de seis cilindros, 4,2 litros, 180 cv e  51 mkgf de torque. Uma rara versão com motor Cummins 4BTAA foi logo descontinuada, depois do susto que a Ford levou com a Chevrolet Silverado, dotada do mesmo MWM 4.2.

A disponibilidade de componentes “em casa”, destinados à exportação para a Austrália, permitiu à Ford ampliar o leque de ofertas domésticas, tais como a adição da cabina dupla (post em breve) e da tração total, com baixos investimentos.

Com a chegada do Proconve Fase 5 (Euro 3), o MWM precisou ser substituído pelo Cummins Interact 4, já que os volumes de vendas não pagavam o custo de desenvolvimento de um Sprint eletrônico de seis cilindros.

A versão brasileira 4×2 ilustrada, exclusiva do Brasil e da Argentina (onde se chamava F-100), era  considerada “bizarra” pelos norte-americanos, que só contavam com a versão de caçamba longa (estreada aqui apenas com a chegada do 4×4 e do Euro 3).

A caçamba curta (a mesma usada na cabina-dupla) fora concebida para a exportação e acabou dando origem à picape nacional, de entre eixos curto, de modo a atender ao gosto e ao tamanho da garagem dos brasileiros, além de acompanhar a moda desde os tempos de F-1000.

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