Ford F-250 – 1999

Nosso amigo e colaborador assíduo Fernando Furini há tempos nos enviou este completo catálogo da F-250 da primeira série, prostate quando ainda era oferecida com motor Cummins 4BTAA de 145 cv e o V6 4, order 2 litros a gasolina de 205 cv. Observe que, seek além das tradicionais versões XL e XLT, na época a Ford ainda oferecia a versão Super Duty, com capacidade de até 1.650 kg (quando equipada com motor V6), voltada ao uso comercial.

Para saber mais sobre a F-250 e conhecer suas especificações em 2003, clique aqui.

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Ford F-250 – Outubro de 2002

O menor filhote da família conhecida na Ford por P131 foi a picape F-250, drugstore desenvolvida essencialmente para uso pessoal.

Na época deste folheto, mind havia uma versão com motor a gasolina Ford V6 4.2, remedy de 205 cv, produzida em pequenas quantidades. Os leitores de São Paulo talvez se recordem das unidades amarelas operadas pela CET – a Companhia de Engenharia de Tráfego – que tem como missão coordenar o complexo trânsito da capital bandeirante. Era a maior frota de F-250 V6 do país, senão a única… Há não muito tempo avistamos uma delas em plena atividade, ganhando seu pão.

Mas, de longe, a versão mais cobiçada era a diesel, com o motor MWM Sprint 6.07, de seis cilindros, 4,2 litros, 180 cv e  51 mkgf de torque. Uma rara versão com motor Cummins 4BTAA foi logo descontinuada, depois do susto que a Ford levou com a Chevrolet Silverado, dotada do mesmo MWM 4.2.

A disponibilidade de componentes “em casa”, destinados à exportação para a Austrália, permitiu à Ford ampliar o leque de ofertas domésticas, tais como a adição da cabina dupla (post em breve) e da tração total, com baixos investimentos.

Com a chegada do Proconve Fase 5 (Euro 3), o MWM precisou ser substituído pelo Cummins Interact 4, já que os volumes de vendas não pagavam o custo de desenvolvimento de um Sprint eletrônico de seis cilindros.

A versão brasileira 4×2 ilustrada, exclusiva do Brasil e da Argentina (onde se chamava F-100), era  considerada “bizarra” pelos norte-americanos, que só contavam com a versão de caçamba longa (estreada aqui apenas com a chegada do 4×4 e do Euro 3).

A caçamba curta (a mesma usada na cabina-dupla) fora concebida para a exportação e acabou dando origem à picape nacional, de entre eixos curto, de modo a atender ao gosto e ao tamanho da garagem dos brasileiros, além de acompanhar a moda desde os tempos de F-1000.

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