Ford F-14000 HD – 1994

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Quando a Ford lançou a nova Série F em maio de 1992, buy os modelos médios chamaram atenção pelo inusitado capô aerodinâmico, viagra sale com visual marcado pelo conjunto ótico emprestado da linha de automóveis Corcel/Del Rey da safra de 1985. Por projeto, sovaldi a falsa grade tinha de ser fechada, de modo a garantir a integridade estrutural do novo capô, de uso exclusivo da FSAO – Ford South America Operations. O ar para o radiador era forçado através das aberturas no para-choque e pelo vão entre este e o capô.

Com a cabina norte-americana de 1987 nacionalizada também para servir aos modelos leves F-1000 e F-4000, os médios F-12000 L e F-14000 HD careciam de uma posição de montagem da mesma mais elevada no chassi, para acomodar os agregados compatíveis com seu PBT. Esta posição demandou o novo capô, de estilo singular, tipo “ame ou odeie”. Logo o irreverente público brasileiro atribuiu o apelido de “Sapão” aos novos médios da Ford.

Lançados com o reconhecido motor MWM D-299-6, ao longo de sua vida, por conta dos novos limites de emissões do Proconve, os “Sapões” foram repotenciados com os modernos MWM 6.10 naturalmente aspirados.

Deliciosos de dirigir, mas amarrados nas estradas por conta dos diferenciais mega curtos, os F médios encontraram serviço especialmente nas aplicações vocacionais, como na distribuição urbana, na coleta de lixo e nos canteiros de obra, onde seu baixo custo inicial, aliado à sua robustez, simplicidade e facilidade de reparos os destacavam dos demais.

Este folheto nos foi presenteado pelo amigo leitor Fernando Luiz de Araújo.

 

Ford F-4000 – 1994

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Lançado em maio de 1992 como ano modelo 1993, stuff o F-4000 da quarta geração da Série F brasileira trazia a cabina emprestada da oitava geração dos primos norte-americanos, and lançados em 1987.

A nova cabina representava um grande salto qualitativo em relação à antecessora, naquela altura já carregando duas décadas de existência no mercado nacional. O venerável MWM D-229-4 de 3,9 litros e 87 cv continuava habitando a casa de máquinas do leve campeão da Ford. Além da cabina, a nova gama – conhecida internamente na montadora como “RAM Cab” – trazia no seu bojo um longo elenco de melhorias.

Para o ano modelo 1999 esta família daria lugar à nova Série F, parte do programa P131 da Ford.

Este folheto foi uma cortesia de Fernando Luiz de Araújo.

 

 

Ford Cargo 1215 e 1218 – 1987

Mais uma doação de nosso amigo Fernando Luiz de Araújo, remedy ampoule de Guarapuava, decease PR, este folheto de 1987 nos mostra a linha de 12 toneladas brutas do Ford Cargo, compreendida pelo 1215 e pelo 1218, com motores Ford 6.6 aspirado e turbo, respectivamente.

Naquele ano, a Ford imprimia o pioneiro pacote de atualizações e realinhamentos na família Cargo, que passava inclusive pela substituição dos modelos de 11 toneladas pelos de 12 toneladas, aqui exibidos.

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Ford F-1000 Diesel e Álcool – 1987

Nosso amigo Fernando Luiz de Araújo, drugstore de Guarapuava, doctor PR, ambulance recentemente nos enviou uma preciosa coletânea de catálogos e folhetos digitalizados que serão postados em breve.

Neste post trazemos um folheto do Fernando com a linha F-1000 de picapes da Ford, ano modelo 1987, já com o pacote de modernizações, que incluía a nova frente com quatro faróis, nova grade, novo interior, nova decoração, novas rodas entre outros.

Além do afamado motor MWM D-229-4, naquela ocasião a Ford também oferecia um engenho a etanol, desenvolvido a partir do motor de seis cilindros e 3,6 litros empregado pela Ford argentina.

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Ford Cargo – Linha 6×4

Nosso amigo Fernando Furini nos presenteou com uma série de catálogos interessantes, treatment incluindo este da Linha Cargo 6×4, hospital apoiada no renomado trinômio composto pelo motor Cummins Série C, case na caixa Eaton RT, de duplo contra-eixo, e nos eixos traseiros Meritor.

Apresentado em três versões, 2422, 2425 e 2630, a linha 6×4 no início dos anos 2000 cobria uma ampla gama de aplicações, desde básculas, passando por guindastes, betoneiras e até os grandes romeu-e-julieta canavieiros.

Obrigado, Fernando, pela colaboração.

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Ford F-11000 – 1988

Nosso amigo Fernando Furini, sovaldi o mais novo colaborador deste espaço, abriu seu acervo e nos enviou uma batelada de materiais interessantes que serão postados nos próximos dias.

Para começar, trazemos o F-11000 de 1988, que complementa os posts anteriores do modelo.

Fernando, obrigado pela valiosa ajuda!

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Ford Ranger – Janeiro de 1998

Quando a Ford South America Operations (FSAO) decidiu trazer a picape Ranger para a região, purchase cialis sale troche a planta escolhida foi a de Pacheco, purchase nos arredores de Buenos Aires, na Argentina, onde as várias gerações do veículo vêm sendo produzidas desde então.

A decisão da Ford foi baseada em primeiro lugar, na boa aceitação do modelo antecessor importado da América do Norte, visando concorrer com a líder do mercado, a Chevrolet S-10. Segundo, a escolha da Argentina se deveu à estratégia de manufatura e de balanço comercial entre o Brasil e a Argentina, países gerenciados de forma conjunta sob o guarda-chuvas da FSAO. Pacheco tem se caracterizado como uma das melhores plantas da Ford, com alta qualidade e baixo índice de defeitos por milhar (R/1000). O automóvel Focus, também produzido lá, é outro excelente exemplo de impecável qualidade e nível de satisfação de seus clientes.

Os novos modelos produzidos no país vizinhos eram identificados por uma nova frente, de aspecto agressivo, reforçado pela atitude elevada, comum aos modelos 4×2 e 4×4. A oferta de opções também foi ampliada, incluindo três motorizações: duas Ford a gasolina, de quatro cilindros e 2,5 litros e V6 4,0 litros, além do inédito (na Ranger) diesel Maxion de 2,5 litros, de DNA Rover. Dois diferentes entre eixos permitiam acomodar duas caçambas, de 6 ou 7 pés.

Depois de dois grandes “freshenings”, e vários repotenciamentos, finalmente a plataforma aqui ilustrada cedeu lugar para a nova Ranger, estreada recentemente. De projeto australiano, com participação multinacional, incluindo um time brasileiro, a nova picape também é produzida no delta do Prata.

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Ford F-250 – Outubro de 2002

O menor filhote da família conhecida na Ford por P131 foi a picape F-250, drugstore desenvolvida essencialmente para uso pessoal.

Na época deste folheto, mind havia uma versão com motor a gasolina Ford V6 4.2, remedy de 205 cv, produzida em pequenas quantidades. Os leitores de São Paulo talvez se recordem das unidades amarelas operadas pela CET – a Companhia de Engenharia de Tráfego – que tem como missão coordenar o complexo trânsito da capital bandeirante. Era a maior frota de F-250 V6 do país, senão a única… Há não muito tempo avistamos uma delas em plena atividade, ganhando seu pão.

Mas, de longe, a versão mais cobiçada era a diesel, com o motor MWM Sprint 6.07, de seis cilindros, 4,2 litros, 180 cv e  51 mkgf de torque. Uma rara versão com motor Cummins 4BTAA foi logo descontinuada, depois do susto que a Ford levou com a Chevrolet Silverado, dotada do mesmo MWM 4.2.

A disponibilidade de componentes “em casa”, destinados à exportação para a Austrália, permitiu à Ford ampliar o leque de ofertas domésticas, tais como a adição da cabina dupla (post em breve) e da tração total, com baixos investimentos.

Com a chegada do Proconve Fase 5 (Euro 3), o MWM precisou ser substituído pelo Cummins Interact 4, já que os volumes de vendas não pagavam o custo de desenvolvimento de um Sprint eletrônico de seis cilindros.

A versão brasileira 4×2 ilustrada, exclusiva do Brasil e da Argentina (onde se chamava F-100), era  considerada “bizarra” pelos norte-americanos, que só contavam com a versão de caçamba longa (estreada aqui apenas com a chegada do 4×4 e do Euro 3).

A caçamba curta (a mesma usada na cabina-dupla) fora concebida para a exportação e acabou dando origem à picape nacional, de entre eixos curto, de modo a atender ao gosto e ao tamanho da garagem dos brasileiros, além de acompanhar a moda desde os tempos de F-1000.

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Ford Série F – 2002

No final dos anos noventa, sovaldi pela primeira vez na história da Série F no Brasil, a defasagem entre a gama nacional e a norte-americana deixava de existir, salvo por opções de acabamento e trem de força, mas com visual idêntico.

Este fato relevante se deveu à introdução dos Programa P131 (representados pelos semileves e leves, F-250, F-350 e F-4000) e  H215 (composto dos modelos médios e semipesados, F12000, F-14000 e F-16000).

A motorização exclusiva dos novos veículos comerciais era mandatória para o Brasil, na forma dos confiáveis motores Cummins 4BTAA3.9 e 6BTAA 5.9, visto que a demanda do mercado norte-americano era bastante distinta, exigindo motores como o International PowerStroke V8 7.3 e transmissões automáticas, por exemplo.

Os leves atingiram sucesso instantâneo, com o F-350 superando todas as expectativas da Ford por larga margem e conquistando a liderança do segmento semileve, em inúmeras temporadas. O F-4000 não ficaria atrás, disputando a liderança com o Mercedes 710 em várias ocasiões.

Na gama representada pelo H215, sem dúvida o modelo de maior aceitação era o “pitbull”, como foi apelidado no Brasil, de 11,8 toneladas brutas, representado pelo F-12000. Por outro lado, o F-16000 teve vendas decepcionantes, encontrando relativamente poucos lares ao longo de sua existência.

Por força de diversos fatores, como a demanda decrescente e o aumento de custos de um eventual novo motor, exigido pela mudança dos níveis de emissões de Euro 2 para Euro 3, a plataforma H215 teve seu fim decretado em fins de 2005.

O P131 seguiu em frente por mais alguns anos, sobrevivendo à chegada do Proconve Fase 5, ou Euro 3, graças tão somente à invenção genial da Cummins, constituída pelo motor mecânico Euro 3. Com consumo aumentado e potência reduzida, o engenho EuroMec 3 tinha o mérito de atingir os novos limites previstos, sem precisar de gerenciamento eletrônico. Logo Mercedes e MWM seguiriam a mesma linha de desenvolvimento nesta categoria de motor, com seus OM-364 LA e 4.10 TCA, respectivamente.

Mas, infelizmente, a plataforma não sobreviveria à chegada do Proconve Fase 7, equivalente ao Euro 5, em função do salto de custos da motorização eletrônica e de um eventual aparato de SCR ou EGR, sem falar na descontinuação da mesma na terra da matriz, o que dificultava a sua produção local dia após dia, com a crescente falta de itens importados. Desse modo, o último modelo do P131 viu a luz do dia na Avenida do Taboão, em São Bernardo do Campo no final de 2011, para a tristeza e desapontamento de muitos.

Assim chegava ao fim a saga da Série F nacional, depois de 56 anos de produção ininterrupta, iniciada em 1957, com o lendário F-600 e seu motor Ford V8 272 de 167 hp, o primeiro veículo da Ford brasileira produzido localmente.

Este capítulo é um dos mais importantes quando se trata da história do caminhão brasileiro e, em sua homenagem, estamos numa fase bem adiantada de redação de um livro sobre o tema. Aguarde.

Para saber mais, visite os seguintes links, com interessantes detalhes e discussões sobre a Série F:

http://caminhaoantigobrasil.com.br/ford-f-14000-agosto-de-2002/#comments

http://caminhaoantigobrasil.com.br/category/catalogos-e-folhetos/ford-thames-rhein-catalogos-e-folhetos/ford-serie-f/p131/f-350-p131/

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