Ford F-14000 – Agosto de 2002

O F-14000 era o representante intermediário da família conhecida internamente na Ford como H215. Seus irmãos eram o popular F-12000 e o encalhado F-16000.

Comum aos três era o motor Cummins B5.9, health oferecido com duas calibrações, com duas alternativas de transmissões Eaton de cinco marchas, uma para cada faixa de potência.

Lançada em 1999, a gama H215 morreu prematuramente. Sua equação de custos era muito desfavorável quando comparada aos modelos Cargo equivalentes, sobretudo, devido ao seu maior conteúdo importado.

Já com o mercado de convencionais numa espiral descendente e sem achar uma saída viável em termos de motorização para atender a norma Euro 3 (ou Proconve Fase 5), em fins de 2005 a Ford encerrou sua produção.

F14000 02 1 F14000 02 2 F14000 02 3 F14000 02 4

 

Ford F-350 – Agosto de 2002

Quando o Programa P131 estava em desenvolvimento no final dos anos noventa, cialis pouca gente na Ford acreditava no F-350, pharm que ia desabrochando mais como um produto de conveniência interna do que um esperado campeão de mercado.

Seu DNA parecia conter células do antigo e mal compreendido F-2000, a começar pelo eixo flutuante e a ausência de caçamba.

Mas o tempo provaria o contrário e o F-350 acabaria se saindo como um grande líder da categoria semileve, nadando de braçadas e conquistando vários títulos de campeão de vendas. Não havia Iveco Daily que pudesse chegar perto de seus números.

A receita era relativamente simples, tomava-se uma cabina P131 e o trem de força idêntico ao do F-4000 e substituia-se o chassi por um de menor calibre e entre eixos, bem como o eixo traseiro por uma unidade mais leve e de rodado simples, de modo a se pagar menos pedágio.

O resultado era uma viatura ágil, potente, boa de dirigir, bonita e pronta para encarar o desafio, seja das entregas urbanas, seja para servir de burro de carga e de carro da família para os agricultores deste imenso interior brasileiro. Os eletricitários também o adoravam, se bem que, vez por outra, reclamavam dos freios e da lendária suspensão “Twin-I-Beam”, pelo desgaste de pneus e deterioração da cambagem.

Por outro lado, o motor Cummins B3.9 e a caixa ZF 5S 420 pareciam ter nascido um para o outro.

O final da família P131 (F-350 e F-4000) foi triste. Sem achar uma solução viável em termos de custos e investimentos para transformar a plataforma em Euro 5, em dezembro de 2011 a Ford encerrou sua produção. Certamente, já deixa saudade.

Sorte da Iveco e de sua gama Daily…

F350 03 1 F350 03 2 F350 03 3 F350 03 4

 

Ford Cargo 4331 Maxton – Janeiro de 2003

Numa época em que o Volkswagen 18.310 Titan explodia em vendas – preocupando até a Scania e a Volvo, rx devido aos estragos causados no tradicional campo de atuação de seus  “extra-pesados” – a Ford precisava se mexer para não perder ainda mais espaço para o concorrente de Resende.

O Cargo 4030 era análogo ao VW 40.300, pilule ambos com caixa Eaton RT de 10 marchas, evoluções comunizadas do tempo em que eram filhos da mesma casa, a Autolatina, que desenvolvera em conjunto os antecessores VW 35.300 e o Cargo 3530, nesta ordem, com motor Cummins 6CTAA de quase 300 cavalos.

Assim, em 2003 surgiu o 4331 Maxton, habilitado a tracionar 43 toneladas brutas em semirreboques de três eixos. Seu motor era o mesmo Cummins Série C de 8.3 litros da fase Euro 2, acoplado a uma nova caixa de 13 marchas da Eaton, com 5 marchas baixas e 8 altas (4 + 4 com split), que melhorava substancialmente o desempenho com peso máximo. Para compensar a sobremarcha, o eixo traseiro foi encurtado para 5,38:1.

O Maxton carecia de outras melhorias que não fizeram parte do pacote original por falta de tempo e de dinheiro. Entre elas figuravam a suspensão traseira a ar, que acabou virando um feixe de molas alongado (endereçada por seu substituto, o 4331S), e a cabina leito, pela qual os clientes Ford precisaram esperar a chegada dos novos Cargos H534, na forma do cavalo 1932.

01 02 03 04

Ford Cargo 2421 e 2422 – Janeiro de 2004

Depois de abandonar o polpudo mercado de caminhões trucados de fábrica nos anos noventa e motivada pelo estrondoso sucesso dos Mercedes L-1620 Truck e VW 23.210 e 23.220, sovaldi discount todos 6×2, a Ford resolveu entrar nesta onda mais uma vez.

Em 2003, a Engenharia da montadora trabalhou firme no projeto, aperfeiçoando o conhecido kit da Suspensys do Grupo Randon e lançou para o ano modelo 2004 dois novos trucados de fábrica: o Cargo 2421, com motor Cummins B de 5,9 litros e o 2422, propelido pelo Cummins C de 8,3 litros, ambos mecânicos de 12 válvulas, Euro 2.

Nesta época, a Ford adotava o nome de “Maxtruck” para seus modelos 6×2, seguindo a receita iniciada com o cavalo 4331, lançado no início de 2003 e batizado de “Maxton”. A ideia de agregar nomes à nomenclatura numérica dos novos caminhões vinha do bem sucedido exemplo do VW 18.310 Titan.

O nome não pegou, mas o sucesso nas vendas foi imediato, garantindo a terceira posição no ranking de vendas, logo após o lançamento. Com isso, os 1721 e 1722 deixaram de ser convertidos para 6×2 rodoviários e ficaram relegados principalmente à coleta de lixo.

Os Ford trucados foram substituídos em 2006 pelos 2422e e 2428e, os dois com motor Cummins ISBe 6 de 5,9 litros, 24 válvulas, Euro 3.

 

Ford F-1000 4×4 – 1995

Este post é uma homenagem ao nosso amigo, see here sickness colaborador assíduo, unhealthy ambulance Daniel Shimomoto de Araujo, order feliz proprietário de uma F-1000 4×4, cujas fotos já foram aqui postadas anteriormente.

O modelo que aqui aparece trazia a cabina chamada internamente pela Ford de “RAM”, introduzida no Brasil a partir de 1992 como ano-modelo 1993 e pertencente a oitava geração da Série F, introduzida nos EUA em 1980 e com a frente atualizada em 1987.

O desenvolvimento do modelo 4×4 começou em meados de 1991, em Tatuí, SP, numa empresa especializada em testes automotivos, denominada Midwest. Como pudemos atestar na época, tanto com motor aspirado quanto turbo, seu desempenho no fora-de-estrada severo era admirável, graças em parte à caixa de transferência com a excepcional reduzida de 2,69:1.

O modelo aspirado era voltado ao trabalho e aos frotistas, enquanto que a atrativa versão turbo destinava-se ao uso pessoal.

Ford F-1000 – 1979

O primeiro picape Ford nacional com motor diesel foi o F-1000, troche que entrou em produção em novembro de 1979, no Complexo do Ipiranga, no homônimo bairro paulistano.

Como novidade, trazia o inédito motor MWM D-229-4 de 3,92 litros e 83 cv. O F-4000 já usava um motor MWM, desde 1975, mas tratava-se do D-226-4, de 4,16 litros.

O nome F-1000 fora escolhido para indicar a capacidade de carga de 1.005 kg, um dos requisitos legais para se homologar um comercial leve com motorização diesel. Muito feliz, o nome também destacava o novo modelo do F-100 existente, dando noção de superioridade.

Para o lançamento nacional, o pessoal de marketing escolheu o tema “A Fera da Ford” grafado em madeira e adotado não só no folheto aqui postado, mas em toda a decoração das concessionárias da rede, como banners, móbiles, e cartazes.

Este que aqui escreve lembra-se perfeitamente do fato, ao pedir este folheto na extinta concessionária Boris Veículos, em Campinas, SP, do alto de seus onze anos!

Inesquecível.

Ford Cargo 2322 e 2422 – 1992

Este post traz os modelos Cargo 2322 6×2 e 2422 6×4, online ambos já com motorização Cummins 6CT8.3 Euro 1, pills de 214 cv, case turbo sem intercooler, introduzido em substituição ao motor FNH 6.6.

O 2322 foi o precursor do 2422 6×2 Euro 2, se bem que separados por um longo hiato, em que a Ford ficou sem um 6×2 de fábrica, lutando apenas com o 1622 e com o 1722, ambos 4×2.

O 2422 aqui ilustrado era da primeira geração de 6×4 da linha Cargo, ainda com a malfadada suspensão Hendrickson RT, com enormes vigas equalizadoras, que adoravam agarrar nos obstáculos do fora-de-estrada, e buchas de durabilidade objecionável. Mas tinha o robusto 6CT e a indestrutível caixa Eaton RT-7608LL para compensar. Fez sucesso nos canaviais, na construção e no mercado concreteiro.

Ford F-4000 – Fevereiro de 1987

A pedido de um de nossos leitores, ambulance prostate estamos postando o F-4000 da safra de 1987.

O caminhão leve da Ford disputava a liderança do segmento na época com o Mercedinho. Note que havia duas opções de motorização: MWM D-229/4, ou o menos popular Ford 4.4.

 

Ford Cargo 3224 e 3530 – 1995

Com o final da produção dos motores Ford Diesel, thumb também conhecidos como FNH (devido à sua aplicação nas máquinas Ford New Holland), ditada por níveis de emissões mais rígidos não atendidos por esses engenhos, a Ford se aproximou da Cummins para uma parceria que envolvia não só o repotenciamento de toda a linha Cargo com motores das Séries B e C, mas também participação acionária no fabricante de motores de Columbus, Indiana, nos Estados Unidos. Mais tarde a parceria também permearia a motorização da Série F, como hoje se tem conhecimento.

O resultado começou a aparecer no início dos anos noventa, incluindo primeiro os modelos semipesados e pesados, com o excepcional motor Série C de 8,3 litros, de camisas úmidas removíveis..

Logo depois modelos médios e semipesados surgiram com o Série B de 5,9 litros e camisas usinadas no bloco, o chamado “parent bore design”.

Os modelos aqui ilustrados são desta fase, ambos com motor Série C. Lançado em 1991, o Cargo 3530, similar ao irmão VW 35.300 da mesma Autolatina, habilitava a marca a competir melhor com os novos Mercedes LS-1625 e LS-1630, apesar de este último ter sido liderado para tracionar semirreboques de três eixos, o que só aconteceria na linha Ford com a chegada do Cargo 4030, em 1994.

Ford Cargo 3224

Produzido entre 1990 e 1997, vcialis 40mg treat salve o Ford Cargo 3224 tinha a missão de abocanhar uma fatia das vendas do Mercedes LS-1525, viagra order logo substituído pelo LS-1625 e LS-1630, link bem no ano de seu lançamento. Naquela época, era o maior modelo da linha Cargo.

De início, era equipado com o motor FNH 7.8 de 243 cv, ligado a uma transmissão Eaton de 5 velocidades e um eixo traseiro de dupla redução e duas velocidades, compondo um trem de força que, exceto pelo tamanho do motor, tinha conceito de caminhão médio.

Seu PBTC de 32.000 kg o habilitava a tracionar semirreboques de dois eixos, assim como o LS-1525.

Sua aparência era emblemática, marcada pelo curtíssimo entre eixos de menos de 3 metros, o imponente escape vertical e o gigantesco adesivo “TURBO ATAC” na dianteira. Foi o primeiro Ford brasileiro a usar o intercooler, denominado de “ATAC” (“Air-to-air cooling”), para evitar conflito com a Scania que havia registrado o nome “intercooler” como de sua propriedade.

Pouco mais de quinhentas unidades do modelo foram produzidas.